História Idol- Uma prisão sem muros - Capítulo 149


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jimin, Romance, Sequestro
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Palavras 4.878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 149 - Lar nas sombras


Fanfic / Fanfiction Idol- Uma prisão sem muros - Capítulo 149 - Lar nas sombras

S/n on

Sabe qual é... a maior... DESGRAÇA que pode acontecer com quem quer permanecer nas sombras?

 É...se você pensou em gripe você acertou!

 Mas sabe o qual é o pior lugar que existe no mundo para uma pessoa se esconder estando assim? Cof! Cof! Pois é... você acertou em cheio. 

A MERDA DE FORRO DE GESSO! Cof! Cof! 

 

3 horas antes da gripe...

 

A viagem foi um completa porcaria! Oito horas de vôo e não tinha mais dinheiro nem para comprar um salgado ou pagar táxi para chegar em “casa.” Gastei exatamente 5.152,62 AED (R$:4.642,00) e ainda tive que vender meu arco dentro do aeroporto para completar a passagem por que o dinheiro que tinha me sobrado era insuficiente.  Andei quase três horas a pé com as costelas me matando de dor, mas não tinha nem como comprar a porcaria de um remédio! 

Mendigando em Seul... é, acho que este seria um bom título de viagem para colocar em um álbum se eu tivesse tirado alguma foto. Rs... acho que no meio dessa viagem perdi no caminho até a minha alma de tão... acabada que estou! Preciso de água, preciso de cuidados, preciso de um banho, preciso de comida, preciso da minha família...

Vendo minha casa ao longe ao lado da mansão dos meus maravilhosos vizinhos, coloco o capuz um por pouco mais a frente do rosto baixando a cabeça erguendo minha máscara mais acima.

Apesar de está morta de cansada, não fazia parte do meu plano entrar na casa como a dona. Então para todos os efeitos, para os meus inimigos eu ainda tinha chegado. Ninguém comemoraria o meu retorno, ninguém mudaria de rotina porque voltei. Tudo continuaria da mesma forma de sempre com exceção de uma coisa, agora a colete protegeria nas sombras.

Dando a volta no quarteirão, começo a pula o muro de casa em casa até chegar na minha destelhando parte do meu telhado para entrar pelo forro, entrando na casa pela abertura de gesso que tinha dentro da lavanderia.

A casa estava silenciosa, mas o cheiro de comida praticamente me obrigou a ir até a cozinha procurar pelo que tanto cheirava. Com muito cuidado ando pela sala colocando a cabeça no canto da porta da cozinha vendo uma forma de carne exalar seu cheiro torturando minha alma que antes pensava ter perdido.

S/n- Ah...Deus existe...                              O assado ainda estava morno o que me fez entender que havia alguém aqui. Será  se um dos meninos está cuidando da casa? Parece costela bovina a coreana...

S/n- Mas que cheiro bom... será se deveria tentar revê-los primeiro?        

Grrrrrrr! Grrrrrrr!

 Ah, que se dane a saudade, eu estou com fome e essa casa é minha! Como nela o que me der vontade e quando der vontade! Eles  são ricos, me deram essa casa podem muito bem pedir outra carne tão gostosa quanto essa pelo ifood.

Coloco um pedaço de costela na boca e praticamente pude ouvir os fogos de artifício ao mastigar tamanha suculência e macieis. Não sei qual deles fez está maravilha, mas já pode abrir um restaurante, por que isso aqui esta impecável!

Praticamente colocando os dois pés em cima da mesa devorando a carne como um animal, tomando direto do gargalo uns goles de vinho para me ajudar a engolir a exagerada quantidade de comida que estava pondo na boca. Pensei que meu retorno para casa teria sido triste e ainda mais torturante que o caminho do aeroporto até aqui, mas não, tinha um banquete a minha espera. Carne assada, vinho, arroz, salada... será se eles fizeram sobremesa também?

Largo a forma quase vazia de carne em cima da mesa e vou até a geladeira encontrando uma bandeja adaptada para fondue com variedades de caldas que iam do chocolate até o simples mel, com uma abertura no centro cheio de morangos inteiros e bananas cortadas ao meio. 

S/n- Uau... isso é bem romântico se olhar do ponto de vista de uma mulher...                    Olho para comparar o conteúdo da mesa com a opção de sobremesa na geladeira, sendo ajudada desta vez pela luz da porta aberta, vendo um detalhe a mais muito suspeito.

