História If I Knew - Destiel (AU) - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Balthazar, Bobby Singer, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Gabriel, Lúcifer, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Calthazar, Destiel, Killurdarlings, Lalin Moon, Sabriel
Visualizações 91
Palavras 3.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoas!

Antes de começarmos, vamos bater um papo aqui...

1) Essa é minha primeira fic Destiel, por isso, já gostaria de me desculpar caso alguns personagens estejam OOC demais;

2) Gostaria de me desculpar também pela falta de beta, ocasionalmente, alguns errinhos vão aparecer - mas serão corrigidos logo (eu tenho mania de ficar revisando meus capítulos sempre .-.);

3) Peço que ignorem a capa tosca da fic. Assim que eu tiver um pouquinho mais de tempo, providenciarei uma decente! haha;

4) A fic será atualizada semanalmente;

5) A fic será divida em três partes - e provavelmente haverão hiatos entre elas;

6) Não me dei ao trabalho de colocar as fotos dos personagens, pq né? Conhecemos todos muito bem. Portanto, somente os personagens originais terão fotozinhas;

7) SIM! A foto de capa desse primeiro cap. é como, mais ou menos, se parecem as crianças da história ♥

8) Sempre leiam as notas finais! Costumo deixar links, comentários e observações lá :)

9) A história pode parecer lenta no começo, mas logo ela pega ritmo!

Bem, sem mais delongas...
Boa leitura :D

Capítulo 1 - (PARTE I) 40 Minutos


Fanfic / Fanfiction If I Knew - Destiel (AU) - Capítulo 1 - (PARTE I) 40 Minutos

PARTE I

CAPÍTULO 1

 

-Ele não vem, desistam - John Winchester dizia enquanto terminava seu cereal matinal e observava sua irmãzinha escorada no batente da janela da cozinha, olhando atentamente o movimento da rua - Pode ir trabalhar, pai. Eu cuido da Mary.
-Pare com isso, John! - respondeu Castiel enquanto conferia sua bolsa pela milésima, na tentativa de passar o tempo. Já estava considerando enxugar as louças no escorredor - Seu pai vai estar aqui em alguns minutos... E como assim, ir trabalhar? Deixar você aqui sozinho? Cuidando da Mary?

O moreno soltou um risinho de indignação e logo vasculhou a cozinha em busca da lancheira de Mary. Castiel ouviu John bufar e não pode evitar se sentir frustrado. Dean estava, pelo menos, 40 minutos atrasado, e Mary já começa a ficar impaciente com demora do pai. O moreno pensou em mandar uma terceira mensagem a Dean, mas foi interrompido por uma voz alta na cozinha:

-40 minutos, Castiel? Isso só pode ser brincadeira! - Balthazar olhava sério para o marido enquanto apontava para o relógio no pulso - Nós já estamos atrasados! Deus sabe o trânsito que vamos pegar, você deveria ter entrado no trabalho às 08:30!
-Eu sei, eu sei... - Castiel suspirou passando a mão sobe a testa, levando a lancheira da filha até à mesa - Ele já deve estar chegando.
-Eu tenho uma reunião às 09:00, Castiel! - o homem levantou os braços e os bateu contra o corpo impaciente - Nós temos responsabilidades, ele não pode aparecer a hora que quiser e esperar que aceitemos isso!
-O papai já está chegando! - a pequena Mary se manifestou olhando carrancuda para os mais velhos - Ele deve está vindo super rápido, no Impala.
-Parece que não rápido o suficiente - John debochou da irmã - Eu já disse, ele não vem.
-Você está mentindo! - Mary repreendeu o irmão.
-Eu sei, querido - Castiel se aproximou do marido, o olhando com pesar. No fundo, ele começava a pensar que Dean realmente não apareceria.
-Ele faz isso toda vez, Castiel. Sempre! - Balthazar gesticulava com os braços, falando um pouco mais baixo, para que as crianças não ouvissem muito bem - Eu estou cansado disso!
-Escuta, eu sei. Eu vou falar com ele a respeito - Baltazar soltou um riso debochado.
-Mais 5 minutos, Castiel. Se ele não chegar em 5 minutos, nós pegamos as crianças, levamos até a casa do Gabriel e vamos trabalhar - O moreno concordou com a cabeça, suspirando mais uma vez, o loiro continuou - 5 minutos. E ele pode ir reclamar no tribunal se não gostar.

