História If Were I Girl? - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Artescrita, Originais, Transsexualidade, Violencia
Visualizações 8
Palavras 418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabs, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Seven


Com o tempo, eu consegui meio que controlar o que eu sentia pelo Guto.

Podia notar que ele não passava muito tempo com aquele garota, cujo nome não me importei de memorizar.

Guto sempre me dizia que preferia passar mais tempo comigo do que com qualquer outra pessoa, e isso me fazia me sentir especial. Mas algo na minha cabeça me dizia para eu não acreditar nisto.

 

 

Com quinze anos eu criei uma certa coragem para falar sobre ele para minha psicóloga, e também disse sobre eu ser uma garota.

E foi então que tudo começou a desandar para mim.

Minha psicóloga me disse que o fato de eu me achar ser uma garota era por causa da idade, da minha depressão e por causa de eu estar gostando de um garoto -que também era algo de idade, para ela, porque eu não tinha contato com garotas.

Ela obviamente contou para os meus pais, que passaram a me tratar como se eu fosse um doente, além da depressão.

Durante esta confusão na minha vida, minha depressão foi se agravando, pois meus pais queriam me impor algo que eu não era, Guto passou a querer saber como eu estava e se eu estava bem, precisando de algo ou um abraço.

E juro que da primeira vez que ele agiu assim comigo, eu me assustei, e sim... Eu aceitei seu abraço.

 

- Lu, você está bem? – como éramos de salas diferentes, na hora do intervalo ele vinha na minha sala. E naquele momento, eu estava de cabeça baixa na carteira.

- Uhum. – apenas resmunguei uma concordância.

- Não está não. – Julia e sua boca grande. – Passou as três aulas quieto e de cabeça baixa, até os professores perguntaram isso.

- Quer algum doce? – perguntou calmo. Sabia que eu gostava muito de doces. – Posso ir na cantina comprar um para você. – levantei minha cabeça e olhei em seu rosto.

- Não, eu estou bem. – sorri. Não queria que ele gastasse dinheiro comigo.

- Okay, não vou te pressionar. – deu de ombros. – Quer um abraço? – perguntou e eu mordi o lábio inferior. Não seria estranho para ele?

Sem nem mesmo avisar, ele me abraçou e... Eu retribui o abraço. Eu estava precisando daquele abraço. Queria poder chorar no abraço dele, mas não podia. Seria estranho para ele.

O sinal bateu, e ele tinha que ir para a sala dele. Eu não queria que ele me soltasse. Estava bom ali. Estava bom... Muito bom.

- Vocês se merecem. – Julia às vezes sonha muito.



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