História Icarus ( Lindos garotos tristes ) - Capítulo 23


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Autoajuda, Dramafamiliar, Fantasia, Mpreg, Originais, Romance, Sobrenatural
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Magia, Orange, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então.... não tenho muito o que falar
Só sei q eu tento... fiz esse capitulo com carinho e espero que gostem
Isso é um shipp mas q um shipp e eu to adorando

Capítulo 23 - Em troca de uma recompensa...


Fanfic / Fanfiction Icarus ( Lindos garotos tristes ) - Capítulo 23 - Em troca de uma recompensa...

Mas uma vez estava os dois sozinhos ali no quarto estudando, usavam a escrivaninha de Tama e Ícaro tentava ensina-lo a aprender aritmética.

Seus pais estavam lá embaixo fazendo almoço e Tama tentava aprender ao máximo, eles teria uma prova na terça. Sentia que Ícaro estava tenso, talvez fosse por causa do acontecimento da semana passada e o fato dele ter dado um fora muito suspeito. Porra, somente havia dito que ele era um garoto e que poderia beija-lo se quisesse, só para saber como que era.

E agora o observava com uma certa curiosidade, ele escrevia e tentava não trocar olhares tão precisos, era óbvio então Tama pensou e resolveu conversar e quebrar aquele clima.

— E o livro como estava?

Ícaro o olhou confuso antes de responder, ele parecia preocupado.

— Eu ainda não li. — Respondeu.

Tama assentiu quase desistindo ele não estava muito pra conversa e ele percebia claramente a sensação de tentar ignora-lo e Ícaro trocou de assunto falando sobre como fazer a regra de dois, a raiz quadrada que Tama ainda não entendia muito bem. Se arrumou na cadeira e sem querer tocou no ombro de Ícaro com o corpo e o viu recuar um pouquinho. Ele não gostava disso, esse era o lado ruim de se aproximar das pessoas querendo beija-las ou elas se afastavam ou elas ficavam tímidas perto de você. Tama não havia feito aquilo com interesse, não gostava de Ícaro, não daquele jeito, gostava somente da pessoa dele e se sentiu confortável para oferecer um simples beijo. Não estava apaixonado e nem interessado nele, precisaria esclarecer isso o mais rápido possível.

— Tem medo de mim? — Tama murmurou o questionando.

— Hãn? Do que você está falando? — Ícaro não estava o olhando nos olhos, riu aflito então fez o grafite descer um pouco diante dos olhos pressionando o fundo.

— Falo isso porquê é só eu encostar em você que logo se afasta.

Tama virou de lado para encarar Ícaro que o olhou preocupado e era evidente que ele estava constrangido.

— É que eu não gosto que fiquem grudando em mim. — Ícaro disse seriamente, em parte era verdade e também era verdade que lá no fundo estava envergonhado pelo que aconteceu no outro dia.

— Certo! Me dê sua mão então. —Tama estendeu a sua e esperou que o garoto a sua frente fizesse o mesmo.

Ícaro recuou estranhando, protegeu sua própria mão por impulso e relutou um pouco e logo cedeu, pois a mão sobre a dele e quando Tama se atreveu a rir Ícaro tratou de bater na mão dele com tanta força que ardeu a própria mão o olhou com nojo, Tama chiou e xingou um palavrão aborrecido.

— Calma! Não vou te pedir em casamento. — Tama disse agitado e puxou a mão dele que havia se apoiado sobre o colo e Ícaro tentou se soltar.

— SAÍ PORRA! — Ícaro gritou revoltado, a voz chegou até engrossar, torceu a mão para se soltar, Tama segurou no pulso mais forte e então Ícaro puxou com mais força, estava começando a doer. —Para me machucando.

— Fica calmo! — Tama falou paciente, sacudiu o pulso dele um pouco para acabar com a agitação, estava surpreso por ele ter xingado aquele grande palavrão.

