História I will be your wolf and you my raven (Vkook-Taekook-Kookv) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Taekook Vkook
Visualizações 75
Palavras 2.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoa lindas do meu kokoro!
Obrigado por favorita minha fic❤
Aproveitem esse capítulo na visão inteiramente de Kim Taehyung nosso lindo corvo.

Desculpa qualquer erro e espero que gostem!

Capítulo 2 - The Date...


Fanfic / Fanfiction I will be your wolf and you my raven (Vkook-Taekook-Kookv) - Capítulo 2 - The Date...


 A mortalha dos vivos.

A ferida que não sangra.

A corrente que tudo prende.

"Ele não é o filho do falecido Kim Shin!? Me falaram que a metamorfose dele é de um corvo, vou ficar longe dele!"

"Ele é um mal presságio!"

"Descobri que a 1° ministra ainda está decidindo fazer algo com seu filho Kim Taehyung sobre o azar que ele pode nós causar"

Era tudo que eu ouvia desde 1 mês atrás quando completei meus 22 anos e descobri minha metamorfose atrasada.

Sou um corvo aquele que trás a morte consigo, mas só tem um problema nisso eu nunca matei ninguém ou briguei apenas conversava como uma boa pessoa que eu era é ainda sou. Minha mãe diz que sou bom aos seus olhos enquanto nós olhos dos outro sou uma aberração que pode os matar a qualquer momento.

Estava indo na direção da sala de minha mãe em nossa casa exageradamente grande e vazia, minha mãe pediu para que eu fosse lá assim que eu acordasse para falar algo urgente, algo que parecia a assustar.


Cheguei na porta de madeira escura com algumas partes decoradas de madeira de eucalipto, iria entrar mas escutei algo caindo e se quebrando no lado de dentro da sala.

Apoiei minha cabeça na porta colocando minha olheira para tentar escutar algo.

"Se você encosta um dedo em meu filho eu te mato"

Falou minha mãe em um tom irritado de dentro da sala.

"Seu filho é uma desgraça para nossas vidas! Você desaparece com ele ou eu farei isso..."

Falou um homem em um tom firme.

Escutei passos vindos de lá de dentro vindo até a porta mas antes de alguém abri-la bati para não pensarem que eu estava escutando tudo.

Após eu bater o homem atendeu, ele tinha um tapa olho do lado esquerdo, uma cicatriz no pescoço que parecia garras de algum animal, uma queimadura grande em seu braço e as roupas pretas com azul escuro.

Se curvou e saiu de minha frente.

— Tae meu filho...entre preciso falar com você! — com o corpo totalmente trêmulos veio até mim e me puxou para dentro da sala fechando a porta em seguida.

— Omma! — chamo-a e ela me olha já com os olhos marejados — Eu escutei tudo! — falei com minha voz embargada pelo choro.

Ela veio até mim me envolvendo em seus braços já caindo no choro.

— Está tudo bem, eu aceito meu destino! — firme mas deixando algumas lágrimas escorrem.

— Mas eu não aceito! Você é meu filho legítimo e última pessoa em que confiou fielmente, eu não irei aceitar você sendo tirado de mim! — colocou suas mãos em cada lado de meu rosto me fazendo olha-la nós olhos. — Arrume suas malas, você vai embora daqui! — completou deixando mais lágrimas caírem.

— Não, Não irei te deixar! Omma...eu n-não consigo viver sozinho.— seguro sua cintura.

— Você consegue meu filho, eu sei que consegue assim que sair daqui vai para a floresta ao sul lá encontrará uma casa velha mas bem cuidada, fique lá por um tempo até eu ir te encontrar, Ok!? — sorriu sem mostra os dentes.

Eu apenas assenti assim recebendo um beijo em minha testa e saindo da sala indo ao meu quarto para arrumar minha bolsa.

(...)

Depois que arrumei tudo imediatamente sai de meu quarto indo até o escritório de minha mãe a encontrando sendo enforcada pelo homem de hoje de manhã.

Iria para cima do mesmo mas ver minha mãe naquela situação era horrível, me lembrava o que eu fiz a aquele animal no qual eu chamava de appa.

— TAEHYUNG CORRE AGORA! — gritou minha mãe se transformando e pulando no homem.

Fiz o que ela mandou, corri o mais rápido possivel para fora de casa encontrando pessoas da marinha no portão junto a seus cavalos.

"MATEM ESSE GAROTO"

Gritou o homem de antes da janela do segundo andar, os homens da marinha estavam vindo em minha direção apontando suas espadas e armas, os empregados que antes de descobrirem sobre minha metamorfose eram meus amigos agora estavam com olhares de aprovação para me matarem.

