História Icarus ( Lindos garotos tristes) - Capítulo 55


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Autoajuda, Dramafamiliar, Fantasia, Mpreg, Originais, Romance, Sobrenatural
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Palavras 4.622
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente finalmente apresentar minha preciosidade, minha e da minha amiga
Meu amado Kenny, q ele é um personagem q praticamente vcs vem ver ele crescer na história, tomar decisões boas e na maioria das vezes não, ele ter as primeiras experiências amorosas dele ao longo da idade q vai levar ele até futuramente alguém q vai gostar dele de vdd
Aproveitem
Gente... Finalmente o Ícaro mudou na capa, isso significa coisas novas vindo por ai

Capítulo 55 - Sorriso ardente...


Fanfic / Fanfiction Icarus ( Lindos garotos tristes) - Capítulo 55 - Sorriso ardente...


                          (Forever my sweet boy)

Era dificil para Ícaro enchergar a tela do celular sobre a luz do Sol nas vistas, colocou a mão sobre a tela para aumentar a visibilidade e esperou Tama mandar alguma mensagem que conforta-se seu pobre coração.

Enquanto esperava um som de notificação ele apreciava da varanda de casa o seu tão aconchegante recanto dos pássaros, o lugar belo na onde ele morava mostrava suas folhagens nas casas na árvores ao brilho extravagantes dos raios solares na vegetação, abaixo próximos das raízes das árvores tinham um caminho de tijolinhos vermelhos que levavam até o portão central do lar do Rei dos sangue puros, atrás da onde Ícaro morava um pouco longe dali ficava o grande casarão da família real em um rosa salmão, havia três andares e várias janelas que abrigava cômodos e quartos e salas. Ícaro havia entrado uma vez nela durante o curso de vôo, como os Angels moravam na terra do Rei era como se a família real dissesse: "Minha casa é sua casa."

Encostado ali em uma parte suspensa dos galhos da árvore que atravessavam a Madeira que segurava e prendia a casa ele podia sentir a brisa e o sol da tarde que o envolvia, se mexeu para a beirada e se sentou no chão distraidamente com os olhos atentos na caixa de mensagem no celular, procurou um resquício de área ali no alto, tentou ajustar o bilho novamente no máximo e achou um ponto de sinal.

Tama havia dito que mandaria mensagem a ele a tarde e Ícaro até esperou pacientemente, isso antes de a impaciência mexer com ele e agora se via achando que o problema era o sinal de celular e saiu de dentro de casa, ali estava ele agora ansioso, sentou na beirada e balançou as canelas desnudas pela bermuda jeans, murmurou algo dito por avulso, ao cantar dos passarinhos que pousava nos galhos ele se atreveu a assobiar afim de cópia-los.

Um pássaro que não canta tem o bico quebrado.

A primeira mensagem do dia veio em piscar de olhos como o sorriso que Ícaro esboçou no rosto, foi o sorriso mais sincero que ele deu no dia, na mensagem Tama disse um "Boa tarde, e como foi seu dia?". Ícaro riu contente, era ótimo que ele não mudou mesmo depois do término de interesse entre os dois, agora achava que eles podiam ser sinceros um com o outro, sem medo de nada, porque não havia nada rolando entre os dois, respondeu aquela mensagem digitando que estava tudo ótimo até então para uma tarde pacífica da tarde, era finais de semanas que o agradava, se tivesse chovendo com aquele sol rachando estaria melhor ainda, disse isso a ele por mensagem, no entanto Tama discordou, ele não gostava tanto assim de chuva em dias de compromissos, quando ele precisava correr, a pista ficava escorregadia, e para alguém com moto como ele a chuva não era um grande aliado.

Ícaro pensou que o derramamento óleo na pista em dias de chuva era um grande problema além do fato de estar chovendo, e apesar disso era verdade Tama havia caído a um tempo atrás, nada tão grave, só alguns arranhões, podia ser o caso do óleo na pista e a chuva só piorou, ela não era uma grande vilã como Tama apresentava, foi só um escorregão afinal, perigoso mas não letal no caso.

Era bom conversar com ele sem recentimento, eles ainda eram amigos, não tão próximos, mas... Amigos.

