História If I change... - Capítulo 1


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Categorias Supergirl
Personagens Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor
Tags Supercorp, Supergirl
Visualizações 381
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Avisando que não pretendo tornar essa fic longa. Só queria escrever algo sobre elas e para me privar de fazer algo imenso (devido meu pouco tempo) comecei pelo celular msm. Vamos ver se dá certo.

A fic Se passa na terceira temporada, vcs vão perceber no finzinho do capitulo. Achei bom começar a fic do último episódio que assisti.

Capítulo 1 - Warrior Star


Fanfic / Fanfiction If I change... - Capítulo 1 - Warrior Star

POV Lena Luthor

                Era apenas um dia qualquer, em que eu esperava receber notícias sobre o meu passado. Descobrir como eu cheguei à casa dos Luthors nunca havia sido uma obsessão até Lillian despejar sobre mim duas versões que nunca acreditei serem verdadeiras.

                O problema não era saber que eu era adotada. Isso eu sempre soube, mas sim, a não aceitação da filha bastarda, que nem lembrava-se como sua mãe havia partido. Isso é, será que realmente ela havia morrido?

Flashback

                Me vi correndo com meus quatro anos, agarrada ao meu ursinho favorito, em direção ao meu pai.

                – Papai, onde está a mamãe?

                – Querida, como disse, sua mãe teve que ir embora. Lembra que ela foi para aquela viagem que conversamos?!

                – Mas você viaja e sempre volta. Porque ela não pode voltar? Estou com saudades!

                Lionel olhou para os olhinhos verdes transbordantes diante da afirmação e sentiu um aperto no coração pela pequena a sua frente.

                – Meu amor, ela foi para um mundo do qual não poderá mais voltar. Saiba apenas que ela te ama, e estará olhando sempre para você, minha pequena.

                – Quero ir para onde a mamãe foi.

                – Não é possível. Ninguém escolhe quando viajar para esse lugar. – Ele disse pegando a garota no colo e levando para a sacada, enquanto limpava as lágrimas da garotinha. – Veja, tem muitas luzes lá em cima, certo?!

                – Uhum! – A garotinha acenou fungando e se agarrando mais ao ursinho que escorregava, e era presente de sua mãe.

                – Olhe mais um pouco e escolha uma dessas luzes que mais lhe agrada.

                A garotinha observou com atenção até que viu um risco passando pelo céu e seu pai acompanhou.

                – Gosto dessa, ela é rápida. – Tentou apontar quando já não havia mais nada em vista.

                – Hum! Essa não vale. Tem que ser uma que você consiga ver sempre.

                – Então... Aquela ali, papai. Perto daquela seta.

                O homem sorriu.

                – Aquele? – Lionel apontou para a constelação de Orion e a menina assentiu. – Ótima escolha. A partir de hoje você vai olhar para ela e imaginar que pode ser a sua mamãe te observando com carinho.

                A garotinha olhou fixamente e levantou uma de suas pequenas mãos para pegar na estrela. Desejava que sua mãe escutasse o seu coração e voltasse logo para ela.

Fim do Flashback

                Fui até a sacada do meu apartamento e avistei a estrela, que alguns anos após ter escolhido, descobri chamar-se Bellatrix, além de ser conhecida também como guerreira. Lionel estava certo, foi uma ótima escolha! E de fato me ajudou a aguentar essa distância que impuseram sobre a garotinha de 4 anos e a mãe. Não era possível que Lillian estivesse certa, pois a minha mãe nunca teria me abandonado, e mesmo que eu amasse a ideia de saber que ela estar viva, não vejo como ela ter me deixado por vontade própria. Ainda lembro vagamente dela e sei que seu amor de mãe era verdadeiro, algo bem diferente do que minha madrasta tem por mim.

                Meus pensamentos são interrompidos por um flash circular e azul do qual saem duas pessoas de dentro e uma delas é:

                – Crap!! – Supergirl aparece súbita e inexplicavelmente no meu terraço junto com um homem de vestimenta vermelha.

                Olhei-a confusa.

                – Oh! Miss Luthor. Desculpe. – A heroína disse parecer tão confusa quanto eu.

                – O...o que... – Tentei questionar.

                – Tivemos um pequeno probleminha tentando ir para outro lugar, mas já daremos um jeito. Não se preocupe.

                Assenti ainda tentando compreender, até que movi meu olhar para o homem ao lado dela e Supergirl percebeu.

                – Esse é o Flash. Ele também é um herói em outra dimensão. Precisamos ir. – Ela disse apressada.

                Supergirl se preparou para seu teletransporte, ou o que quer que ela estivesse fazendo e mais uma vez algo parecia estar errado, pois ela continuava no meu apartamento. Esperei por mais uma tentativa e após observar uma heroína visivelmente nervosa resolvi intervir.

                – Como funciona esse negócio? Para qual lugar exatamente vocês estão tentando ir?

                – Preciso voltar no tempo e descobrir como Reign chegou aqui na terra, não temos muitas informações sobre ela, é a nossa esperança descobrir alguma coisa e assim conseguir derrotá-la.

                – E porque não estão conseguindo? – perguntei me direcionando ao mocinho de vermelho.

                – Meus poderes não estão funcionando muito bem no momento e temo que Reign seja responsável por isso.

                – Espere, como isso pode afetar você que acredito nem ser da nossa dimensão?

