História Ice Heart - Capítulo 18


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Categorias Fairy Tail
Personagens Angel, Aries, Charlie, Elfman Strauss, Erza Knightwalker, Erza Scarlet, Evergreen, Flare Corona, Gajeel Redfox, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Hibiki Lates, Igneel, Jellal Fernandes, Jenny Realight, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Layla Heartfilia, Lector, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Orga Nanagear, Pantherlily, Personagens Originais, Risley Law, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Virgo, Wendy Marvell, Yukino Aguria
Tags Gruvia, Lucy, Nalu
Visualizações 175
Palavras 3.164
Terminada Sim
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ice Heart esta sendo algo maravilhoso pra mim, verdade, conseguir chegar a 100 favoritos! Eu não tinha chegado tão longe. E eu estou muito feliz, mais o cometários são poucos em relação aos favoritos - diz fazendo uma carinha de cão que caio do caminhão de mudanças -, Bem, eu quero saber algumas coisas em relação a vocês.
querem capítulos com 2.000, 3.000, ou 4.000 a mais palavras, ou apenas de 1.000?
ser escolherem com 1.000, creio eu "que sera mais rápido" porém mais demorado, "como assim?"
R=quantas menos palavras, mais capítulos, quanto mais capítulos, mais a ser esperar.
Por exemplo, eu postei esse capitulo agora, ele devia ser maior, então cortei metade dele, qual a parte?(spoirle), Então eu vou fazer agora a outra parte. Sendo que eu podia continuar a escrever e posta de uma vez longo e não deixar ninguém roendo a unha.
Outra coisa.
Suas opiniões, no caso, seus cometários.
Mais outra coisa.
Antes... - o fundo fica todo triste e tocando uma musica triste.- tinha certas pessoas que comentavam nos capítulos, e hoje... sumiram... E eu estou com saudades...
o cenário volta a normal.
e eu tinha outros assuntos mais esqueci.

Capítulo 18 - Capitulo XII: Lucy: As feridas da verdade.


Fanfic / Fanfiction Ice Heart - Capítulo 18 - Capitulo XII: Lucy: As feridas da verdade.

Pov Lucy.

Meu dia foi um tanto estressante, divertido só no começo. Acordei com dor de barriga, mas sabia que isso não era nada. eu teria uma enorme dor de cabeça mais tarde.

Desci as escadas dando de cara com uma Jenny dançante, não pude resisti a tentação de registra esse momento com a câmera, gritei quando a peruca dela caiu e guardei a câmera rapidamente.

Depois disso foi só comecei a ler “Analie e o mundo perdido” não consegui desgrudar das páginas, quando notei, já estava no capitulo 10 (O conto e o cristal), só notei isso quando minha barriga roncou.

Falei com Lisanna, a menina que me acusaram de roubar o namorado, até que ela era legal, tomei meu café e fiquei na minha.

Acordei Sting e cuidei do meu pequeno, a cicatriz do corte continuava lá, como várias outras cicatrizes, claro que eu me preocupei! Já gritei com ele sobre isso, mais só deu em uma noite cansativa de choros e soluços.

A tarde chegou, Natsu veio aqui em casa, me encarou e eu ignorei, mas eu sabia muito bem o foco que ele tinha em mim.

Fiz uma bagunça enorme na cozinha a junto de Sting, que contava mais uma de suas aventuras com sua amiga imaginaria, eu sei que ele é muito grande para isso, velho demais, eu não pode evitar a achar graça disso tudo, principalmente quando me disse que o Natsu estava saindo agora mesmo acompanhado dela.

Mandamos a comida pro papai com um bilhete e resolvemos brincar.

Claro que eu não sou do tipo que brinca, mas por algumas pessoas vale o sacrifício.

– O Natsu gosta de você – Disse-me Sting com um sorriso travesso.

Encarrei meu irmão com um sorriso maléfico e ele começou a correr e eu o segui, ele usou a estatua como escudo que não sai. 

Em certo momento, meu pai chegou, me encontrou com Sting dormindo levemente.

 – Lucy? – Sussurrou ele.

– oi pai – eu respondi

 – Quê que aconteceu? – Perguntou falando de Sting dormindo.

 – Ele estava cansado. Sting não anda dormindo muito.

– Eu não sabia disso.

Ele nunca sabia de nada.

Resolvi que essa seria a hora, a hora de perguntar, esclarecer toda a história.

 

– Pai. Posso lhe pergunta uma coisa?

 

– Claro. – Ele me respondeu com um sorriso nervoso.

