História If - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias R5
Personagens Personagens Originais, Riker Lynch, Ross Lynch, Rydel Lynch
Tags Drama, Romance, Ross Lynch
Visualizações 21
Palavras 2.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Novo capítulo!! ESTOU a tentar postar o máximo possível, espero que estejam a gostar!!! 🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄

Capítulo 10 - Why


 

15 de Novembro, 08h45

  POV Violet

Mais uma segunda-feira começava, estava na aula de educação física, era uma das minhas aulas preferidas, sempre adorei desporto por isso era sempre divertido.

O professor mandou-nos vir correr cá para fora para aquecer enquanto preparava as coisas, dentro do pavilhão, para jogarmos basquetebol. Dentro do campo a equipa de futebol treinava e nós fazíamos o percurso que circundava o grande relvado.

-Já falaste com o Brian? -Megan perguntou-me durante a curva.

-Não, já te disse que não falo mais com ele.

-Ele estava irritado, não o estou a proteger, mas ele não quis dizer aquilo. -ela tentou convencer-me, mas a minha opinião era fixa.

- Ele preferiu acreditar no que as outras pessoas disseram em vez de falar comigo.

- Ele foi falar contigo, mas viu o Ross abrir a porta, não o podes culpar por ter tirado as conclusões erradas…

-Ele nem lhe perguntou o que estava ali a fazer, simplesmente bateu-lhe e chamou-me puta, se, segundo o que tu dizes, ele tem o direito de estar chateado então eu também tenho. Não gostavas que ele te dissesse o mesmo, pois não?

-Pronto então não vás falar com ele, mas e se ele vier falar contigo? -perguntou preocupada.

- Não sou obrigada a falar com ele, aliás eu disse-lhe que não se aproximasse de mim.

-Se eu fosse a ti, não me fiava muito nisso…de qualquer maneira, posso fazer-te uma pergunta?

-Força. - disse encorajando-a.

-Gostas dele? -ela falou enquanto olhava para o loiro que treinava no meio do campo.

-Não. -disse e paramos, o professor chamou-nos para irmos para dentro-Porquê?

-Tu beijaste-o e desta vez quase que foram para a cama. - riu-se de mim, e continuou antes que eu pudesse dizer alguma coisa- Nem venhas com a desculpa que a culpa foi dele, porque tu é que começaste e acredito que não estavas bêbada. - o riso continuou e revirei os olhos chateada.

- Isso não quer dizer nada. - encolhi os ombros indiferente.

- Estavas disposta a perder a tua virgindade com ele, mesmo sabendo que não gostas dele?

-Eu não sei que me deu... foi o momento ok? - falei já um pouco farta daquela conversa.

-E pedires-lhe que dormisse contigo também foi coisa do momento? - tentou conter-se para prender o riso.

-Se é para me julgares não te volto a contar nada. - virei-lhe costas e continuamos a andar.

-Estou a brincar contigo! - ouvi-a dizer um pouco mais atrás.

[…]

Saí do pavilhão e fui em direção aos balneários para tomar banho, a aula tinha sido agradável, tínhamos feito equipas e jogado três contra três, sendo que a minha equipa tinha ganho a maior parte dos jogos. Aproximávamo-nos da porta dos vestiários quando ouvi uma voz atrás de mim e de Megan.

-Bom dia Clearwater! -virei-me para trás para encontrar Ross com mais dois rapazes da sua equipa.

-Bom dia Lynch. - respondi e entrei dentro do balneário das raparigas.

[…]

Saí primeiro que Megan, ela demorava sempre imenso tempo a tomar banho, então fui-me dirigindo para a aula de Inglês que ficava do outro lado da escola. Estava a meio do caminho quando senti alguém agarrar-me no braço, fazendo-me parar.

-Violet! -olhei para trás e vi Brian olhar para mim

-Larga-me estou atrasada. -respondi com frieza e tentei soltar-me.

-Temos que falar. - olhou-me sério.