Olhou para trás quando ouviu um murmúrio atrás de si, seu irmão Will estava com o amigo de infância e parecia estar preste a sair, eles já haviam ficado lá dentro por bastante tempo jogando vídeo game na sala, almoçou lá e agora estava preste a ir embora depois de dormir na casa deles ontem, quando Ícaro chegou da escola a noite, ele já estava aqui com seu irmão assistindo televisão na sala.

Angel disse que já estava indo para William e que tinha um TCC para passar antes da faculdade ainda hoje, Will o acompanhou até a saída, finalizaram a conversa e agora Chris Angel estava preste a ir quando o amigo entrou para dentro, ele iria descer pela escada pois pela roupa que ele usava como um sobretudo e uma camisa social por dentro, daria muito trabalho deslizar as asas para fora de si e guarda-las novamente só para descer e ir embora de carro, ele passou por Ícaro, parou e então olhou para ele que naquela altura não queria ser visto pro Chris e até mesmo cogitou em pular da beirada caso ele chegasse mais perto.

ㅡ Boa tarde para você também!


Ele falou um tom alegre que para Ícaro soou oferecido demais, ele revirou os olhos, olhou no celular eram 12:35, suspirou e disse:

ㅡ Não me faça pular daqui!

ㅡ Eu honestamente ficaria preocupado se você não fosse um Angel também.

Chris deu um belo sorriso orgulhoso e se aproximou de Ícaro que estava sentado na madeira, se agachou bem do lado dele, a chave do Peugeot Esportivo fazia um barulho baixinho, Ícaro sabia que ele tinha um carro legal porque a família dele eram de advogados renomados e um dia ele seria um também assim que terminasse o curso de direito na faculdade.

ㅡ Minhas asas são tão inúteis quanto seu carro.


Ícaro deu de ombros, se ele mau usava a própria coisa dada por Deus e sua geração, Chris não podia falar nada a respeito desde que ele preferia andar de carro do que usar seus belos par de asas branco e azul, elas eram bem bonitas e não manchada como a de Ícaro era que mesclava entre branco, amarelo e marrom. As cores contavam muito para um parceiro da mesma espécie que a dele se atraisse pelo tom que tinha em suas penas, a de Chris eram brancas com as pontas levemente azuis que tiravam o fôlego de qualquer passarinho desde que uma cor prevalescece mais encima da outra, como branco era uma cor predominante, ele era atraente, talvez era por isso que Ícaro tinha uma raivinha de Chris, assim como seu irmão que tinha as penas douradas, os dois eram perfeitas e Ícaro guardada um pequeno ódiozinho que não matava de gente sem defeitos, porque sabia que eles sim tinham defeitos, mas quase ninguém enxergava a não ser Ícaro, como Chris que era presunçoso ao se intrometer na vida de Ícaro perguntando sobre ele como se interessasse no que estaria ou não fazendo.

Achava que as pessoas não deviam ter medo de mostrar seus defeitos por isso que Ícaro talvez gostasse de Tama, porque ele era perfeitinho aos olhos dos outros mas ele tinham um grande defeito que era deu desinteresse, ele não fazia as coisas bem, ele sempre tirava nota ruim, ele tinha uma namorada infiel e um par de chifres, os pais deles eram separados, nunca chegaram a casar e nem eram apaixonados um pelo outro, ele tinha história, ele não era um posso de perfeição, a única qualidade dele era que Tama só era bonito e isso que atraía todos além de seus jeito, essa combinação intigava as pessoas além do cheio que ele tinha que despertava até os pensamentos mais insanos em Ícaro.

ㅡ Humm... ㅡ Chris murmurou e sorriu para Ícaro. ㅡ Carros são idéias grandiosas dos seres humano e porque não usufruir delas?

Ícaro olhou para o céu azul e pensou que até ele mesmo estava usufruindo de tudo isso, era estressante saber que eles viviam tão longe dos seres humanos e mesmo assim admirava o que eles faziam.

ㅡ Hum, Ok. ㅡ Ícaro assentiu concordando com Chris, seu orgulho morreu na praia quando se via aceitando o que aquele cara falava para ele.