 – Por que abandonou minha mãe?

Ele ficou me encarando, perdido, sem saber o que fazer. Isso me irritou muito.

– Por que não me procurou até agora? Por que deixou minha mãe gravida? Por que não quis cuidar de mim? Por que deixou minha mãe se humilhada? Por quê!

Explodi sem me preocupar com estrago da explosão e quem eu feriria. 

- Lucy...

– Diga-me! – Gritei, estava cansada disso tudo.

– Luce – Disse Sting acordando.

Olhei para a pequena criança e vacilei, fiquei materna com aquela pequena criatura.

– Volte a dormi – Eu disse.

Sting respondeu não balançado a cabeça.

– Lucy – Meu Pai falou – prometo te responde, mais tarde, mais tarde.

Eu não disse nada, apenas concordei com a cabeça e Sting voltou a dormi.

Desci as escadas, Dragneel parecia que ainda não havia voltado, sem problemas, vi umas pessoas indo embora, reconheci sendo estudantes da Sabertooth.

Até aonde eu me lembrei pelo o que ouvir, a Sabertooth era gigante, começava lá pelos fundos um jardim de infância e terminava na frete uma faculdade, e parecia que o diretor Makarov ( diretor da Fairy tail) queria fazer o mesmo, mas duvido que seria uma boa ideia.

 – Esperem – Disse para ninguém em especial.

3 caras pararam e me encaram, um grandalhão de cabelos verdes, um loiro que parecia que saiu de um baile de máscaras de algum conto da Disney, e o ultimo era um emo de olhos vermelhos, os três sorriram e as duas garotas não pararam de caminhar.

 – Senhorita Heartfilia. – Eu odiava isso. –, Eu sou Rufus, esse é Orga e Rogue, oque poderíamos lhe ajudar?

Eu perguntei ser eram mesmo da Sabertooth, eles confirmaram, perguntei sobre Sting e ser tinha algo que estaria acontecendo lá.

No fim eles não sabiam de nada, prometeram me informa de tudo, e ser ele estivesse com problemas, eles ajudariam. Fiquei muito melhor com isso.

Sting logo acordou e voltamos a brincar no jardim, ele acabou esquecendo Lecto, o gato de pelúcia vermelho, no chão, quando procurou, ele disse que a amiga imaginaria havia levado.

 – Qual é o nome na sua amiga?

– Thame.

Depois disso, minha noite foi um desastre.  

Não exatamente o que me fez ir a sala do meu pai, ser foi Sting falando que estava passado mal, ser foi a vontade de ter logo aquele conversar. Abrir a porta, era melhor não ter feito isso.

– Pai - falou Sting olhando a cena e tampei seus olhos rapidamente.

A certeza que nada rolou na sala do meu pai com minha madrasta, eu tinha certeza, mas ser algo iria rolar, eu tinha certeza, e eu acabei com tudo.

Lilian usava um vestido extravagante, minha opinião. Ela ficou vermelha de tanta raiva, ou frustação, ou vergonha, com certeza foram a 3 opções.

– Voltamos outra hora – Eu falei e puxei Sting que estava confuso.

Depois rolei de tanto rir.

Na hora do jantar meu pai ficou falando com o Natsu. Morgana, ou seja lá o nome dela, não calava a boca um segundo, e Lilian respondeu sobre o que usa seja lá aonde, e falou do “fantástico mundo da moda”, sinceramente, eu não intendi nada, só o que intendi foi, “tá explicado porque as mulheres demoram para ser arrumar”

– Algumas garotas simplesmente não conseguem ser arrumar, sabe nasceram com a cara de suas mães desleixadas –ela olhou para mim e eu intendi a indireta bem direta. –, sabemos que terá algo errado com seus filhotes ser tiver algo errado com suas mães é exatamente assim no mundo humano, os filhos estão sendo iguaizinhos a seus pais, mais claro alguns querem copiar seus parentes menos desfavorecidos.

Meu sangue ferveu e eu encarrei

– O que quer dizer com isso? – Não desviei meu olhar para outra direção, mas pode senti todos os outros ocupantes ser encolherem nas cadeiras. Minhas mãos estavam fechadas na taça e nos talheres, apertei elas fortemente.

– Acha mesmo que não fiz meu dever de casa? Eu pesquisei sob você, eu li sobre sua mãe, Layla, francamente, lembrei dela no exato momento que li o nome, estudei com ela quando jovem, uma desmiolada, sem caráter, ser jogava encima dos homens, francamente, e pelo jeito ela consegui-o fica com o seu pai, o pobre Jude, nunca soube até HOJE, que tipo de pessoa Layla era, uma riquinha sem sobrenome. Uma mimada sem nada, uma tola, sonhava com tudo, nunca tinha a cabeça no chão.