-Não tenho nada para falar contigo, e larga-me estás-me a magoar.

-Se eu te largar prometes que não te vais embora?

-Já te disse que estou atrasada e que não tenho nada para falar contigo. -Brian puxou-me com mais força e levou-me para uma das esquinas na parte detrás do edifício principal.

-Eu estava irritado, sabes que não gosto dele… e honestamente pensei que tu também não. - disse num tom acusador.

- Brian estás a magoar-me, larga-me.- voltei a repetir, ignorando o que ele estava a dizer.

- Só quando me ouvires até ao fim, eu não quis dizer aquilo, mas pensar que ele tinha posto as mãos em cima de ti, fiquei chateado, ele não é boa pessoa só te quer usar, Violet.

- Brian, não aconteceu nada entre mim e o Ross ok? Não fales do que não sabes só porque estás com ciúmes.

- Então gostas dele? -falou irritado.

-Não, mas mesmo que gostasse não tinhas nada a ver com isso! Agora deixa-me ir embora!

-O que é que ele tem que eu não tenho? Violet, eu só te quero fazer feliz. - Brian agarrou a minha mão, desesperado.

-Neste momento, a única coisa que sinto por ti é nojo da pessoa que te tornaste, pensava que éramos amigos. Se me queres ver feliz faz-me um favor e não me apareças outra vez à frente.

-Violet, eu amo-te. - ele disse tentando fazer-me ficar.

-Eu não, agora larga-me. -Brian estava chateado, os olhos dele metiam medo, mas mantive-me firme para não demonstrar fraqueza.

-Ela já te disse para a largares. - ouvimos uma voz e olhamos para Ross que estava um pouco mais atrás.

-Não te metas Lynch, isto não é contigo.

-Ouve Kingsley, já te disse que não tenho medo de ti e não me importo de ser suspenso por te espancar aqui, por isso vai-te embora a não ser que queiras ir parar ao hospital. -Brian largou-me e foi-se embora, sentei-me no chão, mas por mais que me tentasse aguentar não consegui, as lágrimas que contive durante aquele tempo soltaram-se.

-Juro-te que da próxima não tenho piedade. - o loiro falou ainda olhando para o ruivo que se afastava- Estás bem? Ele magoou-te? - aproximou-se e sentou-se a meu lado.

 

-Um bocado, mas eu estou bem. -levantei-me e limpei as lágrimas à manga da camisola -Vamos se não vamos chegar atrasados.

Já se tinham passado 5 minutos desde que tocara para dentro, mas o professor Hinks não se iria importar, teria sido um atraso de uma única vez. Ross bateu de leve na porta e pediu licença para entrar, entrei atrás dele e pedi desculpa pelo atraso, sentei-me no meu lugar e o loiro no seu, conseguia ouvir burburinhos de pessoas a comentar o facto de nos termos atrasado, provavelmente a formar as suas teorias, ignorei-os e tentei prestar atenção à aula.

[…]

Ross fez questão de me acompanhar o resto do dia, passou o intervalo seguinte comigo, deixou-me na minha sala antes de se dirigir para a sua e, quando saí, ele já estava à minha espera na porta. Tinha sido a última aula do dia e ia a pé para casa, porém o loiro começou a andar ao meu lado.

-O meu carro teve uma avaria então o meu irmão deixou-me na escola de manhã, mas tenho que voltar de autocarro. - explicou-se quando viu que olhei para ele confusa.

- A paragem não é por este lado. - disse um pouco perdida.

-Eu sei, mas quero te deixar em casa antes de me ir embora.

-Ouve Lynch é muito querido da tua parte, mas já te disse que não preciso de guarda-costas.

- Não estou a andar atrás de ti por isso tecnicamente não estou a guardar as tuas costas. - riu-se tentando quebrar a tensão.

- Ahah sem dúvida muito engraçado...-comentei num tom sarcástico.

