História If I Ruled the World - Taekook - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Amor, Bangtan Boys (BTS), Kooktae, Kookv, Romance, Sope, Taekook, Vkook, Yoonseok
Visualizações 50
Palavras 629
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ah... o último capítulo!
Meu deus, como o tempo passou rápido ajshdhsch. Pra ser bem honesta, eu tava bem nervosa em postar essa história, por ser algo meio filósofo demais, onde eu exponho muito dos meus pensamentos. Eu acho que todos nós podemos aprender algo de todas as coisas que vemos e lemos, e eu espero que vocês tenham gostado e aprendido tanto dessa fanfic quanto eu hihi. Comentem o que vocês acharam, por favor! E também me digam se vocês gostariam de uma parte dois, do reinado deles.
Eras isto, boa leitura! Até mais ❤︎

Capítulo 12 - Ma city


Fanfic / Fanfiction If I Ruled the World - Taekook - Capítulo 12 - Ma city

Acordaram e, como combinado, foram até o ponto de encontro: a entrada do castelo. Lá, entrariam em uma carruagem, e, em uma viajem de mais ou menos três horas, chegariam no reino de Chohee, tia do príncipe. Assim que chegassem lá, poderiam seguir suas vidas normalmente como um casal, tendo a opção de casarem-se quando quiserem.

Enquanto Taehyung ia para o castelo, passando pela vila, mil lembranças lhe voltavam. Lembrava das tardes que passava brincando de pega-pega com as crianças do bairro. Lembrava do lanche que comprava na padaria, quando sua mãe tinha dinheiro. Tinha saudades. Saudades da época em que sua maior preocupação era se seu amigo viria para sua casa. A vida de adulto - ou quase um -, era muito difícil. As pessoas costumam ter a ideia erronia de que a adolescência e pré-adolescência é uma parte ruim da vida. A verdade é que nenhuma parte da vida é perfeita. Nada é. Só algumas são mais legais e te fazem sentir melhor que outras. O tempo passa tão rápido, não vale a pena ficar se arrependendo de tudo de ruim que a vida te fez. Coisas ruins acontecem o tempo todo, com todo mundo, e não tem como previnir. Algo ruim sempre acontecerá. Quando você perceber, sua vida já passou, então, no final, memórias são o que te resta. Memórias eram o que Taehyung teria do seu reino. Não moraria mais lá, nem conviveria com as pessoas de lá - pelo menos não com a mesma frequência -, e isso lhe deixava um pouco triste. 

Caminhou mais um pouco, enquanto relembrava, com carinho, lembranças de sua infância, e chegou no castelo. A família do príncipe e o mesmo já estavam lá, e receberam o camponês com muito carinho:

 

- Olá! Então você é o tão famoso Kim Taehyung! - disseram os pais do garoto, indo abraçar o menino.

 

- Sou sim! Ouvi coisas muito boas de vocês.

 

- Nós também! A carruagem chegará logo.

 

- Certo. Irei cumprimentar o príncipe. Com licença.

 

Foi até o príncipe, e começou a falar:

 

- Oi, amor - disse, enquanto lhe beijava a testa.

 

- Oi! - respondeu, dando um sorriso de coelho, capaz de conquistar qualquer um.

 

- Então, tá animado com a mudança?

 

- Na verdade, não. A verdadeira mudança já aconteceu. Se você comparar a gente de dois meses atrás com atualmente, entenderá o que eu estou dizendo.

 

- Você está certo - disse Taehyung, enquanto encarava o mais novo - Ai, eu te amo tanto, sabia? Todo momento que eu passo com você, eu me sinto mais feliz, e tenho mais certeza de que somos destinados.

 

- Mais que isso. Somos alma-gêmeas. Eu te amo infinito.

 

- Eu também. Se eu estiver com você, então vale a pena.

 

Então, a carruagem chegou, e, em clima de despedida, e, mais importante, nostalgia - por estarem lembrando do passado e de suas infâncias - os garotos deram adeus ao rei e rainha e entraram. Estavam felizes, afinal de contas. Seria o fim de uma jornada sozinhos, porém o início de uma grande vida juntos. Aquele reino sempre seria importante para eles, e agora precisavam recomeçar. O futuro, mais uma vez, tinha grandes planos para o casal. Estavam, agora, esperançosos. Cada segundo que passava, tinham mais certeza de que queriam passar o resto da vida juntos, e nada, nem ninguém, atrapalharia isso. Se fosse por eles, congelariam o momento para sempre, mas, se isso fosse possível, qual seria a graça? O emocionante da vida é que a gente não consegue controlar ela, ou o ritmo que ela segue. Ela é imprevisível, que nem nossas relações. Você nunca sabe quando fará um novo amigo, ou quando perderá um. Qual seria a graça da vida, se a gente pudesse controlar ela?


Notas Finais


Então eras isto! Espero que tenham gostado! Lembrem de, por favor, comentar o que vocês acharam, no que eu posso melhorar e se vocês querem uma parte dois!


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