História I wish I couldn't feel a damn thing. - Capítulo 29


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel
Tags Amor Doce, Castiel
Visualizações 110
Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Substituição


Fanfic / Fanfiction I wish I couldn't feel a damn thing. - Capítulo 29 - Substituição

POR ALEXIA ALLEN

Depois de alguns minutos sentada abraçando os joelhos, recebi uma mensagem no celular.

"Não acabou por aqui. Conversaremos depois, ouviu? Você vai ter que me explicar tudo isso - Castiel"

Merda, não consegui ser convincente.

Respirei fundo, olhando para a tela do celular, quando alguém se aproximou.

-Por quê sempre que eu te encontro, você está sentada em algum beco? -Dake sorriu, sentando-se ao meu lado.

-Isso só aconteceu duas vezes...! -fingi irritação e depois sorri.

-Mesmo assim, duas vezes é muito, não acha?

-O que eu posso fazer se estou sempre querendo sumir? -dei de ombros.

Ele me analisou. Me puxou pelo queixo e me deu um selinho.

-Pronto, agora vai querer ficar aqui comigo. -voltou a olhar para frente.

Sorri com sua bobagem.

-Quer sair daqui? Vamos para algum lugar?

Dake levantou e me estendeu a mão.

-Pode ser...só não vamos ao motel. -apertei os olhos.

-Você quem manda, gata.

Olhei sua mão, hesitante, antes de segurá-la e levantar.

Passamos a tarde toda juntos, fomos ao parque, ao shopping, à uma lanchonete e por último, ao parque de diversões; foi até legal, assim pude esquecer um pouco meu problema com Castiel e me distrair. Tinha que mandar mensagens ao meu pai quase a todo momento, com informações de onde eu estava.

Já estava tarde quando Dake me levou para casa. Sentamos um pouco no gigantesco jardim.

-Então, espero que você tenha se divertido hoje. -sorriu. -Eu gostei muito de ter passado a tarde com você, de verdade.

-Eu também gostei... -baixei o olhar.

-Há algo de errado?

-Ah...não me pergunta isso, vou começar a chorar de novo...

-Desculpe, se quiser falar sobre isso...eu estou aqui.

Revirei os olhos.

-Não acho que ficar falando pra qualquer pessoa vai me fazer ficar melhor. -percebi que meu tom de voz foi grosseiro. -...desculpa, eu estou cansada.

-Tudo bem, eu...realmente entendo...

-É que...estou perdendo tudo o que tenho com essa história de ameaças. Você estava no jogo, viu o que aconteceu...eu posso se capturada! Morta, torturada...ou pior, perder a pessoa que eu amo. -olhei para ele com os olhos cheios de lágrimas.

-Entendo...mas, às vezes, você consegue solucionar os problemas com companhia, sabe? Tipo, transar.

Isso me deu uma ideia. Uma ideia de gênio. Castiel pode ser meio irritado, ou resmungão e rebelde, mas ele não era mal caráter e odiava fazer papel de bobo; se eu, supostamente, estivesse flertando ou até namorando com alguém, ele não iria tentar nada...iria ficar triste, mas se contentaria, eu acho. Já Dake, vou ter que mentir pra ele...mas é por uma boa causa, eu espero.

-Dake, eu não posso perder você, entende? -segurei sua mão.

-Me...perder? Está com medo de me perder? -ele sussurrou com os olhos brilhando e me abraçou.

-Estou, você é muito importante pra mim. Eu preciso de você ao meu lado. -beijei seu pescoço.

Ele me olhou emocionado, sorria animadamente.

-Você não vai me perder. Eu sempre vou estar ao seu lado. Eu te amo, gata.

Ele me beijou com paixão e me apertou contra ele. Depois de alguns minutos, empurrei-o de leve.

-Eu tenho que entrar, amanhã tem aula e depois, vamos viajar para o acampamento da escola.

-É verdade, o acampamento, eu tinha esquecido.

Levantei para sair dali, quando Dake segurou minha mão.

-Quando chegar na escola amanhã, vá para a biblioteca. Estarei te esperando. 

Ele levantou e me deu um selinho antes de passar pelos portões.

Entrei em casa me sentindo sem energia. Meu pai veio me receber.

-Você disse que precisa de alguns minutos para falar com o tal Castiel e volta depois de sete horas...!

-Eu mandei mensagens pai, tem que parar de se preocupar. Se eles quiserem me matar e daí? Talvez seja melhor assim...

-Alexia, não diga isso! Se matarem você, não vai ser melhor para ninguém, ouviu?

Confirmei com a cabeça.

-Falando nisso, a escola está organizando um acampamento, dividiram grupos para viajar pelo estado. Meu grupo ficou com o litoral.

-E quanto tempo isso vai durar?

-Dois dias.

-Dois dias?! Ficou maluca?!

Bufei.

-Pai, eu não posso ficar trancada aqui para sempre! Manda umas pessoas para proteger o carro e pronto!

Ele parou pra pensar por um momento.

-Tudo bem. Mas você ficará lá só por um dia e meio.

-Claro, pode ser assim.

Ele me abraçou.

-Queria que a mamãe estivesse aqui... -falei sem pensar.

Meu pai se afastou um pouco, preocupado.

-Em breve, querida, em breve...

-Acha que ela já está pronta?

-Só nos resta esperar, vai dar tudo certo. Eu prometo. -ele me beijou na testa.

-Ela já sabe o que está acontecendo?

-Não, os médicos disseram que ela não pode se preocupar tanto. Pode afetar o tratamento.

-Entendo...

Entrei no meu quarto, tomei um banho e tentei dormir. Em vão. Rosa, Castiel, Lys...todos me mandaram mensagens durante a noite, mas não respondi ninguém.

Tentei dormir a noite inteira, mas só conseguia pensar no Castiel; como conseguiria olhar para ele depois do que aconteceu hoje? Resolvi fazer uma publicação oficial nas minha redes sociais.

"Feliz com meu novo amor, Dakota Price."

Depois de alguns minutos, milhares de comentários de incentivo e parabéns se aglomeraram. Eu lia tudo, desanimada.

Agora não tem mais volta.

 



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