A taça de vinho quebrou nas minhas mãos e as talheres amaçadas quase em formato circular. O meu sangue ser misturou com o vinho, ficou uma combinação interessante, ser minha faca não estivesse amaçada eu teria agora mesmo cortado a mão dela enquanto segurado a garfo espetado na mão dela. Mas me aguentei, como? Eu não sei.

    – Acabei – Me levantei sem olhar para ninguém exceto ela, que virou o rosto para o outro lado e bebeu um pouco de vinho. Que vontade de adicionar veneno desse vinho.

 – Não vai espera a sobremesa? – Perguntou Jenny.

Fiquei ainda mais furiosa ( ser era possível ) e escondi isso com minha franja.

– Não, Não.

 

– Por favor – ouvir meu pai.

Foi a meu quarto, fiquei pensado, o sangue na minha mão nem me incomodou, na verdade eu nem sentia o sangue saindo dos cortes.

Esqueci por um breve momento que eu deveria falar com meu pai, mais achei que ser eu fosse agora que quebraria tudo, e eu faria realmente isso, por isso eu fechei meus olhos.

Acabei dormindo assim mesmo, senti alguém cuidar das minhas mãos.

Na manhã seguinte acordei com Sting no meu lado, abraçado com o gato de pelúcia. Ele ser remexeu na cama e acordei lentamente, me olhando com os olhinhos pequenos azuis e vermelhinhos sorriram para mim.

 – Você fez os curativos?

– não, foi a Thame.

Sorri para ele e o deixei dormi mais, estava muito cedo, eu não sabia por quando tempo a escola ficaria de luto, na minha escola antiga era apenas 1 dia de luto e depois as aulas ocorriam normalmente.

Troquei de roupa, uma blusa vermelha folgada e uma calça de moletom, como dito anteriormente, era muito cedo, o sol ainda nem tinha nascido.

Andei sem rumo pela casa, algo ruim tinha acontecido, foi a pior noite, não tanto, tive outras piores, muito, muito piores.

Deitei no sofá da sala, ele estava quente, alguém estava acordado e deitou-se ali antes de mim, não me importei e fechei meus olhos de novo, e sonhei com aquele dia, aquela noite.

O quase 1 ano atrás, antes do meu pai me encontrar eu vivia com minha mãe.

Ela não ser parecia quase nada com as fotografias da casa, ou comigo, o estresse e os sacrifícios que ela fez pra cuidar de mim envelheceram ela demais, parecia muito, muito cansada e esquelética.

Ao contrário de como todos pensavam que foi a vida na “nova Heartfilia” ou até mesmo da “antiga Heartfilia”, a mulher que viveu no luxo, agora, enfim, derrotada.

Vivíamos em uma pequena casa, com nossa pequena vida e grandes dificuldades. Eu usava roupas novas e consideráveis, enquanto minha mãe usava os velhos trapos que um dia foram peças de outras roupas e tecidos bonitos.

Eu sempre de cara fechada, querendo mais, muito mais do que podia ter.

 

 

Amor? Já não acredito mais.

Pois todo o amor que eu recebi eu joguei fora.

Minha mãe me amou e eu troquei o amor dela por outro amor que não valia nada.

Felicidade? Não sei ser vou ser feliz de novo.

Eu estraguei a felicidade de anjo, eu tirei o sorriso e a vida da pessoa que carregava a felicidade nas costas. A pessoa que quis me fazer feliz a todo custo, e eu a fiz ficar triste milhares de vezes, e ela sempre me perdoava, mesmo que que eu nem pedisse perdão.

Humildade? Acho que nunca foi humilde.

Nunca mesmo.

Eu sempre quis ser mais, eu sempre quis o ouro, o dinheiro, eu queria esfregar nas pessoas o que elas esfregavam em mim.

Eu queria tratar as pessoas menores como o lixo que eu tratada e andar com os poderosos.

Coragem? Nunca tive.

Não tive coragem para encarar a verdade.

A verdade me matava em pouco em pouco, eu me recusava a crer na verdade, e ela matou.

Sonhos? Os abandonei.

Os abandonei quando notei que eles não valiam nada.

