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História Ilha Nightmare - Capítulo 5


Escrita por: Ingrid_Alby

Notas do Autor


*** Não revisado***

Capítulo 5 - Meio Termo


Fanfic / Fanfiction Ilha Nightmare - Capítulo 5 - Meio Termo

- Mas o que é isso? - Embora fosse uma pergunta soava como mais como uma exclamação.

Não era possível! O que eles aprontaram agora?! A ruiva se perguntava se não poderia desviar o olhar por dois segundos sem que os nakamas (e agora alguns dos agregados) arrumassem alguma.

_ Juro que não foi minha culpa - diz Usopp já com as mãos frente ao corpo como forma de defesa. A ruiva com raiva era assustadora. - Eu disse para ele desistir da ideia do macaco falante virar nosso nakama, mas você sabe como ele é...

Usopp vê a expressão da ruiva mudar para indignação. Uma áurea aterrorizante emana da ruiva.

_ O quê? Fala? Nakama? - ela tinha entendido, mas meio que desacreditou da informação que seus ouvidos haviam comunicado. Achou que ouvio errado, mas ai lembrou de quem era que se tratava e concluiu que havia escutado aquilo mesmo.

Preso em um troco do qual se debatia para sair se encontrava um macaco, diga-se de passagem, aparentemente comum. Ele guincha para a navegadora e se contorsse entre as cordas.

Mas que diabos eles estavam fazendo?

A áurea ainda dura alguns segundos antes de se desfazer. Era verdade, quando Luffy queria algo era praticamente impossível fazer o garoto mudar de ideia. Ela só suspira, jogando o ar junto com todo aquele estresse que agora seria frustação para fora. Talves ter entrado para a marinha não teria sido má idéia.

_ Ele não parece falar. - diz ela encarando o macaco totalmente fulo da vida. Guinchando algo que com certeza se traduzissem seria ameaças e palavrões.

_ Luffy insiste que é esse o macaco, mas ele não fala... O de mais cedo falava. Imbecil - ele repete a fala.

O soco que toma na cara foi tão rápido que parecia um borrão.

_ E nunca mais fala isso de mim.

A ruiva diz em tom de aviso para usopp que agora se encontrava no chão atordoado com o galo em sua testa.

_ Era... o que... o macaco d-disse. - diz com dificuldade.

_ Ah, desculpe, foi um pequeno engano da minha parte. - sorri meio sem graça e totalmente cínica enquanto sai de lá em direção a Luffy. O atirador fica ali no chão falando palavras incompreensíveis, algo ruim sobre Nami.

Ao chegar mais perto, só alguns passos de onde estava, se aproxima de Luffy que está discutindo com o macaco que só chia em resposta.

_ Ei Luffy, o que pensa que está fazendo?! - a ruiva puxa o nariz do garoto, esticando como forma de castigo. - Já te disse que não é para ficar convidando para o bando qualquer coisa esquisita que você encontra por ai!

Ele se contorse para escapar de sua pegada.

_ Oe Nami, tá doendo, solta! - Súplica fazendo caretas de incomodo.

_ Não vou soltar até tire isso da cabeça! Nós já somos estranhos de mais juntos. Não precisamos de um macaco. - Ela bufa - O que você tem dentro dessa cabecinha? - diz ela puxando ainda mais seu nariz. Ela solta, o que faz com que a cabeça do garoto vai para trás num impulso. - E esse macaco parece muito normal.

_ Eu disse. - Se pronúncia Ace dando de ombros.

Ele estava junto com alguns dos demais em volta do bicho.

_ Ele só está tentando enganar. - insiste Luffy  -  Pôde falando ao vou te descer a porrada! - ameaça levando as mangas para trás e cerrando os pulsos. O macaco parece entender, pois desesperado se debate com os olhos esbugalhados.

_ Ei Luffy, já estão nisso a minutos, de repente é só um macaco parecido. - diz Franky cosando o queixo.

_ É rapaz. - emenda Tom-san.

_ Sério? Será? Mas eu tenho tanta certeza. - ele parece consideram. Com o rosto pendendo de lado examina o macaco - Então tá. - Dá de ombros.

_ Será que dá para comer? - pergunta Ace analisando o bicho.

_ Comer? Sogoi, parece delicioso! - seus olhos brilham enquanto uma baba cai de sua boca. Ele já não via um macaco (quase nakama) de um tempo atrás, só via um pedaço de carne. - Ei, Sanji, dá para se comer isso?

_ Sim, eu posso assar com... - respondia o loiro retirando sua atenção do fogão improvisado de pedras o qual montava na área, mas é interrompido.

