História I will never love - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Bissexualidade, Cinco Paqueras, Comedia, Drama, Hard Hentai, Ot5
Visualizações 21
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como dito, estou de volta com essa fanfic e não sei se será uma long ou Short
Irá depender de acordo com vocês, afinal, é sempre bom contar com o apoio e comentários dos leitores
Mas vamos ler que eu dei algumas modificadas no capítulo

Capítulo 1 - Experiências da vida nos mudam


A vida nem sempre pega leve com as pessoas. Eu sou uma prova disso. Desde a morte da minha mãe, meu pai virou outra pessoa, com meus treze anos, ele me estuprou. Na época eu vivia com medo dele, não gostava daquilo, principalmente daquele homem para quem eu já ri e chamei de "pai".

Ele começou usar eu e meus irmãos, para conseguir dinheiro, cada dia eu era fodida literalmente por algum homem. Isso era repugnante, horrível, eu me sentia suja e não conseguia encarar o meu corpo cheio de manchas arroxeadas.

Mas teve uma vez que me apaixonei por um garoto, ele me iludiu, dizia que me amava, mas apenas transou comigo e me largou. Decidi a partir daquele dia que nenhum homem me usaria mais para nada, ou melhor ninguém me usaria. Eu apenas faria sexo com quem eu quisesse, todavia seria apenas sem compromisso, não iria mais amar ninguém.

Meu nome é Susana Hastings, tenho 16 anos e... essa é minha história!

Tempos atuais...

— EU NÃO OBEDEÇO MAIS VOCÊ, POR MIM VOCÊ PODE MORRER. — gritei com o velho ridículo que um dia eu chamei de meu pai. Eu o via com nojo e desgosto, nunca o perdoaria.

— NÃO FALA ASSIM COMIGO, SUA VADIAZINHA. — me segurou pelo pulso e apertou com força. Ele tinha mania de ser violento quando alguém aumentava a voz com ele, ou quando apenas a pessoa discordava dele.

Me debati para ele me soltar, não dando certo eu dei uma joelhada em sua barriga. O outro caiu no chão instantaneamente, me dando tempo de sair correndo. Corri com certa dificuldade por estar com uma mochila nas costas e na mão uma mala grande. Logo saí na rua e peguei o carro dele, lá já estava meus irmãos que me esperavam. Já estávamos planejando essa fuga a algum tempo.

Meu irmão acelerou o carro e conseguimos sair de lá. A última cena que vi daquele lugar, foi a cara de merda do meu "pai" me xingando de todos os nomes possíveis.

— Finalmente escapamos daquele lugar. — disse minha irmãzinha que estava sorridente. Ela era usada como escrava, vivia limpando a casa, sempre via suas olheiras e seu cansaço no rosto. Tinha apenas oito anos e sua infância foi horrível, mas eu estava disposta a mudar isso.

— Isso aí maninha. — virei para ela e sorri com ternura. Ela era apenas uma criança ao redor de um mundo como esse, eu quero que ela tenha uma vida melhor. — Coloca o cinto!

— Tá, tá. — resmungou e colocou meio desajeitada.

— Para onde vamos agora? — questionou meu irmão mais velho.

— Uma cidade bem longe daqui. — respondi enquanto pegava meu celular e vendo algumas opções. — Essa parece boa! Swett City. — disse enquanto colocava no GPS.

[...]

Já estávamos na nova cidade a algum tempo. Por milagre conseguimos uma casa, como? Havíamos pegado o dinheiro que aquele estrume de gente havia ganhado a nossas custas e há alguns anos eu conseguia dinheiro a mais trabalhando em um restaurante na parte da manhã, claro que o senhor Hastings não suspeitou nada.

A casa era perfeita para nós três, cada um tinha o seu quarto, tinha uma sala grande, dois banheiros, uma cozinha, um quintal espaçoso e uma área com piscina.

Parece exagerado e até muito luxuoso para pessoas como nós? Claro, mas estávamos dispostos a gastar cada centavo para ter uma vida melhor.

— Ei, toma cuidado. — disse David, o meu irmão irritadinho. Ele era cinco anos mais velho que eu.

— Desculpa queridinho. — fiz um sorriso sarcástico.— Você ta merecendo uma lição. — pegou minha mão e me empurrou para a parede.

— Idiota. — puxei para mais perto e lhe beijei prazerosamente. Nossa línguas começaram a lutar por espaço. Comecei a desabotoar sua camisa enquanto ele dava chupões no meu pescoço, me fazendo gemer baixo.

Ele tirou minha camiseta e começou a olhar malicioso para os meus seios que ainda estavam cobertos pelo sutiã. Ficava apertando a minha bunda e me subiu, fazendo prender minhas pernas em sua cintura e me levando para um beijo mais intenso enquanto começava a tirar o seu cinto.

— O que você estão fazendo? — nossa irmãzinha chegou de repente nos fazendo assustar e voltar a uma pose normal. Por sorte ela não viu nada porque fomos mais rápidos.

A gente meio que nos provocava o tempo todo e ele era gostoso, embora fosse meu irmão. Quer dizer, meio-irmão por parte de pai.