O quê fiz para merecer isso? Eu não queria essa vida!

Olhei na direção direita aonde os empregados estavam e eles recuaram com meu ato, olhei para frente e a marinha estava mais perto agora, olhei para trás e o homem estava lá, olhei para a esquerda não vendo nada apenas a escuridão, corri para a esquerda logo me transformando tentando voar para longe mas começaram a atirar assim acertando de raspão minha asa mesmo assim continuei voando para longe daquele lugar indo para aonde minha mãe mandou.

O dia que antes era azul virou cinzas com chuva e trovões altos o bastante para doer os tímpanos, o que destacava no céu era o pássaro negro molhadou: Eu.

(...)

Estava cansado de voar, resolvi parar, pousei em uma beco na cidade em que eu sobrevoava, me transformei em humano, estava cansado e com fome e não sabia o que fazer. Era a minha primeira vez sozinho na cidade sem um acompanhante, quando eu vinha aqui era apenas para acompanhar minha mãe em seus negócios com a rainha nada mais que isso.

Olhei para rua escura vendo apenas garotos bêbados caindo no chão ou sendo segurados pelos outros, para o lado de dentro do beco havia lixos. Tentei me levantar mas não conseguir por fraqueza até passar a marinha novamente olhando para mim, me levantei e sair correndo e elas atrás de mim, as pessoas na rua soltava pequenos gritos com os susto de serem empurradas por mim.


Alguém me ajuda!

Entrei em em outro beco que saia perto de uma floresta, adentrei a mesma sem medo, poderia ser pego pela marinha e ser torturado ou corria para a floresta e ser morto por um animal não iria fazer nenhuma diferença.

Estava correndo entre as árvores mortas enquanto escutava gritos dos marinheiros pedindo para que eu me entregasse sem lutar, claro que eu não faria isso, sabia se eu me entregasse morreria.

Avistei uma caverna pequena a minha direita, fui até a mesma e me escondi vendo os marinheiros passando direto.

Queria dormi um pouco e de manhã procurasse algo para encher minha barriga totalmente vazia.

(...)

Acordei com dores em meu corpo por causa do chão duro em que dormi está noite, estava acustumado a dormi em camas de algodão com cobertores grossos para tampar do frio.

Me levantei e sai da caverna pequena aonde dormi, olhei para todos os lados vendo se tinha alguma pessoa ali antes de sair. Não havia ninguém então sai e comecei a andar para o sul aonde minha mãe mandou eu ir.

Eu não estava tão cansado como antes só estava com fome e um pouco fraco, avistei um pequeno riacho, desci até o mesmo me agachando e lavando meu rosto sujo e bebendo água, minha roupas rasgaram na minha fuja na noite anterior que é um tanto inconveniente já que o tempo está frio, minha calça uma das pernas rasgou, na minha blusa alguns botões soltaram deixando metade de meu peitoral descoberto, meu cabelo está do mesmo jeito desde que sai de casa, estava bom. Depois de beber a água gelada me levantei voltando a andar pelo chão seco.

O tiro de raspão que levei no braço não foi fundo mas sem bons cuidados poderia infeccionar e eu provavelmente perderia meu braço coisa que eu não queria que acontecesse de forma alguma.

A floresta estava em completo silêncio o que me deixava desconfortável, isso é normal? Tipo a floresta inteira em silêncio nem ao menos pássaros cantando. Bom até um ouvir uma lâmina sendo retirada de sua bainha, andei mais um pouco ficando atrás de uma árvore, olhando um marinheiro, um daqueles que me perseguia noite passada, ele estava olhando pro lado e pro outro desesperado por algum motivo.

Até meus olhos captar um movimento com o canto de meus olhos e voltando minha cabeça para frente vendo um ser parecido com uma estátua que antes não estava ali.

A estátua se moveu mostrando quem era realmente, o garoto tinha braços e pernas. O peito estava despido, os pés, descalços, e calça de camponês pendiam abaixo da cintura, cabelos negros começando a ficar encharcado com a chuva repentina, as gotas desciam por seu rosto, que era tão moreno quanto eu.

— Quem está ai? — perguntou o marinheiro se virando rapidamente para direita depois esquerda.

O garoto esboçou um sorriso.

— Não brinque com um marinheiro da grande rainha Alexandrina — avisou — Perguntei seu nome. Dizei-o

— Marinheiro? — O rapaz apoiou-se no seu trono sinuoso de um carvalho seco.— Ou um bastardo?

O marinheiro apontou a lâmina de sua espada para o rapaz estranho.

