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História Idas e vindas do amor - Girafa - Capítulo 24


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Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 24 - Por favor, não vá embora!


Tókio…

 

Como tudo estava nos conformes, Gizelly estava arrumando suas coisas para voltar ao Brasil e Daniel iria voltar com ela, os japoneses que eram réus do processo já estavam de volta ao Brasil facilitando a vida da advogada, após uma última reunião tudo estava no seu devido lugar. 

-Bom Daniel, foi um prazer trabalhar com você e espero que trabalhemos juntos no futuro._Disse Gizelly de forma gentil para o loiro que sorriu simpático. 

-Eu que tenho digo isso, você é um gênio da advocacia, parabéns pelo engajamento doutora Bicalho._Disse o loiro sorrindo indo abraçar a morena. 

Dentro do jato particular outros advogados japoneses estavam conversando entre eles e Gizelly aproveitou as 18 horas de vôo para dormir e descansar um pouco, comeu uma coisa ali e lá mais para enganar o estômago do que se encher. Daniel havia tomado um calmante e já estava dormindo. 

Chegando no Brasil ninguém foi liberado para sair do hotel, nem mesmo quem morava em São Paulo. Daniel subiu para o seu apartamento no hotel e Gizelly fez o mesmo. No dia seguinte todos iriam se encontrar no tribunal. 

Ligação on...

-Oi amor… Cheguei no Brasil._Disse Gizelly aproveitando para se espreguiçar na cama gigante do hotel.

-Ei vida, mas você não vem pra casa?_Perguntou Rafaella com saudade da advogada. 

-Eu até iria amor, mas tô cumprindo ordens dos superiores, acho que eles tem medo de um dos advogados serem comprados por ativistas (risos)._Gizelly brincou e Rafaella ficou preocupada pelo visto a situação era séria. 

-Nem brinca com isso amor do jeito que esse pessoal é bom de briga, se te pegam…

-Ué Rafaella eu sei me defender._Disse Gizelly séria fazendo a loira rir.

-Cê ia correr amor?_Perguntou Rafaella tirando onda com a namorada.

-Claro que sim, seria a primeira a correr._Respondeu Gizelly tão séria que fez Rafaella rir ainda mais da situação. 

-Ei amanhã eu tô em casa pra matar essa saudade que eu tô de você._Disse Gizelly fechando os olhos e imaginando beijar a boca de sua namorada. 

Ficaram quase duas horas em ligação até que Gizelly caiu no sono esquecendo de desligar o celular e Rafaella não desligou também ficou matando a saudade da respiração leve de sua namorada até que adormeceu também. 

No dia seguinte todos os engravatados esperavam por Gizelly no saguão do hotel. Daniel era o primeiro, ternos completamente alinhados e sapatos muito brilhante, pareciam mais um exército de colarinho branco. A advogada era a única mulher a comandar os sete homens, entraram nos carros que levariam para a audiência. 

Quando chegaram em frente ao tribunal, muitos ativistas estavam protestando e pedindo para que a empresa fossem embora do país, os advogados entraram juntamente com os réus e sem ao menos se pronunciarem com os jornalistas que tentavam a todo custo alguma coisa. 

A Globo estava acompanhando o processo mais de perto, conseguiu informações importantes que indicavam a queda da empresa em poucas horas, possivelmente seria condenados de primeira, mas ninguém sabia que Gizelly havia encontrado brecha no processo. 

O julgamento havia começado as acusações começaram primeiro, Gizelly pontuava a cada irrelevância da acusação contra seus clientes. Deixando visível que a advogada era muito astuta e inteligente nessa área.

Quando chegou o momento da defesa Gizelly explicava de forma que todos ali poderiam entender, que o Plano Diretor da cidade havia mudado recentemente e que se fosse analisado com mais calma a área onde era de preservação permanente passou a se tornar zona mista ou seja poderia ser implantado institutos, indústrias e residenciais, tinha sido uma falha da acusação. 

Com isso o juiz acatou toda defesa da advogada de defesa e com mais algumas horas após levantar muitas provas que comprovavam o que ela falava era realmente verdade a acusação se viral para o município, porque ele que havia aprovado tais mudanças no Plano Diretor de São Paulo. 

Logo o juiz decretou a inocência dos magnatas japoneses, dando causa ganha a advogada Gizelly Bicalho. Após saírem juntos os japoneses chamaram Gizelly até a sala de reunião do hotel onde pagaram em espécie os dois milhões de reais e ofereceram um contrato de serviços para empresa Arata por cinco anos, com salário de cento e vinte e cinco mil reais. 

Gizelly ficou sem acreditar até que Daniel afirmou a proposta para advogada, a morena ficou de retornar a proposta assim que possível, pegou o dinheiro e foi direto no banco com três seguranças aplicar em um local seguro. Assim que saiu do banco Gizelly ligou para Rafaella. 

