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História Icha Icha Reality - Capítulo 15


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Notas do Autor


Ai como é deusoooo...num guento

Capítulo 15 - Coração bandido


Fanfic / Fanfiction Icha Icha Reality - Capítulo 15 - Coração bandido

 

 

Reunimo-nos na sala, eu recebi uma ligação com voz de robô, dizendo para eu escolher se haveria o(s) participante(s) na minha folga. Eu já havia combinado com Obito, mas a hora que vi Yamato com cara de gatinho do Shrek, meu coração ficou em dúvidas.

 

- Você tem 20 segundos para escolher. Anuncie seu voto e desligue o telefone.

 

20, 19, Neji bebê..., Hashirama vai ficar sonhando com a Sakurajima, Itachi se acha, Kakashi me faz sentir-me usada...Obito é intenso e loucura...Yamato é segurança...

 

- Tempo esgotado.

 

- Obito é meu escolhido.

 

 

Yamato saiu do salão. Obito jogou as almofadas pro alto e comemorou com o sorriso largo, que me fez perder o rumo, mas eu estava preocupada. Abracei Obito e disse:

 

- Só me dê alguns minutos, ok?

 

- Só dez!

 

- Certo.

 

Yamato estava olhando a lua. Cheguei ao seu lado, contei que não queria deixar Obito sozinho.

 

- Só uma coisa Kushina, não brinque com os meus sentimentos. Quando tiver certeza do que você quer...

- Eu te falo, prometo. E você não me deixe cair em mãos erradas, caso saiba de algum mal-intencionado.

- Não quero influenciar a tua escolha, Kushina.

- Ai que horror! Mas entendi o que quis dizer. Não quis te colocar em uma saia-justa, é que você me transmite confiança.

- Obrigado, isso é bom.

- Por que você não ficou com ninguém na festa?

- Pra você entender que não é qualquer uma que é especial como você.

- Mas quis ficar ou só está se fazendo?

- Você deveria estar questionando quem ficou, não? O que eu quis dizer, mas parece que você não entendeu, é que se eu quero você, não tem porquê ficar com uma pensando em outra.

- Depende, às vezes acontece.

-[...]

- Ah, preciso ir. Até amanhã.

- Boa noite.

- Boa noite.

 

Chamei Obito, fomos pro quarto dele pegar coisas para acampar. Ele estava feliz, se serviu para esquecer um pouco, pra levantar sua autoestima, pra mim foi a decisão certa. Levei-o para o nosso penhasco. A lua estava linda e o céu havia se limpado após a tempestade. Lua cheia, grande e alaranjada. Levamos barraca, sacos de dormir, vinho, marshmallow e violão.

 

- Está com frio? - ele perguntou.

- Não, sua blusa é quente. Você gosta da lua?

- Sim, ela é o olho que observa os amantes das noites. - e veio pegando nas minhas mãos.

- Você preferiria viver debaixo de uma mentira agradável ou uma verdade sofrida?

- Tipo uma ilusão? Pra sempre?

- Uma ilusão da lua, do olho que tudo vê.

- Acho que eu gostaria da mentira agradável. Já senti dor demais.

- Mesmo? Eu não sei. A dor faz parte, não se pode anestesiá-la para sempre. Uma hora ela tem que se curar.

 

Será que Obito esquecerá Rin um dia? A ponto de seguir em frente comigo?

 

- Temos vários tipos de dor.

-Você já disse “Eu te amo” para alguém que não deveria?

- Já, pra Rin. - fazendo bico.

- Você apagaria Rin da sua memória em troca do alívio das suas dores?

- Não, inclusive queria que tivesse durado mais, mesmo que fosse mentira. Queria ter dado uma bem dada com ela...

- Vocês nunca chegaram aos finalmentes?

- Chegamos, mas era sempre em lugares inusitados. Queria uma, ao menos, que fosse de boas, na cama, suave.

- Ah, então ela gostava muito de você.

- Ou era uma pervertida que gostava de abusar do amante em lugares muito óbvios.

- E você não gostou? - até parece!

- Nhé, claro que gostei, né! Sou homem.

- Ah só homem sente prazer?

- Você também sente e muito, safadinha.

 

Ele já veio me pegando, olhando nos meus olhos e deixando claro que queria parar de mexer com essas questões, confusas ainda para ele.

 

Mas ainda havia uma última pergunta:

 

- Você se sente na obrigação de me pegar só pra fazer papel de homem?

- Se você fosse uma velhota, ai eu só iria ajudar a carregar suas sacolas hahahahaha. Que pergunta.

 

Eu vi que ele queria desviar do assunto e me beijar, mas temos muito tempo para isso ainda.

 

- Espera Obito, contigo a parada envolve um sentimento. Quero aproveitar esses momentos para te conhecer melhor, não quero investir em um cara que nunca vai superar a ex.

- Nossa, sinceridade ácida, hein Kushina?

- Besta, não me chama de Kushina.

- Mas não é o seu nome?

- É porque você só fala Kushina quando está bravo...

- Eu sei lá o que será do meu coração? - respondendo a minha pergunta - Eu só vou saber se eu viver.