Costela assada, arroz, salada, vinho, fondue... e velas... velas meus queridos? Na minha casa? Quem faria um jantar e traria alguém pra comer na minha casa...?

Rapidamente me vem a memória a forma como Jimin me pediu em namoro. Cinema, fazer amor, banho... e comida, comida da boa.  Será se o meu Jimin estava fazendo isso pra outra garota? Por que se estiver com certeza ele melhorou bastante o plano original e o deixou ainda mais sexy...

Há, mas que bosta é essa que eu estou pensando? É o meu homem! Não tem que fazer comida pra fêmea nenhuma não!

HAAAAÁAAAAAAAAPARK INFIEEEEEEL!!!!

Tiro a bandeja para fora da geladeira e começo a comer tudo que dou conta e um pouco mais até que eles cheguem em casa e encontrem a bagunça que eu fiz. 

S/n- Hahaha otários, vão comer fondue na puta que pariu agora!                                   Deixo a bandeja quase vazia em cima da mesa, e saio da cozinha indo em direção ao banheiro fazendo todas as minhas necessidades me sentindo muito tentada a não dá a descarga só de raiva, mas mudo de ideia ao lembrar que tenho que continuar anônima e deixar meu "DNA" assim de graça seria burrice. 

Terminando de tomar o meu merecido banho, vou até a pia para escovar os meu dentes encontrando três escovas, a minha, uma rosa e outra azul.

Azul...e uma rosa...

O filho de uma mãe está morando aqui com outra mulher???!!

S/n- Há... rsrs há... mas que fofo... que gracinha... que atitude mas romântica, mais... suicida seu IMBECIL!!!                        Pego a escova dele e dou uma bela de uma molhada no vaso a usando para escovar um pouco suas laterais a colocando no lugar de volta. É isso ai, se vai beijar outra pessoa Park infiel, vai fazer isso com a boca de privada, podia ter passado ela no meu "DNA" só pra você sentir o sabor da traição, mas não, eu sou uma mulher de classe!

Continuo a escovar com raiva olhando para os meus hematomas no espelho. Vendo a lateral da minha costela completamente roxa assim como uma escoriação no canto da minha testa que se estendia até a parte de dentro do cabelo. 

S/n- É corna, você está só o bagaço!                                 Coloco minha escova no lugar enxugando meus cabelos levando comigo a roupa suja para a lavanderia, colocando na opção rápida para que possa vesti-la novamente. Saindo de lá volto para a sala ainda nua já que não iria mexer nas minhas roupas lá em cima, vendo um micro vestido jogado ao pé da escada colorida seguida de uma camisa... cinto da Gucci... E uma calcinha.

UMA CALCINHA E UM CINTO DA GUCCI EU NÃO ACREDITO PARK INFIEEEEEEEL!!!

Nua? Foda-se!

Proteção nas sombras? Foda-se!

Ele pensa que você o abandonou? FODA-SE AINDA MAIS!!! 

NÃO TINHA QUE VIR NA MINHA CASA PRA COMER VADIA NENHUMA!!! 

Subo as escadas já ouvindo do meio dela as respirações altas e os gemidos femininos que em breve transformariam em gritos, andando com passos tão pesados que só não foram ouvidos por causa da puta.

 Doida ciumenta? Não, acho que estou mais pra “Cary a estranha” procurando por sangue de porca pra me banhar!

Oh... Park infiel você chifrou a pessoa errada...

Paro na frente dos dois últimos quartos tentando descobrir de onde vinham toda aquela palhaçada, o quarto vermelho ou meu quarto? Ele não teria coragem de sujar nossas lembranças a levando para o vermelho, teria? 

Há sua otaria, é claro que teria, não viu as escovas de dentes??? Ele já tem outra oh satanás loiro! 

Abro a porta devagar do quarto vermelho colocando minha cabeça no canto, olhando em todas as direções vendo que o lugar estava da mesma forma que o deixei e completamente vazio.

S/n-Ok, ao menos não foi aqui que o encontrei me traindo.                                Fecho a porta ainda mais devagar para não fazer barulho, passando a mão para o outro trinco o abrindo com muita sutileza coloco a cabeça no canto da porta vendo uma loira de cabelo longo bem corpuda  quicar em cima dele. Caramba... ela é boa...

Aff, cala a boca sua corna, não tá vendo que esse maldito tá te chifrando com ela???  

