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História Ikidomari - Capítulo 20


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Notas do Autor


O que acontecerá futuramente? Como está sendo a rotina do brayan? Será que vai vir mais manipulação? Fique com essa fanfic cheia de aventura, boa leitura.

Capítulo 20 - Sala de tortura


Fanfic / Fanfiction Ikidomari - Capítulo 20 - Sala de tortura

Narrador por katal

Vejo katja tentando acordar a Izabela, lágrimas desce do rosto diante de sagiri, valeria tenta me atacar, porém me teleporto atrás da lorrayne colocando uma adaga no seu pescoço.

Katal: Um movimento falso, sua amiga vira oferenda para os meus deuses.

Valéria: Você vai morrer

Katja: Por favor... Acorda!

Ela tenta fazer massagem cardíaca

Katal: Não vai funcionar!

Sagiri: Ela era sua amiga... Por que?

Katal: Entenda uma coisa, amigos não são para sempre, uma hora acabar.

Sagiri: É a terceira vez... Que isso acontece, eu estou cansada...

Katal: Como?

Sagiri: Você vai pagar caro

Katal: Como? Vocês estão perdidas

Agnês: Eu acho que não!

Sou puxado ficando preso na parede, uma garota estranha me pressiona me deixando sem escapatória.

Yasmin: Stuck

Katal: ibelata

Não consigo me teleportar

Yasmin: Te prendi na parede incapacidando de sumir da nossa frente.

Katal: Suas va...

Sou interrompido

Edward: Respeita as mulheres

Um garoto me dá um murro na cara

Katal: Quem é vocês? Como apareceram aqui? Não consegui notar, vocês não estava aqui... Como pode?

Edward: Nós podemos, você não.

Minha visão começa a ficar turva

Agnês: Nunca mexa com o futuro

Desmaio

{ Some hours later }

Katja: Dormiu bem princesa?

Minha visão começa a ficar clara, vejo a katja falando comigo, mas ainda tonto, tento levantar mas percebo que estou preso na cadeira com cordas ao meu redor.

Katal: Como...

Katja: Não gasta palavras desnecessárias, pois o dia mal começou, vou me divertir muito com você.

Katal: Droga... Não consigo prestar atenção, minhas palavras estão confusas 

Katja: Ah! Desculpa, acho que a droga está fazendo efeito.

Ela solta risadas

Katja: COMO ASSIM? DROGAS?

Arregalo os olhos

Katja: Não aumente a sua voz

Ela me dá um tapa forte

Katal: SUA VADIA

Continua me dando tapas na cara

Katja: Não vou apenas dá isso, mas vai sofrer nas minhas mãos.

Katal: Você é uma monstra

Katja: Eu sou uma monstra? Tem certeza? Quem matou sua melhor amiga?

Katal: CALA A BOCA!

Katja: Quem deixou para trás a única pessoa que amava? quem perdeu os pais?

Katal: Você não tem direito de falar deles, não passa de uma bêbada.

Katja: A palavra certa é álcoolica, você está muito confuso, coloquei drogas demais no seu corpo.

Katal: O que você fez comigo?

Katja: injetei cocaína nas suas veias, te deixando viciado nas drogas.

Katal: Não te xingo, porque estou fraco.

Katja: Tá na hora de acordar

Ela pega um balde de água jogando no meu rosto, grito de dor pois estava quente.

Katal: QUE MERDA É ESSA?

Katja: Putz! Esqueci, água quente da panela que estava cozinhando.

Ouço risos enquanto estou de olhos fechados, tentando me acalmar.

Katal: Por favor... Pega leve

 Suspiro com voz ofegante

Katja: Olha, só quem está com medo!

Katal: Eu estou fraco, não vou aguentar ser torturado, vai perder sua diversão, ainda mais podemos trabalhar juntos.

Aproxima de mim, abro os olhos.

Katja: Não vou te matar! Torturar é muito mais divertido, acha mesmo que ouço pessoas idiotas como você?

Katal: Aonde eu estou?

Katja: Quem faz as perguntas aqui sou eu, vamos começar! Qual nome dos seus pais?

Katal: Vai se fuder!

Narrador por katja

Parece que vai ser difícil! Afinal, já lidei com pessoas piores do que ele, voltamos a estaca zero novamente, desta vez não vou falhar, vai me falar tudo que sabe. Lhe dou um soco no estômago, ele fica remoendo de dor.

Katja: Qual nome dos seus pais?

Katal: Por que devo falar?

Katja: Você não tem escolhas, me diga caso contrário as coisas vai ficar feia.

Katal: Cadê as suas amigas?

Katja: Vamos fazer do seu jeito

Pego uma adaga que estava na mesa

Katal: A grande adaga, sempre usa ela para torturar as pessoas vai ter que fazer mais do que isso.

Me aproximo dele, fico de joelhos, puxo sua calça toda, retiro a camisa, mostrando a sua cueca, logo após tiro seu pênis para fora, deixo ele pelado. 

Katja: Última chance!

Ele arrega os olhos

Katal: Vai fazer uma suruba! Ótimo, estava precisando relaxar mesmo, mamar.

Corto seu pênis para fora, ele grita de dor, logo após enfio adaga na ferida que tinha deixado exposta. Continuo forçando, entra perfurando mais fundo ainda sua parte íntima. Retiro, levanto soltando risadas.

Katja: Qual o nome dos seus pais?

O silêncio percorre a sala devido ele está agonizando de dor

Katal: Não vai tirar nada de mim! Terá que fazer mais que isso... - digo com voz fraca. - Posso lidar com a dor...

Sangue sair da sua boca

Katja: Oh! Você é um garoto muito difícil, terei que usar artilharia pesada.

Coloca a adaga na mesa, pego um martelo me aproximando dele.

Katal: Virou brayan agora?

Susurra com sangue na boca

Katja: Não me compare com ele

Atingo ele na cara com o martelo

Katal: Sua...

Ele tenta dizer alguma coisa, mas não dou tempo, bato nele com o martelo sendo socado na sua cara, gotas de sangue escorre do seu rosto.

{ Some hours later }

Horas torturando, não consegui nenhuma informação, bem difícil.

Katja: Tudo bem! Não tem jeito mesmo

Katal: Vai desistir fácil gatinha?

Pergunta debochando

Katja: Preciso dormir! Amanhã a gente continua com essa tortura.

Tiro as cordas dele, logo em seguida cair no chão devido aos ferimentos que deixei, levanto ele colocando seu braço no meu ombro, saio puxando ele.

Katal: Para onde está me levando?

Não digo nada no meio do caminho, alguns minutos depois paro no corredor.

Katja: Enquanto descanso, vai refletir sozinho a noite toda bem aqui.

Ele espanta ao ver que estamos no corredor, abre os olhos tentando ver algo mais não vê nada, apenas um corredor, logo após solta risadas forçadas.

Katal: Meu deus que garota burra!

Katja: Tem certeza?

Movimento retirando o seu braço no meu ombro, passo o pé pata trás fazendo ele cair, pulo rapidamente dando três pulos para trás, o chão abre um buraco fazendo ele pegar um impacto forte lá em baixo.

Katal: Aí... O que foi isso?

Ele susurra bem baixinho

Katja: Uma sala de tortura trouxa, esconderijo secreto, boa noite.

Após sair do local, uma luz vai na sua direção, ele fica de joelhos no chão agonizando de dor, gritando várias vezes mais devido sua voz está fraca desisti de gritar.


Notas Finais


Você também pode participar dessa história deixando suas sugestões nós comentários, colocarei créditos nos episódios da pessoa que sugeriu.


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