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História Idol- Uma prisão sem muros - Capítulo 222


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Notas do Autor


Dicionario do capitulo. 🔍🔍🔍

🔎Eufemismo-É uma figura de linguagem que emprega termos mais agradáveis para suavizar uma expressão. (Como uma forma de esconder o que realmente se quer dizer)

🔎Magic shop- Este é titulo de um livro que inspirou a também canção do BTS "magic shop" que incentiva através de relatos pessoais na letra da musica feita pelos membros do grupo, para que pessoas possam abrir seus corações apesar da dor que carregam. Criando uma gíria rápida entre grupo e fandom em que eles perguntam "So show me?" (Então eu te mostro?) Como uma forma de perguntar, "Vocês vão ficar bem?" e fandom responde "I'll show you" (Eu vou te mostrar) como forma de comunicar ao grupo que "ficaram bem."

🔎FRU- A Frente revolucionaria unida foi um importante participante na guerra civil de Serra Leoa, durante a qual se tornou famoso pelas atrocidades cometidas. As batalhas mais sangrentas entre a FRU e o exército da Serra Leoa ocorreram na região oriental do país, onde se localizam as principais minas de diamantes do país. A revolução do movimento tinha como objetivo principal conduzir um Golpe de Estado, pois seus líderes estavam insatisfeitos com os abusos de poder e corrupção do governo do então presidente, Joseph Momoh. Seu financiamento era feito principalmente pelos diamantes de sangue, nome dado aos diamantes usados para comprar armamentos durante as guerras civis na África durante a década de 90. (informação retirada do Wikipedia)

Aleatório esse guia do capitulo, né? Mas na hora vocês vão entender. 😅😅😅

Boa leitura!🙃🙃🙃

Capítulo 222 - Eufemismo de tudo!


Fanfic / Fanfiction Idol- Uma prisão sem muros - Capítulo 222 - Eufemismo de tudo!

S/n on

-AU!

-AU! AU!

S/n- Hummm...

-AU! AU! AU!

S/n-Ah...quieto Yeontan. Quieto!

-AU! AU! AU!                    Viro de lado na cama apertando o travesseiro na cabeça com os olhos fechados, tentando ignorar os latidos e a agitação em cima do colchão.

S/n- Inferno... quieto Yeontan. Quieto!

-AU! AU! AU! AU!            Puxando o travesseiro com força da minha mão, a luz do sol bate no meu rosto me fazendo criar uma careta de incomodo.

S/n- Hummm AHHH! PORQUE ESSA JANELA...                   Pisco confusa olhando para o ambiente estranho. Vendo janelas abertas com palmeiras do lado de fora dando visão a um lindo céu azul, cortinas leves na cor branca esvoaçando o frescor da areia molhada no meu rosto... em um quarto com paredes de pedras grandes que mais parecia se tratar de uma masmorra de luxo.

S/n- Que lugar é esse...                Baixando os olhos para mim mesma dando-me conta de que estava usando um vestido de tricô branco e um biquini azul pastel por baixo. Tenho alguns flashs de momentos antes de apagar ao puxar na memoria a roupa que usava antes de desmaiar nos braços do...

S/n-Desgraçado...

-AU!!

S/n -AH!                              Levo a mão ao peito no susto, vendo em cima da cama um labrador marrom abanando o rabo pra mim. Da onde ele veio?

S/n- Mas o que está acontecendo??                      Faço carinho no cachorro desconhecido no automático completamente perdida, e como se tivesse sido treinado pra me orientar ele pega um cartão amarelo em cima do criado mudo com a boca me entregando na mão.

-AU! AU! AU!                                    Ele late me incentivando a abrir o envelope e o faço pra que pare de latir.

Eu sou Tony, mas pode me chamar de Tonynho que eu atendo também. Fique a vontade para me tratar como seu filhinho se quiser, mas meu serviço aqui é para impedir e alertar que você se afaste da ilha e assim acabe se colocando em perigo. Meu pai está te esperando para o café da manhã no quiosque da ilha e antes que fique brava, ele não se aproveitou da sua inconsciência embora tenha se sentido tentado a isso.

Esqueça do que te preocupa e se divirta.

Bom dia!

S/n- Eu não acredito nisso!!!                      Amasso o cartão o jogando na parede do quarto negando com a cabeça sem conseguir acreditar no que está acontecendo. Isso é o quê pra ele? Lua de mel? Me trouxe pra uma ilha pra tentar fazer o que?? As pazes? Era pra eu agradecer?

S/n- Ah... eu quebro a cara dele antes que toque em mim, esse desgraçado!

-AU! AU!            

S/n- O que é? Vai ficar do lado daquele babaca?               Falo com o cachorro e o mesmo só continua me assistindo com uma expressão boba no rosto peludo.