Entrando agora mais seria, focada dentro do quarto me abaixo no chão andando de quatro para mais perto deles.

-Isso... Sim! Sim!                            Ham?? Levanto a cabeça levemente por cima da cama assustada com a voz que ouvi. Carla...?  O maldito está me traindo com a minha amiga??? Que porra é essa??? Da Hope word ela quis dá um passeio no meu Park??? A sua piranha traidora de quinta categoria...                                   Vendo um brilho estranho na testa suada dela como um pontinho vermelho, olho na direção da janela vendo uma pequena brecha afastada da cortina. Ow, merda... um sniper!

S/n- NÃO!!!!                          Saltando da lateral da cama pulo pra cima dela caindo as duas para o outro lado da cama a vendo ficar aterrorizada sem saber o que lhe atingiu, enquanto saio de cima dela para fechar a cortina virando para encarar os contornos de sombras do quarto semi escuro.

Carla- Socorro, Socorro, Socorro! 

-Carla o que foi isso?                            A luz do abajur acende iluminando nós três e ambos deixamos o queixo cair em choque.

S/n- Jeon...Jung? 

Carla- S/n...?

Jeon Jung- Colete?  Colete nua?                      Ficando ainda mais boquiaberta levo as mãos a frente do corpo tentando me cobrir de vergonha e espanto.

Carla- Você... você voltou! Sua empata foda cretina, você voltou!      Hahahaha                             Ela pula em mim abraçando o meu corpo dando leves pulos com os seios no meu rosto e fecho os olhos em desconforto.

S/n- É, eu voltei... sinto muito ter atrapalhado, não sabia que eram vocês... 

Carla- Há tudo bem, fica tranquila!

Jeon Jung- Olha Colete, estou muito feliz que tenha voltado, mas... O meu pau tá ficando ainda mais dolorido por ver vocês assim juntas, então Carla... por favor... volta pra cama amor.

S/n- Amor?  Carla, como isso aconteceu?               Aponto com a cabeça na direção no pelado Jeon hyung e a mesma sorrir nervosa.

-E o sonho na Hope word? 

Carla- Olha S/n, é difícil explicar, mas... eu me apaixonei pelo Jeon Jung a primeira vista! 

Jeon Jung- Olha meninas eu realmente não me importo em ser assistido, então se a S/n quiser conversar enquanto eu termino com a Carla ou até mesmo se quiser se juntar...

S/n- Não! 

Carla- Eu não me importo amiga, se quiser?                Quê???  Sorrio nervosa para ela dando alguns passos para trás em direção a porta e nego com a cabeça. 

S/n- Olha vocês dois juntos são um pecado para os meus olhos, mas eu prefiro ficar longe! Ok?   

Carla- Ok...                              Bato a porta do quarto quase caindo para trás tropeçando nas minhas próprias pernas de tão chocada que estava com o que vi. Carla está morando na minha casa, Carla está namorando o irmão do Jeongkook que pelo visto tem a mesma cabeça pervertida que o magnê. 

Quais são as chances da Carla ter desistido de um Jung Hoseok por um Jeon Jung Hyung?  Isso é loucura... Será se Jungkook sabe do namoro do irmão? Há quem se importa...

S/n- Ow, droga! Eu comi o jantar romântico deles...                          Desço as escadas quase correndo indo em direção a lavanderia pegar minha roupa que já estava mais ou menos seca, a vestido do jeito que estava. Não iria ficar pelada com dois maníacos sexuais ainda mais com um sniper vigiando a casa. 

S/n- Minha nossa... tem um sniper vigiando a casa!!!                     Me caindo a fixa finalmente do que tinha acontecido naquele quarto, saio para a sala abrindo levemente a janela para olhar nos prédios ao redor a procurar de alguma dica.

S/n-Se eu quisesse mata-los onde exatamente eu me esconderia...? 

Ainda era cedo... as oito da noite é realmente muito difícil procurar uma luz em especial no meio de tantos andares. Sabia que estavam no prédio da frente por causa do ângulo em que a janela do quarto estava, e sabia que não estavam muito altos também ou não conseguiriam enxergar a Carla lá dentro. Eles devem está do oitavo andar até no máximo o quarto. Menos do que isso poderiam ser vistos pela janela com um rifle...

S/n- Ok, S/n se concentra... se uma pessoa extra aparece no quarto fechando a janela tapando a sua visão o que significa?

-Você quer mais privacidade ou simplesmente suspeita da luz da janela.

