História If Spring Comes - Capítulo 17


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Seventeen
Personagens Himchan, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jongup, Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Lee Jihun "Woozi", Personagens Originais, Soonyoung "Hoshi", Youngjae
Tags Bangtan Boys, Bap, Bts, Cardiologista, Gang!au, Hentai, Hoshi, Jeon, Jeongguk, Jungkook, Médico, Mistério, Romance, Seventeen, Sexo, Yssschr_
Visualizações 280
Palavras 2.825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oioioi, vou só jogar esse capítulo em vocês e correr pra longe, eh isso.

boa leitura ~

Capítulo 17 - XVI. Fenecer.


Fanfic / Fanfiction If Spring Comes - Capítulo 17 - XVI. Fenecer.

Um frio abrupto me preenchia por dentro. Cada músculo distendido, tenso conforme os segundos passavam. O olhar alheio sobre mim era como se um peso de toneladas tentasse me afundar mais e mais.

Eu não conseguia encarar nada além da barra de seu jaleco se misturar no branco da cerâmica. Ele me observava em silêncio. Talvez esperasse que eu dissesse algo, mas eu não tinha o que dizer. Não fazia ideia. Não tinha ao menos uma desculpa que pudesse usar.

Achei que eu tivesse sido bastante claro. — o médico suspirou. — Achei que tivessemos nos entendido. Pensei que fosse uma garota mais sensata.

Meus lábios se entreabriram, mas o silêncio se manteve.

— Olha, Srta. Jang. Eu mais que todos entendo você, sei o quanto deve ser difícil estar no seu lugar. Sei que você pode não querer aceitar ou ter suas próprias dúvidas e incertezas, mas, você não deve ser tão egoísta assim. — suas palavras me atingiram como lâminas, minha garganta já seca ardeu.

— Eu... — um fio de voz me escapou, a respiração se tornando trêmula.

— As coisas não acontecem como nós queremos. Não somos nós que decidimos o destino dos outros, o futuro não nos cabe. Suas ações podem desencadear riscos que ambos não vão saber lidar.

— Só queria ter certeza. Queria saber se fiz a escolha certa. — ditei em tom baixo, finalmente voltando os olhos para o outro.

— Não tem porquê se meter nisso. Não lhe diz mais respeito. Se aproximar do receptor dessa forma apenas traz prejuízos, expectativas emocionais que não podem alcançar. Isso só traz confusão.

— Eu... — sacudi a cabeça de leve em uma auto negação. — Ele nem sabe. Eu não seria tão egoísta assim.

— E então? Vão ficar juntos? Namorar?

Suas perguntas me pegaram de surpresa. Meu olhar desviando do seu para um canto qualquer confirmava sua teoria. Com certeza ele havia visto o beijo.

— Acha que gosta dele? Acha que sente algo forte por ele e vice-versa? Você só tá confusa. Você vai sempre ficar comparando, buscando semelhanças, vínculos afetivos, traços do amor que viveu antes. Você não gosta dele, srta. Jang, você sente o Seokjin. Você só quer um conforto.

Por um instante, realmente achei que o chão sob meus pés havia cedido. Que tudo estava desmoronando ao meu redor e me levando junto. Sabe quando uma dor forte te atinge no peito sem aviso algum? Uma dor sufocante, desesperadora.

— Criar vínculos e laços imaginários não fazem bem pra nenhum dos dois. — o outro continuou.

— I...maginários?

— Por que não tenta pensar um pouco menos só em você? — o Dr. Youngjae deu um passo para frente. — E se o Jungkook descobrir tudo? E se ele souber que você só tá perto dele porque o coração que ele recebeu era do seu noivo que morreu?Como acha que ele vai se sentir? Vai se sentir culpado pelo resto da vida. Culpado pela morte do Seokjin, culpado por não ser o Seokjin, culpado por ter que ficar no lugar dele. Pode até mesmo ficar confuso com a própria identidade, sem viver por ele, mas viver como outro. É isso que você quer?

A lágrima que umedecia minha bochecha já não era mais a única ali. Cada palavra soava como um tiro, pancadas que me faziam sangrar por dentro. E o pior de tudo é que ele tinha razão. Eu era egoísta. Eu não passava de uma comodista repulsiva. Jungkook não merecia ter alguém como eu por perto. Ele não merecia se sentir culpado por minha causa.

Eu era só uma idiota.

Não sabia o que sentia por ele. Muito menos como explicar minhas inquietaçãos, hesitações, incertezas e vontades inesperadas de tê-lo por perto. Eu realmente... só estou confusa?

Tanto faz. Não podia mais continuar ali. Não queria que Jungkook ficasse mal por minha culpa. Não podia permitir que ele sofresse por conta do meu egoísmo. Estava decidido.