S/n- Fala sério... isso foi sacanagem.  Ele sabe que não vou matar meu segurança se ele for um doguinho fofo.                 Faço carinho na cabeça dele que agradece lambendo minha mão, e então me levanto da cama vendo ao pé dela chinelos do tamanho que calço, entrando neles pra não pisar no chão de pedras, vendo que o...Tonynho já me esperava na porta do banheiro.

S/n- Ele te treinou para onde me levar, foi?                        Resmungo coçando a cabeça, entrando no banheiro de decoração medieval, fazendo minhas necessidades sem pressa olhando pra porta aberta de onde o cachorro me esperava, dando um sorriso pra ele.

S/n- Sabe que dia é hoje?

-AU! AU! AU!

S/n- Valeu, entendi tudo...                         Bocejo parando na frente do espelho, vendo meu rosto inchado de sono e um pequeno ponto roxo no pescoço onde a injeção tinha sido injetada.

S/n- Seu pai vai apanhar hoje Tonynho.

-AU!                                      Sorrio pra ele do espelho também, começando a escovar os dentes devagar me olhando no espelho sem animo, imaginando como devem estar as coisas no navio. Já que disse que voltaria para ajudar o Jimin no bilhete que deixei pra ele, mas não voltei.

Será se ele está bravo comigo agora? Espero que não... tomará que não.

E o Tae? O que o Tony fez do meu idiota favorito?

Posso perguntar? É seguro? Acho que não... Tony pode acabar ficando com ciúmes deles e o matar.

S/n- Odeio esse homem! Odeio!                              Término de enxaguar a boca jogando a escova na pia com desleixo a deixando cair no chão por acidente, não me importando em zelar pelo objeto o pegando de volta já que o motivo dela está aqui é porque ele está tentando demonstrar que ser casada com ele não é tão ruim pois meu marido organizou nossa viagem blá, blá e blá. Idiota!

S/n- Iai segurança? Onde é esse tal quiosque?                   Pergunto e ele sai do banheiro parando em frente a porta me esperando.

S/n- Ok... você é realmente inteligente, mas ainda sim um doguinho mal.            Faço outro cafuné nele sem resistir a fofura, abrindo a porta do quarto saindo por ela e ele vem atrás passando na minha frente para que o seguisse.

S/n- Tão fofinho...e bandido...                                  Comento com pesar andando pelo corredor, vendo várias portas de madeira assim como a minha, observando pelas pequenas janelas entre as pedras pessoas andando pela praia, com roupas típicas...não acredito. Que dia é hoje??

S/n- Não acredito, não acredito, NÃO ACREDITO!!!                         Passo na frente do cachorro procurando a saída, ganhando velocidade até correr o escutando latir atrás de mim. Chamando atenção pra nossa corrida fazendo sair algumas pessoas para fora dos quartos curiosos com o porquê do Tony está latindo, pegando cenas rápidas entre as brechas das portas que não me tranquilizaram em nada. Homens de toalha, mulheres nuas na cama, homens na cama, pessoas em suas depravações por todas as partes assim como me descreveram quando montei o plano de fuga. Aqui é Tiwai? AQUI É TIWAI??     

-Senhora se acalma!!!                   Um homem de toalha estende as mãos na minha frente e o derrubo vendo outro tentar me parar a frente.

S/n- SAI!!                            Tropeço por cima dele ao derrubá-lo quase caindo no chão também, usando as mãos para me erguer voltando ao ritmo novamente vendo uma saída já próxima. Passando pela porta em um salto rumo a liberdade sendo aparada e jogada contra a parede de pedra me dando conta de que era o Tony.

Tony- Calma S/n foi só...                              Não lhe dando tempo de explicar enrolo minhas pernas na cintura dele lhe dando uma cabeçada forte, ficando tonta junto caindo pela areia por cima dele com a testa dolorida.

Tony- Ah, fica calma!

S/n-Que lugar é esse??                 Pergunto sentando sobre ele com a mão na testa, e ele faz o mesmo com os olhos fechados de dor segurando o nariz de dor.

Tony- Ah, isso dói...                        Ele pisca com os olhos brilhantes ignorando a urgência da minha pergunta e o acerto um tapa forte na cabeça.

S/n- TONY!! RESPONDE!!            

Tony-Responde você! Olhe ao redor! Onde acha que está??

S/n- ERA PRA ESTARMOS NO NAVIO SEU DESGRAÇADO!!

Tony- Porque esse escanda-lo?? Ham??

S/n- ME DOPOU!!

Tony- Sim!

S/n- TROCOU A MINHA ROUPA!!

Tony-Claro, eu sou marido!!                      

S/n- VOCÊ NÃO É PORRA NENHUMA DIABO RUIM!!                        Puxo os cabelos dele com raiva e o mesmo segura minhas mãos rolando pra cima, me imobilizando assim até que me acalmasse, caindo a máscara da raiva pra ser substituída pelo medo de que esteja certa.

S/n- Não era pra estarmos aqui, não era...

Tony-Porque... porque está chorando S/n?         Ele franze a testa me dando um olhar duro.