-Amor tá repercutindo em tudo o que é canto esse caso, cuidado vida pessoal tá em cima de vocês._Disse Rafaella preocupada mesmo assim muito orgulhosa da namorada. 

-Eu sei amor, provavelmente eu vou precisar da um tempo de São Paulo._Disse Gizelly com medo dos ativistas mais agressivos, mas realmente a culpa não era dos japoneses eles não sabiam da mudança equivocada do plano diretor. 

-Amor vem pra casa, não fica vagando pelas ruas não tá perigoso._Disse a loira ainda preocupada com Gizelly. 

-Tudo bem, tô indo pra casa já._Disse Gizelly ainda em êxtase. 

No caminho para o apartamento de Gizelly um dos seguranças foi atingido por uma bala no ombro, logo em seguida começaram a serem alvos de tiros por todos os lados, não era possível saber de onde vinham Gizelly abaixou enquanto o motorista saia do local, quando afastaram do alvoroço Gizelly agradeceu a Deus, seu sangue estava quente e adrenalina lá em cima que ela não notou que o seu tórax estava sangrando. 

-Pelo amor de Deus Gizelly, você foi baleada._Disse Daniel assustado com o sangue. 

-Vamos pessoal, por favor, o mais depressa possível para o hospital._Pediu Daniel o segurança machucado pulou para o banco de trás ajudando a comprimir o sangue que estava saindo de Gizelly. 

Chegando no hospital os médicos foram chamados para as duas emergências. Gizelly havia ficado inconsciente e foi as pressas para a sala de cirurgia. O loiro pegou o celular da advogada e ligou para o número de emergência salvo que era justamente o número de sua namorada.

-Oi aqui é o Daniel, colega de trabalho da Senhorita Bicalho eu sinto informar, mas ela foi baleada e ela…

-O que? Como assim?_Perguntou Rafaella desesperada.

-Ela acabou de da entrada no hospital Ciro Libanês…

-Eu estou indo pra aí._Disse Rafaella desligando o celular.

Os médicos reanimaram Gizelly após duas paradas cardíacas. A advogada estava perdendo muito sangue e foi necessário algumas bolsas de sangue para controlar a hemorragia. Quando retiraram a bala do tórax da advogada tiveram uma grande luta pela vida da mesma, que não estava registindo ao ferimento. 

-Vai ser muito difícil ela conseguir sair dessa._Disse o cirurgião geral que estava esperando o corpo da advogada começar a responder. 

-Vamos pensar positivo._Disse Thelminha que participou da cirurgia como anestesista. 

-Carrega pra 200… Afasta… Carrega para 300… Afasta… Vamos moça reaja...

-Voltou… Voltou ela voltou… 

-Vamos preparar ela para entubar._Disse o cirurgião preocupado com a recuperação da advogada. 

Rafaella chegou no hospital procurando por sua namorada. Daniel tentou acalmar a namorada da sua colega. Mas a loira chorava copiosamente querendo ver a morena. Quando Thelma veio até eles a loira se jogou nos braços de sua amiga que tentou conforta-la o médico cirurgião teve a palavra. 

-A Gizelly está em estado grave, estamos esperando ela reagir nessas primeiras horas pra fazer uma análise do estado clínico dela, estamos torcendo pra que tudo de certo._Disse o cirurgião terminando e voltando ao trabalho. 

-Amiga ela não vai morrer né?_Perguntou Rafaella ainda chorando. 

-Rafa eu não sei te dizer, mas precisamos esperar e confiar._Disse Thlema abraçando Rafaella com todo o amor do mundo. 

-Vocês sabem o motivo do ataque?_Perguntou Rafaella aos motoristas.

-Eles não falam português… Aparentemente era confronto dos policiais com alguma facção criminosa e infelizmente cruzamos o caminho deles._Disse Daniel enxugando as lágrimas.

As horas se passavam e corpo de Gizelly não reagia, estava viva por máquinas. Rafaella não saia da capela do hospital, rezava o tempo todo esperando que Gizelly reagisse e voltasse para ela.

-Eu preciso de você... Não vá embora agora! Por favor, senhor eu preciso dela._Pediu Rafaella chorando enquanto fazia mais uma oração por Gizelly naquela noite. 

Dona Márcia chegou no hospital era quase meia noite, estava desesperada quando encontrou Rafaella perguntou pelo estado de saúde da filha que ainda estava na mesma. As duas ficaram horas e horas esperando por uma boa notícia, quando novamente Thelma surgiu para da mais uma notícia. 

-Gente, a Gizelly...

Continuação…


Notas Finais


Então né... Não podemos disperdiçar o momento criativo. Falta um capítulo.
Florence xoxo...


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