1. Spirit Fanfics >
  2. If Our Love Rule The World (IOLRTW) - LOST >
  3. Prologue

História If Our Love Rule The World (IOLRTW) - LOST - Capítulo 1



Notas do Autor


Acompanhe a fanfic pelo twitter também!!!
E interaja com as autoras, usem as tags #IOLRTW e #IOLRTW_LOST

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction If Our Love Rule The World (IOLRTW) - LOST - Capítulo 1 - Prologue

Alice Ricchie

4 de maio de 2019, Sábado - 12h47

 São Paulo, SP. 


"Querido diário,

Eu realmente não sei como começar com você, nunca fui do tipo que escreve as coisas que vive e isso pode ser mais difícil ou mais fácil do que eu imaginei. Só vou saber mais para frente, certo?

Então... O que acha de começarmos com apresentações? Vou me apresentar e apresentar cada pessoa que provavelmente terá seu nome escrito aqui no decorrer dos meus dias.

Meu nome é Alice Ricchie – obviamente tenho mais um nome, mas eu não gosto dele, então não vou falar. Tenho 18 anos e nasci no dia 24 de novembro de 2000. Vivo com a minha mãe, meu pai e minha chow chow preta de 6 meses chamada Ravena. Se eu tivesse que te falar algo que mais se destaca em mim… com certeza é o meu sonho. Eu sonho em ser uma cantora e dançarina conhecida internacionalmente e graças aos meus esforços ,e de todos que eu amo, amanhã irei atrás desse sonho. Mas você só saberá sobre maiores detalhes em uma outra hora. Acho que agora que já citei meus pais está na hora de apresentá-los. Vamos começar com a minha mãe:

Minha mãe se chama Jennifer Ricchie tem uma pele clara e linda, cabelos loiros em um tom quase de dourado, olhos castanhos, aproximadamente 1,70m de altura com um corpo que pode ser comparado facilmente com o de uma modelo, mesmo ela estando próxima dos seus 38 anos já que ela faz aniversário dia 10 de junho, ou seja, mês que vem. Ela é muito hiperativa, consegue fazer mil e uma coisas ao mesmo tempo e às vezes é incrível como ela, mesmo depois de um dia cheio, consegue se acabar de beber e dançar num bar de rock que costuma ir com as amigas e, ainda sim, ter mais disposição que eu. Também é muito carinhosa e está sempre presente. Por mais que ela pareça ser uma pessoa tranquila e de bem com a vida, eu sempre aconselho as pessoas a não mexerem com ela porque quando ela coloca suas garras para fora... Melhor não comentar! Além disso tudo, ela também é muito inteligente, sendo formada em administração e estética, tem sua própria clínica na Vila Olímpia - bairro nobre em que moramos. 

Agora vamos para o meu pai: Arthur Ricchie, um quase cinquentão que acha que é novinho e que vive fazendo palhaçadas. Ele tem uma pele morena, cabelos escuros e olhos castanhos, um homem com a aparência consideravelmente normal, menos a sua altura - nada normal - de 1,90m. Segundo minha mãe, ele tem seus charmes. Ele ama usar topete e sempre anda engravatado, o que passa o ar de seriedade. Só que de sério ele não tem nada! Desde novo ele já aprendeu a cuidar do império que herdará do meu avô assim que ele falecer - o que eu espero que esteja bem longe.

Meu avô tem uma empresa de distribuição de bebidas alcoólicas importadas dentro da franquia da empresa AMBEV, já que ele foi um dos sócios que começaram a companhia no ano de 1999 (exatamente um ano antes do meu nascimento). Minha família era de classe média, quase baixa, mas graças a essa ideia do meu avô acabamos tendo mais dinheiro do que imaginávamos que poderíamos ter..."


– Alice... - Escutei uma doce e compreensiva voz me chamar, me tirando a concentração do diário. Olho para cima e vejo cabelos ruivos e olhos em um tom intenso de castanho, mais ou menos 1,65m de altura e um lindo corpo. Victória, minha melhor amiga. 