S/n- Ham??

Tony-Está chorando. Está chorando por causa dele? Por que não pode ajudar o Park daqui?

S/n- Vai pro inferno!                      Digo desviando o rosto para o lado pra não o deixar pegar mais do que já sabe, me dando conta de que realmente estava chorando.

Tony- Não devia estar tão preocupada com ele, minha rainha. Ele não morreu, e nem vai já que você providenciou uma cirurgia pra ele pelas minhas costas!                           

S/n- Do que está... falando?

Tony- Sem mentiras S/n, eu não sou nenhum dos seus idiotas pra cair nas suas histórias.

S/n- Como descobriu?

Tony- Você sabe quando. Ou vai fingir que não percebeu do banheiro em que estava quando vi o gesso na perna dele?                                 Abro a boca surpresa por ele saber que estava no quarto quando pegou o Tae, e o mesmo nega devagar com a cabeça magoado, soltando os meus pulsos se saindo de cima de mim. Podendo ver por detrás dele pessoas ao redor na praia nos observando assustados pela briga que acabamos de ter em público.

Eles sabem quem somos ou acreditam que acabaram de assistir uma briga de casal?

Tony- Levante-se, não pode ficar com fome.                      Ele me estende a mão e a recuso com a cabeça me levantando sozinha limpando o rosto molhado, me sentindo a pessoa mais idiota do mundo por estar tão perdida no meio dessas pessoas agora. Pois se aqui for mesmo Tiwai como imagino, e hoje for 16 de fevereiro como haviam me informado sobre a data em que atracaríamos aqui. Significa que o meu plano deu todo errado.

S/n- Merda...                   

Tony- Vamos! Não comeu nada a dois dias.

S/n- Como disse?

Tony- Vem, conversamos melhor depois.                            Ele diz baixo passando um braço ao redor da minha cintura andando junto comigo na direção dos quiosques, fazendo um carinho discreto sobre o decido tentando me tranquilizar, deixando-me perdida nos meus pensamentos temendo se ele havia descoberto sobre o meu plano de fuga, querendo muito perguntar outra vez a localização e a data de hoje, mas com medo de que ele percebesse o meu interesse e passasse a investigar.

Tony- O que foi? Quer gritar pra eles que foi sequestrada?         Ele pergunta com um leve sorriso no canto da boca, e não o respondo. Ele está errado sobre o que penso, mas não deixa de ser uma boa ideia chamar atenção aqui pra que ao menos alguém tenha interesse em nos gravar e fazer meme na internet.

Sn- Medo de que descubram que não morri?

Tony- Rs, eu pareço estar tentando esconder você?                       Ele diz tranquilo me direcionando para um banco se sentando casualmente ao lado, levantando a mão para chamar a atenção da atendente de turbante laranja.

Tony- Senta amor, não vai querer comer de pé.

S/n-Disse que não como a dois dias... me manteve inconsciente esse tempo todo?         

Tony-Não, só queria que tivesse pegado no sono por algumas horas, mas você continuou dormindo pelo que imagino ser... cansaço.

S/n- Como posso não ter acordado durante... isso?         Pergunto gesticulando pra diferente paisagem e ele apenas dá de ombros pra minha pergunta pra dar atenção a atendente de turbante.

-O que deseja Sr. Zukovisk?                       

Tony- Me traga um copo de suco da sua manga mais doce, por favor.                   

-Sim senhor.                      Ela dá uma piscada pra ele que sorrir aceitando o flerte, me dando uma olhada experta do canto do olho.

S/n- O que foi isso?

Tony- Ciúmes, minha querida?

S/n- Não fode desgraça da natureza!

Tony- Rsrsrs. Então porque está me olhando assim com esses olhos tão... furiosos?

S/n- Ah, quer uma lista?

Tony- Rs, me ama tanto assim?                 Ele desdenha divertido recebendo a bebida da moça de turbante, repassando o copo de enfeite tropical pra minha mão.

Tony- Não te traí com ela se é o que pensa.

 S/n-Tony o que eu mais queria era que você parasse de me encher e procurasse alguém pra me substituir! Ciúmes e Tony são duas coisas que que não se misturam na minha cabeça.

Tony- Então diga o que está te incomodando além dos meus gestos de carinho com você?          Ele passa a mão na minha coxa do nada, me fazendo sentar direito no banco pra desviar desse carinho falso. E ele sorrir satisfeito se encostando no balcão pra me observar tomar o suco.

S/n-Primeiro estou brava porque estou com você!

Tony- Novidade...

S/n- Segundo eu não preciso de motivos pra ter raiva de você, e diferente do seu chute, estou intrigada e não com ciúmes daquela moça de turbante.

Tony- Hum... e por que está intrigada?

S/n- Ela fala português sem sotaque algum, mas aqui não parece nenhum pouco o litoral do Brasil.                                                        Jogo verde esperando ele dizer onde estamos, mas ele apenas sorrir me esperando terminar de engolir.