— Retirai o que d-disseste! Devo minha vida a grande rainha, eu sou um dos que ela mais confia! — acrescentou, amaldiçoando-se pela maneira desajeitada e vacilante como dizia aquilo.

O rapaz balançou a cabeça em pura negação.

— Vossa rainha não é tão grande assim.

O marinheiro enfureceu-se diante do insulto tão ultrajante.

— E vossa rainha? — questionou, estendendo a espada — Vou pergunta mais uma vez — Quem sois vós?

O rapaz aproximou-se e afastou a lâmina para o lado. Subitamente, parecia mais velho que eu suponho, talvez até mesmo um ou dois anos mais velho que eu.

— Sou da prole do demônio — respondeu.

A mais pura demonstração do medo. Tudo o que constitui a lamuria escondida atrás do orgulho de Deimos. Filho de Ares e de Afrodite, astuto e sanguinário como o pai, belo como a mãe. Mas nenhum desses atributos chega aos pés de sua mais perfeita descrição: Demônio. Uma palavra de soar doce e significado amargo, uma alcunha que revela o que ele se tornou ao ser moldado pelo ódio ensandecido que nutria por muitos que viviam ao seu redor, isso era a prole do demônio.


Não sou eu como o marinheiro sentiu a onda de puro medo nós invadindo.


— Vós és lunático! — disse entre dentes.— Saía do meu caminho.

O chão cedeu sob os pés do marinheiro. Chamas douradas e vermelhas apareceram diante de meus olhos. Encurvado o marinheiro, com as unhas fincadas nas coxas, ele elevou seu olhar para observa o garoto a sua frente, piscando e arfando repetidas vezes, esforçando-se em compreender o que se passava. Sua mente vacilava como se não estivesse mais sob seu controle.

O garoto se agachou para seus olhos ficarem na mesma altura dos do marinheiro.

— Escutai com atenção. Preciso de um favor vosso, não partirei até consegui-lo. — disse o jovem — Vós me compreendeis?

Rangendo os dentes, o servo da rainha sacudiu a cabeça para exprimir descrença — e desafio. Tentou cuspir no garoto, mas sua saliva escorreu pelo seu queixo. A língua recusava-se a abedece-lo.


O rapaz envolveu as mãos do marinheiro nas suas. O calor era causticante e o companheiro da marinha soltou um grito.

— Preciso de vosso juramento de fidelidade.— disse. — Ajoelhai e jurai ser meu servo! Vós pertence a raça bíblica nefilim — os olhos escuros do rapaz se ergueram, encontrando os do pobre homem.

O marinheiro caiu de joelhos no chão assustado com o que o garoto acabou de dizer.

— Vosso verdadeiro pai foi um anjo expulso do céu! Metade de nosso sangue é mortal, metade demônio...— completou.

Estava prestando atenção neles até ouvir gritos e ver tochas vindo em nossa direção. Olhei novamente para frente aonde o rapaz e o marinheiro estava, mas apenas vi o chão com cinzas nada mais que isso.

Comecei a correr novamente para o lado contrário dos marinheiros atrás de mim é claro, me transformei logo tentando levantar voou mas sou acertado por uma flecha em minha asa direita me fazendo cair, me colidindo com o chão seco. Me arrastei até uma das centenas de árvores que tinha ali encostando minhas costas totalmente  ferida na mesma.

— Olha só quem nós achamos! — o homem grande e terrivelmente assustador veio até mim agachando em minha frente.

— Brutal vamos leva-lo de uma vez para Lee! — disse o homem atrás do tal Brutal.

— Quero me diverti com ele primeira.— pegou na flecha a girando para o lado me fazendo soltar um grito de dor.

— Brutal! Seguimos ordens de nossos superiores. — pegou no ombro do homem que girava a flecha em meu braço.

O tal Brutal se levantou pegando no pescoço do homem que falava consigo, mas soltou após ouvir um uivo não tão longe de nós.

— Pecadores? — indagou o homem que antes estava sendo enforcado.

Iriam responder mas são surpresos por um grande lobo negro saindo de trás das árvores os atacando.

Eu estava muito fraco para conseguir deixar meus olhos abertos, com meus olhos entre aberto observava a cena do lobo matando os marinheiros.

Por qual razão alguém faria isso para alguém que para muitos é o azar?

O lobo se destransformou em um homem com seu corpo coberto por cicatrizes, seus cabelos negros com um brilho surreal, seu rosto bem desenhado e um corpo másculo.

Veio até mim mas antes de qualquer coisa desmaiei.



Notas Finais




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