– Você vai mesmo passar a tarde toda aqui? Seu pai já está começando a fazer o churrasco e o Lucas pulou na sua piscina. - Ri com o comentário sobre Lucas, meu professor de música.

– Tem sido um desafio mais difícil do que pensei que seria... - Falei e ela se sentou ao meu lado, suspirando.

– Alice, meu amor, você é minha soulmate, temos o mesmo neurônio, não é possível que as vezes você consiga ser tão burrinha. - Falou colocando o dedo indicador no meio da minha testa. - No diário você deve escrever suas maiores aventuras, pensamentos, amores, descobertas e sentimentos. Eu te dei ele para que seja o seu melhor amigo e confidente enquanto estivermos longe. Resumindo, escreva com o seu coração! – Sorri, sincera e carinhosa - Agora, vamos descer, por favor. O Lucas está na piscina e é uma obra de arte que não podemos deixar passar! - Esqueci de falar que Victoria tem um crush extremo no Lucas, mesmo ele sendo 7 anos mais velho?

– Vic, prometo que vou descer assim que terminar de escrever, pode ser? - Ela concorda com a cabeça e se levanta para sair, mas antes solta o comentário que faltava para me fazer rir novamente.

– Já que você vai ficar aqui, eu vou aproveitar a vista! Mas vê se não demora, temos que aproveitar o dia! - Falou saindo do quarto com o intuito de ir babar no Lucas e eu balanço a cabeça sorrindo com a mesma.

Volto ao meu diário para continuar a escrever. Me pergunto onde tinha parado e releio o último trecho e continuo a escrita:


"[...] Acabamos tendo mais dinheiro do que imaginávamos que poderíamos ter...

Bom, agora que já falei um pouco do império do meu pai e do meu avô, não posso esquecer de comentar a data de aniversário do meu pai: 28 de junho.

Que tal agora saber da pessoa que estudou ao meu lado e aguenta minhas maluquices: minha soulmate, Victória Nóbrega. Vic tem a minha idade e nasceu no dia 10 de janeiro, tem cabelos incrivelmente ruivos e lindos olhos castanho escuros, ela de longe poderia ser modelo se quisesse. Tem um corpo lindo também e uma personalidade incrível, é inteligente e amorosa. Eu brinco que ela ganharia um concurso de miss universo se quisesse, ou ganharia alguma medalha de paz. Mas o sonho dela não é esse, ela quer muito ser veterinária e realmente vai conseguir, já que está fazendo cursinho para vestibular - ela gosta de chamar o cursinho de escola, maluca.

Apróxima pessoa que merece ser apresentada aqui é o Lucas, meu professor de música, perdidamente apaixonado pela minha piscina, crush da Vic e meu melhor amigo. Ele tem vinte e seis anos, e me dá aula há onze, ou seja, desde os seus quinze e os meus oito anos. Começamos com as aulas ainda bem novos por nossas famílias serem amigas e nos conhecermos há muito tempo. Lucas sempre tocava instrumentos nos encontros que nossas famílias faziam, até que eu pedi para ele me ensinar e nunca mais paramos. Ele tem cabelos lisos castanho escuro, quase preto que ele costuma usar em um topete muito lindo e estiloso. Tem olhos castanhos e a aparência consideravelmente normal, mas ele é lindo e tem um sorriso encantador. Estar com ele para mim é muito importante e sempre sinto que ele me protegeria de qualquer coisa, já que me vê como a irmãzinha mais nova que ele nunca teve. A superproteção dele me irritava em alguns momentos, mas em outros eu amava. Ele é o tipo de "irmão" que já foi me buscar mais cedo na escola e me ajudou a esconder brigas escolares dos meus pais."


– Alice, filha, põe o biquíni e desce para comer e aproveitar a piscina! - Minha mãe gritou do andar abaixo. - Acho que o diário vai ter que ficar para outra hora.

– Ok, mãe. - Falo fechando o diário e me levantando da cama, escutando minhas costas estralarem. Meu Deus, eu fiquei tanto tempo assim na mesma posição?