Tony-Arham, continue.

S/n- Ham... ela te respondeu como uma empregada sua, age com intimidade com você como se...

Tony- Já me conhecesse?

S/n- Sim... que lugar é esse?                      Bingo! Toma! Minha pergunta foi tão natural que agora vai ser impossível ele pegar o porquê a fiz.

Tony- Hum...                                     Vai... vai desgraçado, responde. Eu preciso saber se o meu plano falhou.

Tony- Já ouviu falar da guerra civil que aconteceu a... onze anos aqui?                   Que??

S/n- Aqui onde??                            Pergunto sem paciência.

Tony- S/n... já disse pra não me tratar como um dos seus idiotas. Você sabe onde estamos.

S/n- Algum lugar do continente africano?            Me faço de desentendida, e ele inclina o rosto com um sorriso discreto.

Tony- Continente? Seu chute é assim tão vago?                                Ok, ele desconfia, mas não vou me entregar tão rápido assim não. Pra toda armadilha eu não sei de nada!

S/n- É o que posso dizer já que tudo o que vejo é... pessoas negras, com roupas típicas da cultura africana, e... uma garota que fala português fluentemente e neste continente existem países que usam o português.

Tony- É... admito que você tem um olho muito bom pras essas coisas se pensar desse ponto de vista. O que me faz pensar que deve estar pensando em... Angola, Guiné e... talvez Príncipe, certo?                                               Ele pergunta curioso, mas não respondo. Ele quer desviar o foco da minha pergunta pra não responder com a verdade. Joguei verde com o idioma pra desfaçar meu excesso de informação, mas ainda estou confusa se aqui é Serra Leoa ou apenas outro pais da África. Tomará que seja...

Tony- Está jogando comigo S/n? Por que quer tanto saber onde estamos? Quer fugir?

CARALHO, PARA DE ME ESTUDAR PESTE!!!

S/n- Essa é a minha especialidade, não é?            Devolvo a dúvida pra ele sem responder nada o fazendo sorrir. Maldito psicopata... ama brincar com coisa séria.

Tony- É por isso que não te deixo ir. Você é interessante demais pra ser trocada por uma submissa qualquer.                    Mostro o dedo do meio e ele sorrir outra vez se divertindo com a minha raiva. Cretino...

 Erguendo a mão pra chamar a atendente. Ele aponta para alguma coisa no cardápio dando uma piscada pra ela que assente rápido com um sorriso largo, se afastando de nós com um rebolado exagerado pra chamar a atenção dele pra bunda dela. Qual é o problema dessas mulheres com o Tony? Não dá pra ver que ele é louco de primeira não?

S/n- Pelo visto eles não sabem quem estão servindo...

Tony- Você acha?

S/n- Se soubessem já teriam deixado a ilha ao invés de estarem aqui babando em cima de você.                                              Digo seria olhando para a moça trabalhar, tomando meu último gole do suco de manga.

Tony- Quero brincar!                     Ele diz grave me assustando com um puxão no meu banco me trazendo para perto dele, quase me fazendo engasgar com o suco que desceu direto.

S/n- Que porra cara, para com isso!                        O empurro com o braço, mas ele não se afasta mantendo a atenção em mim perto demais.

Tony- Quero me divertir com você!

S/n- Vai se lascar demônio, sai!                                O emburro de volta e rapidamente ele puxa minha cintura me sentando em sua perna me agarrando com força pra não sair do lugar.

S/n- Já disse...

Tony- Me afasta de novo que mando retirarem as cordas vocais de você sabe quem!     Ele sussurra no meu ouvido e o olho seria o vendo assentir me confirmando indiretamente que sua ameaça era para o Tae.

S/n- Não faria...

Tony- A bela voz de veludo dele não me interessa nenhum pouco. Vai se comportar? Minha esposa?                     Ele enrola uma mecha do meu cabelo bagunçado no dedo, e afirmo devagar franzindo a testa de angústia com seja lá o que esteja se passando pela cabeça dele pra fazer isso.

Tony-Já brincou de charada S/n?                             Afirmo, e ele assente pensativo acariciando a lateral da minha perna em provocação, fazendo tremer o meu queixo de tanto ódio reprimido e ele sabe. Ele gosta.

Tony- Quer saber onde estamos, não é?                               Afirmo novamente.

Tony- Tá... vamos jogar com isso então. Mas quero fazer uma aposta também.

S/n- Não vou transar com você!

Tony- Me acha tão pervertido assim pra fazer esse tipo de aposta com você minha esposa?

S/n- É claro!

Tony- Rs, ok, mas não. Não é isso. Se você acertar na primeira tentativa... eu durmo em outro quarto e você fica com o Tonynho.                            Ele aponta com a cabeça para o lado, e vejo que o cachorro já estava lá me vigiando outra vez.

S/n- E se eu errar?                          O encaro de volta.