Olho atentamente para as janelas no prédio vendo um padrão sendo formado ali. Se alguém suspeita de um atirador sempre procuramos enxerga-los na janelas, mas a Savekovisk não erra... as luzes devem está apagadas. E por coincidência só á uma janela no raio que limitei...

S/n- Te achei!                                           Saindo de perto da janela corro até a cozinha pegando duas facas, correndo para a lavanderia subindo em cima máquina de lavar para entrar para dentro do forro. A parte do teto que saia era mais rebaixada que a parte da frente da casa, o que servia de proteção para que não me enxergasse do ângulo em que a janela do predio estava. 

Pulando o ultimo muro, dou a volta correndo em dois quarteirões me sentindo agradecida por está tão frio. As nuvens no céu estavam mais vermelhas e ao algumas vezes os clarões dos trovões iluminavam o contorno do céu. Logo choveria.

Dando a volta pulo o muro do condomínio pela parte traseira ao do prédio que entraria levantando meu capuz para me juntar as pessoas que brincavam com seus filhos ou jogavam papo fora entre adolescentes, andando com naturalidade entre eles adentrando o elevador do bloco 1, para o sexto andar. 

Baixei a cabeça para não ter minha identidade reconhecida pelas câmeras, adentrando as mãos no bolso da calça para que nem mesmo a minha cor de pele fosse vista. A porta se abre e saio fora dela olhando nos cantos das paredes procurando por câmeras que percebi não existir.

S/n- Perfeito...                                 Neste andar tem quatro portas e três chances de errar. Preciso ser convincente porque está na cara que eles não abriram a porta se descobrirem que eu sou a número 01. Paro em frente a porta do 402 e baixo a cabeça puxando ainda mais o meu capuz pra frente do rosto checando a posição da minha máscara pra que apenas os meus olhos fossem vistos. 

Toc! Toc! 

A luz por debaixo da porta se iluminar me mostrando que estavam olhando no olho mágico, então cruzo as mãos na frente do peito balançando o corpo como se estivesse irritada.

S/n- OPPA! OPPA! PORQUE NÃO RESPONDE MINHAS MENSAGENS??? OPPAAAAA! 

-Moça ele não mora aqui não!                     Uma voz impaciente feminina sai por detrás da porta, e faço um joinha com a mão para o olho mágico antes de passar para a próxima. 

S/n-Porta 404...     

Toc! Toc! 

-Quem é? 

S/n- Foi engano!                                    Como o coreano dele foi pronunciado sem sotaque e não tinha nenhum estrangeiro na Savekovisk tão bom assim por lá com exceção do Tony e Júlia, apenas passo para a próxima porta, a 403.

S/n- OPPAAAAAAA! QUEM ERA AQUELA MENINA QUE CURTIU SUA FOTO??? 

TOC! TOC! 

S/n- OPPAAAAAAAA! 

-OLHA AQUI SUA MALUCA EU TENHO FILHO PEQUENO ENTÃO PARA DE BATER NA MINHA PORTA OU VOU CHAMAR A SEGURANÇA! 

S/n- Mianhae!                                    Me desculpo saindo de perto da porta tirando minhas duas facas da cintura já que tinha errado as minhas três chances, parando agora de frente para o 401. 

Toc! Toc! 

- Não é aqui moça, vá embora!                    

PAR!                                 Arrebento o trinco da porta na pesada derrubando o cretino que veio me atender, arremessando a faca no pescoço do sniper sentado na janela voltando a bater com a porta varias vezes contra a cabeça do que tinha apenas derrubado.  

Tento evitado a ameaça inicial fecho a porta atrás de mim, abaixando-me no chão para cortar a garganta do caído enquanto o outro dança de um lado para o outro tentando parar o sangramento atrás do pescoço, e passo por ele também terminado meu trabalho lhe cortando a garganta para que morra calado. 

-Moça tá tudo bem aí dentro?                      Um vizinho pergunta do outro lado da porta e logo o caído começa a bater contra ela gemendo sem conseguir gritar por socorro.

-Moça eu vou entrar...

S/n- ISSO! VAI OPPA! MAIS RÁPIDO VAI!              Coloco a mão na boca prendendo o riso da expressão do quase morto e vejo a sombra sair por debaixo da porta já obteve sua explicação para o barulho que estava fazendo.