Ícaro parou, respirou exaltado o olhando fixamente, odiava ser encurralado ou feito de besta por isso ficava bruto.

— Escuta, somos amigos tá, não fica preocupado. — Tama falou convicto nisso, foi carinhoso e passou a mão sobre o cabelo de Ícaro, para dizer que estava tudo bem.

— Você é tão estranho! — Ícaro trincou os dentes nervoso e resmungo quando sentiu que coraria.

— Eu sou legal. Eu sei! — Tama sorriu e só ai o soltou.

Ícaro ainda o estranhava, tocou o próprio pulso, aquele cara tinha tinha uma força tremenda, as marcas dos dedos dele empresas ali, ou talvez os dois fez pois ele torceu para se soltar, bem... foi a força dos dois.

— Tá doendo? — Tama perguntou com os olhos fixo no que ele havia feito.

— Não! — Negou.

— Eu dou beijinho pra sarar. Quer?

Olhou para Tama que falou com uma total seriedade duvidosa não pode evitar semicerrar os olhos indignado, ele não parava nunca. Na realidade queria rir dele ou chuta-lo só de raiva.

— Não! — Se recusou.

— Tá, você que sabe. — Tama falou rindo da situação e suspirou. — Não sabe o que tá perdendo, meus beijinhos são mágicos.

Ícaro revirou os olhos e olhou de lado pela tamanha audácia daquele garoto, se atreveu a sorrir e conversou sobre outra coisa, brincar com ele era a opção vantajosa no momento.

— Vamos lá, me diz quem é que vai tirar nota boa esse semestre? — Disse como se ele fosse um animal, um bom garoto.

Tama riu, abriu um livro e lambeu os lábios meio que querendo participar da brincadeira.

— Eu? — Tama respondeu se divertindo com isso, abriu um livro e balançou a cabeça animado com uma expressão audaciosa, mordeu os lábios atrevido.

— Isso você! — Riu e se lembrou de seu gato e quis comparar os dois. — Quem é o gatão?

— Eu sou o gatão. — Tama entrou na onda porque lembrou de Madagascar da cena que a Zebra anima o leão, mostrou as garras para Ícaro que apareceram levemente, a cor pálida de suas unhas eram as mesmas, arredondadas e afiadas fora da linha da cabeça do dedo, quando ele fazia isso as laterais de seu rosto criavam riscos dos bigodes de felino e quando ele as recolheu sumiram.

Quando Ícaro soltava as suas asas também apareciam as escamas embaixo dos olhos sobre as maçãs do rosto, surgiam também na nuca e nos ombros e nas coxas, era poroso e sensível, tanto nas costas como nas mãos. Era a identidade animal que ainda lutava para permanecer entre as gerações e essa era a parte bonita que faziam as espécies iguais se atraírem umas pelas outras, era estranho porque eram raras as ocasiões em que ele ficava junto dos Angels fora a família dele, era claro que ele se sentiria mais atraído por um igual e Tama gostaria mais de alguém da espécie dele, era natural que isso acontecesse. Era verdade e Ícaro sabia disso tanto que sabia que admirava Lucas mais que tudo, intensamente e eternamente ele era atraído por ele, para ele, todos os pássaros humanóides eram assim em relação a ele, desde o nascimento da linhagem real, eram aves e tinham os cheiros parecidos e Lucas conhecia cada um deles, ele era como uma abelha rainha, uma hierárquica. Os Angels mais velhos seguiam a ordem do rei atual que era o pai de Lucas e Ícaro tinha a marca de obediência do substituto dele, era do exército dele, assim como Aniki, Tae, Ítalo, Sophie, Larissa e vários outro da sua sala e até mesmo colégio.

E o que Tama dizia sobre ter nascido aqui fazia todo o sentido porque ele precisava estar aqui para estar em contato com esse feromonio que André que exalava, o feromonio da obediência se não tivesse isso as bases se quebrariam, e haveria guerras entre os operários rebeldes, Ícaro tinha medo de revoltas, não achava que era ruim se sentir entorpecido com tanto poder da força superior que estava acima dele. Não queria acreditar que era sua cabeça que criava um vínculo submisso pelo seu rei, Lucas era bom e guiaria uma geração futura.

