História The Opium(Vkook-Taekook-Kookv) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Taekook Vkook Kookv
Visualizações 520
Palavras 1.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma de minhas histórias Vkook ehhh, espero que gostem e desculpa qualquer erro.

Não quero ofender ninguém que goste da cultura e história da Inglaterra, assim como eu amo. Queria escrever essa história com fatos reais da inglaterra mudando algumas coisas básicas então está ai o capítulo.

Capítulo 1 - The Opium


Fanfic / Fanfiction The Opium(Vkook-Taekook-Kookv) - Capítulo 1 - The Opium

 

"SEGUREM ESSE MULEQUE! ELE ME ROUBOU"

 

 

 

Gritava o homem que corria atrás de mim pelo simples motivo de eu ter roubado seu dinheiro, eu já me encontrava exausto, fazia uns 10 minutos que eu tentava o despistar mas ele não desistia fácil e eu não queria parti para a segunda opção que séria mata-lo.

 

 

 

Entrei em um beco correndo o mais rápido possível, não era a primeira vez nem última que eu faria aquilo, metamorfos como eu não são nem um pouco gentis em situações como essa, ainda mais quando sua metamorfose e de um lobo sedento de sangue humano. O beco pelo qual entrei era sem saida, eu estava encurralado pela parede sólida de tijolos e o homem barbudo.

 

 

 

— Te peguei! Agora não tem como fugir...— deu passos largos em minha direção.

 

 

 

Soltei um sorriso um tanto vitorioso, com minha velocidade pulei sobre o homem logo correndo novamente derrubando tudo a minha frente o deixando atrasado.

 

 

 

Corri até o meio da multidão que andava pela rua, pessoas que no dia à dia apenas andavam pela rua para perde tempo e outras tentando os saquea-las.

 

 

 

"VOCÊ NÃO ESCAPARÁ TÃO FÁCIL DE MIM!"

 

 

 

Escutei mais um grito, o homem pelo qual achei ter atrasado com o tanto de caixotes e obstáculos que derrubei pelo caminho do mesmo estava à pouca distância de mim. Apontou em minha direção logo tirando seu olhar de mim, virando sua visão para o lado direito aonde havia um homem grande e músculos que deduzir ser um de seus companheiros.

 

 

 

Merda!

 

 

 

Amaldiçoei a mim mesmo pelo erro que havia cometido. DEVIA TE-LO MATADO! Isso que passava em minha cabeça nesse exato momento. Sem muita demora comecei a correr novamente entre a multidão, uma vez ou outro trombava com as pessoas que ali andanvam perdendo tempo em suas crenças que um dia todo aquele pesadelo podia melhorar. Idiotas é o que eles são!

 

 

 

Quando finalmente pensei ter escapado daqueles mesquinhos, um deles agarrou em um forte aperto meu braço.

 

 

 

— Peguei o miserável! — chamou o cara barbudo pelo qual eu havia corrido a um tempo atrás.

 

 

 

— Ora, ora, ora se não é o Lobo Solitário...— pegou em queixo o apertando com força.

 

 

 

— Ora, ora, ora se não é o idiota que roubei facilmente! — fui sarcástico recebendo um soco em minha barriga me fazendo dar algumas tossidas que chegou a machucar minha garganta.

 

 

 

— Está com sede? Deve estar você correu isso tudo para ser pego facilmente nesse lugar ridículo! — olhou pra mim com desprezo tirando uma garrafinha de sua sacola de pano velho, bebendo o líquido que ali continha.

 

 

 

Dei uma risada forçada, cuspi perto de seu sapato velho e o olhei novamente.

 

 

 

— Não serei pego por você, nem por ninguém! — irritado me soltei do aperto de seu capanga, dei um cutuvelada em seu tronco o fazendo cair no chão gemendo de dor.

 

 

 

O barbudo tirou uma faca da mesma sacola que havia tirado antes a garrafinha à apontando para mim.

 

 

 

— Fique longe! — ficou em posição de ataque com a lâmina cega da faca.

 

 

 

Uma coisa muitos devem aprender! Não provoque monstros.

 

 

 

Agarrei sua mão que segurava a faca a entortando, o homem gritava de dor pelo que eu estava fazendo, — Por favor não me machuque, eu não falo a ninguém — pedia o barbudo já em desespero.