S/n- AI OPPA VOCÊ É TÃO GRANDE HAAAA!             Debocho tirando o homem da porta o puxando pelos cabelos para joga-lo junto ao outro que também já estava quase morrendo, mas levando a mão a arma da cintura com um olhar de ódio pra mim.

Tiro sua arma a jogando para longe e volto a ignora-lo ficando curiosa sobre o que ele estava vendo. Coloco-me em seu lugar percebendo que a mira estava apontada para a janela do quarto do Jimin. Eles iam mata-lo... os desgraçados iriam matar o Jimin!!! 

Me mantenho olhando pela luneta do rifle vendo a porta do quarto abrir e Tae entrar com Jimin com expressões que eram de pura tristeza aumentando ainda mais a minha raiva por esses...

-Olha só, não é que o senhor zero não estava certo...?                               Uma faca é posta sobre minha garganta e então levanto as mãos para o alto largando no chão a faca. 

-DE PÉ VADIA!!!                                          Ele fala alto puxando meus cabelos pra cima com força, quase me derrubando da cadeira me forçando a ficar de pé a sua frente.

S/n- Juro pra você imbecil, que foi um erro vir brigar comigo sozinho!                              Ele ergue o rosto serrando os olhos na minha direção, e larga a faca no chão em desprezo pela minha ameaça se colocando em posição com um sorriso idiota no rosto. Outro novato? 

S/n- Se é assim que deseja...                                Abaixo minhas mãos me sentando no chão com uma pose confortavel dando um bocejo forçado o debochando de volta.

-Rs, vadia!                                                 Fechando as mãos em vem pra cima de mim tentando me chutar recebendo um outro ainda mais forte deslocando o seu joelho levemente, o fazendo cair no chão por cima do meu corpo.

-Morre sua puta...                             Ele diz antes de ser acertado com um soco na boca repetido por dois rápidos na garganta que passam de raspão do ponto certo que deveria pegar, e o mesmo reage fechando as pernas ao meu redor prendendo-me no chão de baixo dele . A cada movimento que tento fazer para afaga-lo ele aumenta ainda mais sua força me fazendo soltar alguns gemidos por seu aperto nas minhas costelas doloridas ficando visivelmente chorosa e irritada. 

Percebendo minha lesão ele me aperta ainda mais enquando bato quando o seu peito tentando alcançar me seu rosto novamente ficando desesperada, pois se continuasse daquela forma ele iria acabar quebrando uma das minhas costelas perfurando algum órgão interno me fazendo sagrar até morrer. 

Eu estava ficando sem forças... mas pra ele isso teria que ficar muito visível pra que baixasse a guarda. Então afim de ganhar um pouco de tempo vou diminuindo aos poucos a força nos meus ataques, ficando cada vez mais mole vendo seus olhos de psicopatas ganharem um brilho de vitoria por está desfalecendo assim tão rapido com apenas um apertar de pernas.

-Esperava mais de uma luta com a número 01... Parece que sua fuga te custou caro não foi...?                                          Ele da mais uma apertada sobre as costelas doloridas, e fecho os olhos por alguns segundos me permitindo soltar algumas lágrimas de desistência enquanto ele mantém a força como está.

-Sabe qual a minha missão Sra. Zukovisk?

-Devo dar ao Romeu e a Julieta um final digno de Shakespeare...                          Os olhos dele vagam um pouco pelo meu rosto choroso parando sobre meus seios cobertos pelo tecido grosso do meu uniforme, ficando ali por alguns segundos para vir segurar minhas mãos a cima da minha cabeça, enquanto me olha com uma expressão confusa. 

Minha respiração sai dolorida me dando sabor de sangue na língua toda vez que tento puxar meu curto fôlego. É uma questão de espera... ele é um filhote de leão na minha frente, não pode matar sem antes brincar com a comida. E estava na cara a forma que ele queria brincar.

-Acho que está na hora de descobrir por que o chefe era tão louco por você... 

Em um descuido ele leva a mão para o zíper da calça e me livro de seu aperto puxando seu pescoço para mim lhe dando uma cabeçada forte, acertando um soco certeiro sobre sua garganta e outro em seu ponto de pressão no canto do maxilar o derrubando de cima de mim levantando do chão, mas ainda com dificuldade.

S/n- Ia me estuprar maldito...?                      O olho de cima o vendo colocar as mãos sobre a garganta agora funda tentando voltar a respirar, e nego com a cabeça de puro ódio.