Castiel voltou a mesa e recolheu a vasilha vazia de John, o garoto levantou e fez seu caminho até as escadas.
-Ele não vem. E se vier, vai chegar aqui tarde. Eu vou para o meu quarto.

Antes mesmo que John pudesse subir metade dos degraus, um buzina conhecia tocou em frente à casa e a pequena Mary pulou em frente à janela, saindo correndo em disparada enquanto gritava:  

-O papai chegou! O papai chegou!

-Já era tempo! - Balthazar exclamou revirando os olhos e subindo as escadas para pegar sua carteira e paletó. Castiel respirou aliviado, reunindo todas as coisas que precisavam para partir.

Quando chegou no hall de entrada, viu Mary abrir a porta desesperada e correr eufórica com os braços abertos até Dean, que saiu do carro sorrindo e correu até a garota.

-Hey, essa é minha garota! - Dean Winchester disse dando um beijo estalado na bochecha de Mary enquanto bagunçava seus cabelos - Eu senti saudades, princesa.

Castiel saiu de casa com a bolsa e a lancheira de Mary e caminhou até Dean de cara fechada. O loiro levantou as sobrancelhas já sabendo o que o aguardava.

-40 minutos, Dean? - Castiel perguntou ríspido - Dessa vez você se superou!
-É... teve uma emergência. Bobby me ligou cedo dizendo que tinha um trabalho urgente na oficina, não dava para esperar - Dean se explicou, passando a mão pelos cabelos - Eu não consegui sair rápido...
-Eu não sei se entende isso, Dean, mas você não é o único que tem um emprego aqui.  Até o Balthazar se atrasou hoje - a menção do nome fez Dean revirar os olhos - Por sorte, as crianças não tinham aula hoje e você não ficou responsável por levá-las!
-Eu entendi, tá bom? Mas não deu para evitar, o Bobby precisava de mim.
-Você faz isso sempre, Dean! - Castiel se exaltou – Toda semana! Você sempre chega atrasado, você não lembra de ir nas reuniões da escola, você entope eles com essas porcarias que você come-
-Ei, ei... em que momento isso aqui virou o The Jerry Springer Show*? - Dean interrompeu fazendo Castiel bufar ainda mais irritado - Você é muito bom nesse negócio de apontar o dedo e julgar os meus erros, não é, Cas? Vamos falar sobre os seus...
-Sobre os meus? - o moreno riu indignado - Você não tem um pingo de responsabilidade e-
-Agora eu não tenho responsabilidade? - Dean interrompeu novamente - Droga, Cas! Eu estava trabalhando!

-Podemos ir? - John apareceu com uma mochila nas costas, surpreendendo os dois, que só então perceberam a discussão que estavam tendo em pleno jardim.
-Hey, campeão! - Dean sorriu apertando um dos ombros do filho em um comprimento - Como vão as coisas? - O menino sorriu forçado e virou para Castiel:
-Nós voltamos amanhã, certo?
-Isso, filho - Castiel sorriu sem graça - Seu pai vai trazê-los de volta amanhã cedo...
-Bom - John disse simplesmente, e se afastou, indo na direção do Impala onde Mary esperava. Dean acompanhou o garoto com os olhos.
-Você vai levá-los para casa, certo? - Castiel perguntou apreensivo - Hoje é seu dia de folga, tem certeza que não vão aparecer outras emergências na oficina?
-Foi uma emergência, elas não acontecem todo hora. Nós vamos para a casa do Bobby - o loiro respondeu impaciente - Nós vamos jogar baseball.
-Para a casa do Bobby? Que por coincidência é ao lado da oficina? Eu já disse que não gosto que leve as crianças para lá, Dean. Pode ser perigoso...
-Eu não vou, ok? Nós vamos jogar baseball na casa do Bobby. Eu prometo - Dean olhou fixamente para Castiel e o moreno concordou com a cabeça. Logo, ouviram Balthazar gritar da porta da garagem:
-Castiel, nós precisamos ir!

-Espera - Dean falou antes que o moreno se afastasse. Puxou um envelope branco do bolso e o entregou a Castiel - Aí tem um tanto e o restante da quantia eu entrego semana que vez. Nós vamos ter um grande negócio na oficina e eu vou pegar alguma grana...