_ É claro que não! - Ela dá uma moca em Luffy. - Não vamos come-lo.

_ Então o que fazemos? - Pergunta o Mugiwara alisando o galo que se formou.

_ Sei lá. - reponde desinteressada - Solta.

Eles libertam o animal que rapidamente some dali adentrando na floresta.

                               ***

_ Veneno... Então foi isso... - O pesar na voz do antigo capitão não é somente sentido nas suas palavras, mas também parece recair sobre eles no ar. - E agora você vai viajar até a última ilha com eles para cumprir a promessa.

Blook e Yorki estavam sentados em um campo de mato curto com alguma árvores em volta. Ele sentava em uma pedra pequena e Yorki em um galho caido no chão.

_ Sim... Só restou eu. Fiquei incumbido de cumpri-lá. A promessa feita pelos piratas Rumbar a Laboon continua viva. - Garante ele. E de fato ele cumpriria, ainda que tivesse que enfretar toda Grand Line.

_ Ainda bem. - A expressão de alívio e felicidade do Capitão é visível. Um sorriso timido brotando em sua face. - Então já se passou cinquenta anos. Como ela deve estar?

_ Crucos- san ainda cuida dela. Estão na motanha reversa. Pelo que parece ela também tem uma promessa com os chapeu de palha e aguarda o seu retorno.

_ Obrigado Blook, - diz de repente. - não gostaria que ela Pensasse que eramos piratas patifes que a abandonamos. E que não tivemos palavra... A Grand Line pode ser cruel...

_ Aqui está. - a caveira retira algo do bolso que acaba se revelando um dial. - É a mensagem do bando para ela.

Ele clica em sua vértice, na ponta do dial. O som de um piano se expande pelo lugar junto com um violino e outros instrumentos e logo o som de muitas vozes, vozes conhecidas, cantam com alegria o acompanhando. Cantavam aquela canção, a favorita de todos, bink's no sake. Lágrimas saem dos olhos de Yorki, eram as vozes de seus antigos nakamas. .

Pouco a pouco as vozes iam diminuindo, uma a uma, até se torna um quarteto, então um trio, um dueto... um solo e o silêncio.

                             ***

O Azul do céu agora era acompanhado de diversos tons alaranjados sinalizando assim que o anoitecer já estava chegando. Fazia-se apenas algumas horas desde que se depararam com rostos conhecidos. O clima quente de antes se suavizando dando lugar a uma brisa fresca que anunciava que a noite iria ser fria.

Franky com a ajuda de Tom-san e Usopp construiam dormitórios não longe dali. Por insistência de Robin e Zoro, havia ficado por decidido que ainda não era seguro ter os "visitantes" a bordo do Sunny. Tudo já estava quase no final, afinal, agora eram dois carpinteiros profissionais.

_ Galley-La é? - Pergunta Tom-san.

_ Sim, é uma companhia de destaque no mundo. - ele confirma com um prego na boca. - Faz navios de todo o tipo para cidadãos, piratas e até mesmo para o Governo e Marinha. Você ficaria orgulhoso.

_ Então ele realmente aprendeu. É como eu digo, construímos navios para todos. Eles usam, para o bem ou para o mal, só temos que ter orgulho. - ele diz batendo em uma madeira - E você Franky, Iceburg é prefeito, o que fazia?

_ Eu, bem. - Estava meio sem graça. - Era líder de um grupo de desmantelamento... A Família Franky.

_ Desmantelamento? - Tom-san arquea a sobrancelha.

Franky já se preparava para a repressão do seu antigo mestre. Diferente de Iceburg, fez coisas que não lhe daria orgulho nenhum. Desmantelamento era exatamente o contrário que havia sido ensinado a fazer. Mas surpreendentemente o tritão da uma risada.

_ Tahahahaha, ainda bem que conseguiu encontrar o caminho de volta Franky, acho que tem algo a ver com o esse bando.

Franky só sorri em resposta.

                             ***

O fogão a lenha improvisado já estava aceso, Sanji diante dele, com maestria preparava o jantar. As vezes se exibindo um pouco, mas a verdade era queria mostrar toda sua evolução para mãe. Como um menino que sorri ao ser elogiado pelos rabiscos disformes em um papel, assim ele se sentia. Feliz a cada expressão de felicidade e admiração que recebia dela. Dessa vez não lhe entregava rabiscos, mas sim uma obra de arte.

Luffy e Ace saiam da floresta de solo negro e chegavam no terreno esbranquiçado areoso da orla. Ambos carregando um amontoado de troncos e galhos que despejam por ali mesmo montando uma fogueira.