S/n- Que saber porquê eu sou a número 01, oppa...? Quer descobrir porque Tony era louco por mim? Ainda quer me bater? Então bate... vamos! Bate oppa!                                 O chuto levemente na perna e o mesmo começa a ficar roxo com as veias inchadas com a falta de ar o tensionando. Ele iria morrer... de qualquer forma ele iria morrer, mas as cenas do Tony tomando o meu corpo naquele notebook não paravam de se repetir na minha cabeça, o áudio, o meu sorriso a ele a nossa entrega... eu estava cheia de ódio deles. Eu já estava cheia!

PAR!                                        O acerto com um chute na cabeça o vendo sangrar agora pelo nariz e sorrio contente por isso.

S/n- ISSO BATE ASSIM OPPA!                     

PAR!          PAR!                                   Continuo a chutar sua cabeça cheia de raiva e satisfação fazendo dos meus gritos de “sexo" o meu brado de dor. O meu brado de redenção.

S/N- VAI, MAIS FORTE OPPA! 

PAR! PAR! PAR! 

S/N- ME ARREPENTA COM ESSE PAU AH! 

PAR! PAR! PAR! 

S/N- VOCÊ É TÃO...BOM!                  Digo com nojo na ultima palavra, contemplando a massa que o homem se tornou. 

Tiro dos três mortos, armas, facas, pentes, pontos de ouvido, celulares. Qualquer coisa que pudesse identifica-los, tirando também o rifle enorme da janela o jogando nos arbustos lá embaixo para que não me vissem sair daqui armada. As pequenas davam para serem guardadas na calça normalmente por causa da minha capa, mas um rifle não passaria por despercebido. 

Indo até a cozinha pego de lá um isqueiro com algumas latas de cerveja, as abrindo colocando o conteúdo delas sobre os mortos as jogando no chão ao lado deles, abrindo outra jogo por cima da cadeira a deixando cair sujando tudo para por fim, começar a colocar fogo na barra da calça de cada um até o fogo começar a pegar sem sinal de que iria apagar.

Coloco o isqueiro no bolso e saio do apartamento encontrando alguns vizinhos do lado de fora com uma expressão maliciosa, ficando parentemente chocados e maravilhadoa ver andar até o elevador de forma estranha. 

- Foi bom?

S/n- Sim, o oppa foi de matar...                           Respondo a provocação antes do elevador se fechar colocando as mãos nos bolsos obedecendo minhas regras de descrição para as câmaras presentes.

Ainda incomodada com a dor nas costelas desço do elevador tentando agir o mais naturalmente que consigo, vendo algumas pessoas olharem pra cima vendo o iluminar do apartamento 401 que agora ardia em chamas. 

Aos poucos elas se espalham voltando aos seus apartamentos provavelmente preocupados em salvar alguma coisa antes que o fogo se espalhadas mais, me dando tempo de pegar o rifle dos arbustos para voltar pra casa sem ser vista pelos civis.

Não foi uma tarefa pular os muros das casas como fiz da última vez, pois além de está mais pesada estava muito dolorida e com movimentos bem limitados para agir como se não sentisse dor. 

Deixo minhas armas por dentro do forro pegando apenas duas pistolas para ficar comigo para entrar em casa novamente. Entrando na cozinha vejo Carla e Jeon Jung Hyung comerem o resto da comida que sobrou com uma expressão estranha ao perceberem a minha presença.

S/n- Oi... desculpe, eu não sabia que estavam morando aqui então comi além da conta. Sinto muito ter estragado o jantar.                   Digo tentando parecer o mais tranquila possível embora meus sentidos ainda me apontasse para atacar.

Jeon Jung- Você está bem? Parece com dor...

S/n- Rs, só um pouco de cólica, nada demais... Rs.

Carla- Ok, mas senta um pouco garota, senti sua falta!                                        Ela diz com um sorriso no rosto de tranquilidade e sorrio fraco pra ela, passando por eles deixando um beijo na cabeça dos dois parando perto da pia para lhes falar com seriedade.

S/n- Preciso que façam uma coisa pra mim! 

Carla- Mal chegou e já quer pedir favores sumida ingrata! 

S/n- Rs, eu sei, é estranho isso, mas preciso que confiem em mim. Tenho meus motivos pra ficar escondida e quero que continue assim por um tempo...

Carla- Ficou doida garota???  Aqueles caras estão chateados e mortos de saudades de você, sem contar no Jimin que não diz uma palavra desde que fugiu daquele aeroporto. Sério garota, eles precisam de você! 