Castiel abriu o envelope e contou por cima a quantia de dinheiro, respirou fundo:

-Não tem nem um terço do valor aqui, Dean.
-Eu sei, eu sei - o loiro se justificou - Semana que vêm eu vou ter o restante, sem atraso.
-Dean... - Cas o olhou com pena. Ele conseguia ver que o loiro se sentia envergonhado por não conseguir pagar toda a pensão das crianças de uma vez. Todo mês era esse dilema - Toma, não é preciso, fica com você...
-O que? - o homem perguntou indignado.
-As crianças estão bem - Castiel explicou - E você... você precisa do dinheiro. Só fique com ele...
-Espera aí, quem disse que eu preciso do dinheiro? - agora Dean parecia ofendido - Eu disse que vou conseguir o resto da grana semana que vez, Cas. Para com isso!
-Eu estou dizendo - o moreno insistiu - Fique com o dinheiro. Gabriel me contou o que o Sam disse a ele. Ele disse que você está precisando de dinheiro...

-Ah, claro! - Dean exclamou nervoso - A boca grande do Sammy não poderia ficar fechada por um minuto! Olha, Castiel, esse dinheiro é a pensão dos meus filhos. É minha obrigação como pai.
-Mas você não precisa-
-Eu preciso sim! - o loiro aumentou o tom de voz - Se a droga do juiz disse que eu tenho que dar, é o que eu vou fazer. Eles são meus filhos, esse dinheiro é para eles!
Castiel ficou quieto. Sabia que Dean era orgulhoso demais para admitir estar precisando de dinheiro e sabia que ele faria de tudo para pagar a pensão dos filhos. Por fim, resolveu aceitar a pequena quantia sem mais discussões.

Depois de ser chamado por Balthazar mais uma vez, o moreno disse que tinha que ir e caminhou até o Impala para se despedir dos filhos.

-Se cuidem, meus amores - Cas deu um beijo na testa de Mary que sorriu e devolveu o carinho, e deu um beijo na bochecha de John que fez uma careta e tentou se esquivar dos carinhos do pai - Se comportem na casa do vô Bobby. E não comam besteiras o dia todo!
-Tchau, pai - John se despediu entediado dos sermões e entrou no carro, sentando no banco de trás. Mary deu um último abraço em Castiel e também entrou no carro, sentando ao lado do irmão.

Dean passou rápido pelo moreno e entrou no carro sem dizer nada, provavelmente ainda ofendido pela discussão sobre o dinheiro.
Cas viu Dean dar a partida e Mary abriu a janela do carro. A garotinha acenou para o pai, que olhava de longe, parado na calçada em frente à sua casa, os filhos partirem.

[...]

Mary contava sobre suas aventuras na escolinha e falava sobre os novos professores e os novos colegas de classe, empolgada. A garotinha se inclinava para frente, mesmo sendo puxada de volta pelo cinto de segurança e atualizava o pai de todas as novidades em sua pequena vida social.
Dean sempre achou admirável o fato de Mary ser tão comunicativa. Ela se expressava muito bem, com apenas 6 anos de idade. E adorava descrever detalhadamente as coisas que aconteciam ao seu redor. Admirável.
Dean gostaria de se expressar como Mary de vez em quando. Deus sabe quanta dificuldade ele tinha de fazer isso. Por outro lado, John parecia não partilhar da mesma habilidade da irmã, na verdade, o garoto se parecia muito com ele. Da aparência ao comportamento, um verdadeiro mini Dean Winchester.
O loiro tentava, no meio de sua conversa com Mary, puxar assunto com o garoto. John seguia o caminho olhando pela janela com os fones de ouvidos, não dando atenção as tentativas do pai.