Tony- Se errar, você mostra esse seu corpo maravilhoso pro mundo em um banho de cachoeira comigo. Nua.

S/n- Posso recusar jogar?

Tony- Pode, mas isso vai causar algumas perdas pra um antigo amigo seu. É isso o que quer?

S/n- Não... qual a primeira pista?

-Senhor? Seu arroz em passas com peixe assado.                             Ela deixa o prato na nossa frente me dando um olhar de nojo estranho.

S/n-Quer esse idiota? Pode pegar querida, eu não faço questão não!    

PAR!                                     Sinto uma ardência se formar na minha coxa, e viro pra ele com sangue nos olhos o vendo me fuzilar igualmente no rosto sério.

S/n- ME BATEU???

Tony- Quer que piore? É só me oferecer pra outra mulher de novo!       

S/n- E vai fazer o que?? Ham? Vai me bater na frente de todas essas pessoas? Ops, me confundi. Vai correr o risco de levar uma surra na frente de todas essas pessoas??

Tony- Me ameaçando com humilhação publica S/n? Não faça isso... sabe que gosto de jogos...

S/n- Não me venha com essa Tony, se me tocar vou revidar!

Tony- Sim, vai sim, mas não pense que quando acabasse de bater, outra pessoa iria pagar apanhando o dobro no seu lugar. Não pode me matar S/n, não pode me ameaçar de verdade sem fazer o mesmo pra duas pessoas. E quanto a humilhação pública... isso me fez ter uma ideia bem divertida... que inclui esse balcão e o teu corpo suado embaixo do meu.

S/n-...

Tony- Quer me ameaçar ainda?                                  Ele segura minha perna com força concluindo seu aviso, e nego devagar compreendendo até onde ele iria com essa corrente mental. Recebendo um beijo na testa e um afago no cabelo como se fosse um cachorrinho obediente pra ele.

S/n- Eu te odeio.

Tony- E é por isso que eu te amo!                            Ele diz tranquilo como se mal tivesse ameaçado me estuprar em cima do balcão, dando um beijo na minha mão com delicadeza colocando um garfo nela.

Tony- Primeira pista, arroz e passas com peixe de acompanhamento é um prato típico daqui. Agora come.                                         O olho cheia de raiva, fazendo o que ele mandou pondo uma garfada na boca.

Tony- Parece comida de natal, não é? Arroz e passas.                         Não o respondo comendo devagar, deixando o clima chato e entediante pra ele de propósito. O fazendo entortar a boca parando o carinho que fazia nas minhas costas me olhando irritado.

Tony- Segunda dica. Tenho negócios aqui e por isso eles sabem o meu nome.

S/n- Tá.                         Dou de ombros outra vez.

Tony- Terceira e última dica. A Savekovisk tem direitos de exclusividade sobre duas datas nesta ilha.                   Ow merda! O plano deu errado mesmo?? Aqui é a Serra Leoa?

S/n- Que seriam?

Tony- Não precisa saber. Datas não fazem diferença já que os dias são todos iguais pra você.

S/n- Hum...                       

Tony- E então? Onde estamos?                Largo o garfo no prato virando pra ele fingido pensar, o vendo me estudar como sempre em sua pose de superioridade. É arriscado responder com confiança, mas de jeito nenhum vou tomar banho com esse maluco em cachoeira por ai!

S/n- Serra Leoa!               Respondo virando o rosto para frente outra vez, pegando meu garfo naturalmente voltando a comer, sentindo a frustração dele cortante em mim, respondendo exatamente o que tinha medo de saber. Eu acertei.

É Tony babaca... não é dessa vez que vamos tomar banho juntos.  

Tony- Já sabia?

S/n- Não. Sou apenas um gênio!                              Desdenho com um sorriso debochado, e ele assente tomando essa resposta como suficiente. Otario, agora só tenho que arrancar de você a cidade. Ai sim, posso começar a me desesperar.

Tony- Pensei que erraria por causa do idioma que estava usando com ela.

S/n- Que peninha...                        Debocho de novo, achando o gosto da comida até mais agradável só por estar tirando uma com a cara dele.

Tony-Tudo bem... eu perdi e vou cumprir minha parte em te deixar em paz hoje a noite.

S/n- Pois é, né? Tomará que faça muito frio...                    Digo malvada pra ele engolindo um pedaço de peixe, e ele mantém a expressão desanimada e pensativa no rosto, a descansando em cima da palma da mão encostado ao balcão. Tristinho? Foda-se!

S/n- A brincadeira acabou, ou tem outra pra perder pra mim? Se quiser podemos apostar o nosso divórcio!

Tony- Isso nunca faria parte de uma aposta, e sim, as brincadeiras acabaram.

S/n- Então eu estou de saída!                    Faço força pra me levantar da perna dele e o mesmo me para, me puxando para o colo dele de novamente.

S/n- O que diabos você quer Tony??                     