Fiz um breve alongamento e fui até meu guarda roupa, peguei um biquíni preto cortininha e o vesti. Enquanto descia as escadas, ouvi a campainha de casa tocar. Vou atender e quando abro a porta vejo Pedro, um amigo colorido que eu tenho. Nos conhecemos quando ele começou a trabalhar no restaurante que eu e minha família costumamos ir - e são tantas histórias naquele estacionamento. Também não tem como resistir a um lindo sorriso de um garçom com cabelos loiros e olhos claros - com uma cor indefinida já que as vezes parece azul, outras verde e de vez em quando cinza com um pouco de amarelo. O que é mais confuso é que quando ele era criança, seus olhos eram apenas incrivelmente azuis. Hoje ele brinca falando que muda de acordo com seu humor.

– Oi. - Falo sorrindo para ele.

– Oi, cheguei tarde demais? - Falou me entregando uma caixa de bombom da Cacau Show. - Tem mais um presente, mas fica para mais tarde. - Falou piscando um olho para mim e me dando um beijo na testa.

– Chegou na hora certa, acabei de descer. - Falei dando espaço para ele entrar. - Obrigada pela caixa!

– Não foi nada. - Falou analisando meu corpo sem disfarçar.

– O pessoal está lá nos fundos. Pode ir para lá, eu já desço. - Falo subindo as escadas.

– Vai esconder a caixa? - Ele pergunta quando estou no meio das escadas.

– Com certeza! - Falo sem parar de subir ou olhar para trás, mas sei que ele está sorrindo. 

As horas durante a tarde se passaram rápido, todos nos divertimos na piscina com meu pai cuidando da churrasqueira, minha mãe tentando se bronzear enquanto Victoria, Lucas, Pedro e eu fazíamos brincadeiras mergulhando e derrubando uns aos outros na piscina, jogamos vôlei, e até agora o Pedro deve estar com água nos ouvidos pelo tombo que levou quando o Lucas assustou ele e o fez cair na piscina. Cômico? Sim. Preocupante? Um pouco. Vou pedir para o meu pai pegar a cena nas câmeras de segurança da casa e salvar? Sem sombra de dúvida!

– O que mais você vai precisar levar? - Falou Pedro entrando no meu quarto com mais duas malas. Sim, ele está me ajudando a arrumar tudo. - Vai despachar alguma?

– Infelizmente serei obrigada. - Falei enquanto ele colocava as malas ao meu lado e começa a me encarar. - O que foi? - Perguntei e ele começou a se aproximar de mim, olhando no fundo dos meus olhos.

– Acho que deveríamos aproveitar que seus pais saíram e a Vic e o Lucas vão demorar lá embaixo... - Falou baixo encostando seu nariz no meu, me fazendo sentir cócegas. Coloco minhas mãos em sua cintura, puxando-o para mais perto. Ele coloca suas mãos no meu rosto e me beija de forma calma. E aí está uma coisa que me agradou.

Pedro intensifica o beijo e me puxa, colocando suas mãos na minha cintura para colar ainda mais os nossos corpos, caminhamos para trás e, a fim de abrir espaço, eu chuto as malas para dar passagem. Ele me deita na cama e fica por cima de mim e posso sentir seu corpo quente descansando o peso parcialmente em cima do meu, sem demora tiro sua camiseta e inverto nossas posições já me sentindo animada pelo rumo que as coisas estavam tomando, afinal… porquê não aproveitar? Envolvo seu quadril com as minhas pernas e ele se senta, voltando a me beijar mesmo tendo interrompido o contato por pouco tempo. As mãos dele passeavam por dentro da minha camiseta e o toque dele me esquentava por inteiro, era como se eu precisasse do toque dele para me aquecer de alguma forma. Afinal, para que cobertor quando se tem ele? Tudo bem que somos apenas amigos - coloridos - e que isso é por escolha minha, mas eu sei muito bem que o Pedro é o tipo de garoto para namorar e que só se sujeita a essa posição por gostar de mim. Por sorte ele entende o motivo de eu não querer namorar. Como namoraria sabendo que, digamos, eu tenho prazo de validade aqui no Brasil e estou indo embora? Se fossemos namorados a despedida seria bem mais dolorosa e eu quis poupar nós dois, mas isso não nos impede de curtir e hoje pelo jeito vai ser apenas sexo...