Chris Angel relaxou e resolveu se sentar ao lado de Ícaro ali na beirada.

"Muito próximo." ㅡ Ícaro pensou, mas não se afastou.

ㅡ Sabe... Eu sei que você não gosta muito de mim, mas eu espero que possamos nos dar bem futuramente.


Angel sorriu de maneira relaxada, a claridade do Sol estonteante atingia seus olhos que ele teve que colocar a mão do lado do rosto para barrar o raio de sol que trazia um calorzinho bom depois da manhã fria, ele tirou o sobretudo e subiu as mangas, se ele quisesse ficar um pouco mais com Ícaro ele tinha que suportar o sol que enriquecia toda a sua melanina.

ㅡ Não é que eu não goste de você. ㅡ Ícaro rangeu os dentes e grunhiu, ele não queria ser mau interpretado, era só que Chris irritava ele as vezes. ㅡ É só que... Você é amigo do meu irmão e age como se fosse o meu e isso é muito estranho, eu ainda sou adolescente e você é um veterano.

Agora lembrando era Guih que gostava quando Chris aparecia e Ícaro era obrigado a conversar com ele porque Guih falava "O que tem?", na verdade não tinha nada demais, era só Ícaro estranhava Chris a todo momento, ele precisava de privacidade e ele sempre vinha num momento que ele não estava muito bom e agora pensando bem Ícaro se tocou que talvez ele tivesse esse receio de Chris Angel por causa de Guilherme, se Ícaro quisesse ficar somente com Guih e Chris estivesse lá, seu amigo com catorze anos, com os sentimentos á flor da pele, não iria resistir. Ícaro semicerrou os olhos olhando para o outro lado, pensando que a razão dele não gostar de Chris era por causa de Guih, ele sempre arrancava seu amigo e Ícaro acabava por ficar de fora porque ele tinha birra com os dois no mesmo luga.

Ícaro não gostava de admitir mas ele tinha ciúmes de Guih quando ele era excluído e com Chris Angel ele morria, Ícaro não gostava de admitir porque ele não queria ser chamado de possessivo, bem lá no fundo ele era bem enciumado com algumas coisas ou pessoas, era um defeito irreparável que ele engolia e não contava para ninguém e nem para o interessado se ele tivesse com ciúmes.

ㅡ Estranho mesmo. ㅡ Chris assentiu sem graça.

E Ícaro rezou para nenhum dos dois está interessado um no outro, se Guih teve que bom que passou e se Chris queria Ícaro não apoiaria, ele achava que era o único relacionamento de Guih ele não engoliria fácil, assim como Guih não engolia ele com Tama, isso Ícaro pensava e sabia que era errado até Chris rir e dizer "Um rapaz de vinte e dois anos interessado em garoto de dezesseis, é realmente estranho."

Ícaro abriu bem os olhos e olhou para ele com uma certa petulância pensando no que ele queria insinuar com "Interessado", parecia uma palavra inocente mas cheia de significados.

ㅡ A quantos anos a gente se conhece? ㅡ Angel o questionou.

ㅡ Sei lá! ㅡ Ícaro buscou na memória enquanto Angel o forçava a lembrar com expectativa, ele pensou e concluiu que costumava sempre o ver na igreja algumas vezes.

Angel era amigo de seu irmão mas ele e Ícaro mau se cruzavam, Chris não frequentava muito a casa deles e Ícaro sempre brincava no quarto, era claro que Chris sabia que Will tinha irmãos mas nunca os conheceu profundamente. Ícaro cantava no coral, e uma dessas vezes ele realmente conheceu Chris, ele tinha treze anos e Angel era bem mais velho e isso também incomodava Ícaro um pouco.

Apesar que hoje em dia com ele adolescente não tinha assim tanta estranheza, esses sete anos de diferença não era um problema em casos amorosos desde que a idade do consentimento na X era a partir dos quinze anos, no entanto ele achava preocupante, olhou estranho para Chris.

ㅡ Eu era criança. ㅡ Respondeu ele, só para ver a reação dele e qual era intensão que ele tinha.

Chris o olhou com uma certa preocupação, aquele tom não era agradável de se ouvir e tratou de responde-lo.