 

 

 

Os lobos é reverenciado por suas habilidades de sobrevivência mesmo em ambientes inóspitos e hostis, pela inteligência e por caçarem sempre em grupo. Então, além da inteligência, lealdade e perenidade, o lobo significa astúcia, coragem, amizade, confiança e força.

 

 

 

O problema é que eu não me encaixo nesse significado, na verdade sou longe de ser amigável ou leal apenas sou esse tipo de pessoa com meu amigo Jimin, apenas com ele, ninguém mais. E eu não cometeria o mesmo erro novamente.

 

 

 

Enfim quebrei o braço do miserável fazendo a faca cair no chão, peguei em seu queixo o fazendo olhar em meus olhos, seu cheiro de puro medo pairava pelo ar me fazendo ficar feliz, sempre gostei de ser temido ou odiado assim não traria pessoas querendo minha ajuda ou amizade é sim querendo a minha morte.

 

 

 

Nunca gostei de ser o herói da história. Iria por um ponto final na história do vagabundo barbudo a minha frente se não fosse por ele ter pegado a faca com o braço não quebrado a direcionando rapidamente a mim, a faca passou de raspão pela minha bochecha fazendo um pequeno corte, e então cravo minhas unhas em seu pescoço vendo o líquido escarlate escorrer pelo chão.

 

 

 

Jimin vai me matar — pensei  —, Jimin era metamorfo de felino no caso dele um gato mas mesmo sendo pequeno e fofo,quando está com raiva da medo.

 

 

 

Com meu braço roxo pelo aberto do capanga e meu rosto com um pequeno corte fui para meu humilde abrigo.

 

 

 

(...)

 

 

 

Meu abrigo não era aquele abrigo de alta segurança como o castelo da rainha  Alexandrina mas dava para dormi e se esconder então não era tão ruim assim.

 

 

 

— JEONGGUK — chamou-me o baixinho de cabelos negros vindo em minha direção mas logo parou com seus olhos arregalados— O que aconteceu com você? — indagou irritado, me olhando com raiva.

 

 

 

— Bom...não fique bravo Jimin, eu roubei de novo! — disse firme com nada a temer bom...até agora.

 

 

 

— VOCÊ O QUE? — indagou novamente elevando seu tom de voz.

 

 

 

Jimin pode ser pobre mas não gosta de roubar pessoas no mesmo estado que nós diferente de mim é claro, pois não me importo de ter sangue em minhas mãos.

 

 

 

 

 

— Desculpa Jiminie! — fico em posição de defesa das suas unhadas.

 

 

 

— Eu pedi para parar, não foi? — me olhou com seus olhos de metamorfo.

 

 

 

— Não irei parar! — me levanto da cadeira — Para sobrevivermos tenho que fazer isso!— aproximo meu rosto do seu o vendo ficar corado.

 

 

 

— MESMO ASSIM! VOCÊ MATA ELAS POR PURO PRAZER DO SEU LADO LOBO — gritou com os olhos marejados.

 

 

 

Havia esquecido que Jimin é bem sensível.

 

 

 

— Olha desculpa ok! Mas se não matar eles, eles iram ir as autoridades e falaram sobre mim, serei enforcado...— coloco minhas mãos em seus ombros o deixando calmo.

 

 

 

Ele suspirou e me abraçou. Jimin era um das poucas pessoas que eu deixava encosta em mim, eramos bem íntimos já que nós conhecíamos desde criança. Quando descobri minha metamorfose, meus pais simplesmente sumiram me deixando numa velha cabana no fundo da floresta, com fome e frio.

 

 

 

— Vem! Vou cuidar de você...— me puxou me fazendo sentar na cadeira velha de madeira comida.

 

 

 

Sentei na cadeira e Jimin começou a tratar os machucados, o corte em minha bochecha iria se cura rapidamente mas ficará uma cicatriz embora eu não ligar em mais uma para a coleção de cicatrizes que eu tinha espalhadas pelo meu corpo inteiro, cicatrizes de muitas brigas, brincadeiras e algumas apenas por eu ficar destraído. E só  mais uma entre outras.

