História Ilha Da Magia. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Preconceito, Racismo
Visualizações 7
Palavras 878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Erika


Fanfic / Fanfiction Ilha Da Magia. - Capítulo 2 - Erika

Mariana lavava a louça distraída cantarolando, sem perceber Henrico se aproxima.

- Que susto seu Henrico.

- Desculpa, eu deveria ter falado algo.

- Não faz mais isso, quase quebrei o copo. - Ri envergonhada. - O senhor quer alguma coisa?

- Não, eu só vim trazer essa taça, o doce tava muito bom, Dora falou que você quem fez.

- Sim, eu gosto de inventar essas doçura.


Dora chega e Henrico vai embora.

- Mariana o que vocês tavam falando?

- Nada tia.

- Você não vai ficar de conversa pelos canto com o filho do seu Antônio.

- Para! Só estavamos conversando, eu não sou como a senhora.

- Que história é essa?

- Só tenho uma coisa pra te falar: Erika.


Dora empurra Mariana contra a parede e segura o seu cabelo com força.

- Olha aqui garota, eu não quero que você pense na Erika. Você deveria ser mais agradecida comigo, quem lhe tirou das plantações de fumo? Quem lhe deu casa? Quem lhe deu uma família?

- Desculpa tia.

- Termina a louça e varre o corredor, depois limpa o banheiro dos fundos.

- Tá bom...


Henrico e Antônio conversavam na varanda, observando o vasto campo de soja que cobria a propriedade.

- Quando que você volta?

- Amanhã.

- Mais já? Fica mais uns três dias Henrico.

- Não vai dar pai, tenho que terminar uns trabalhos e fazer uns telefonemas que estão atrazados.

- Você e seu irmão só pensam em trabalho, isso foi um grande erro meu.



FLORIANÓPOLIS.

Cristiano chega na empresa, logo entra no elevador e troca olhares maliciosos com uma secretária.

O andar chega, ele vai em direção a sala de Alex mais antes dá um olá para todos do corredor.

- Alex?

- Oi, demorou.

- É que eu tive uns problemas no caminho.

- Aham, sei, eu escondi os recibos.

- Com quem?

- Com alguém dos Recursos Humanos, não se preocupa, acho que foi com a Débora.

- A morena? Vou lá buscar.

- Pode parar aí, paro com a palhaçada, se os cara vim até aqui e revirarem o meu escritório eu não quero aqueles recibos aqui.

- Quem mandou dar calote neles?

- Calote? Eu salvei a tua vida Cristiano, 500 mil cruzeiros na tua mão, se não fosse isso você estaria pelado em um necrotério dentro de um saco de lixo, com a porra de um buraco de bala na testa.

- Tá bom, já entendi, valeu. O Henrico foi ver o velho?

- Sim, volta amanhã, porque? Tá com saudade?

- Saí fora, só quero saber se aquele banana do teu irmão não vai estar aqui. 

- Adivinha?

- O que?

- O velho descobriu o desvio pra obra da casa.

- Mentira? Como?

- O Ângelo tinha falado que ele ainda recebia as contas da empresa, quando o velho foi embora era o último desejo dele, mais eu pensei que já tinha acabado.

- Ele falou algo?

- Não, ele agiu normalmente, mais ele e o Henrico devem estar falado de mim. 

- Certeza, não é qualquer um que gasta 900 mil cruzeiros em uma casa.

- O Henrico embarca amanhã, você pode pedir para o Ângelo bloquear o envio de contas pra Arandu?

- Claro, eu vou passar no departamento mesmo, aí já faço isso.

- Okay, vai lá.



ARANDU

A noite chegava, e o jantar se apressava, enquanto Antônio e Dora davam boas risadas na sala, Mariana cuidava das panelas.

- Mari, você não teria nenhum chinelo aí.

- Acho que não, mais no... Ah!


Henrico acaba de sair do banho, Mariana se envergonha por ver ele apenas de toalha.

- Desculpa, eu mesmo pego.

- Foi... foi nada, está ali no tanque.

- Valeu.


O jantar ja estava na mesa, todos sentam, menos Mariana que escovava calçados na lavanderia.

- Onde está Mariana. - Pergunta Antônio.

- Na lavanderia. - Responde Dora.

- Chame-a, ela que fez está maravilhosa comida, vá Dora.

- Mariana!


A jovem se aproxima envergonhada, senta-se à mesa ao lado de Henrico. Pega um prato e se serve.

- Já arrumei a sua cama. - Diz Dora.

- Obrigado, nem precisava.

- Precisava sim, a quanto tempo eu não tinha esse prazer.


Mariana recolhe a mesa, todo vão deitar. A casa era silênciosa, estava quente e o quarto cheio de mosquitos. Henrico se obrigada a ir para a rua, ele passa pela cozinha no relógio já são 02:10.

Seguindo para a varanda, lá estava Mariana, trançando o seu cabelo.

- Desculpa.

- Oi, não, não, eu vou deitar.

- Não, eu que te atrapalhei.

- Você pode ficar se quiser.

- Tá bom.


Mariana senta ao lado de Henrico.

- Foram os mosquitos?

- Sim, como você sabe?

- Ah, depois de um tempo a gente acostuma.

- Você mora aqui a muito tempo?

- Já faz um tempinho, eu trabalhava na casa do meu dindo, plantava fumo.

- Era legal?

- Não, minha tia me buscou quando ela veio morar aqui em Arandu, nem sabia que ela existia.

- A Dora é um anjo, né?

- Sim, ela me salvou daquele lugar horrível. Eu fui criada na plantação junto com a Erika, mais ela sumiu e só eu fui embora.

- Quem é Erika?


Mariana fica nervosa e se levanta com pressa.

- Eu tenho que dormir está tarde, você também deveria deitar.

- Espera... Mariana.




...






Notas Finais




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