História Idas e vindas do amor - Capítulo 30


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Categorias Mc Hariel, Thomaz Costa
Tags Mc Hariel, Mc Pedrinho, Romance
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Palavras 1.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura. 📖

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 30 - Acerto de contas - parte três.


Anteriormente

- Se eu te conheço bem você vai querer se "vingar", o que você vai fazer? - perguntou com um sorriso maldoso nos lábios.

- Nossa Rakel, ele é seu irmão. Você não deveria apoiar uma revolta contra ele, que cruel. - fingi uma falsa surpresa. Mas de surpresa eu não tenho nada, Rakel é assim, se for uma pegadinha ou qualquer outra coisa do tipo, ela topa. Mesmo sendo com alguém da família. Se for o irmão, melhor ainda.

- Ah, ele merece. - falou não se importando muito. - fala ai, vai fazer o que? - sua voz continha animação. Apenas sorri.

- Bom, primeiro eu...

Agora

Contei tudo o que eu estava pensando em fazer pra ela, no começo ela achou que não daria certo, mas depois concordou que o plano era mais ou menos.

Assim que terminamos de ajeitar todos os detalhes do plano, fomos comer, comemos a primeira coisa que vimos pela frente. Parecia que não comemos a anos, mas não é verdade, só gostamos de comer, gostamos muito.

Ficamos ali mais um pouco, mas quando uma movimentação no corredor se fez presente, saímos da cozinha.

Fomos andando calmamente pelo corredor e logo chegamos na sala. Encontramos os meninos todos esparramados em cada canto da mesma, estava o maior falatório.

Nos juntamos a eles. E parece que nossa companhia foi bem aceita. Ficamos conversando por vários minutos. Ate um ser demoníaco me cutucar.

- Oi. - falei me virando. Me arrependendo no mesmo instante quando vi Rafael atrás de mim.

- A gente precisa conversar. Agora. - falou sério. Quase revirei os olhos, quase.

- Não pode ser depois? Agora to conversando com seus amigos. - falei sarcástica. Ele me olhou com raiva e me puxou pelo braço. Com força, mas não ao ponto de me machucar. Enquanto ele me arrastava para fora da sala, os olhares se prenderam em nos.

Eu comecei a me debater enquanto ele me puxava em direção a escada. Puxei meu braço com força e ele finalmente soltou.

- Que porra. Pra que isso? - perguntei com raiva. No meu braço havia ficado a marca certinha de seus dedos, vou ter problemas com isso.

- Pra gente conversar, você ta me ignorando a dias. - falou também com raiva. Ele estava visivelmente nervoso.

- Se eu to te ignorando é por que eu não quero conversar com você, se toca garoto. - falei com um tom mais alto na minha voz, ela exalava raiva. Ele me olhou magoado e ao mesmo tempo chocado. Mas não se deixou abalar.

- Você não quer conversar, mas a gente vai conversar, você querendo ou não. - ele se aproximou rápido e me jogou sobre seus ombros. Eu não acredito que ele fez isso.

- Me solta seu cachorro. - ele começou a subir as escadas, enquanto eu reclamava ele apenas fingia que não ouvia meus protestos.

Assim que chegamos no corredor dos quarto, eu comecei a bater em suas costas. Eu batia com a maior força que eu tinha, mas parece que ele não sentia nada. Bufei de raiva e me dei por vencida.

Ele andou mais um pouco e logo entramos em seu quarto, ele me jogou na cama com pouca delicadeza e foi fechar a porta, ele trancou a mesma e colocou a chave no bolso, logo em seguida se virando e me encarando.

- Você quer conversar? Vamos conversar. - falei tentando me acalmar. Ele já está me irritando. Muito.

- Eu quero saber por que você ta me evitando. - falou se sentando ao meu lado na cama.

- Sabe. - comecei com uma voz calma, calma ate demais. Bipolaridade em pessoa. - eu tava pensando outro dia e vi que isso não ta dando muito certo. - ele prestava a maior atenção em cada palavra que saia da minha boca, encarando diretamente ela. Revirei os olhos.

- O que não ta dando certo? - perguntou confuso. Como eu não percebi antes que esse garoto é tão irritante? Que irritante.

- Essa merda que a gente chama de namoro. Não da mais. Chega. Acabou. - falei finalmente perdendo a pose. Me levantei e fui pra cima dele na intenção de pegar a chave. Ele foi mais rápido e segurou meus braços em frente ao corpo.

- Que história é essa? Logico que ta dando certo. - falou se levantando e ficando mais próximo de mim. - se não tivesse dando, a gente já teria terminado. E não iriamos completar sete meses juntos.

- Que seja. Mas não da mais. - falei e tentei me soltar, mas mais uma vez ele apertou meus braços. Será que ate hoje ele ainda não entendeu que minha pele é sensível? Se marca fácil? - da pra me soltar? Meu braço ta doendo. - falei tentando me soltar mais uma vez. Mas novamente ele não soltou. Apenas afrouxou o aperto.

- Por que não da mais? A gente tava tao bem juntos. - falou fazendo cara de cachorrinho sem dono. Fofo. Mas cretino.

- Tava tão bem mesmo. Você ate me traiu, não é mesmo? - falei irônica. Ele me soltou e me olhou como se não acreditasse no que eu estava falando.

-Ta louca? Eu não te trai. - falou ofendido. Quem vê pensa que esta falando a verdade. Ele já pode ser ator. Atua muito bem.