-AU!                                      O cachorro responde atrás de mim, e viro o rosto pra ele o vendo balançar o rabo animado.

S/n-Fala sério...

Tony- Quero refazer meu acordo com você.

S/n- Que acordo?

Tony- Aquele que você quebrou me traindo com o Park! Quero um novo pra que possamos conviver em paz sem... que precise ficar com raiva toda vez que olhar pra mim.  

S/n-Que tipo de acordo?

Tony-Um acordo que exija muito não só de você mais de mim também. Pois eu quero algo importante de você e como minha amada, creio que para sua saúde mental precise de outra coisa também.

S/n- E o que seria?

Tony- Você quer e vai ajudar o Park não importa o que eu faça ou quantas vezes o machuque pra te punir. É muito cabeça dura pra entender que falo sério, e muito impulsiva pra entender quando não agir... Mas eu posso... te deixar livre para cuidar dele.

S/n- Ham??

Tony- Pode tirar o tempo que precisar pra cuidar dele se isso te fizer feliz e te der proposito. Sei que não o ama ainda porque tem suas lembranças como a história de alguém que não é você, e só por isso estou considerando não impor barreiras quanto a proximidade de vocês.          

S/n- Ham...                         Solto incrédula olhando pra ele, e mesmo faz um carinho melancólico na minha cintura como se dizer isso fosse realmente difícil pra ele.

Tony- Não pode amá-lo. Entendeu? Pode ser amiga, uma cuidadora, mas é só.

S/n- E-e o Tae?

Tony- Tae? Voltou a chamar o Cinco desta forma?

S/n- Posso cuidar dele também?

Tony-Não, ele é meu.

S/n- Mas...

Tony- Não exija o que não abrirei mão S/n. Eu já abri mão demais por você. Ele é o meu objeto de estudo, a minha experiência, e você não vai se meter nisso. Entendeu?

S/n- Não vou ficar tranquila se pensar que o está machucando.

Tony- Gosta dele?

S/n- Gosto. Ele... o Taehyung era meu amigo.

Tony- Sei que já tiveram intimidade, então não tente me enrolar. Faria de novo se a oportunidade viesse?

S/n- Não ele... não!

Tony- Diz isso porque o Cinco distrata você? Ou por que se cansou de confiar em suas memorias?

S/n- Eu não sou como a garota que todos me cobram ser. Eu... posso sentir carinho por eles, sentir que devo amá-los pelo tipo de pessoas que são e pela importância que tão pra mim, mas...

Tony- Eu entendi. Ela não é você.

S/n- Isso.                             Pergunto me saindo da perna dele, e desta vez ele não me detém deixando que deslize para o banco ao lado, se curvando pra manter a curta distância entre nós...

Tony- Tá... então pode ser mais fácil.                     Ele diz com uma expressão distante sobrepondo a mão na minha e a afasto depressa.

S/n- O que pode ser mais fácil? Está falando em enigmas.

Tony- Estou apenas sendo cuidadoso com o caminho da sua compreensão. Sei que será difícil aceitar o que tenho pra te propor no início, mas logo vai começar a ver as coisas como eu e então poderá ser feliz com essa vida.

S/n- O que quer??                           Questiono sem paciência.

Tony-Você sabe o que eu quero.                              Ele diz cauteloso pondo uma mão na minha barriga e logo meus olhos se arregalam e um arrepio me sobe a pele.

S/n- Não...

Tony- Sei que quer ser mãe.

S/n- Não, quero não.

Tony- Quer sim. Eu sei que queria ter isso com o Park, e por isso ele te deixou. Por isso não deram certo!  

S/n- Não vou deixar você me...

Tony- Não vou te deixar fugir, não vou permitir que me mate, e nem que tire a sua vida também. Eu tenho sonhos importantes S/n, você tem esse desejo e tudo o que eu quero é que pare por um segundo e olhe... pro seu futuro comigo. Não vai se livrar, sabe que não tem como fugir do que tenho pra nós.                   Ele diz com uma animação contida ao entender a dor que suas palavras estavam causando em mim, e automaticamente deixo algumas lagrimas de tristeza caírem ao visualizar o cenário que estava desenhando pra mim.

Tony- Vinte... trinta anos a frente, um casal poderoso, uma linhagem segura com filhos que você ama, com amigos a sua volta também igualmente felizes e seguros...

S/n- Nunca vamos ser felizes na sua jaula seu monstro!                Digo com nojo, e ele limpa a lagrima do meu rosto o acariciando com zelo.
Tony- Vocês vão sim. É cientificamente impossível um ser vivo não se adaptar a mentira que vive. Seja religião, cultura, ou os braços de alguém que diz que te ama todos os dias.

S/n- Não vou te amar.                                  

Tony- Mas pode. Amor é uma ideia, um discurso muitas vezes repetido até ser desejado. Você pode me amar como eu te amo se escolher não resistir a isso. Pode fechar seu coração pra coisas sem futuro e encarar a vida que te deu porque no fim... Isso é tudo o que restou pra você e não á orgulho ou sabedoria em se fazer infeliz por abrir cicatrizes que não vão voltar.

