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História If Our Love Rule The World (IOLRTW) - IMPERFECT - Capítulo 9



Capítulo 9 - Dates


Fanfic / Fanfiction If Our Love Rule The World (IOLRTW) - IMPERFECT - Capítulo 9 - Dates

Anteriormente em IMPERFECT…

"Claro! Amanhã tenho aula de pintura na escola de artes, podemos fazer algo depois…"

"Perfeito. Te vejo lá amanhã a tarde?"

"Com certeza!"

Mal espero para amanhã…

Chae Hyemi

20 de julho de 2019, sábado. Escola de Artes, Seoul, Coréia do Sul. 16h

Os últimos meses tinham sido agitados, Kai estava sempre tentando me ajudar apesar da agenda cheia e acabamos por criar um grande laço de amizade… e de ficantes fixos, mas isso é mero detalhe.

Uma coisa que tinha aprendido sobre mim: perto dele eu me sentia mais confiante porque ele me incitava a me sentir assim, como se não precisasse temer nada. E olha que muitas garotas tremem só de olhar para ele. Ele tinha um lado doce que encantava, um jeito suave de acolher. E foi com esse jeito dele que descobriu meu lado mais sensível, meu lado medroso. 

Ao mesmo tempo que ele me conheceu "de verdade", descobrindo uma parte minha que simplesmente é uma sombra da qual não consigo me desfazer, ele também aflorou um lado desconhecido meu que, mesmo que só aparecesse quando ele estava comigo, aparecia. E não era apenas fingimento, eu realmente me sentia bem ao lado dele.

Apesar de umas poucas vezes termos feitos programas aleatórios, nosso tempo juntos era na maioria das vezes na escola de artes. A mesma que eu estava agora, a mesma que nos conhecemos. Eu nunca poderia imaginar que isso aconteceria, nem mesmo nos meus mais estranhos devaneios. 

Depois do episódio em que a professora infantil faltou e eu a substitui, passei a tentar ajudar lá como voluntária todos os sábados fora do meu horário de aula, ajudando desde grampear folhas até ser cobaia do professor de teatro. Era um lugar que me sentia bem e queria ajudar, as crianças e todo o público que frequentava ali eram cativantes, trazia um conforto sem igual. E eu sabia que quando as coisas apertassem eu não teria tanta disponibilidade para estar ali, então melhor aproveitar agora. 

O dia no ambiente me distraiu bastante, me ajudou a relaxar, mas a preocupação ainda me atingia em cheio. Papai tinha mandando mensagem dizendo que mamãe se machucou numa das aulas de ballet que lecionava e meu coração estava ansioso e com medo. Podia ser uma lesão grave, mas eu só conseguia rezar para tudo estar bem, esperando ter notícias.

– Hey! – Vejo uma mão balançando a minha frente e sinto voltar a realidade. – Você está bem? – Kai tinha ido me ajudar a organizar as fantasias da apresentação que a escolha estava planejando. Não nos víamos há um tempo e ele ter ido me ajudar apenas para me ver era algo extremamente fofo.

– Que horas você chegou? – Eu estava bebendo água perto da entrada quando sua figura apareceu em minha frente, então logo percebo que ele provavelmente chegou agora enquanto estava distraída. – Que pergunta estúpida. Me desculpa.

– Você só estava distraída. Aconteceu algo?

– Minha mãe se machucou na aula. Estou esperando notícias. 

– Ela vai ficar bem. E você também precisa se acalmar, vem. – Ele me arrasta até a sala onde todos os figurinos estavam completamente amontoados. – Acho que você vai ter distração o suficiente… – Um suspiro nada contente me escapa.

– Eu vou enlouquecer. Até a ordem dos atos tá misturada… – Eu olho as etiquetas das peças indicando os personagens e cenas todas misturadas. – Se isso fosse pago, eu me demitia. Tem no mínimo umas 5 peças só nessa pilha. – Kai para no meio da bagunça com as mãos apoiadas na cintura, claramente tão perdido quanto eu, mas pronto para começar. – Vamos separar por peças. De natal a esquerda e… as outras a direita. 

A primeira hora se passou em meio a espirros, lamúrias e um grande bico em meus lábios, até que Kai veio que a incrivel ideia de começar a vestir as fantasias. De primeira eu quis matar ele porque aquilo faria a organização demorar mil vezes mais… só que aquele garoto tem lábia e me convenceu a entrar na brincadeira rapidinho. De elfo a príncipe, de árvore a fada madrinha, eu me senti criança novamente naquelas horas que gastamos ali, juntos, nos divertindo enquanto tentávamos colocar as peças em ordem nas araras. Era bom sentir que o mundo do lado de fora daquela sala tinha sumido por algum tempo. Um mundo com problemas, dor e preocupações, onde até pensar errado era motivo de julgamento e acertar era quase impossível. Quando eu era criança eu queria crescer, mas pelo primeira vez desde que cresci consegui algo pensei nunca ser possível de novo: tentar ser criança, infantil, inocente e sem noção. Todos deveriam tentar ignorar o mundo por um dia e viver algo bom da infância, seja brincar de bonecas ou se fantasiar como eu fazia ao ajudar mamãe com os figurinos. Uma folga de tanto viver, sentir, planejar que eu precisei tão desesperadamente. 