Meus sonhos eram tão bestas, tão besta que eu não notei que eu tinha realizado eles de outra forma, como um duplo sentindo. Sonhei com o dinheiro e tudo de valor que podia compra e não percebi que o abraço de carinho valia mais do que as notas nas mãos.

Sorriso? Morreu quando ser foi o que eu tinha de mais valioso.

Morreu quando eu senti o corpo sem vida dela em minhas mãos.

Oque eu tinha de mais valioso? Uma pessoa.

Um anjo.

Um anjo que eu arranquei cada pena.

Quem eu fui? Uma egoísta, uma idiota, uma vilã, uma burra, uma fraca, uma chorona, uma coitadinha, um monstro.

Não existe características melhores.

 

Escuridão.

Escuro como os olhos da verdade, escuros como meus olhos enxergavam.

Eu não via nada além de mim mesma. Eu nem eu mesma que eu conseguia enxergar direito.

 

Estava tão escuro, mas eu podia ouvir respirações, podia escutar os sons dos meus passos e meu coração batendo. Vaguei sozinha por um longo tempo, pensei ter visto uma luz, mas ela começou a ter forma de dentes.

Risadas surgiram no ar, e ficaram gigantescas. Toda a escuridão foi preenchida pelas risadas agudas e os dentes.

A risadas eram de mim.

Invés de ignorar seus atos eu queria vê-los, cada risada era como ser saísse de bocas afiadas, dentes e línguas afiadas.

Corri o mais rápido que podia, porém senti minhas pernas falharem e ficando pesadas cada vez mais. Ou longe eu vi um grupo de pessoas disformes.

Eu não conseguia correr deles.

Corri para elas, mas a risadas ficaram mais altas e meu corpo muito pesado, mesmo assim eu não desisti e continuei lutando para chegar a quem não devia. Seus rostos foram escondidos por mascaras coloridas que me lembravam borboletas com sorrisos sínicos.

O grupo de mascarados eram como eles eram, mascarados querendo intimidar, provar que podiam o que queriam, fazer as pessoas de brinquedos e eles sorriam a obterem sucesso.

As risadas ficaram tão altas e agudas que cair no chão com as mãos nos ouvidos. Eu estava sozinha outra vez com a escuridão, mas senti que aquela escuridão vinha de algum lugar.

Eu não percebia que o riso me machucava, eu só queria que ele sumisse porque incomodava. Estava sozinha, pois eles não queriam alguém como “eu” perto de gente como “eles”.

A escuridão vinha de mim, eu estava sozinha com a mentira enquanto a verdade tentava me puxar, só que a verdade não pode interferir no assunto da mentira... Ela só existe acima dela, ela está ali pronta para aparecer e afunda todo.

– Não! – Sussurrei com a boca e gritei com o coração.

Vi algo vermelho em meus ombros, percebi ser um lençol velho que alguém me cobriu.

– Eca, quero seguir eles! Me torna um deles! – A pessoa foi ao chão.

 Ante hoje eu vou ao chão com essa cena.

Olhei para meus braços e vi sangue, mas não era meu. Um cadáver que possuía uma máscara do rosto da morte em sua mão.

– Não!

Ainda vejo esse sangue, eu ainda vejo o que a verdade me fez encarar. Eu ainda grito o “NÃO” quando ele chega e eu desisto quando noto que já estar morto, mas a Verdade é bem viva.

Formou-se um círculo ao meu redor, mais pessoas mascaradas olhava-nos atentamente. Alguns riam, outros choraram, outros apenas observavam calados, mas eu nem os olhava, pois, minha atenção ficou na oração que eu fazia para a pessoa em meus braços.  

A morte dela virou uma piada para eles; uma órfã.

A morte espremeu tudo de mim.

 

Gotas de água caíram, uma forte chuva e guarda-chuva caindo.

Chorei mais não senti as lagrimas.

Não senti nada; não senti a chuva, não senti frio, não ouvi o trovão ou o relâmpago. Apenas via a escuridão surgi, pois, minha luz estava a ser apagado nos meus braços.

Eu tinha mais o que me preocupar do que as lagrimas, elas não fariam nada por mim, as lagrimas não me dariam nada, elas nunca me deram nada.

A lagrimas só me deram uma coisa, e agora eu as devolvia, cada vez que eu chorei, ela veio para mim, para mim ajudar e agora.... As lagrimas estavam ali para eu lembra que ela não ia mais voltar. Pela primeira vez a lagrimas não à trouxeram, e sim a tiraram.

