História Ice Heart II - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Hibiki Lates, Jenny Realight, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais
Tags Ice Heart, Manicómio, Nalu
Visualizações 11
Palavras 1.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei? Claro que sim! Afinal, é só o que faço.
Por favor comentem.
Esse capítulo tem continuação, mais não sei se faço terror ou misturo comédia com horror, só sei que quero.

Capítulo 2 - Parque


Todos se reuniram na casa de Gray aquela noite.

A noite era bem sombria, literalmente, nenhuma estrela ou a lua se faziam presente no momento. Becos escuros e família com medo de saírem de casa. Mesmo assim ninguém perderia a “noite de cinema” do Fullbuster.

Enquanto algumas pessoas inventam festas e noitadas, os amigos preferiam passar em calma e acordarem no dia seguinte sem dores de cabeça e com lembranças que não se envergonhem depois .

Lucy foi dificilmente convencida a ir, foi necessário um golpe baixo para ter a presença da loira, cocegas. Lisanna teve uma guerra que achou que perderia contra o pequeno Randblay que fora vencido quando Lisanna usou outro golpe baixo, chantagem;

– Vamos Hian! – Chamou Lisanna.

 O menino só balançou a cabeça em negação, cruzou os braços e bufou de olhos fechados como uma criança.

Ambos estavam no quarto de Hian, que tinha cores interessantes, vermelhos- sangue, dourado e vinho, a cama era espaçosa e tinha formato de carro (que pilotava de verdade), a decoração (retirando a cama) parecia medieval, e mais engraçado era algo que tinha embaixo das cobertas.

Lisanna puxou as cobertas e revelou um gato branco de pelúcia com uma fita no pescoço. Hian tentou recupera a pelúcia mais Lisanna esticou seu braço para o alto, bem longe de Hian que pulava nas pontinhas dos pés.

– Se você for, eu prometo que não conto pra ninguém que “Hian Randblay dorme com gato de pelúcia”.

Hian corou e parou de tentar alcançar o gato e olhou dos olhos azuis de Lisanna,

 – “Porque tão alta? “ – Pensou frustrado – Ok Lisa, tu ganhaste, eu vou!

   Hian olhou pra baixo, não acreditava naquilo, antes mesmo de poder se irritar, ele sentiu seus pés saírem do chão e o mundo girando. Lisanna o abraçara e o girou como se fosse brinquedo em um abraço apertado.

Hian nunca contaria isso para ninguém, nenhuma alma.

***

Todos chegaram mais cedo que o normal, 22 horas da noite eles só esperavam Hian e Lisanna.

 – Não intendo tanta demora – Resmungou Elfman –, um homem nunca se atrasar!

 – Talvez a culpa seja de Lisanna – falou Mira descansando no sofá.

 – Não foi mesmo, a culpa e unicamente dele.

Lisanna entrara no cinema que há na mansão Fullbuster. Ela trazia uma sacola em uma mão e Hian segurava a outra mão da albina e se escondia o máximo possível.

As garotas sempre acharam fofo a comparação entre os dois.

A sala de cinema era grande e confortável, escura e quente. O filme iniciou a junto de uma chuva que gelou a sala.

O primeiro era romance, nenhum dos adolescentes ligou para o filme há não ser Lucy que comentava insultos e piadas para o filme, o final era triste, claro.

– Há não! – Exclamou Hian debochado – Não me diga que ele vai morrer! É sério? Que criatividade.

Hian levou um beliscão na bochecha dando por uma albina que assistia o filme.

 – O que foi?  – Natsu perguntou para a loira.

Lucy estivera muito quieta a um bom tempo, não era normal a loira ficar calada. Natsu notou então que a namorada dormia como um anjo em seu peito, aconchegando-se em seu colo, repousando a mão em seu ombro.

Natsu sorriu após nota-la dormir, não resistiu e passou as mãos pelo cabelo dourado de Lucy e passou seu braço ao redor da cintura dela. Lucy sorriu com o bom sonho que estava tendo e o calor e o cheiro que só Natsu tinha, a fazia se senti protegida e ela o sentia mesmo nos sonhos.

Gray, com muita preguiça, mudou o filme para terror, mas sem antes, ele teve que olhar a condição de sua sala de cinema.

Riu, nada nunca mudaria. A sala tinha pipoca e doces espalhados, alguns doces ainda embalados em cima dos cobertores dos amigos, alguns dormiam, já tinham alguns com rosto pintados a essa hora, outros roubando a internet, Levy e Juvia jogavam um jogo de tabuleiro no canto, como ela estavam enxergando? Com uma lanterna, Shira brincava com uma almofada ao lado de Juvia.

 – Perdi?! – Juvia gritou e Levy riu vitoriosa.        

 Gray mudou o filme que começou com um grito alto fazendo todos se assustarem; Levy gritou, Juvia gargalhou, Shira latiu, Lucy caiu do colo do Natsu e ele mesmo caiu no chão por cima dela, Mira e Elfam ficaram em alerta em posição de luta (?), Erza quase se engasgou com o seu segundo pedaço de bolo de morango, Jellal não fez nada, Lisanna abraçou Hian com tanta força que ele ficou sem ar.

Com todos acordados em alerta máximo, se encolheram novamente para assistir o filme que mal sairá dos cinemas, Hian bufou indignado.

 – Não gosto desse filme, é igualzinho a todos filmes de terror, povo sem criatividade.

– Hian! – Gritou chamando Elfman – Você por acaso é crítico de cinema?

Hian sorriu debochando e respondeu;

 – Não só de cinema! Já fui critico de várias artes, mas parei.