ㅡ Não é o que você tá pensando. Tabom? ㅡ Disse cismado, ele manteve uma distância segura de Ícaro.

Não, ele com certeza não estava abusando na inocência de Ícaro e isso o botava em uma situação de constrangimento, aquilo era um absurdo. Para Chris Angel, Ícaro atualmente estava bem mais maduro assim como uma fruta doce, tão doce porque ele tinha uma bela voz, ele cantava como rouxinol, umas das razões de Chris querer tanto estar ao lado de Ícaro era só que ele queria ficar perto e conversar, criar um laço de amizade e confiança e usar isso como um apoio futuramente.

Só isso era mais que suficiente.

Tudo de mais precioso, doce e gentil guardado por esse rapaz mais velho durante anos tinha uma função essencial, no entanto ele sempre acabava por assusta-lo.

Não era intencional, mas acontecia.

Era só um sonho ele idealizava com frequência, um sonho que ele esperava pacientemente que se tornasse realidade.

Quem sabe... Um dia.


[...]


                                            (Heartbroken)

O que era amor?

Quando Kenny se questionava, ele olhava para Aniki ao mesmo tempo, se ele quisesse uma resposta ele encarava a principal razão do seu coração está acelerando rápido demais, o belo rosto doce que olhava para ele com simplicidade, nessas horas ele desviava o olhar timidamente e voltava sua atenção para o professor particular que estava sentado com ele na mesa da cozinha repassando a mesma matéria de aritmética da semana passada.

Ele havia acabado de completar seus treze anos no final de abril, no entanto seu rosto jovem trazia feições bem delicadas, o cabelo de um tom rosa magenta se destava muito bem na pele branca dele, um rostinho redondo trazia a simplicidade em um olhar acinzentado de um garoto de treze anos que nem sabia ao certo o deveria ser amor, se achasse que ele amava, ou ele estava certo ou completamente errado, ele era extremamente novo para isso, e mesmo assim acontecia prematuramente como todas as pessoas da sua idade que estão entrando definitivamente na adolescência.

Seu coração juvenil que expressava sentimentos incertos criados naquele verão o atingia com insegurança, ele definitivamente não queria estar sentindo isso, ele mastigou e engoliu porém subiu e voltou para boca deixando um gosto ácido quando seu irmão de consideração que era três anos mais velho tornava a falar doce com ele em toda vez que Kenny tentava resistir, fadado ao fracasso ele amolecia mas nunca cedia por completo a esse sentimento estranho.

A incerteza e o pensamento confuso sempre estava o confundindo, ele era jovem demais, saber e lidar com que estava sentindo e fingir era um ato de egoísmo, pensar somente em si mesmo também era egoísmo, por isso ele nunca foi adiante, também o medo sempre ultrapassava a insanidade de uma declaração exagerada graças aos céus.

Jimmy o professor particular de aparência jovem e intelectual com menos de vinte e quatro anos estava revisando as questões na qual Kenny havia tentado resolver. Ele olhava para as quinze questões através do óculos de grau de aro quadrado e fazia uma careta julgadora para as soluções que Kenny apresentou os problemas "resolvidos", no entanto não parecia nada contente.

Ele sabia que Kenny era inteligente, mas não sabia a razão das contas nunca chegarem a bater, era rara as vezes em que acontecia o que dava esperanças em Jimmy de Kennedy aprender algum dia. A maior dificuldade do garoto era em matemática, as vezes ele parecia saber de tudo, mas na prática sempre acabava falhando, era algum tipo de bloqueio na qual Kenny não sabia lidar que Jimmy não compreendia.

Com as mãos entrelaçadas entre os espaços dos dois joelhos Kenny brincava com os dedos numa tentativa de driblar o estresse. Aniki que estava se preparando para ir para o Colégio logo depois que o professor saísse observava os dois com atenção, lhes entregou um chá de erva doce recém preparado sobre a mesa para eles que pareciam necessitados de um calmante, olhou para Kenny com interesse de tirar algo bom daquela tensão, a expectativa de uma evolução nos estudos assombrou positivamente Aniki enquanto ele tomava o chá em sua própria xícara, aguardou os resultados junto a Kennedy que parecia tenso, fez uma expressão um tanto boba e brincalhona fazendo automaticamente o garoto morder os lábios e segurar a risada, ele abaixou a cabeça em direção aos joelhos agitados se movendo um lado para o outro e ficou sem graça.