-Eu sei. - ele disse enquanto me olhava convencido.

- Pensei que sabias o significado de sarcasmo…- olhei para o outro lado cerrando os lábios.

- Vá lá teve piada!

- Se tu queres acreditar que sim, quem sou eu para dizer que não.

-Hmm lembrei-me agora, a tua mãe chega quando?

-Amanhã.

- Estás ansiosa?

-Bastante, estou farta de passar as tardes sozinha.

-Queres que fique contigo? - perguntou quando já estávamos a descer a minha rua.

-Não é preciso. - falei rapidamente.

-Bem sabes, eu ando com algumas dúvidas na matéria de Inglês, podias-me dar uma ajuda e eu faço-te companhia. -sabia que aquilo era uma desculpa para poder ficar comigo, não queria que ficasse sozinha depois do que aconteceu com Brian, mas aceitei à mesma.

-Ok podes ficar. - sorriu e entrou dentro de casa, pousamos as mochilas na sala e eu fui para a cozinha preparar o almoço.

-Olha não sou grande cozinheira, mas, visto que quiseste ficar, não tenho culpa se te envenenar sem querer.

-Não há problema, eu quis ficar, eu lido com as consequências. - riu-se.

[…]

Almoçamos e sentamo-nos na sala para começar a estudar, ele retirou os livros da mochila e eu fiz o mesmo, foi me algumas perguntas sobre a obra que estávamos a estudar e eu ia-lhe respondendo.

- Então basicamente, ele está a dizer que não quer viver mais?

-Sim, mas não é só isso, tens que ver as razões dele.

- Ele acha que o mundo é patético e não quer fazer parte disso, diz que a única coisa bonita no mundo é a natureza e que mesmo essa é estragada pelos humanos, quer deixar de ser humano e ser apenas uma alma livre, livre do corpo e livre da culpa, certo?

-Exatamente, vês como sabes?

-Afinal isto é mais fácil do que parece, obrigado – sorriu orgulhoso - E vês como estás a gostar da companhia? -aproximou-se mim- Não sei porque é que reclamas sempre, se não fosse eu, estarias aqui sozinha sem fazer nada.

Estávamos sentados no chão da sala, não sei porquê, mas preferia estudar ali, Ross afastou a mesa de centro e puxou-me para o seu colo.

-Pensava que tínhamos combinado que isto não voltaria a acontecer. - disse enquanto pousava as mãos no seu peito.

- Não estamos a fazer nada, ainda. E mesmo assim disse que não deveríamos ter sexo, não falei de beijos.

-O que é que isso quer dizer? - ele aproximou-se mais e colou os seus lábios aos meus, cheguei-me mais perto e ele encostou a sua cabeça ao sofá, as suas mãos desceram para a minha cintura onde ele parou enquanto as nossas bocas partilhavam um beijo calmo. Senti o telefone de Ross vibrar no seu bolso, interrompendo-nos.

-Podes atender. -disse enquanto separava os meus lábios dos dele.

-Não é importante. -ele disse, ignorando a chamada e voltando a aproximar-se para mais um beijo.

-Ross, nem viste quem era, anda lá atende. - afastei-me antes que os seus lábios tocassem e nos meus e apontei para o telefone.

Chamada on

- Ross? - ouvi uma voz feminina do outro lado, devido ao silêncio conseguia perceber nitidamente o que a pessoa que ligou para Ross dizia.

-Sim?

-É a Lila, sabes eu estou sozinha em casa e queria saber se não queres passar por cá. - Lila falava e tinha a certeza que tinha um sorriso perverso nos lábios.

-Ouve, agora não é um bom momento ok? Liga para outra pessoa.

Chamada off

   O loiro desligou o telefone e saí do seu colo, entrando na cozinha.

- Não foi o que pareceu. - Ross vinha atrás de mim.

- Não tens que me dar explicações. -falei seca.

-Tenho porque não quero que penses mal de mim.