– ALICE. – Ou não. – CADÊ SEU CROPPED PRETO? – Victoria grita das escadas, anunciando que ela e o Lucas vão entrar aqui no quarto a qualquer momento. Eu e Pedro nos separamos rapidamente, ele pega sua camiseta e corre para o banheiro do meu quarto.

Estico um pouco os cobertores da cama e vou para perto das malas ajeitando o cabelo a tempo de Vic aparecer na porta. Quando ela chega, de algum jeito, já estou com o cropped em mãos. O que o desespero não faz nessas horas? Me viro para minha soulmate e jogo o mesmo para ela, tentando agilizar a estadia dela no meu quarto o máximo possível.

– Você é incrível! – Isso significa que jamais verei meu cropped de novo. Sacrifícios por uma boa causa. Ela caminha até mim e, num abraço, sussurra. – O Lucas me chamou para sair. – Finalmente? Passou da hora, já.

– Opa! parabéns, Vic. – Falou Pedro saindo do banheiro e Vic da um pulo. – Vai sair com o crush enquanto eu me despeço da minha, né? – Falou entre dentes e Vic fica confusa, não sei como ele escutou, mas a segunda parte de sua fala me deixa meio tímida e apenas sorri desviando o olhar.

– Fala entre dentes comigo de novo e eu faço o seu amiguinho que está animado agora nunca mais subir! – Ela fala ameaçadora e pisca para ele, que olha para baixo, colocando a mão para cobrir o volume na calça e eu começo a rir sem disfarçar.

– Wow Pedro, que garotão você hein… – Falou Lucas entrando no quarto. Essa situação poderia melhorar? – O que acha de compararmos? – Brincou abrindo o botão do short. Melhorou sim, mas Vic e eu viramos de costas. Somos pervertidas, mas não tanto.

– Mano pode parar por aí. Falou, tchau tchau. – Correu para o banheiro fugindo e nós três rimos e nos encaramos rindo.

– O cara é humilde não querendo me humilhar, gostei. – Lucas falou sorrindo debochado, Vic e eu apenas nos olhamos e balançamos a cabeça em negação, esses dois só nos fazem passar por esse tipo de situação. – Vic, vamos? - Fofo ele chamando ela, mas seria mais fofo ainda ela indo com ele e me deixando curtir.

– POR FAVOR VÃO LOGO. – Pedro gritou do banheiro com os pensamentos sincronizados no meu, mas a cara de pau era maior.

– Não me faça ir aí, garotão. – Lucas respondeu.

– Para, Lucas. – Vic falou. – DEIXA ELE SE ANIMAR UMA ÚLTIMA VEZ JÁ QUE A ALICE VAI EMBORA. – Gritou para Pedro ouvir e eu apenas me sentei na cama para assistir as provocações. A Vic parece um anjo, mas o alaranjado de seu cabelo faz jus ao fogo que queima nos olhos quando quer ser malvada.

– Vocês são cruéis – Falou Pedro em tom triste abrindo a porta do banheiro e vindo na minha direção. – Não precisa me lembrar disso sempre. Mas agora que lembrou, acho justo não perder nem um segundo então...- Ele tira a camisa e sobe na cama me beijando em seguida, a atitude desesperada e explícita fez Lucas e Vic soltarem um som de nojo e saírem do quarto rapidamente batendo a porta. Conseguimos o que queríamos!

Pedro para de me beijar, se levanta e vai até a porta trancando a mesma para não sermos mais interrompidos. Ele está caminhando de volta para a cama quando alguém chama.