Porém Jimmy continuava a corrigir e mexer a cabeça descontente, gesticulava com a mão como se não entendesse o sentido da lógica de Kenny e Aniki achando graça pensava que Jimmy era perfeito para ser um professor algum dia por causa das suas caras e bocas. Porém para o jovem cursando para ser educador não conseguia entender se Kenny havia realmente aprendido de verdade ou se ele ficava nervoso ou tinha uma memória de aprendizado curta, mas não parecia ser só um mau aprendizado, era outra coisa, ele também travava muito na hora leitura em voz alta.

ㅡ Você por acaso não esqueceu o que eu te ensinei, não é? ㅡ Perguntou afim de tirar uma dúvida.

ㅡ Tá errado? ㅡ Kenny o questionou, ele estava embasbacado pois parecia que na última aula ele havia aprendido tão bem e agora estava nessa situação novamente.

ㅡ Muito! ㅡ Jimmy assentiu, as contas não faziam sentindo, ele tinham uma forma certa de fazer mas os resultados não batiam.

ㅡ Acertou alguma pelo menos? ㅡ Aniki perguntou ao arquear as sobrancelhas levemente inconformado, a esperança de alguns pontinhos ainda prevalesciam com ele.

Porém Jimmy negou, assim como Aniki ele achava impossível ele não ter aprendido ou guardado o que ele aprendeu a três dias atrás, oralmente Kenny parecia tão lúcido ao decorar a maioria das fórmulas matemáticas, mas nada de resultados evidentes agora.

Kenny fez uma carinha desconfortável e Jimmy resolveu lhe fazer algumas pergadinhas por mera curiosidade.

ㅡ Se você sabe, então me diz qual é a raiz quadrada de vinte e cinco?

Kenny mordeu os lábios acanhado e pensou o que era uma raiz quadrada, que ao se relembrar não era nada menos que quantas vezes um número igual da precisamente igual ou próximo ao resultado dentro da chave e logo ele teve a resposta dada em sua mente.

ㅡ É cinco não é? ㅡ Kenny afirmou na plena certeza que seria isso, cinco vezes o número cinco dava vinte e cinco ou cinco somado cinco vezes dava o mesmo resultado.

O jovem professor arqueou as sobrancelhas intrigado.

ㅡ Se você sabe porque não colocou essa resposta na questão?

ㅡ Tinha essa questão aí? ㅡ Kenny pareceu incrédulo, ele não havia visto nada daquilo no exercício.

ㅡ Como não? Você respondeu ela e deu um resultado infinito. ㅡ Jimmy apontou para a quinta questão. ㅡ Você leu por acaso?

Jimmy continuava inconformado e deixava Kenny mais ainda perdido, ele realmente não havia visto vinte e cinco e ele também ficou em dúvida se havia lido direito, suspirou inquieto. O professor particular arrumou os óculos com o intuito de que ele deveria pensar mais a respeito, ele não estava dando uma bronca em Kenny, era só que ele não conseguia entender o que estava acontecendo mais uma vez, quando Kenny cometia uma gafe, ele fala pra ele: "Tenta de novo" quantas vezes fosse preciso, ele não era um de seus piores alunos, ele era inteligente e a discrepância entre problemas e soluções era o que pegava Jimmy e o deixava com uma pulga atrás da orelha com frequência, ele coçou a cabeça e tentou achar uma razão para ter aquele resultado ali, ele observava Kenny sempre que fazia as questões e ele sempre parecia não ter dificuldade em executar, mas quando era corrigido nada fazia total sentido, se Kenny respondesse oralmente ele parecia ter as respostas na ponta da língua.

Resolveu testar Kenny novamente enquanto o irmão continuava ansioso observando tudo, apontou para a questão que ele havia respondido na fala.

ㅡ Vamos lá. O que você vê aqui?

Observou Kennedy semicerrar os olhos que ao olhar de Jimmy era um mau sinal, chegar um pouco mais perto da folha era extremamente um péssimo sinal, o questionou "Para que o esforço?". Kenny se afastou constrangido, e resolveu falar o que ele viu para ter respondido aquilo em vez de reparar o erro.