— A gente tá "brincando". — ele respondeu olhando para ela e em seguida para mim.

— Posso brincar também? — indagou com um sorriso tão inocente. Era difícil entender como ainda era pura mesmo vivendo num ambiente como aquele.

— Acho melhor não, agora tá na hora de dormir. — respondi a pegando no colo e levando para seu quarto na companhia do David.

— Eu não quero dormir. — fez biquinho resmungando.

— Você tem escola amanhã. — falei a cobrindo com o edredom fofinha e rosado. A casa era mobiliada e tínhamos apenas o básico, já que a maior parte do dinheiro foi gastado com a casa.

— E você também. — David se intrometeu me fazendo ficar com uma expressão surpresa.

— O QUE?! — arregalei os olhos irritada com aquilo.

— Você ainda é menor de idade, então não pode trabalhar! Decidi te matricular na escola então. — respondeu com um sorriso largo. — E lá tá escrito que eu sou seu "responsável" agora. — colocou a mão na minha coxa começando a subir sem que nossa irmã visse.

— Por que eu não posso dormir com vocês? — reclamou a pequena que nos olhava raivosa.

— Porque você já é crescida. — respondi dando um beijo em sua testa.

— E se ouvi alguns gritos, não se preocupe, vai ser apenas eu e a maninha "brincando" de montanha russa. — David disse e então nós apagamos a luz e fechamos a porta do seu quarto, indo para o meu, onde ele sempre insistia em "dormir" lá.

Tranquei a porta e ele começou a se deitar na cama e fechar os seus olhos. Instantaneamente pulei em seu colo o fazendo soltar um gemido.

— Depois eu que sou o tarado né? — me encarou e arqueou as sobrancelhas.

— Cala a boca. — sorri ligeira e passei a rebolar no seu colo.

Logo depois nós dois já estávamos sem roupas e ele por cima de mim, chupando e apertando os meus seios. Segurava os gemidos, mas não conseguia.

— Geme para mim irmãzinha. —sussurrou em meu ouvido me fazendo arrepiar.

Acabei soltando os gemidos, mas logo trocamos de posição e eu estava chupando o seu membro, o homem se contorcia de prazer. Me colocou novamente por baixo e começou a me penetrar. Estava lento, mas começou a acelerar, meus gemidos eram altos, o que parecia faze-lo continuar mais. Era uma dor profunda e minhas mãos insistiam em se agarrar no lençol, meus olhos reviravam e eu tentava me concentrar em qualquer outra coisa.

Estavamos fazendo o que chamavam de rapidinha, não poderíamos transar como queríamos, infelizmente teríamos que acordar cedo.

De manhã...

O despertador começou a tocar, agora eu tinha uma escola. Que merda, só espero que tenha pessoas interessantes lá, tanto faz se for menino ou menina, afinal sou bissexual e não tenho uma preferência.

Eu e David levantamos, ele foi acordar Sarah, minha irmã — devia ter contado isso faz tempo, entretanto estou meio avoada nos últimos dias. — e eu fui tomar um banho relaxante. Fiquei bastante tempo por lá, percebendo que podia me atrasar, saí enrolada na toalha para procurar alguma roupa. Coloquei uma camiseta que mostrava um pouco meu decote, um shorts nem muito curto nem muito longo, botas pretas e prendi o cabelo em um rabo de cavalo. Era o que tinha para hoje e estava de bom tamanho.

Embora eu gostasse de roupas mais variadas, não podia e nem iria reclamar disso para David. Já estávamos com dinheiro contado e tínhamos que economizar por enquanto.

— Bom dia maninha. — disse descendo as escadas e a encontrando na cozinha junto do meu irmão.

— Bom dia. — respondeu alegremente. — Você tá tão linda!

— Obrigada. — agradeci. — Droga, já estou atrasada. — lhei o relógio e corri para pegar a mochila, saí como uma louca até a nova escola. Eu já sabia onde era, porque era a única que tinha no meu bairro, então achá-la não era problema.

Ela era bem grande e bonita, pensei enquanto a observava. Hora de entrar, respirei fundo e caminhei até o pátio. Lá tinha dois garotos sentados em um banco, era um cara de cabelos vermelhos que parecia mal humorado, junto de outro de cabelos brancos, roupas acho que vitorianas e olhos bicolores. Eles são lindos, comecei a os observar.

— EU NÃO ESTOU AFIM DELA LYSANDRE. — gritou o ruivo com um tom na frase como se isso fosse óbvio. Temperamental, nada contra, também sou.

— Eu só perguntei. — disse o vitoriano. — Não precisa se zangar!

— Oi. — me aproximei dos dois que logo me olharam.

— Oh, olá. — respondeu o vitoriano dando um pequeno sorriso.

— Iae. — o outro garoto deu um sorriso ladino. Entendi isso como provocação? Claro, afinal, eles são muito bonitos.

— Eu to meio perdida na escola... Poderiam me ajudar? 


Notas Finais


Então? O que acharam?
Sempre bem vindos comentários e não foi dessa vez que teve um hentaizaun, mas aguardem


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