Jeon Jung- É verdade, nunca vi o meu irmão tão traumatizado na vida. Se puder ajudar eles nem que seja um pouco eu lhe agradeceria.

S/n- Olha Jeon, eu sei que você está preocupado, na verdade vocês os dois estão, mas eu preciso por uma questão de vida ou morte continuar nas sombras ou a situação deles vai piorar ainda mais!               Digo mais que devia e acabo ficando tensa ao perceber o olhar de desconfiança que o mais velho me deu.

Jeon Jung- Eu sou policial S/n, se tiver alguém lhe ameaçando ou ameaçando os garotos eu quero que me diga agora!                                Ele diz com uma expressão seria engolindo um pedaço de morango e nego levemente com a cabeça, lhe dando um sorriso gentil querendo aliviar o clima pesado que causei.

S/n- Obrigada Jeon, aprecio seu gesto, mas... eu só quero ficar só durante um tempo. Meu término com o Jimin não foi nada fácil...

Jeon Jung- TERMINO??? VOCÊ NAMORAVA O JIMIN?? O JIMIN-SHI??? O AMIGO DO MEU IRMÃOZINHO MENOR???                   Ele diz alto em espanto e olho para Carla que sorrir levemente me confirmando que ela guardou meu segredo até mesmo do namorado. 

S/n- Sério que não contou? 

Carla- E eu podia? Rsrsrs, o namoro de vocês é só da sua conta, e ... se não quiser ver ele agora eu respeito isso. Não concordo, não vejo lógica, mas é a sua vida, e nela eu não me meto. E nem você seu gostoso!                                           Ela faz um movimento com a mão por debaixo da mesa e desvio o olhar ficando confusa se ficava emocionada ou incomodada com a intimidade deles na minha frente.

S/n- Obrigada Carla...            

Jeon Jung- O Jimin-shi já teve namorada... quem diria, tão jovem...                                   Ele continua a se lamentar com um certo bico nos lábios e Carla o faz morrer com um beijo voltando a se sentar no colo dele, e faço uma careta por ver que eles vão recomeçar a putaria de novo. 

S/n- Eh... Carla? Eu... vou sair tá? Vou passar a noite fora. 

-Carla? 

Carla- SAI LOGO DAQUI!!!                             Ela fala alto virando o rosto para mim jogando um pedaço de banana no meu rosto, e sorrio deles abrindo o armário pegando um pacotinho de cereal de arroz saindo da cozinha para lhes dar privacidade. Volto para a abertura no gesso para sair de casa colocando as telhas no lugar caso começasse a chover como imaginava que aconteceria.

Ficando em cima do telhado percebo que dá muito bem para ir para a casa dos meninos apenas pulado de um telhado para outro se tomar uma certa impulsão.

Pulando me levanto segurando minha caixinha junto ao corpo procurando um bom lugar para me sentar até ouvir uma música bem baixinha sair de dentro da casa me fazendo parar.  Escuto algumas vozes conhecidas de dentro da casa e me decido por fazer minha vigília ali mesmo, bem em cima do quarto do Jimin, abrindo o meu pacotinho de cereais começando a comer fechando os olhos para aproveita a bonita melódia.

Porque eles dizem que lar é onde seu coração está inalterável

É onde você vai quando está sozinho

É onde você vai para descansar seus ossos

Não é apenas onde você deita sua cabeça

Não é apenas onde você arruma sua cama

Contanto que estejamos juntos, importa pra onde vamos?

Lar

A abro os olhos ao escutar o fim da música começando a ver as luzes e correrias das pessoas no prédio a frente.  Me sentindo relaxada ao ouvir os gritos de histeria que só comprovavam que a ameaça de hoje foi neutralizada. 

Sirenes, ar poluído, frio, protegendo, amando, comendo... sim eu estava em casa. Finalmente, em casa... meu lar.

 

Só me falta rever a família. 

CABRUM!                     Com um ultimo trovejar, os céus finalmente desistem de se segurarem dando inicio a uma chuva muito forte que me faz sentir ainda mais frio ficando completamente molhada com meus cereais estragados.

S/n- Droga... E agora? Como vou ficar aqui fora assim Cof! Cof! 

Ow, merda! 


Notas Finais


Conseguiram se localizar em que momento da história ela está no pov do Jimin?

Gabrielle Aplin- Home
https://youtu.be/3REdwjmUoDo


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