História I wish I couldn't feel a damn thing. - Capítulo 47


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel
Tags Amor Doce, Castiel
Visualizações 36
Palavras 832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 47 - Pensamentos "leves"


Fanfic / Fanfiction I wish I couldn't feel a damn thing. - Capítulo 47 - Pensamentos "leves"

POR ALEXIA ALLEN

Passei as horas seguintes chorando no quarto. E se alguma coisa acontecesse comigo e eu nunca mais visse Castiel? E se o contrário acontecesse? Essas perguntas me assombraram até que eu cair no sono. Acordei horas depois, me sentindo mal e ouvi batidas na porta.

-Oi... -Max falou, entrando.

-Se veio aqui ouvir piadas, sinto dizer que terá que voltar depois.

-Vejo que você está de bom humor...

Dei um sorriso fraco.

-Aconteceu alguma coisa? Você chorou?

Limpei os olhos e mostrei-lhe meu melhor sorriso.

-Não quero falar sobre isso. -segurei suas mãos, ainda sorrindo. -Me diga, como estão indo as coisas no colégio?

-Bom...

Ele tirou uma parte do cabelo do rosto, revelando seu olho roxo.

-Céus, Max! O que fizeram com você? O papai já sabe disso?!

Ele voltou a cobrir o olho.

-Se você me contar, eu conto.

Notei que se referia ao que tinha me deixado tão perturbada.

-Bom, você lembra do Castiel? O garoto que eu supostamente "odeio"?

-Supostamente?

Concordei com a cabeça.

-Eu descobri que o amo, mas eu fiz muita coisa que não deveria ter feito, antes de descobrir isso...e agora, ele se cansou de se decepcionar. Mas eu ainda o amo, mas forte do que antes, sabe, quando você ama tanto uma pessoa...e só quer que ela seja o mais feliz que puder? Mesmo que você não esteja do lado dela?

Ele apertou minha mão e me olhou no fundo dos olhos, triste.

-Sei.

-Mas agora nada mais pode ser feito. E ficar lamentando não vai ajudar...agora me conta sobre seu olho roxo.

-Eu acho melhor não...-desanimou.

-Ah, não, agora você vai me contar!

-Eles me bateram porque eu provoquei eles. -sorriu travesso. -Estavam fazendo comentários nojentos sobre você.

-Max!

-Você sabe que o Castiel vai trabalhar com seu pai?

Mudou de assunto.

-O quê?!

POR CASTIEL MORNINGSTAR

-E aí, cara? Como você está agora? Precisa de algo?

Charlie já tinha vindo ao meu quarto centenas de vezes, sempre perguntando a mesma coisa e eu estava deitado olhando para o teto todas as vezes.

-Eu quero que você me deixe sozinho.

-Por que você está assim?

-Não se faça de idiota, eu te contei tudo.

-Isso eu entendi. Mas...VOCÊ deu um fora nela e VOCÊ fica mal?

-Foi necessário, eu não queria, mas foi necessário.

-E você vai ficar assim? Se arrastando pelos cantos?

-Sim, se você me deixar em paz para me arrastar pelos cantos... -fechei os olhos e respirei fundo.

-E se você...viajasse...?

Abri um olho.

-Como é?

-É...sei lá, esfriar um pouco a cabeça...você tem passado por poucas e boas, merece descansar um pouco, não acha?

-Eu acho que você deveria parar de ficar no meu pé e voltar pra sua casa.

-Eu prometi a seus pais que cuidaria de você depois daquele susto que você nos deu.

-Eles não se importam comigo, só estão fazendo isso para que, se no caso eu morrer, a imagem deles não fique manchada para sempre como irresponsáveis.

-Não diga isso, Cast...eles se esforçam para proporcionar a você o melhor...-Charlie sentou na beira da cama.

Franzi a testa e sentei na cama.

-O melhor?! Eu não preciso de...um carro...uma mansão...um cartão sem limites! Eu não sou um...animal, eu preciso deles!

-Agora eu tenho CERTEZA que você precisa viajar.

-Denovo, Charlie? -joguei minha cabeça para trás, entediado.

-Sim! Você poderia viajar para...Guatemala, Rússia, Indonésia, Inglaterra...lembra como gostou de lá?

-Sim...-bufei.-Mas ainda tem a escola e eu agora consegui um emprego na Allen's Corporation...é muita responsabilidade.-me sentia exausto.

-Eu posso falar com a diretora... e William Allen não vai morrer se passar umas semanas sem um funcionário, né?

Pensei um pouco.

-Ah! Tudo bem, Charlie! -esbravejei. -São só umas semanas, né? Eu verei William Allen amanhã, vai ser melhor se conversarmos cara a cara sobre isso.

Ele bateu palmas.

-Viu? Foi tão difícil assim?-me deu um tapinha no ombro. -Você precisa parar de carregar o mundo nos ombros. Vai viajar e deixe que eu cuido de tudo por aqui.

Dei um sorriso fraco. Não acho que seja uma boa ideia, algo me diz para não ir.

-Então, garoto...-Charlie quebrou o silêncio. -Você vai enviar uma mensagem para a Alexia?

-Não.

POR ALEXIA ALLEN

-O quê o papai disse realmente? -perguntei nervosa.

-Ele disse que o Castiel ligou mais cedo e precisava falar com ele, seu pai disse que ele poderia vir amanhã.

-"Vir"?! Aqui?!

Max deu de ombros.

-Parece que sim.

-Isso é maravilhoso! Poderei convencê-lo a não desistir de nós!

-Se você acha...

Meu celular vibrou.

-Falando em amor...

"Eu sinto muito, por tudo. Eu nunca deveria ter ficado longe de você, quero que fiquemos juntos, de verdade. Eu amo você desde a primeira vez que meus olhos encontraram o seus. Sinto falta dos seus beijos, do seu corpo...estou ficando louco de saudade. Eu te amo. Castiel".

Senti meu coração aquecer cada parte do meu corpo. Cada nervo, cada parte vibrava em pura felicidade.

-É amanhã, Max! E você vai estar lá comigo!

 

 



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