 

 

 

Após Jimin acabar de tratar de meus machucados, me levantei da cama indo até a mesinha redonda no meio da casa pegando um dos meus vícios: O tabaco. Coloquei o mesmo em meus lábios, o segurando, e o acendi logo inalando a fumaça, seguro a fumaça na boca por um tempo até solta-la.

 

 

 

Como eu disse é um de meus vícios, tenho muitos vícios como beber, fumar, roubar — rir — entre outros que não irei citar e sei das consequências que podem me causar. Meu nome completo e Jeon Jungkook, tenho 21 anos e sou um metaformo de lobo.

 

 

 

Não tenho muita coisa a dizer sobre mim mas falarei de minha história.

 

 

 

Desde pequeno já fiz muitas burradas por ser impulsivo em momentos desnecessários, meus pais se surpreenderam com o ultraje vindo do próprio filho.

 

 

 

— Tenho que sair de novo, volto mais tarde! — vou em direção a porta.

 

 

 

— Promete não roubar!? — indagou Jimin segurando meu braço antes de eu sair.

 

 

 

— Prometo! — tiro sua mão de meu braço devagar e saiu de casa.

 

 

 

Essa promessa não vai durar — Penso — Estou indo para o centro da cidade aonde tenho informantes que claro que iram me dar informações importantes sobre tudo que acontece em nossa cidade.

 

 

 

(...)

 

 

 

Encostei na parede perto de onde eu me encotraria com o informante, esperei um tempo já estava anoitecendo e eu teria que ficar mais atento por causa dos guardas, eles ficam andando pelas ruas de noite para ver se alguém rouba entre outros e se eles me vissem com o informante nós prenderiam.

 

 

 

Iria acender mais um tabaco mas um ser com metade do rosto tampada por um cachecol cinza velho se encosto ao meu lado.

 

 

 

— Lobo...— continuou olhando para frente.

 

 

 

— Rato nem te reconheci! — acendi meu tabaco.

 

 

 

— Se você não me reconheceu ninguém reconhecerá e isso será bom para mim... — diz ele agora olhando para mim.

 

 

 

— Pode passar as informações antes que de sermos pegos!? — indaguei olhando para frente aonde uma mulher estava bebendo com um homem um tanto peculiar.

 

 

 

— Ouvi dizer que a Rainha está vendendo ilegalmente Ópio para a China e obtendo muito lucro com isso, mas parece que o governo Chinês está proibindo toda transação da droga! — olhou o lado direito da rua observando os adolecentes caindo bêbados no chão.

 

 

 

O Ópio é uma substancia entorpecente extraída da papoula, e causa dependência química em seus usuários.

 

 

 

— Mas alguma informação? — indaguei olhando para o lado esquerdo da rua vendo guardas — Fale rápido não temos tempo, guardas as 9 horas...— dando uma batinha bem fraca em meu tabaco fazendo as cinzas caírem.

 

 

 

— As pessoas estão falando que há um corvo sobrevoando a floresta perto de sua casa mas não sei se é verdade são só boatos...— deu um passo para frente.

 

 

 

— Agradeço as informações, te pago depois! — ele assente e eu saiu andando calmamente para casa.

 

 

 

A noite já havia chegado, os postes de luz das ruas escuras se acenderam iluminando bem pouco.

 

 

 

Ópio...se eu conseguir roubar ficarei rico, venderei não só para China e assim ficarei acima de Alexandrina no governo mas precisarei de um "ajudante", vamos ver se o boato do corvo é verdade.

 

 

 

(...)

 

 

 

Já em casa. Jimin dormia calmamente em minha cama e eu estava bebendo sentado perto da janela.

 

 

 

Me lembro totalmente de como entrei nessa vida de roubo e vícios, me arrependo? Nem um pouco. Sou como qualquer um nessa cidade, fumo para tirar ansiedade e bebo para esquecer os problemas criandos uns mais fáceis de resolver.

 

 

 

 

 

 

Amanhã acordarei cedo para procurar o tal corvo, jogo o resto da bebida do lado de fora da casa depois indo até minha cama me deitando do lado de Jimin, ficando de costas para o mesmo e logo adormecendo.


Notas Finais


Trailer link : https://youtu.be/u9e2zvZkxCc

Bjs❤


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