Minhas roupas continuavam manchadas de sangue enquanto eu caminhava pelo meio da escuridão. Eu caminhei por mais tempo e lé estavam as pessoas mascaradas e suas risadas. Passei por elas sem me importar com suas risadas e isso os deixou enfurecidos, começaram a joga palavras.

Eles queriam atenção, mas minhas roupas já estavam manchadas demais com o pecado.

Nada me importava, qualquer caminho que tomasse, ele estaria escuro.

Eu a vi. Bem ali um fantasma da pessoa, eu queria correr e abraça-la mais ela sumiu no ar.

– NÃO! – Gritei o mais alto possível.

Eu ainda grito, por dentro.

Por dentro, grito e choro, por dentro eu sofro e sinto os cortes da foice feito dentro de mim...

 

Dessa vez o cenário mudou, era um jardim, o jardim da minha casa antiga.

" – Lucy. – Uma voz fantasmagórica disse ao longe. Não conseguir distingui de quem era a voz, mas já ouvir essa voz antes.

Eu sei agora de quem é essa voz.

A mesma voz que já cantaram para mim milhares de vezes, com tanta vida e amônia, a mesma voz que nunca chegou a grita comigo, mesmo que eu merecesse todos os gritos e xingamentos. Agora essa voz parecia a de um morto. Era a de um morto.

– Quem está aí? - Olhei a os redores e nada vi. Á escuridão, nada além de mim parecia ser solido, nem o chão que parecia ser fumaça.

– Venha com a gente Lucy – Uma segunda voz sussurrou em tom de falsete.

 – Lucy, vamos para casa. – A primeira voz surgiu.

Deveria ter indo com a primeira.

Quero ir para casa.

Por favor, me deixe fazer a coisa certa, eu sei que é um sonho, então por favor, me deixe sonhar.

– Vem com a gente Lucy, sabe o que é melhor para você. – A outra voz falava no pé do meu ouvido.

 – Quem são?! – Perguntei começando a me irritar, porém sentia que eu sabia a quem pertenciam aquelas vozes.

 – Lucy, por favor. –  Eu vi uma forma de pessoa, branca como a neve, fraca, porém bela.

– Lucy – Chamou a outra – faça-me um favor – Uma nova forma ser fez presente, branca como porcelana, mas tinha uma aura negra ao seu redor – com quem irar? Você sabe quem terá uma vida de verdade ser for comigo, terá tranquilidade e dinheiro, muito dinheiro.

 – E você – Virei-me para a outra pessoa contra minha vontade, era como se devesse fazer de acordo o sonho – o que tem a me oferecer? – Não sei o porquê de perguntar isso.

Ela tinha muito mais a oferecer, algo que o dinheiro não compra, até compra sim, mas é de péssima qualidade e dura tão pouco.

Eu já vi essa cena antes, mesmo que não fosse completamente assim, eu já vivi essa cena antes. E eu não queria viver isso de novo.

 – Amor. – Foi tudo o que a pessoa disse-me.

Faça essa cena parar! Não preciso reviver isso.

Amor. – Foi tudo o que a pessoa disse-me.

 – Um único tipo de amor, Lucy. – Cantarolou a de aura negra – Se vier com a gente terá muito e muito mais do que amor.

 "Não, diga não à segunda"..

– Adeus – Falei para a primeira. "não!".

EU SOU UMA IDIOTA.

Depois o formato sem rosto da pessoa ganhou uma face. Eu quis morre ali mesmo, abraça aquele ser humano, e nunca larga.

Me deixe ficar com ela, mesmo que seja só um sonho.

Mas depois começou a cair sangue encima de mim, era a segunda jogando o sangue, mas o sangue vinha da primeira, cai-a muito sangue. Depois virou chuva.

ME DEIXE ACORDAR!

EU QUERO ACORDAR!

– Me desculpe - era tarde demais."

Me deixe morrer..."

Eu não acordei, paralisia do sono não era uma das minhas coisas favoritas.

Eu movi minha perna, não acordei, tentei levantar minhas pálpebras mais eram muito pesadas, tentei falar e minha garganta estava sega.

Meu desespero foi grande, porém eu consegui me acordar e levantei rápido, tão rápido que eu fiquei tonta.

Só que ouvi e vi uma coisa antes de volta a sanidade.

Eu vi uma sombra encapuzada, com uma foice e olhos profundos e ele disse:

Você é capaz de me encarrar?

 

 


Notas Finais


por enquanto é só, e repetido palavras passadas, o próximo vai fazer parte da saga final.
Até a próxima.
E desculpe qual erro ortográfico


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