História Ígneo - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku
Tags Bakudeku, Bakugou Katsuki, Katsudeku, Midoriya Izuku, Yaoi
Visualizações 145
Palavras 332
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Fluffy, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Único



Os dedos dele mapeiam minha pele como se quisessem gravar cada traço. Coisa meio improvável, pois não sou provido de sardas bonitas que nem as suas, tampouco detalhes chamativos.

Sussurro baixinho em seu ouvido a sua música preferida :

I found love where it wasn't supposed to be

Right in front of me, talk some sense to me

Ele sorri e me acompanha em um ritmo mais alto. Izuku sabe que tem a pior voz do mundo para cantar, mas parece que não se importar com esses detalhes. Do mesmo jeito que eu não sei como ele consegue dividir seu amor e carinho com um cara como eu, e Deku mesmo sabe que eu sou um tremendo furacão de sentimentos e controvérsias.

Se eu tenho um medo, é de quebrar esse garoto frágil. De deixar que meus sentimentos volúveis escapem, causando-lhe feridas que nunca possam se cicatrizar.

Contudo, ele é uma das poucas pessoas que conseguem me enxergar melhor do que sou. Midoriya é estonteantemente falho na maioria das vezes, mas, eu não reclamo, pois sou o meio-termo mais confuso que pode existir. 

O engraçado é que ele é o único que consegue ser o meu cinco e dez. Me desvenda, preenche, e me completa em todas as formas.

Novamente Izuku sorri, demonstrando as bochechas adornadas pelas sardas. Seu óculos de armação exagerada descansa parado em meio aos grandes e expressivos olhos esmeraldas. Eles transmitem paz, não são ígneos que nem os meus.

Pirraço-lhe cutucando seu estômago. Ele ri, e me manda parar pois está concentrado demais em terminar de ler seu livro.

Agora quem sorri feito bobo sou eu, sentindo o coração pulsar. Fito minhas mãos calejadas, por conta da individualidade que tenho.  

Mãos estas que vou usar para protegê-lo. Ele é o meu lugar preferido; meu refúgio. Eu não sou mais capaz de tentar dilapidar a doçura que é Izuku. Em meio à essa devasta podridão, é em você que eu encontro a paz. 

E se eu sou uma pessoa melhor hoje, culpem somente à Deku.





Notas Finais


Tá ligado quando bate a vontade de fazer uma porra dessa na madrugada?


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