 

Vago, mas faz sentido...nem tudo são contratos com garantias. Inclusive isso era parte do contrato assinado: que o programa não garantiria o futuro da relação, mas que teríamos alguns eventos pós reality a cumprir, uma chatice...

 

- Vou parar de te encher o saco, Bibito.

- Venha aqui, Kushi. Me fala o que atormenta essa cabeça cheia de caraminholas?

- Por que você se inscreveu no reality?

- Itachi me inscreveu. Ai eu inscrevi ele de raiva. Ele usou a desculpinha que era pra eu esquecer a Rin. E eu quero ver se ele se apaixona.

 

Ah, parece que o critério seletivo não levou em conta os meus sentimentos.

 

“Ah Kushina, eu me inscrevi porque queria achar um amor...e achei”

 

Não, as verdades sofridas que eu escolhi viver...

 

- Você ficou triste?

- Parece que sou um desafio...

- Não, você me surpreendeu. E eu me vejo com alguém como você.

 

Dessa vez eu que o puxei. Esqueço de tudo quando estou perto de Obito. Por dentro fico feliz, quando está tudo bem. Ele não precisa falar nada, eu posso sentir que uma parte dele vai conseguir seguir em frente. Beijei-o, finalmente seríamos só nós, sem acompanhantes. Ele estava com cara de bobo, mas até assim ele é lindo. Se uma música pudesse descrever Obito, seria: “Ride or Die – The Knocks”

Levamos barraca, sacos de dormir, vinho, marshmallow e violão. Estava um vento frio da peste, mas Obito é quente como fogo. E foi assim, sem pressa, que começamos a trocar carícias, com beijo com gosto de vinho e olhares apaixonados.

Como é cheiroso...ele é todo perfeição...comecei a mordê-lo e a beijá-lo. Meu sangue estava fervendo e suas mãos quentes e fortes estavam a explorar todo o meu corpo.

 

- E esse corpo? Como pode ser tão gostoso?  - sussurrei em seu ouvido

- Sou todo seu. Quer abusar de mim?

NOOOOSSAAAA como quero!

- Quero muito...

 

Deixei-o sem roupas. Cada detalhe de seu corpo ficava mais lindo ainda sob a luz das chamas da fogueira, isso tornou o momento inesquecível, uma linda foto em minha mente.

O cheiro natural de Obito, da sua pele, era maravilhoso. Qual o poder que ele tem sobre mim?

Comecei a chupá-lo com desejo. Seus pelinhos curtinhos...ahhhhh que delícia de gramado baixo. As coxas fortes, os braços e a bundinha eram todos perfeitos de passar as mãos. Seu rosto tímido, mas com o olhar cheio de desejo, admiravam cada momento em que eu o chupava. O segredo é a vontade, pode ser que nem façamos nada novo ou mirabolante, mas quando o desejo pelo outro é intenso, até um papai-e-mamãe é delicioso.

Ficamos nos provocando nas preliminares, por uma hora. É muita tortura, mas eu curti cada momento. Sua boca a me beijar e a explorar cada parte do meu corpo, me deixavam cada vez mais excitada e louca para sentí-lo dentro de mim. Fiquei de bruços e ele veio morder a polpa da minha bunda, bem devagarinho. Colocou a camisinha e deitou por cima de mim, tirou meus cabelos para o lado e mordeu minha nuca. Arrebitei a bunda e era uma armadilha, seu pênis entrou inteirinho. Mordi seus dedos com força.

 

- Malvado!

- Arrebita pra mim, bem gostoso.

 

Ele meteu fundo, num ritmo tão gostoso, que eu senti a onda de prazer vindo e canalizando toda na minha bucetinha, que mordeu o pau dele todo. A hora que terminei de gozar, ele me virou de barriga para cima e entrelacei minhas pernas, prendendo-o bem perto de mim. Passou seus braços por baixo das minhas costas, e me travou com as mãos em meus ombros. Roçava a língua em meus seios e eu fazia entrar inteiro, e ele adorava o efeito que provocava em mim...Ah Obito!

Beijava-me com lascívia e mordia meu lábio inferior, e eu quando podia fazia o mesmo. Testas coladas, olhos nos olhos para não perder cada detalhe dessa noite. Ele começou a aumentar a intensidade, arranhei-o e deixei uma marquinha de chupão em seu pescoço enquanto ele gozava deliciosamente em mim. Ficamos peladões tomando um vinho, enquanto ele fumava um cigarrinho pós-coito e eu dava uns tragos.

No dia seguinte, fui lavar o rosto. Voltamos para a casa. Despedimo-nos com um beijo. Muita cilada investir em amar você, Obito?

Tomamos café, estávamos aguardando o sorteio da próxima semana. Os meninos pegaram números dentro da urna que Gaara trouxera. Quem pegasse o número 1 seria o meu noivo de hoje. 

 

 


Notas Finais


Opção 1: 1º Neji nii-san quer rosquinha 2º Hashigrama, 3º Yamachucado, 4º Itachi malia, 5º Kakashi e 6ºObito

Opção 2: 1º Yamato, para confundir de cara a cabeça da Ruiva Louca, 2ºKakashi, 3º Nejizim, 4º Obito, 5º Hashirama e 6º Itachi


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