S/n- Você se escuta??

Tony- S/n eu sou seu marido até o fim. Não o fim do divórcio, não o fim da minha vida e sim o fim das nossas vidas. Presente, futuro e em todos os momentos eu vou está aqui, com você, pra você e por nós dois. Porque eu escolhi te amar, e escolhi ter uma família com você.

S/n- Nunca... eu não escolhi ninguém. Você me sequestrou, casou comigo a base de ameaças a pessoas que protegia e só. Não somos a família diamante que a sua mente doente cria. Eu sou sua prisioneira! O Tae não é seu amigo, não é seu funcionário do mês, e nem tão pouco um rato de laboratório ele é seu prisioneiro!

S/n- O Jimin não é seu saco de pancadas, rival, ameaça ele é um prisioneiro, um refém que você usa de colete pra não te matar!

S/n- Nós não vamos deitar a cabeça no travesseiro a noite com um sorriso no rosto por que se isso acontecer... se... um dia eu chegar a dizer que te amo, ou começar a agir como se a droga daquele navio fosse meu lar, isso só significaria que como conseguiu me enlouquecer!

Tony- E não é disso que os poetas se gabam? Que o amor é loucura?

S/n- Vai pro inferno! Eu desisto de tentar falar com você!

Tony- “O amor é a única loucura de um sábio e a única sabedoria de um tolo.” William Shakespeare.

S/n- Eu não aceito!

Tony- Não quer o ouvir o pai do amor William Shakespeare? Hum... que tal um conselho do Dr. Samuel Jonhson? O hater mais famoso do poeta Wiliiam? Talvez goste...

S/n- Eu já disse que não!!

Tony- “O amor é a sabedoria dos loucos e a loucura dos sábios” disse o grande pensador inglês...

S/n- Minha resposta é nunca!

Tony- “Quem ama é perseverante; acredita na capacidade do amor, não desiste facilmente de seus sonhos. “Antonio Costta um poeta brasileiro.

S/n-“O amor é uma loucura que não escolho ter. Decido viver consciente no inferno da minha solidão a queimar abraçada ao capeta!”.

Tony- Quem disse isso?

S/n- A única pensadora que tem voz aqui seu jumento!

Tony- Ah... você. É bem a sua cara mesmo. Rs

S/n- Terminou? Esse é o único assunto que queria ter comigo? Posso ir?

Tony- Já esperava essa reação divertida de você... e como esperado, respondeu não.

S/n- Errado, eu não respondi somente “Não”. Eu disse “Nunca”

Tony- Ambas afirmações de negações temporárias S/n. Eu te fiz uma proposta razoável tendo em vista que o seu benefício é similar ao nível do meu sacrifício!

S/n- Bene... benefício??

S/n- COMO DEIXAR VOCÊ ME ENGRAVIDAR PODE SER BENÉFICO SEU DOENTE??              Me levanto da cadeira.

Tony- Teria o seu bebê, e eu teria o meu herdeiro. Simples!

S/n- EU NÃO QUERO A DROGA DO SEU FILHO DESGRAÇADO! SIMPLES!

Tony-Eu te conheço S/n, pode discursar neste papel de vítima o quanto quiser, mas isso não muda o fato de que você é uma mulher fria, calculista, apática pra meros sentimentos humanos, mas nunca, nunca uma pessoa capaz de não amar alguém precise de você!

Tony- Meu filho, seu bebê e ambos amaríamos porque é nossa responsabilidade cuidar dele!

S/n- Seu... seu...

Tony-Eu poderia te violentar, te bater, te fazer passar fome, fazer o inferno da sua vida como você vive reclamando, mas não é assim que se trata alguém que se ama. Não é assim que eu escolhi tratar a minha esposa, a minha rainha.

Tony- Eu quero te dar a escolha de fazer nós dois felizes, quero que possamos jogar juntos ao invés de nos atacarmos de formas tão baixas.

Tony- Eu quero que realize os nossos sonhos com a resposta certa. Te presenteando com a segurança do seu amigo que eu tanto...odeio.

Tony- Te deixo conviver com o Park desde que não o ame, te deixo cuidar dele. Mas em troca quero meu filho. Meu sangue, seu sangue. Sem violência sexual, sem drogas. Apenas um ato com o seu consentimento e então poderá ter nove meses pra amar a nossa criança.

Tony-Sei que quer me matar agora, e seu silencio provavelmente se deve ao tamanho da sua raiva por mim. Mas eu deixarei em aberto este acordo. Fique a vontade pra pensar, pra pedir comida nos quiosques, pra passear pela ilha, se divertir desde que esteja com o Tony. Pense bem, e caso mude de ideia estarei no quarto ao lado disposto a conversar.                          Se levantando do banco também, ele faz menção de querer me beijar em despedida, mas logo desiste ao ver o quanto esta conversa me deixou desequilibrada. Assentindo em silencio, saindo da minha frente, ouvindo seus passos na areia se distanciarem de onde estou.