– É... gente... então... eu deixei o cropped aí dentro. – Victoria falou do lado de fora e eu e Pedro olhamos para a ponta da cama.. realmente estava lá. Empata foda que fala, né? Ele se debate de raiva e pega o cropped enquanto me divirto com a situação, abre a porta e joga o mesmo para fora. – Valeu Pedro.

Ele bate a porta e a tranca, se virando para mim com as mãos na cintura, indignado e eu sorrio abertamente. Isso faz a pose de indignado dele desaparecer e ele volta para cama e me beija sem perder tempo, agora sem mais interrupções. 

Kim Taehyung

3 de maio de 2019, Sexta-Feira - 18h56

Avião rumo a Los Angeles .


– Ok, mas você namorou na escola. Isso que importa. Eu virei idol tão cedo que não tive essa oportunidade. – Jungkook debate comigo pela milésima vez sobre isso.

– Você está reclamando de ter virado idol muito novo ou de nunca ter namorado, Jungkook? – Jimin pergunta enquanto eu apenas empilho garrafas na mesa para me distrair.

– Boa pergunta... – Jungkook fala e se cala para fazer uma reflexão. – Percebi que nem sei do que estou reclamando, mas... Hyung – Falou se virando para mim. – Como foi namorar na escola?

– Para ser sincero. – Falei deixando meu entretenimento de lado e me sentando ao seu lado. – Não foi nada demais. Eu não gostava das garotas que namorei. – Os dois me olham confusos, mas fui sincero.

– Como assim? – Jimin pergunta, curioso e chegando mais perto para ouvir minha resposta.

– Eu só era muito… digamos que... covarde. Eu não conseguia dar o fora em alguém que havia acabado de se declarar para mim. Não conseguia rejeitar os sentimentos de uma pessoa. – Os dois me olham pasmos. Provavelmente no lugar deles eu ficaria também. – Ok, falar isso em voz alta me fez parecer um babaca.

– Porque você foi. – Jimin falou com um tom que comprovava que aquilo era claro e levanta as mãos fazendo a pose de "mas não é óbvio?"

– Vocês não têm medo? – Pergunto a eles sem nem pensar se devia.

– Do que? – Jungkook me pergunta, já se adequando ao novo assunto.

– De se apaixonarem por alguém… Tipo, profundamente? – Respondo ele, me pondo a pensar sobre o assunto mais uma vez.

– Acho que isso pode demorar para acontecer. – Jungkook fala, mas logo estranha e Jimin parece estar refletindo. – Afinal, por que ter medo disso? Não é uma coisa ruim.

– Eu tenho medo. – Confesso para eles e os dois se viram para mim, mirando diretamente meus olhos. – Eu tenho medo por nunca ter me apaixonado e não ter noção do quanto eu sou capaz de amar alguém ou do que eu posso ser capaz de fazer por essa pessoa. O amor dá às pessoas uma força enorme e às vezes é difícil saber o que fazer com ela. Quando eu me apaixonar de verdade, eu sei que vou dar tudo de mim por ela e isso me assusta...

– Não pense nisso tão seriamente, hyung! Relacionamentos podem também ser coisas leves, imagine que o amor entre você e essa pessoa pode ser tão pesado quanto o iceberg que afundou o Titanic, mas o relacionamento de vocês pode ser tão leve quanto uma pluma que você assopra de um dente de leão. – Jungkook falou poeticamente e de algum modo fez sentido, mas o que eu realmente não entendi foi:

– Você sabe quanto pesava o iceberg que afundou o Titanic? – Pergunto a ele e Jimin batem em sua própria testa.

– O assunto não é esse, Taehyung. O que o Jungkook está querendo te dizer é que sua paixão pode ser um gigante pesado, enquanto o amor de vocês pode ser levemente doce, entendeu?

– Eu acho que sim. – Falei para eles, mas ainda não tinha compreendido por completo. – Isso pode acabar fazendo sentido algum dia...


Notas Finais


Link do twitter da fanfic e veja lá mais informações sobre #IOLRTW! https://twitter.com/IOLRTWFANFIC


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...