— Você... — contrai os lábios, tomando ar. — ... pode cuidar dele por mim?

— É o meu trabalho. — o mais velho sorriu fracamente. Levei o dorso da mão até as bochechas e tentei enxugar as lágrimas que não queriam parar de cair. 

Observei suas costas enquanto ele adentrava o corredor outra vez, distraído nos seus próprios problemas enquanto eu afundava nos meus. Cabisbaixa, meus passos se deram sem pressa. As palavras alheias ainda se remoendo em meus milhões de pensamentos.

Isso até um timbre familiar me golpear no peito a distância.

— Yongmi! Jang Yongmi!

Permaneci com a cabeça baixa, empurrando a porta de vidro a minha frente para fugir daquele lugar. Uma lufada de ar frio me fez tensionar ainda mais os músculos, a iluminação fraca do jardim quase me fez tropeçar em alguns arbustos de rosas e esbarrar em uma das enfermeiras que perambulavam por ali com pacientes.

Tentei me acalmar mexendo na alça de minha bolsa com os dedos, o que por sinal não estava funcionando muito bem.

— Yongmi-ah! Yah! — respirei fundo e limpei o rosto mais uma vez, sentindo algo envolver meu pulso e meu corpo travar. — Terra chamando Yongmi.

A imitação proposital da minha frase de antes fez com os cantos de minha boca se repuxassem inconscientemente num sorriso fraco que logo se desfez ao puxar meu braço do seu toque. Passei o dorso da mão nas bochechas mais uma outra vez e respirei fundo junto.

— Ei. O que foi? — sua voz soou amena, um tom doce que só fez tudo ficar mais difícil. Jungkook deu um passo para mais perto e a primeira coisa que fiz foi me afastar. — Você... Yongmi, o que houve?

Preciso ir embora.

Vai embora.

— O quê?

Preciso deixar você ir.

Você é surdo? Eu disse pra ir embora. — o encarei fingindo indiferença. O moreno tinha uma expressão confusa e o ver retrair daquela maneira doeu como eu não esperava. — Dá o fora, Jungkook. Você consegue fazer isso pelo menos?

— Eu não... tô entendendo. O que...

— Fica longe de mim. Assim você entende? — cruzei os braços e o vi desviar o olhar do meu ao rir sem humor.

— Dá pra me explicar o que tá acontecendo? O que deu em você? 

— Deu que eu cansei. Cansei de brincar com você.

— Yongmi. — olhar em suas íris magoadas parecia de longe a coisa mais difícil que já fizera.

— Olha, Jungkook. Chega, ok? Já deu o que tinha que dar. Esse faz de conta acabou.

— Faz de conta? Foi um faz de conta pra você?

— Foi. E você me faria um enorme favor se não me procurasse mais, se esquecesse meu nome e fingisse que eu não existo. Eu não ligo se me odiar por isso.

— Ah, é? E por que você tá chorando?

Ele ergueu a mão na direção de minha bochecha. Por alguns segundos me vi perdida, somente o bastante para tornar a ficar séria e mirar o chão sentindo o peso das palavras que sairiam de minha boca como um ponto final.

— Porque eu tenho medo de você.

A mão erguida de Jungkook em minha direção ficou pairando no ar, os dedos se fechando lentamente como se recuassem. Deixei que meu olhar caísse, me recusando a olhá-lo. Me recusando a ver o que eu estava destruindo.

Senti meu peito apertar. Uma dor que eu não sabia como explicar foi se alastrando a cada palavra minha dita em voz alta, a cada frase que soava fingida de minha boca, aquelas últimas me fazendo desmoronar assim como o silêncio que permaneceu quando o outro me deu as costas.

Mordendo o canto dos lábios, funguei baixinho e tentei controlar o choro insistente.

— Você não faz bem pra ele, Yongmi. Você não faz bem pra ele... — repeti em sussurros.

— Noona?

Engoli as palavras na mesma hora e enxuguei o rosto com a destra pela enésima vez. As bochechas gordinhas e olhos minúsculos tomaram minha visão com um semblante desanimado. O barulho que se distendia no ar quando o suporte de soro era arrastado consigo cessou assim que soemnte alguns passos de distância nos mantia separados.

— Desculpa Soonyoung, eu não te vi chegar. — minha voz pareceu falhar e eu rezei para que o outro não notasse.

— Não tem problema. Aconteceu alguma coisa?

Neguei com a cabeça, forçando um pequeno sorriso que não durou muito.

— Nada com que se preocupar. E você, como tá? Acho que... nunca perguntei isso. — abaixei a cabeça um tanto constrangida e escutei uma risada baixinha sua.