— Tama? — O chamou quando sentiu um desespero momentâneo. — Se você passar nessa prova, eu vou te dar uma recompensa.

— O quê? — Tama perguntou interessado. — Só aceito se for favor sexual.

Tama disse aparentando seriedade e Ícaro estralou a língua e resolveu ignora-lo.

— Cala a boca, não vou te dar mais nada não.

— Ue! Eu quero é transar depois de passar por algo tão horrível! —Mesmo brincando, no fundo da história tinha um pouco de verdade mascarada ali, mesmo assim continuou sorrindo no final.

— Que tal você enfiar o dedo no cu e girar? Não quer né? Eu também não. — Respondeu indignado. — Você tem namorada, faz com ela.

Tama deu de ombros, não diria a Ícaro que não queria fazer com ela pois cairia mau, não ficava imaginando em fuder com aquele garoto mas bem que a história lhe caiu bem, e... sexo era sexo e até que era curioso imaginar sobre como Ícaro faria isso, era lógico que transaria por esporte se ele quisesse, não envolveria sentimento nisso. Se atreveu a pensar sobre isso de maneira intensa e sentiu um rubor subir por tanta ousadia. Ícaro não estava levando a sério, além do mais ele era virgem e quando Tama o comparou com uma caixinha selada ele estava pensando que ninguém havia enfiado o canudo nele e isso o fez rir, virgem... era medonho brincar com isso e pedir um favor sexual para alguém assim era pecaminoso e com certeza Ícaro não saberia nem fazer um boquete descente, resolveu não falar mais nada.

Estava tendo muitas ideias inúteis na cabeça como os supostos chifres que talvez ele estivesse levando naquele exato momento.

Podia estar acontecendo sim!

Sacudiu a cabeça como se pensamentos fossem saltar dali, observou Ícaro que mascou a língua, o achou fofo, sempre pensava que ele era, especial, quase intocável. Agora foi ele que disse com uma expressão agradável.

— Em vez disso eu é que vou te dar um presente. Isso se eu passar, viu?

Sorriu para Ícaro, estava ficando sem graça porque ele sabia o que faria á respeito, mas ele não contaria, não agora. Mesmo que Ícaro não o entendesse ele assentiu, se ele quisesse presentia-lo então que o fizesse, não faria desfeita, Tama agia estranho e no fundo o coração de Ícaro tremulava, algo que ele não compreendia muito bem estava tomando forma, gostava de olhar para ele que passava uma confiança confusa, lhe subia um arrepio das pernas até o peito.

Agora que Ícaro lembrava muito bem que quando Tama havia entrado para escola na mesma sala que ele era notável que aquele garotinho da mesma idade que a sua era deslumbrante, eles nasceram no mesmo dia sim, mesmo que Tama diga que o dia nulo era 31 de dezembro mas na X era um dia mágico, era uma passagem de tempo onde o encanto dos anos anteriores acabava. Tama era encantador, ele era lindo e agradável e estar perto dele era como estar em jardim florido e ouvir o canto dos pássaros.

Sim era mágico, era belo!


Notas Finais


Então depois de terminado
Eu tenho q falar q a partir daqui promete
Então aguardem
Talvez eu demore um pouco pra postar
Pk eu tenho q organizar, eu irei usar uma historia antiga q eu escrevi a muito tempo e reformar para lhes postar kkk
Espero q vcs gostem muito do próximo capitulo pk eu amo ele e espero fzr meu melhor
Ate depois, amos vcs meus anjinhoss
Escutem isso eu acho q representa muito bem a relação de Ícaro e Tama, porque eles tem medo de se envolverem https://youtu.be/Q4qe2vDqCDE


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