ㅡ Vinte e seis.  ㅡ Revelou totalmente afligido.

Aniki arregalou os olhos quando engoliu em seco e Jimmy respirou fundo, vinte e cinco não era vinte e seis, ele abaixou a cabeça e refez o exercício com o vinte e seis na chave, e para sua surpresa daquela formato estava certo, era realmente tal número infinito respondido por Kenny (5.099...) ou 5.1 aproximadamente, desse jeito ou do outro infinito que Kenny deu estava certo.

Jimmy falou "Cobre um dos olhos.", ele brincou seriamente com Kenny antes de dar um amador diagnóstico, aproximou e afastou a folha e disse "Agora cobre o outro." e novamente Kenny o fez, errando algumas coisas e acertando outras. Jimmy fez algo que não deveria por questão de saúde dos olhos, mas ele fez por mera curiosidade, tirou suas lentes, o grau dele não era tão alto e entregou a Kenny dizendo "Tenta ver agora" e foi o que ele fez ao manusear o objeto nas mãos com cuidado e colocou, não foi o ideal mas ajudou bastante para que ele visse claramente números e letras que não via com tanta precisão, bagunçava suas vistas e o deixava um pouco tonto.

Kenny assentiu um tanto deslumbrado, ele olhou para Aniki, ele era muito mais bonito em alta definição, ficou tímido e com um sorriso bobo e tirou os óculos entregando ao dono, ele não enchergava tão bem, era isso. Por fim Jimmy deu suspiro de alívio e agora Aniki sabia o que Kenny tinha que fazia ele não aprender muito bem, o sorriso de contentamento dos três era óbvio demais. Jimmy olhou o horário na tela do X-Drive modelo Verde Neon, estava tarde demais, arrumou suas coisas e levantou pronto para ir embora dizendo.

ㅡ Leve ele a um ocultista, se o problema resolver ele pode voltar a frequentar o Colégio normalmente. Ele é bem inteligente.

Aniki assentiu se despedindo do professor na porta de casa e Kenny martelou a ideia "Voltar a escola", ele se sentiu fadigado, entrar no meio do ano seria horrível, todo mundo já deveria ter suas panelinhas, se ele pedisse para esperar mais um pouco quem sabe Aniki deixaria ele esperar o próximo ano.

Aniki fechou a porta e veio na direção dele, Kenny só tinha 1,56 de altura, normalmente pequeno para alguém da espécie dele, ele era menor que Ícaro por lógica de que ele era mais novo, aliás a família deles não eram muito grande de altura, sua mãe e tia eram baixinhas e consequentemente alguns filhos nasciam não muito altos e era claro que talvez não crecesse tanto. Aniki sorriu lindamente a ajoelhou próximo dele na cadeira com interesse.

ㅡ Viu só? Eu vou falar para os nossos pais. Eles vão ficar menos preocupados agora.

Kenny olhou para Aniki e desviou o olhar, seria pecado sentir isso que ele estava sentindo agora.

ㅡ Eu vou sair. Ok? ㅡ Afagou o cabelo do irmão caçula amorosamente ao se levantar.

Kenny assentiu, e viu Aniki ir embora pela porta, ele cresceu com ele em casa, ele normalmente o admirava como um irmão mais velho, no entanto Kenny já tinha um irmão mais velho de sangue que quando seus pais se separaram ele resolveu morar sozinho. Ele gostava muito desse novo irmão, tanto que saía da área da família, não deveria sair, mas mesmo assim saía com frequência.

Na parede da sala havia um grande espelho, ele se encarou pensando que se ele fosse mais velho haveria alguma diferença, ele sabia fazer qualquer coisa sozinho, ele ficava em casa sozinho com facilidade. Se ele tivesse mais idade, se ele fosse mais alto, se ele não morasse com Aniki na mesma casa, se eles não tivessem os pais casados.

Quem sabe talvez ele tivesse uma chance de ser olhado pelo menos uma vez.


[...]


                             (40°G of the fever)


Quando os treinos de futebol acabavam os garotos do Time se dirigiam aos vestiários.