Era verdade que Soonyoung sempre parecia preocupado comigo ou perguntando sobre, diferente de mim.

— Eu tô bem, só mais um tepinho aqui e posso ir pra casa.

— Deve ser estressante ficar o tempo todo aqui.

— Até que passa rápido quando se dorme muito. — ele riu baixo, pressionando um lábio no outro. O clima estava visivelmente desconfortável, não tão tenso como antes, porém mesmo assim o ar teso acabava se sobressaindo. — Quer beber alguma coisa?

[...]

— Não era bem isso que eu tinha em mente. — apoiei o queixo sobre a mão assim como o cotovelo sobre a mesa, observando o garoto de cabelos escuros colocar uma fileira de yakults ali com um sorrisinho no rosto. 

— E o que achou que fosse, uh? — Soonyoung, por incrível que pareça, estreitou ainda mais os olhos me encarando travesso. — Eu fiz uma colecistectomia não faz tanto tempo, lactobalicos vivos são essenciais no meu cardápio alimentar. 

O moreno levou o canudinho até a boca e inflou as bochechas ao sugar todo o yakult, me fitando com os olhos piscando repetidas vezes. Não consegui deixar de rir. 

Acho que o que eu precisava naquela hora era tomar algumas boas doses de soju, mas, do jeito que me sentia, provavelmente duas garrafinhas de yakult e eu estaria embriagada. 

Rascunhei um sorriso talvez irônico na minha situação e furei o yakult com o canudo, suspirando pesado. 

— O que é colecistectomia? — puxei um assunto qualquer, o outro já encaixava o canudo em mais um yakult. 

— É a cirurgia que tira a vesícula biliar quando se tem colecistite. — ele me olhou de relance e sorriu pequeno quando notou a minha cara de quem não fazia a mínima ideia do que era aquilo. — Colecistite é uma inflamação na vesícula, enfim, é um tanto complicado, mas já fiz a cirurgia então é só esperar um tempo que fica tudo bem. 

— Ah. 

O silêncio voltou aos poucos. A cantina do hospital estava vazia naquele horário com exceção de dois enfermeiros que comiam em uma mesa bem no canto. Permanecer naquele lugar estava me deixando desconfortável, cada segundo ali machucava. 

— Então. — ele mordiscou os lábios e eu parei um pouco para observar melhor seus traços. Contornei a linha viril de seu rosto a qual eu nunca tinha prestado atenção até que nossas orbes se cruzaram e o garoto automaticamente tingiu o rosto de vermelho. — Quer mais um, noona? 

Soonyoung ergueu o último yakult da fileira. 

— Todo seu. Não posso ficar bêbada demais, amanhã cedo tenho trabalho. 

— Boa menina. — ele riu, levando o canudo até a boca e brincando com a ponta enquanto mantinha o olhar sobre mim. — Por que vem aqui tantas vezes? Digo, no hospital. 

— Uh? 

— Curiosidade. — encolheu os ombros, terminando a bebiba. — Você... não vai perguntar sobre o hyung hoje? 

Meus dedos travaram ao redor da embalagem de plástico em mãos. 

— Eu... acho que é melhor eu ir. Tá ficando tarde. — forcei um sorriso ao levantar da cadeira. Soonyoung coçou a nuca e tentou disfarçar uma careta de arrependimento. — Boa noite, Young-ah. 

— Oh? — ele entreabriu os lábios e me encarou surpreso ao mesmo tempo curioso. — Só minha mãe me chama assim. — ficou sério por mais breves segundos até que abriu um sorrisinho todo bobo. — Gostei. 

Ri quando o mesmo balançou o corpo para frente e para trás feito uma criança. 

Me despedi dele afagando o topo de sua cabeça - ou pelo menos tentando. Todo o caminho até em casa olhando através da janela do ônibus foi uma sequência de melodias tristes que faziam questão de tocar em minha cabeça. A noite nublada não pareceu ter fim quando o dia amanheceu cinza. A cor parecia ter sumido. Ou eu estava enxergando tudo em preto e branco. 

O perfume das flores era a única coisa que ainda me restara da primavera por mais uma semana, quando até as mesmas passaram a não ter mais graça. Todos os dias se repetiam monotonamente, cada vez mais curativos apareciam nas pontas de meus dedos, cada vez mais eu perdia horas e horas presa em pensamentos, distraída em lembranças, perdida em saudades. 

Era só uma semana ainda. Uma semana nada produtiva. 

— Yah. — o tom alheio recobrou minha consciência fugitiva seguido por um peteleco na testa que me fez grunhir baixinho. — Não vai trabalhar direito? 

— Aish, Mingyu. — esfreguei a mão na testa, fazendo careta. 