- Ah não? Então que porra é essa? - falei pegando meu celular do bolso do short e desbloqueando o mesmo. Fui ate minha galeria e procurei as fotos dele e aquele monte de puta. Assim que achei entreguei meu celular pra ele, o mesmo olhou as fotos incrédulo, estava na cara dele que ele não esperava ver aquelas fotos. - Agora me diz, traiu ou não? Ou vai me dizer que esse garoto ai é seu irmão gêmeo, por que se for isso fala logo, quero conhecer meu cunhadinho. - minha voz demonstrava sarcasmo em cada letra que saia da minha boca.

- Onde você arrumou essas fotos? - perguntou depois de um tempo em silêncio. Apenas o olhei com superioridade.

- Existe gente que não queria que eu ficasse fazendo papel de corna. Eu agradeço essa pessoa, ela me mostrou a merda que eu tava fazendo da minha vida. - ele me olhava nos olhos a cada palavra dita. Por um momento fiquei com receio de falar isso, por um momento eu vi a dor e o arrependimento nos olhos dele. Mas vida que segue.

Desde o inicio do nosso namoro, eu falei pra ele que a única coisa que eu não iria aceitar era traição. Porque eu odeio traição, de qualquer tipo. Se ele traiu, agora que aguente as consequências.

- Olha, tudo tem uma explicação. Eu tava bêbado. Não sabia o que tava fazendo. - falou se aproximando dois passos nos deixando cara a cara, ele se aproxima dois, eu me afasto três.

- Ah claro. Sempre é culpa da bebida. Amor, eu já usei muito essa desculpa. Então você não vai conseguir me convencer com ela. - ele ia se aproximando cada vez mais, e eu só me afastando.

- Não é desculpa, é verdade. Acredita em mim, por favor. - a cara de cachorrinho sem dono não abandonava seu rosto que estava cada vez mais próximo do meu. Fui me afastando tanto, que acabei encostando minhas costas na porta. Entrei em panico, e ele continuou se aproximando ate estar com seu corpo grudado ao meu. Sua respiração se misturava com a minha.

- Ah, verdade. Então ta. Acredito em você. - falei e ele abriu um sorriso imenso. Ele se aproximou mais e tentou selar meus lábios. Mas, fui mais rápida. Virei meus rosto e sai de seus braços.

Ele se virou me encarando confuso. Apenas dei um sorriso irônico para ele.

- Eu acredito em você. Mas a gente já era. - me aproximei de novo e com agilidade, coloquei minha mão no bolso da sua bermuda e tirei a chave.

- Até mais tarde amor. - falei irônica roubando um selinho dele. Ele me olhou sem reação e eu abri a porta saindo do quarto.

Assim que eu cheguei na sala com um sorriso vitorioso no rosto, Rakel me olhou como se eu fosse uma demente. Mas fazer o que, estou feliz. Ate demais.

Depois desse espetáculo mensurável, me juntei novamente a conversa.

Estávamos falando sobre como perdemos o BV. As historias que eles contavam, eram as melhores. Uma mais engraçada do que a outra.

- Bom, eu perdi meu BV com nove anos. - começou Fernando. Os outros já tinham contado suas histórias, faltava apenas ele. E nessa altura eu já estava mais vermelha que uma pimenta, só de rir. - quando a menina colocou a lingua na minha boca, eu achei nojento. O pior foi quando ela colocou a língua na minha garganta, mano, eu quase morri. E ainda por cima ficaram me zuando, falando que eu beijava mau. Aquilo pra mim não foi um beijo, quase foi um assassinato, isso sim. - ele terminou fazendo uma cara de terror.

- Eu te entendo. - falei compreensiva. Ele me olhou com carinha triste e abriu os braços pedindo um abraço. Aquela carinha foi muito fofa. E eu não resisto, abraço aquela coisa fofa. A gente pode ate ter tido nossas desavenças, mas agora esta tudo numa boa.

- Mau terminou comigo e já ta se agarrando com meu melhor amigo. Que bonito. - nem percebi que o Rafael tinha chegado na sala, assim que ouvi a voz dele, me separei do Fernando lentamente. Olhei pra cara do Rafael e seus olhos estavam vermelhos, assim como seu nariz, acho que alguem andou chorando. Que se foda.

- Ninguém ta se agarrando, é só um abraço. E também, se fosse não seria da sua conta. - falei enquanto me sentava ao lado da Rakel novamente. Ele apenas me olhou e saiu batendo pé em direção a cozinha. Revirei os olhos e me deitei no sofá, colocando minha cabeça no colo da Rakel. Eles voltaram a conversar como se nada tivesse acontecido, e eu achei melhor assim.

Enquanto estava deitada no colo da Rakel, fiquei aproveitando seus carinhos em meu cabelo. Estava maravilhoso. Um tempo depois os meninos foram embora, ficando somente o Fernando.


Notas Finais


Oi amores, então, era pro capítulo ter saido semana passada como falei, mas deu um problema aqui e por conta da chuva, sinal de internet nem existia.

Masssss, agora é certeza, ate o final da semana tem mais um capitulo, se o capitulo não sair na sexta, sai no sábado.

Esse capitulo na minha opinião esta ruim, mas foi isso que eu consegui fazer. Desculpa se ficou ruim.

Tchau amores. ,😘😘😍😘


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