– Eu nunca vou esquecer que até de bruxa você fica bonita. – O garoto disse enquanto eu tirava a peruca cinzenta e propositalmente embaraçada da cabeça para colocar no suporte. Eu olho o homem alto, musculoso e de traços fortes vestido em um tutu rosa rodado com um par de asas pequenas mas costas e não consigo não rir. – O que? Você pode ser uma bruxa bonita, mas eu não posso ficar bem de fadaadrinha? 

– Parece mais "O Fada do Dente", Dwayne Johnson sentiria inveja de você agora. – Ele ri enquanto guarda as peças no lugar e olhamos ao redor, vendo que finalmente estávamos terminando.

– Vou fazer questão de dizer isso para ele quando o encontrar. – Ele sorri. – Você parece uma criança em alguns momentos.

– Nunca me falaram isso… é um elogio?

– É, sim!

A porta da sala é aberta chamando nossa atenção e logo uma das voluntárias ali nos avisa que deveríamos ir embora ao terminar por já estar tarde. Agradecemos e voltamos ao trabalho rindo e conversando sobre como algumas fantasias eram estranhas e a tarefa acabou mais rápido do que imaginava. Na verdade as horas tinham se passado sem que eu percebesse e quando pego o celular ao fechar a porta da - agora arrumada - sala de fantasias, vejo que já são 19h e que meu pai tinha avisado que mamãe estava bem, me fazendo respirar aliviada. 

– Minha mãe está bem. Céus, às vezes ela parece mais adolescente do que eu. – Guardo o aparelho no bolso enquanto o mais alto me acompanha até a saída.

– Tente agir mais como uma adolescente e talvez os papéis mudem. – Ele diz e eu o olho com os olhos semicerrados. – O que? Tem horas que você é tão careta que me deixa com sono. 

– Sono, é? Vamos ver quem sente sono primeiro… – Eu me aproximo da figura alta, passando meus braços por seu pescoço e ficando ma ponta dos pés, aproximando nossos rostos.

– Eu ainda não entendo essa sua dualidade. Uma hora frágil, na outra tão… empoderada.

Qual delas é você? – Eu me afasto com a pergunta e desvio o olhar, mas ele segura meu queixo me obrigando a olhá-lo. – Não! Eu só estou curioso… estamos nessa há meses e você ainda é tão misteriosa para mim quanto no primeiro dia que nos vimos. Dava para ver o quão delicada era e agora eu conheço esse seu lado também. Mas ao mesmo tempo você pode conquistar o mundo se quiser. 

– Você não entende. – Eu sorrio, mesmo que não tenha graça alguma. – Obrigada por ser tão… gentil.

– Vamos comer algo. – Ele muda de assunto, sabendo que não iríamos discutir sobre mim, e eu agradeço por isso. – Churrasco coreano?

– Comida vegetariana. Muita salada. – Eu contesto e ele franze o cenho. 

– Você só come essas comidas saudáveis e fitness, é trainee… que pessoa mais regrada.

– Eu ganho peso fácil, preciso me manter em forma. – O puxo pela mão e vamos até seu carro, onde logos passamos em um drive thru e nunca vi alguém relutar tanto em pegar uma salada como Kai fez, mesmo que já tivesse pedido um hambúrguer também.

– Você também precisa se cuidar, comer coisas saudáveis. Se só viver de carne gordurosa tenho certeza que esse abdômen não vai ficar com 6 gominho por muito tempo. – Olho para o corpo definido delineado pela blusa sem esconder o quanto me agrada. Quando eu fiquei assim? Ou melhor, como eu sempre fico assim perto dele?

Ele lambe os lábios depois de dar sua última mordida no hambúrguer e juntar todas as embalagens, saindo do carro que estava estacionado perto da BigHit para comermos. É rápido em correr até a lata de lixo e depois volta a entrar no carro, ficando a olhar para mim. Eu me inclino em sua direção e logo estamos nos beijando. Pela primeira vez no dia, mas já era um costume tão grande que sua boca era conhecida para mim. Sua língua acaricia a minha calmamente, mas sem deixar de demonstrar o desejo. O gosto de fast food está presente, misturado ao sabor do beijo, por isso me afasto minimamente.

– Não é justo, você me deixou com vontade! – Eu mordo seu lábio inferior enquanto ele sorri.