— Esse beicinho não me convence mais. Olha só o que você fez. — Mingyu cruzou os braços e apontou com o queixo para frente. A minha frente, especificamente. 

Num suspiro longo, deixei os ombros caírem e segui com o olhar à direção indicada. O choque de realidade me fisgou com intensidade. Eu havia cortado fora todas as rosas do buquê, podado os galhos completamente tortos e causado um desastre no único dedo que me restava intacto. 

— Chega por hoje. — o maior tirou a tesoura de minha destra e encaixou sua mão na minha, fazendo com que eu o seguisse para fora da estufa. 

O barulho do trânsito cheio logo se fez presente contracenando com o silêncio reconfortante da loja. A luz do Sol forte me obrigou a pôr a mão na frente do rosto até Mingyu finalmente cessar os passos embaixo da sombra do letreiro da estufa. 

— Não acho que seja uma boa ideia sair do trabalho assim. — ditei, por mais que só estivéssemos alguns passos de distância da porta. 

— Não acho que seja uma ideia melhor você ficar lá cortando fora todas as flores e os dedos. — ele cruzou os braços e ficou me encarando. — Anda. Conta o que tá acontecendo com você. 

— Não tá acontecendo nada, Mingyu-ah.

— Por que será que eu não acredito? 

— Deixa isso, eu só tô cansada demais esses dias. 

— Sabe quantas vezes o seu celular tocou hoje e você não ouviu? 

— Meu celular tocou? — franzi o cenho. Assim que o tirei do bolso, as 36 chamadas perdidas de Yoongi me fizeram suspirar alto. — Droga. 

— Yongmi, eu não te conheço de ontem. Sei quando você tá escondendo alguma coisa, quando tá mentindo, sei inclusive quando você não tá se sentindo bem. Você é péssima disfarçando as coisas, sabe disso, não sabe? 

— Eu tô ótima, ok? — mordi a bochecha por dentro tentando controlar o choro que vez ou outra queria sair. Mingyu suspirou baixinho e me envolveu nos braços, acariciando o topo de meus cabelos enquanto as minhas lágrimas já não conseguiam mais se manter escondidas.  

Enxuguei as lágrimas nas bochechas com a barra da manga de meu moletom e me afastei do mais alto, evitando o contato visual. 

— O que houve? — ele ergueu os dedos na direção da maçã de meu rosto, mas eu recuei.

— Só preciso de um tempo. Preciso ficar sozinha. 

— Que climão. — Hye apareceu com várias sacolas cheias de ferramentas de jardinagem nas mãos, ela alternou o olhar entre nós e pigarreou. — Vocês não têm mais o que fazer não? Deixem pra discutir os assuntos amorosos depois do expediente. 

Respirei fundo e tirei o avental ao mesmo tempo em que caminhava na direção alheia, colocando a peça de tecido sobre seu ombro. 

— Pode me deixar de fora hoje? — fitei a garota que pareceu pega desprevenida e apenas assentiu. 

— Yongmi, espera! — o outro aumentou o tom de voz, porém dei de ombros e continuei andando.

Eu queria ficar sozinha. Precisava ficar sozinha. Tomar um ar talvez me fizesse bem, quem sabe espairecer. Ou só fingir que tudo ia passar, que o tempo ia me fazer esquecer. 

As flores de cerejeiras trilhavam um caminho o qual eu seguia despretensiosamente. Um pé após o outro, um suspiro atrás do outro, meus passos tomavam um ritmo lento assim como tudo ao meu redor parecia me acompanhar. 

Em uma mania rotineira, mordisquei os lábios e inspirei fundo o cheiro das flores que a brisa soprara em minha direção. Foi somente parar meus passos que meus olhos conseguiram reconhecer onde eu estava. 

Um riso soprado me escapou. 

Sem que eu percebesse, estava ali de novo. Sem me dar conta, meus pés haviam me levado de volta para o único lugar que eu queria evitar. 

Minhas íris haviam encontrado a única pessoa que eu não queria ver. A franjinha soprada da testa pelo moreno insistia em cair sobre seus olhos, o rosto inexpressivo enquanto manuseava a cadeira de rodas pelo jardim sem pressa alguma.

Eu não deveria estar ali. 

E tive a certeza disso quando as orbes alheias me encontraram. O breu misterioso de seus olhos distantes permanecendo indiferente. Abaixei a cabeça e suspirei mais uma vez naquele dia, mantendo as mãos nos bolsos do moletom e dando as costas para o hospital. 

Era assim que deveria ser. Era isso o melhor para ele, o melhor para nós. Esse era o fim. Não teria mais volta.

Adeus, Jeon Jungkook. 


Notas Finais


joguei a bomba e sai correndo

não sejam fantasminhas, tá? é muito importante pra mim saber o que estão achando :(


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