-Então, a temporada de baseball está chegando - Dean tentou mais uma vez - As inscrições para o time da escola já começaram?
-Já - o garoto respondeu secamente.
-Sabe, eu joguei baseball pelo time do colégio na minha época - o homem riu com a lembrança - Acho que você deveria tentar, filho.
-Eu não jogo baseball - John cortou o assunto. Dean suspirou, olhando o garoto pelo retrovisor, teve um estalo.
-Escuta, você já não está grandinho para sentar no banco de trás, garoto? - John ergueu a cabeça, um pouco mais atento - Eu quero dizer, você vai fazer 14 anos daqui alguns meses. Já está mais do que na hora de andar no banco da frente!
-Você está falando sério? - John perguntou hesitando - Por que eu digo isso ao pai todo dia!
-Se eu estou falando sério? - Dean riu virando um pouco o corpo para trás, tentando ver o garoto. Logo, ele foi diminuindo a velocidade e encostou o carro - O banco é seu, John.
O garoto sorriu de lado e abriu a porta do carro, correndo para o banco da frente. Sentou-se, colocou o sinto de segurança e olhou para o pai, que sorria cúmplice para ele. O garoto levantou uma sobrancelha, convencido.
-Quando eu vou poder sentar no banco da frente, papai? - Mary perguntou se esticando para frente mais uma vez. Dean riu e bagunçou os cabelos da menina.
-Ainda faltam alguns anos, Supergirl... alguns anos.

[...]

Castiel separava os best-sellers do mês e os ordenava no balcão da pequena Livraria onde trabalhava. Por sorte, havia recebido apenas uma cara feia por seu atraso mais cedo. O velho Sr. Lewis costumava ser muito tolerante com Castiel e seus eventuais contratempos. De tempos em tempos, o moreno até tinha permissão de sair mais cedo de seu expediente. O salário era razoável, mas estável. E Castiel realmente gostava de trabalhar ali. Era pequeno, empoeirado e a freguesia era sempre a mesma, mas ele se sentia em casa.
Enquanto terminava de organizar os livros, a campainha da porta tocou, avisando que um novo cliente havia entrado. O moreno levantou os olhos do balcão e ficou surpreso quando viu seu irmão mais velho ali, acompanhado de sua sobrinha.