Lisanna não permitiu que perguntassem o motivo dele ter parando, a depressão ainda era um assunto delicado.

O filme passava, nada de inusitado acontecia como bem Hian dissera; é igual a todos os outros. O final do filme chegava, ouve um apagão no momento que a personagem com uma vela foi para corredores a procura do fantasma.  O clima de tensão foi grande quando viram o fantasma bem no ombro dela e ocorreu em apagão de verdade a junto de uma trovoada.

Pôde-se ouvir gritos tantos quanto femininos quanto masculinos.

– Que merda! –  Falaram Natsu e Gray ao mesmo tempo.

Levy ligou a lanterna e alguém bateu palmas para ela a chamando de “salvadora”. Todos riram.

Gray chamando todos ligarem as lanternas dos celulares e assim fizeram, quando Hian ligou a dele quase que cegos eles poderiam ficar.

– Acho que só a lanterna do pequeno filho Randblay é o bastante – Disse Elfman.

Hian bufou irritado e olhou Lisanna como se julgasse. Lisanna intendeu o recado; Hian odiava se lembrando como o “filho de Akira Randblay” o fazia parecer que era outra pessoa mais importante que não existia. Lisanna repreendeu o irmão com um olhar, ela já avisara inúmeras vezes para todos (principalmente para o irmão) não falarem nada relativo à Akira. Lisanna abraçou o baixinho pela cintura numa tentativa e faze-lo esquecer, o que deu muito certo pois ele corou feito pimentão.

Natsu buscou a mão fina de Lucy, quando encontrou, juntou as palmas e entrelaçou os dedos, Lucy corou mesmo que estivesse acostumada com o contato quente do namorado e sorriu. Natsu observou o sorriso e ser orgulhava de fazê-la sorrir com os menores gestos.

Os amigos passaram todos para o mesmo canto, nas primeiras poltronas, levando as comidas e os cobertores sobre os corpos. A chuva grossa caia como granizo.

  – O que faremos agora? – Mira perguntou.

Hian ligou o celular e pensou numa ideia brilhante.

– Que tal .... – E contou sua ideia.

Todos concordaram.

Continua...

Wendy não via diferença na sua saúde, estava bem e forte, mas era a única que pensava assim.

Wendy não intendia o motivo de TODOS os pais tirarem seus amigos o mais rápido possível de perto dela.

Wendy sempre ia para um parquinho não muito longe de sua casa e perto da escola. O parque era próprio para crianças, a grama baixinha e buracos de terras de tantos pezinhos pequenos correrem, brinquedos grandes para os olhos das crianças, o preferindo de Wendy é o balanço de acento vermelho e correntes azul que é o único que não ameaça quebrar as correntes.

Wendy precisou aprender a se balançar sozinha, pois tanto Natsu quanto seu pai só a observavam de longe, ocupados com alguma coisa ou falando com alguém. Lucy foi quem aconselhou que devia aprender a fazer pequenas coisas sozinhas, quanto mais rápido aprendesse melhor.

Lucy estava certa, Wendy não precisava mais chamar seu irmão ou seu pai para balança-la ou ficar apenas olhando seus próprios pés sem fazer nada, agora podia “voar” como se tivesse suas assas.

Wendy estava sozinha no parque, seu pai a observava do outro lado, sentado em um banco conversando com Silver, atento a cada passo de Wendy como se a qualquer momento ela tivesse alucinações. Wendy bufou fazendo sua franja dançar com o vento quente.

Wendy parou o balanço e voltou a encarar seus sapatos tristemente.

Ela tentou, jura que tentou com todas as forças se diverti, mas não deu! Não ter ninguém para brincar não era algo que ela esperava ou pensou sentir falta.

Ela só queria intender o que ela tinha! Por que todos se afastaram como se ela tivesse uma grave doença, na verdade ela tinha uma grave doença, mas não era contagiosa, não havia perigo para ninguém além dela mesma.

 – Podemos brincar com você?

Wendy levou um susto a ouvir uma voz feminina, Wendy caiu no chão devido o susto e a garota estendeu a mão para ajudá-la e ela pode ver melhor a menina; cabelos rosas bem vivos e mais bonitos do que de seu irmão, usando uma maria-chiquinha e vestido branco e azul, grandes olhos brilhantes, fofa com um sorriso gentil e mais velha que Wendy.

Wendy aceitou a ajuda mais separou rapidamente, ficou com medo que vieses os pais dela e desinfetasse suas mãos.

Wendy se lembrou que a menina falara no plural “Podemos brincar com você? ”, e olhou atrás da menina e viu um menino que via ser mais novo que ela, moreno de cabelos bagunçados e macios, olhos pretos e blusa verde. Wendy olhou para cada um com timidez, e olhou ao redor a procura dos pais deles, ansiosa, mas nada aconteceu.

ode estão seus papais? – Wendy perguntou.

A menina respondeu com um sorriso maior.

 – Minha prima é quem toma conta de mim – ela apontou para uma mulher de longos cabelos rosas e lindos olhos azuis, bem alta e chamativa que fez Wendy perguntasse “como não a vi antes? ”. –, e o pai dele – apontou para um senhor que reconheceu como o professor de Natsu.

Nenhum deles pareceu incomodado com suas crianças perto de dela, ao contrário, estavam felizes.

  – Meu nome é Romeo e essa é Chelia – O menino falou e indicou a rosa depois–, qual seu nome?

Wendy sorriu delicadamente, feliz.

 – Wendy.

 – Então Wendy... Podemos brincar? – Chelia fez uma carinha inocente.

Wendy apenas confirmou com a cabeça.

 


Notas Finais


Até a próxima.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...