– Com um beijo? E nem foi um tão bom assim? – Eu fico de olhos arregalados em quão impuro esse homem pode ser.

– Hambúrguer! – Eu respondo me afastando, olhando pela janela para tentar esconder a vergonha que me atingiu como um soco.

– Esse fora eu nunca levei. – Ele ri e apoia a mão em minha coxa fazendo um carinho realmente inocente. – Olha… sem querer te apressar ou ser chato… é só minha insegurança falando alto, mas… – Como ele pode ser inseguro? Pelo amor de Deus, é um anjo. – Sou eu? – Eu me viro para olhar em seus olhos 

Sabia o que estava perguntando e não era por mal, dava para ver o exitar em seus olhos e os músculos se tencionando. Claro que era diferente, porque era eu. Qualquer garota não pensaria duas vezes, mas esse é meu problema: pensar demais. E de tanto pensar eu não faço, recuo, me escondo.

– Não. Você é extremamente lindo, educado, sexy e encantador. Até em um tutu. – Tento tirar a tensão do momento para trazer um pouco do conforto para a conversa que eu não queria ter, mas sabia que chegou a hora. – Durante meses estamos nessa. Não sei o que é, sei que é sério na medida em que não é. E eu nunca passei por isso. Não sei o que temos ou o que podemos ser. Sei que gosto de estar com você, que me sinto atraída e confortável. Mais do que um beijo bom, você tem um abração bom. E espero que entenda o que estou dizendo porque eu definitivamente não fico mais sem seus abraços. Eu só não me sinto pronta para me deixar tão vulnerável em uma relação tão…

– Casual? – Seu tom de voz falha e eu acho isso a coisa mais fofa do mundo, porque ver seu lado vulnerável mostrava que se importa.

– Não é casual. Tem seriedade. Só não sei até que ponto.

– Tudo bem, não vou te julgar por só transar com seus namorados. – A dualidade de como encaro a frase é grande, porque sinto meu coração se aquecer ao mesmo tempo que minha face e sei que estou corada.

– Namorado. – Corrigi o uso do plural, porque nunca tive mais de um namorado. – Primeiro e único. – O alívio me vem em perceber que ele realmente não se importava, só estava preocupado.

Talvez para ele isso pudesse soar como se eu não estivesse levando nosso envolvimento a sério, da mesma forma que para mim isso soa como algo muito sério. Eram só inseguranças sobre formas diferentes de encarar tudo e conversar sobre, por mais desconfortável que fosse, era bom. Por deixar tudo mais as claras de algum jeito.

– Qual era o nome dele? – Jongin pergunta realmente interessado. Não em quem ele era, mas em quem eu sou.

– Matt.

– Estrangeiro?

– Nós namoramos em Los Angeles. No meu último ano da escola. Ele era meu parceiro de dança. Depois eu vim para cá e nunca mais estive com ninguém… até você.

– Ainda bem que eu não recusei aquela pirueta que os pequenos pediram. Quer dizer que tenho chances? – Ele pergunta rindo. Uma pergunta séria levada na brincadeira. 

– Quem sabe… só não quero perder o amigo legal que fiz.

– Amigo dói. Destrói esperanças, Hyemi. – Eu solto uma gargalhada por sua careta de dor tão falsa quanto nota de três. – Amigo com benefícios eu até aceito. – Ele sorri e despretensioso se aproxima, deixando um selar em meus lábios.

Estávamos "acertados"... Por enquanto. Mas é bom, trás a leveza que sentia falta, que me faz sentir livre.

– Que tipo de benefícios?

– Que tal você me dar o benefício de ser seu namorado? 

O que?

 Park Jimin

20 de julho de 2019, sábado. BigHit Entertainment, Seoul, Coréia do Sul. 22h00

Por uma vez na eternidade eu tinha sido o azarado para ir comprar comida. Kim NamJoon, você não tinha esse direito. Saí da empresa calmamente cumprimentando alguns trainees que conhecia e sorrindo para uma funcionária que sabia que eu era seu preferido do grupo. E isso é estranho para caramba antes de se acostumar. Esbarrar com fãs, pessoas conhecidas que sorriam e tinham os olhos brilhando ao nos ver. Era gratificante ao mesmo tempo que assustador, porque somos apenas pessoas. Mas a maioria não enxerga isso. Falando em não enxergar, acho que deviam trazer um oculista para empresa porque eu juro que não vi essa garota vindo na minha direção antes de esbarrar nela. Aparentemente ela também não me viu porque se assustou. Os olhos arregalados ao me olhar, o curvar rápido com um pedido de desculpas sussurrado antes de se apressar em direção ao elevador.