                – Infelizmente, Reign é uma vilã que possui muito conhecimento, além de ser Kryptoniana ela estudou muito enquanto esteve aqui na terra, acabou por unir o conhecimento dos dois planetas e promete fazer sérios estragos.

                – Uow. – Exclamei.

                – Provavelmente ela descobriu minha ligação com o Flash e isso acabou o afetando, não sei, mas deve atrapalhar em algum plano dela.

                – Ok. Vamos ao meu laboratório na L-Corp, eu acho que posso ajudar vocês. Temos um protótipo em estudo que pode dar certo.

                Tudo que eles poderiam fazer era seguir comigo no carro, mas a curiosidade em dado momento sucumbiu a loira ao meu lado e ela precisou me questionar o que eu provavelmente já esperava.

                – Lena, qual o objetivo da L-Corp produzir um dispositivo como esse?

                – Sei que parece estranho, mas a verdade é que esse era um desenvolvimento pessoal e estive fazendo-o apenas para observação, vocês verão que não pretendo fazer o teletransporte em si. Era mais para observação de determinados momentos do passado. Então talvez isso possa ajudá-los a descobrir algo.

                Ao chegarmos na minha empresa, especificamente em meu laboratório, pude notar alguns pontos estranhos, mas poderia ter sido parte do meu cansaço do dia anterior que não me permitiu constatar que estava me enganado. Bom eu preferia que tivesse sido isso. O protótipo estava lá, mas não era o mesmo.

                – Tem algo de errado aqui! Eu não cheguei a concluir completamente esse protótipo. Eu tenho certeza disso. Alguém esteve aqui e o manipulou.

                – Cuidado Lena, quem quer que tenha feito isso pode ter manipulado para te fazer algum mal. – Supergirl disse colocando seu braço na minha frente, impedindo que eu me aproximasse do equipamento. Ela usou sua visão de raio x para se certificar.

                Enquanto eu temia que isso pudesse se virar contra mim, fico impressionada como Supergirl tem fé numa Luthor e é incapaz de achar que estou produzindo algo para prejudicar as pessoas.

                – Certo, se você diz que alguém modificou. O que ele fez? – Flash perguntou e pareceu não ter tanta confiança em mim, mas não posso culpá-lo.

                – Bom. – digo tentando analisar as mudanças feitas, pelo computador. – pelos códigos inseridos, ele foi programado para realizar o teletransporte. O que é genial até mesmo para mim, mas profundamente perigoso.

                – Estamos com sérios problemas. – Flash diz.

                – Espere! Aqui está datado um ano: 2022!

                – É o ano em que eu venho, então ela pode mesmo ter ligação com a falha nos meus poderes. – Flash constatou.

                – Eu acho que ela ainda está presa nesse ano, pois não tivemos sinal dela desde ontem.

                – Se ela foi para lá, ela sabe como voltar. Lena, precisamos que você nos envie para o ano em que ela está, precisamos impedir que ela faça algo. – Supergirl disse enquanto eu vasculhava por mais informações no computador.

                – Não, podemos fazer melhor! Eu vou mandar vocês para 1985. Acredito que seja o ano que ela deverá ir em seguida, pois ela praticamente deixou um caminho. Além disso, o que ela tiver feito no futuro não tem efeito se vocês conseguirem pegar ela no passado. Mas veja bem: Eu não tenho como me comunicar com vocês quando estiverem lá. Vocês terão que seguir o horário que irei programar. – Olhei para o pulso deles e vi que nenhum dos dois teriam como se guiar. – Hum sem relógio! – Retirei o meu e estendi minha mão para que Supergirl me desse seu pulso para que eu colocasse. Eles me olhavam com atenção. – Vou programar para que vocês voltem em 10 horas. Acredito que seja o suficiente?!

                – Sim. Muito obrigada, Lena.

                Era a segunda vez que "Supergirl" me chamava pelo meu nome. Poderia chutar que tem algo diferente em seu olhar. Me pergunto se salvar as pessoas em situações extremas dava acesso a um Green card para elevar o nível de confiança, pelo menos eu considero essa uma forma justa, e continuo esperando o dia que ela finalmente perceba que não consegue esconder as coisas de mim.

                POV Supergirl

                – Acho bom irmos logo. – Flash nos alerta.

                Parece que fiquei tempo demais impressionada com a inteligência de Lena e em como ela está nos ajudando. Uma prova de que nem todos precisam de superpoderes para serem especiais, e ela é desse jeito. Ela é uma Luthor, mas não precisaria provar que faz as coisas sempre pensando se está fazendo o bem aos outros. Definitivamente, precisamos de mais pessoas como ela nesse planeta.

                – Prontos?! – Lena pergunta, após digitar alguns dados.

                 – Sim! – Respondemos em conjunto e ... Estávamos em outro lugar.


Notas Finais


Bom. Não sei se é pq escrevi pelo celular. Acho que tem coisa demais para o que eu queria. Não consigo gente. Eu tô bolando a história agora e acho que não sei ser sucinta, sempre quero escrever demais. Isso só atrasa o andamento de qualquer fic q eu pense em escrever.
Bom espero que gostem desse capítulo e da proposta da história. Supergirl é uma série que estou viciada, apesar de descontente com as coisas que estão rolando. E que Infelizmente, só faz com que eles queiram cancelar.


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