O corpo intensamente quente de Guih evaporava o suor que saía de seus paros e derramava pela sua pele quente, depois do meio dia ele se sentia extremamente cansado como se tivesse se deitado com Din, ele parecia morto de exaustão.

No vestiário os garotos com seus corpos modelados pelo exercício físico diário ou semanal exibiam seus músculos assim que tiravam a camisa e aquilo meio que um show para Guih, ele mais ficava envergonhado do que olhava, ele respirava rápido enquanto tomava uma água bem gelada comprada pelo treinador afim de estabilizar a temperatura de seu corpo. Os meninos estavam zoando uns aos outros e aquele recinto se tornava cheio de risos, eles a tomarem banho, tiraram as chuteiras e pegaram algumas toalhas, Guih descansou apoiado em um armário, seu peito subia e descia, ele precisava de um banho e roupas limpas na mochila.

James abriu um armário ao lado de Guih, no rosto havia uma espécie de sorriso que ao ver de Guilherme era contente.

ㅡ Porque você sempre parece normalmente tenso?

Guih reparou nele com um certo desconforto interno, não que ele desprezasse a companhia do garoto era só que seu coração ficava levemente acelerado e ele se sentia mais quente agora e quando James vinha com essa simpatia extravagante, Guih se tornava novamente extremamente confuso.

Mais excitado!

ㅡ Eu estou cansado. Você não está? ㅡ Guih o questionou pacificamente. ㅡ Isso explica muita coisa da minha parte.

James suspirou com sutileza de um sorriso belo no rosto destacando na pele negra dele do jeitinho que Guih aprendeu a aprecia-lo. Guih não diria que James era seu crush supremo, era só que quando Guih o via ele sentia um friozinho gostoso no estômago.

A curiosidade e o medo andavam lado a lado quando se tratava sobre o que Guilherme andava pensado quando estava próximo daquele homem.

ㅡ Ok! ㅡ James colocou a toalha no ombro. ㅡ Mas me mostre um sorriso as vezes... ㅡ Apontou para o próprio canto direito da boca e sorriu docemente para um sorriso programado. ㅡ Algo assim... Que tal?

Guih hipnotizado pelo ato, lambeu os lábios secos totalmente constrangido, era o tipo de ação que o coagiu a devolver o sorriso automaticamente, quando ele notou que ele repito, seu rosto ficou vermelho. Um sorriso tão tímido que no entanto fez James sorrir de verdade ao dizer "Isso é bom. Um doce sorriso ardente! Eu gosto disso." Era como se ele pedisse para Guih sorrir assim mais vezes para ele.

Ele olhou para Guih impressionado quando viu o garoto se endireitar em se apoiar no armário atrás de si, ele passou por ele com os olhos atentos e esbarrou cuidadosamente naquele menino ruivo e disse "Eu ainda estou esperando você responder aquela mensagem.".

Guih viu ele indo em direção as cabines para uma ducha refrescante, sempre o instigando para algo presunçoso e Guih não podia responder aquela mensagens que eles trocaram, trocaram até James levar aquilo a sério, aquele olhos negros que sempre mexiam com ele, sorriu para o nada.

"Quer ficar comigo?". ㅡ Foi o que ele mandou e Guih não respondeu, porque ele não soube ao certo o que responder, se ele queria ou não.

Ele deveria dar uma chance?

Guih pensou cuidadosamente, quando ele ficava com Din ele se sentia realmente bem porque ele não se sentia preso por ele e agora tinha um garoto que ao bom tempo queria lago sério com ele. Guih juraria que pensaria cuidadosamente, bem lá no fundo ele sabia que gostava de James.

Mas até onde ele gostava?

Sorriu contente, provocação era um caminho sem volta e Guih sabia bem disso.















Notas Finais


Pessoal personagens X's, concorrentes estão na jogada.
Aguardem os próximos capítulos
Falta pouco creio eu pro Ícaro experimentar uma coisa nova q ele anseia, talvez nao venha do jeito q ele queria
Mas vai ser essencial e talvez vcs descobrir uma parte do segredo profundo q o Tama esconde
Ate mais bjs ❤❤


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