S/n- Desgraçado... DESGRAÇADO!!!

-Senhora?

-Senhora? Você quer um copo de água?                               A moça de turbante pergunta preocupada, e nego ainda em silencio me sentando no banco de frente ao balcão.

-Senhora, desculpe me intrometer nos seus assuntos, mas... eu realmente acho que o senhor Zukovisk tem razão.

S/n- Não quero sua opinião. Apenas fique quieta!

-Ele... não é assim tão ruim como rolam os boatos por ai. Por exemplo aqui na ilha, ele ajuda a nossa causa vendendo armas de boa qualidade, a um preço justo, dando emprego a tanta gente que antes não tinha nem lugar pra morar, e agora vivem aqui, nesse paraíso.

S/n- Ele ajuda a sua causa? De que causa está falando? A famosa guerra civil que acabou em 2002? É desta sobre causa que está falando?                               Desdenho pegando uma banana de cima da fruteira do balcão antes que desconte a minha raiva nela, e a mesma acompanha meu movimento com rancor contida pelo que disse. Mas dane-se! Ninguém se importa se estão me ferindo também! Por que devo ser cuidadosa com essa gente de caráter duvidoso?? Pelo pouco que sei todos daqui podem ser tão assassinos quanto o Tony.

S/n-Militarizar crianças, amputar pessoas pra que não possam se defender, pra que não possam decidir em quem votar. Quer falar de causa? Da sua nobre causa que matou e ainda mata milhares de pessoas pelo país? É dessa causa que você quer me convencer que o Tony não é tão ruim assim?? Rs, cala a boca!

-Nossa causa é sanguenta senhora, mas nem por isso ela perde seu objetivo diante da corrupção deste país.                      Ela diz orgulhosa pondo uma folha de caderno amassado perto da minha mão no balcão, e a olho interrogativa sem entender o porquê.

S/n- O que é isso? Eufemismo pra lixo??                              Pego o papel amassado o mostrando pra ela, e a mesma nega empinando o nariz.

-Isso é só pra senhora enxergar o homem que maltrata!                               Ela termina de falar retirando o avental o jogando sobre a mesa de mármore, fechando o quiosque sem dizer mais nada me deixando sem direito de resposta.

S/n- ÓTIMO! AGORA TODO MUNDO DAQUI PENSA QUE SOU UMA VACA QUE MALTRATA O COITADO DO MARIDO!!                      Grito sozinha praticamente me mordendo de raiva.

S/n- Louca... Maluca... não sabe de nada da minha vida e vem querer dar conselhos...

Olho para o papel amassado, percebendo em seu aspecto o reflexo de sua hesitação ao me entregar. Que ridícula, queria o que? Sabotar a entregar pra me fazer brigar com o querido Tony dela de novo??

S/n- Como se eu precisasse de motivos...             Abro o papel com cuidado pra não rasgar.

Sei que fui ousado na minha proposta, mas ela foi sincera de todo coração pois quero o melhor pra nós. Pra nossa família. Sim, sou doente como bem disse de muitas formas psicológicas, então peço que seja compreensiva com seu marido pois não sou um homem comum pra ter ideologias comuns de um louco apaixonado. Não te entregarei flores pra conquistar o gelo pulsante que á no lugar do seu coração. Não te observarei dormindo com um sorriso bobo no rosto como seu ex fazia, não sou assim. Eu digo e expresso a verdade que a minha mente e sei, que uma bola de carne filtradora de sangue não sente nada. Eu quero ser bom pra você, quero ser melhor, então não deixe os títulos das minhas ações te desviarem do que é o melhor pra você. Minha esposa.

Nossa ilha, nossa primeira lua de mel, e um nosso início. Se tudo correr como planejei, agora você deve está coberta com o sangue da pessoa que te deu o bilhete, ou deve está sozinha pois ela espiou o que escrevi antes de te entregar.

Enfim, empregados...

Descanse, aproveite o dia com o Tonynho, e caso precise de companhia é só me chamar.

De um louco diagnosticado que te ama. Tony

“Reconciliar é dar a um poema acabado a chance de uma bela estrofe.” Disse Saulo Pessato.

S/n- Vai se ferrar seu lixo humano, sucata de Chernobyl...                           Resmungo amassando o papel de novo, e então vejo no verso da folha uma escrita em português em lápis, com uma caligrafia diferente.

S/n- Escute o exército... Ham?                    Abro o papel de novo o virando.

16 de fevereiro, Tiwai, Serra leoa.

Se você abrir essa porta e entrar
Eu estarei lá, esperando por você

So show me??

S/n- I'll show you...

 


Notas Finais


Iai? Como se resolve está merda??🤯🤯🤯


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