Confuso, olho para frente tentando lembrar de onde a conhecia, xingando a mim mesmo no segundo seguinte por ser tão lerdo. É a colega de quarto da MinHa, também faz parte do grupo de trainees que agitam a empresa. Talento é assim. Mas o mais impressionante foi olhar para frente e dar de cara com Kai rindo. Me aproximo dele sem fazer a menor ideia do que está acontecendo. Se alguém entrar por essa porta fantasiado agora eu não vou nem contestar.

– Sunbae! O que está fazendo aqui? – O vergonhoso dizer que preciso olhar para cima para encarar seu rosto.

– Estava de passagem. Como está? E a Tour, agitada?

– Demais. Parece que o último mês de folga foi um presente de ouro e vou aproveitar esse como se minha vida dependesse disso.

– Faça isso sim, vamos marcar de sairmos juntos algum dia desses. Só não podemos ir em uma balada, de resto acho que está liberado. 

– Você? Fugindo de balada? O que está acontecendo?

– Não quero irritar ninguém, sabe como é.

– E com ninguém você diz alguém específico. Está namorando?

– Espero estar em breve. – Eu rio de sua careta finalmente entendo.

– Deus me livre de namorar.

A conversa foi rápida e logo o mais velho estava entrar em seu carro e seguir rumo ao seu dormitório, enquanto eu estava a andar na rua quase que todo coberto para ir comprar soju. Felizmente muitas pessoas andam assim aqui na Coréia, ajuda a disfarçar no meio da multidão. Mas ainda sim sempre tinha um ou outro que apontava e o medo era tanto que eu quase saia correndo. Não medo das pessoas, mas de saberem que sou eu. "Aquele ali, não parece um Idol?". Pernas para que te quero, foi graças a esses momentos que desenvolvi aquela habilidade de andar quase correndo.

O caminho de volta foi mais tranquilo, exceto pela minha quase morre do coração no meio da rua.

– Dongsaeng! – A desgraça ainda me bajula depois de quase me mandar dessa para melhor. Talvez para pior, eu não sou tão santo assim.

– O que você quer? Além de me matar do coração com um susto.

– Só te avisar que eu fui comprar soju com você.

– Você foi encomendar a minha morte e ainda quer que eu te acoberte?

– Por favor! Você sabe que eu não pediria se não fosse importante. 

– Se você não me contar tudo, tudinho, detalhe por detalhe, eu nunca mais te ajudo. Agora segue isso, mínimo que você pode fazer. – Entrego uma das sacolas em minha mão para Hoseok, obviamente a mais pesada, e continuo andando com ele ao meu lado. 

Ao adentrar o dormitório, NamJoon quase salta em nossa frente para pegar as garrafas de bebida.

– Se perderam no caminho ou foram fabricar?

– Encontrei o Kai na entrada, conversamos.

– Ah, então tá. Não tinha mais soju na loja ou vocês que estão fraquinhos e trouxeram pouco. 

– Não enche, só porque eu perdi dessa vez não significa que na próxima não vai ser você indo comprar coisa de novo. – Como acabar com a alegria do líder: o lembrando que normalmente o delivery é ele. Mas melhor nem comentar nada sobre, vai que a mente poluída dele interpreta de maneira errada. 

– Jin, vai fazer o que de almoço amanhã? – Passo dois de como deixar o líder de cara feia: bajule outro hyung.

– Na.

– Na? 

– Nada. Vocês que passem fome, vou comer fora.

– Ok, vamos com você!

– Vão sim e o Jungkook sabe cozinhar.

– Que?

– Pensei que estávamos falando de coisas impossíveis.

– Hyung, você vai em um encontro?

– Não, vou levar uma pessoa para almoçar.

– Aquela loira? Ela é bonita. Todo mundo está com alguém na vida, até o Kai está interessado em alguém. É o ano dos relacionamentos e eu não estou sabendo?

– Primeiro que eu não estou com ninguém na minha vida, a Minji é só uma amiga. Segundo que você está só porque é burro e gosta de farra. Terceiro, me conta dessa história aí do Kai que eu não estou entendendo nada.

Jin não mentiu em dizer que gosto de liberdade. Gosto, apesar de não ser a pessoa mais farreira. E era estranho ver todos tomando um passo a mais na vida. Ou seja, sendo idiota e gostando de alguém. Eu não me via assim. Pelo menos não sou o único, obrigado, Tae, por não me abandonar nessa.

– Para de ser lento e me conta logo! – Jin jogou água na minha cara graças as mãos molhadas e eu podia até ter saído dali, mas eu seria uma pessoa morta se o fizesse.

– Chama o maknae para fofocar também. Ele deve saber mais do que eu. – E lá vamos nós, discutir a vida alheia porque… bom, a vida é interessante. Pelo menos para os dois a minha frente, porque eu definitivamente não gosto de fofocar. Sou apenas curioso com fatos das pessoas ao meu redor. E o assunto do momento era: namoros.



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