-Não tenho que pensar mal de ninguém. -disse enquanto pegava num copo e o enchia com água. -Já se faz tarde, é melhor ires para casa. - falei nem me dando ao trabalho de me virar para ele.

- Estás com ciúmes? -ele perguntou abraçando-me por trás.

- Ciúmes de quê? A Lila parece uma rotunda ou achas que não sei que já abriu as pernas para mais de metade da escola? E que tu, fazes parte dessa metade. - tirei os seus braços de cima de mim, um pouco irritada.

-Não estive com ninguém desde que te trouxe a casa daquela festa em casa do Jack.

-Já te disse que não quero saber dos pormenores da tua vida sexual.

- E eu já te disse que tu não fazes parte da "lista" que achas que eu tenho. Não te estou a usar, Clearwater.

- Não tens que me dar explicações de nada Lynch, a vida é tua, não precisas de parar a tua vida sexual por minha causa, o que tu achas que temos, não existe.

- Eu fiz isso porque te respeito…  assim como não te beijei só para poder dizer a meio mundo que curti com a Violet Clearwater.

-Então porque o fizeste? -ri-me irónica.

-Não sei… gosto de estar contigo, gosto de quando não discutimos, gosto quando não estás chateada comigo e quando não crias essa barreira à tua volta, resumindo… acho que gosto de ti. - sorriu para mim.

- E foi exatamente por isto que eu me afastei, ouve uma coisa Lynch, tu não gostas de mim, tu gostas de curtir comigo, são coisas diferentes. Não há sentimentos envolvidos, eu não gosto de ti.

-Então porque é que me beijaste? Porque é que querias ir para a cama comigo? Porque é que me pediste que dormisse contigo? Porque é que me deixaste ficar hoje? Porque é que não te afastaste quando te beijei? E porque é que ficaste com ciúmes quando a Lila me ligou? Se estás assim tão segura que não sentes nada por mim, porque é que tremes quando eu me aproximo de ti? - ele encostou-me à bancada da cozinha - Porque é que sinto as tuas pernas falharem sempre que te toco? - Ross colocou uma das suas mãos na minha cintura- Porque é que gemes quando te beijo o pescoço? - ia fazendo pequenos chupões enquanto falava cada vez mais baixo e eu soltei um gemido rouco- Porque é que tens que complicar as coisas quando é óbvio que nos queremos um ao outro.

-Vai-te embora Ross. -falei baixo.

-Eu vou, mas isso não vai fazer o que sentes por mim desaparecer Violet. -dito isto Ross afastou-se de mim, saiu da cozinha e ouvi a porta principal bater.

O meu coração batia depressa e tinha a respiração pesada, deixei-me deslizar e sentei-me no chão da cozinha. O que é que se estava a passar comigo? Nos últimos dois meses andava completamente perdida, não sabia o que sentia por Ross. Era suposto odiá-lo, mas não conseguia parar de pensar nele, gostava do seu toque, a sensação de o ter por perto deixava-me segura, os seus beijos deixavam-me sem ar e faziam-me implorar por mais, ele conseguia com que baixasse todas a barreiras que havia formado e que me rendesse completamente a ele. 

Pensamentos de sábado assombraram-me a mente, o seu corpo seminu sobre o meu, eu desejava-o, eu queria-o comigo, toquei no meu pescoço e uma sensação de prazer invadiu-me o corpo, mordi o lábio, ele tinha razão, eu gostava dele. Mas antes de fazer alguma coisa sobre isso tinha que finalmente resolver o passado, os olhos castanho-esverdeados continuavam a aparecer nos meus sonhos e eu tinha que saber o significado daquilo.

 


Notas Finais


ESTÁ QUASEEEEEEE!!! Nos próximos capitulos vao finalmente perceber o que aconteceu!!!
Bem eu na quarta-feira vou de férias então vai ser complicado para postar mas vou tentar de qualquer maneira!!!
Obrigada por lerem!!!! 🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄🦄


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