-Gabe! - Castiel exclamou - O que está fazendo aqui?
-É muito bom te ver também, irmãozinho - Gabriel respondeu sorrindo - Como vão as coisas?
-Tio Castiel! - a menina de cabelos castanhos correu de braços abertos para o tio - A gente trouxe o seu convite. Para a minha festa!
-Castiel, hum? - o moreno abraçou a menina rindo - O que aconteceu com "Tio Cas"?
-Ah, ela entrou nessa fase agora – o irmão respondeu revirando os olhos e dando risada - Disse que apelidos são coisa de criancinha... Hoje, no café da manhã, ela chamou o Sam de "Papai Samuel". Você consegue imaginar a reação dele, não é?
-Ah, eu consigo - Castiel riu enquanto a menina se distraia e caminha até a conhecida sessão de livros infantis - Eles crescem tão rápido...
-Nem me diga! - Gabriel deu um suspiro observando a filha revirar os livros nas prateleiras baixas. Logo, ele virou-se para Cas e puxou do bolso um cartão enfeitado - Enfim, o convite de aniversário. Ela fez questão de convidar pessoalmente todo mundo. Pelo menos, todo mundo que ela se lembra.
-Você sempre pode dizer "não", sabia? - o mais novo riu e pegou o convite das mãos do irmão, abrindo-o rapidamente. Gabriel revirou os olhos.
-Como se você conseguisse... Bem, acontece somente uma vez por ano. Sammy e eu não conseguimos resistir quando ela faz aquela carinha.
-Então, vai ser uma grande festa? - Castiel perguntou enquanto voltava a organizar os best-sellers. Gabriel começava a vascular os itens no balcão distraidamente.
-Bem, convidamos todo mundo - o loiro deu de ombros - E já encomendamos o buffet...
-Vai ser uma festa grande - Cas confirmou convencido.
-Sabe, eu passei mais cedo na casa do Bobby, para levar o convite - Gabriel mudou de assunto - Eu vi as crianças...
-Ah sim, hoje é o dia do Dean - suspirou - Elas estão bem? Você as viu na casa do Bobby, não é? Elas não estavam na oficina?
-Ah... não, claro que não - o loiro hesitou em responder - Estavam, na casa do Bobby. É. Não se preocupe, Cas.
-Que ótimo! - Castiel respirou aliviado - Eu disse para o Dean que não queria que eles ficassem na oficina, ele sabe o quão perigo pode ser, com todas aquelas ferramentas!
-Claro - Gabriel levantou as sobrancelhas com a preocupação excessiva do irmão - Mas, por falar em Dean... ele parecia bem azedo hoje, digo, mais do que o normal.
-Nós discutimos.
-Que novidade! - Gabe riu - Qual foi a tragédia grega dessa vez entre você e o Deanno, irmãozinho?
-Ele se atrasou, para variar - Cas acrescentou quando o irmão revirou os olhos - E nós discutimos sobre o dinheiro da pensão também...
-Uh! - o mais velho olhou impressionado, rindo - Você tocou na ferida, dessa vez maninho...
-Eu pedi que ele ficasse com o dinheiro - o moreno gesticulou com as mãos, mostrando indignação - Eu falei que sabia que ele precisava de dinheiro e-
-Calma aí - Gabriel interrompeu e arregalou os olhos - Você disse isso para ele? Meu deus, Cas! Ele vai contar tudo para o Sammy e grandão lá, vai acabar com a minha raça! Eu disse que era para ficar entre nós!
-Eu sei! - Castiel se justificou - Mas, ele começou a forçar a barra e eu sabia que ele estava precisando - o irmão revirou os olhos - Eu não podia simplesmente aceitar o dinheiro!
-Você conhece o Dean! Ele não deixaria de pagar a pensão dos filhos, mesmo se - o celular de Gabriel começou a tocar, interrompendo o loiro, que fez sinal para que Castiel esperasse enquanto ele atendia a ligação.
Alguns minutos depois, o loiro desligou o telefone e esperou que o irmão atendesse um cliente que havia surgido. Chamou a filha e se despediu:
-Eu tenho que ir, Cas. A costureira me ligou e disse que eu posso pegar a fantasia da Samantha, hoje.
-Eu vou ser a Moana, tio Castiel! - A menina pulou contente, fazendo o moreno sorrir.
-Tudo bem - Castiel também sorriu para o irmão - Eu te ligo mais tarde...
-Ah, mais umca oisaa, maninho - Gabe sorriu duvidoso - Eu convidei a mamãe.
-Você o que? - Castiel perguntou alto - Você a viu? Levou o convite para ela?
-O que? Não! - Gabriel respondeu como se fosse óbvio - Eu mandei por correio. Já não basta ter que vela no aniversário. Que foi? Não me olha assim não, Cas. Se ela soubesse que eu dei uma festa de aniversário e não mandei convite, ela me mataria. Mataria eu e você!
-Você tem certeza que quer dar essa festa, Gabe? - o moreno perguntou apreensivo - Você sabe que as coisas não costumam dar certo quando você inventa de organizar essas mega festas...
-Cas, relaxa... - Gabriel tocou o ombro do irmão e sorriu - Vai dar tudo certo. A Moana aqui e eu, te esperamos lá...
Castiel sorriu convencido e logo se despediu do irmão e da sobrinha. Suspirou pensando que não poderia ser tão ruim. Todos os seus amigos iam estar lá, alguns familiares, mamãe, seu ex-marido...
No fim das contas, era mesmo uma grande festa. Sua sobrinha estaria completando 5 anos, ele não poderia perder. O moreno puxou sua agenda e anotou, dando bastante destaque:

"Comprar presente de aniversário para a Samantha."


Notas Finais


*The Jerry Springer Show: É um programa popular de fofoca + algo tipo Casos de Família dos EUA - ele é bem ruinzão, na verdade. Para quem tiver interesse: https://goo.gl/UiL8e4 (+16)

Então, queridões, o que acharam??? Eu estou MUITO feliz por ter começado a escrever a fic, essa ideia andava na minha cabeça fazia um tempo. Vocês já estão cheios de dúvidas? Eu espero que sim! haha
Deixem suas opiniões e vamos conversando nos comentários!

p.s.: Se o John Connor criança não é como o filho do Dean deveria parecer, eu não sei quem é hahah

p.s. 2: HOJE É DIA DAS CRIAAAANÇAS ahahashaha
Então, parabéns a todas nós, crianças de coração <3

*AVISO*

~Tem playlist da fic no Youtube e no Spotify, por hora, só tem uma música nela: If I Knew do Bruno Mars - a canção que deu título a fic ♥ Escutem, confiram a letra e me digam depois o que acharam:

Youtube: https://goo.gl/FR1oMW
Spotify: https://goo.gl/u3EcMc


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