_ Eh, acho que 'tá bom. - Diz o Mugiwara linpando as mãos uma na outra. - Só falta acender.

Deu a deixa para Ace que coloca um dedo para cima, que logo se incendeia, o fogo parecendo brincar em seu indicador, lança a chama na fogueira que o fogo sem demora envolve poderosamente.

Distribuem também ao redor alguns troncos robusto servindo de assento para todos se aconchegarem ao cair o frio.

Blook os saúda ao sair do mato apresentando a eles seu antigo capitão.

E assim a noite cai e tudo que os resta e aproveitar os frutos de tudo que fizeram. Era um banquete e o cozinheiro cozinhava com abundância visto que poderiam reabastecer na ilha que continha uma enorme quantidade de suprimentos. Logo Blook ajeitou o violino em seu ombro e deu início a uma musica animada. O saque caia um pouco dos copos com os brindes animados e as danças. Era definitivamente uma festa, uma comemoração, uma memoração. 

Nami passeava com Bell-mére pela orla, seus passos eram lentos, ela retardava a caminhada, queria aproveitar a compania. Falavam sobre coisas importantes e coisas banais também. Quanto a tudo, a mulher parecia saber tanto quanto eles, sempre que ela lhe perguntava sobre "isso" ela respondia apenas "É a ilha" ou mudava o foco da conversa. Aos poucos foi parando de perguntar também, não queria ser incômoda.

Se lembrava da antiga frase do pirata Sócrates; só sei que nada sei. Era assim que Nami se sentia, é agora tinha aceitado o fato, pois por mais que se indagasse por respostas nada vinha.  Ficava no meio termo entre acreditar e desacredita. E ela não sabia qual era a mais pertubadora.

Era inteligente demais para não desconfiar. Não se encontrava de guarda aberta, mas também não tão fechada. Como havia dito, não era algo que podiam facilmente desgarar.

Ao chegar junto de onde estava a tripulação decidiu apresentar o salvador da vila apropriadamente a sua mãe.

A levou na direção da fogueira, onde o Mugiwara estava sentado ao lado de Ace. Passando por Usopp que contava de suas espetaculares aventuras a um pequeno grupo reunido ali perto. Estava com um pedaço de carne em cada mão e uma visivelmente descendo do esôfago para o estômago.

_ Mãe, quero que conheça o meu capitão.  - Diz a ruiva olhando da mãe para o garoto.

_ Oe. - Complimenta Luffy com um largo sorriso.

_ Uhm, é esse ai? Não parece ser grande coisa. - Diz com um olhar questionativo examinando o mais novo.

_ É, olhando aparentemente não damos muito. - Confessa.

Ace bufa atrás dele na tentativa de segurar o riso.

_ Oe, eu tô bem aqui! - Diz irritado.

                             ***

_ ... foi então que deus me subestimou. Hehe... eu o enfrentei. - conta Usopp com o polegar apontado para si. Faz certo suspense e então contínua. - A luta se encerrou em apenas três minuto.

_ E você venceu? - Pergunta o velho doutor. Ele ouvia a história ao lado de Chopper e Banchina, a mãe do narigudo.

_ Não, eu perdi! - A resposta não combina com o brilho e o orgulho que o garoto exibia. Era como se ao invés disto ele tivesse falado "Eu ganhei!"

_ Hahaha, você é um menino engraçado! - O doutor da uma risada.

_ Esse é o meu filho corajoso! Enfrentou deus por três minutos. - Aplaude Banchina.

Poderia parecer engraçado, mas Usopp sabia que para ela não importava ele tinha ganhado ou não, só que tenha tido coragem para enfrentar mesmo alguém poderoso pelos amigos.

_ Usopp é incrível! - Os olhos da rena brilham.

O atirador faz várias reverências como quando terminam um show.

_ O que é isso no seu nariz? - Pergunta Hiriluk ao observa o menino.

_ Ah? Isso? - Diz encostando no local - Eu tropecei hoje na floresta com o Luffy.

_ Deixe-me ver. - Ordena já se aproximando.

_ Não é nada demais. - Diz Usopp enquanto o doutor examina seu nariz com uma lupa.

_ Não precisa se preocupar. Eu vou te ajudar garoto. - Diz ignorando toda a fala de Usopp.

_ Er, dr. Hiriluk não acha melhor eu... ver? - Pergunta Chopper com cuidado para não ofender seu antigo mestre.

Lembrava muito bem das vezes que tiveram que fugir de pacientes enfurecidos pelo tratamento quetionavel do doutor.

_ Não se incomode com isso Chopper, eu já sei do que ele precisa! - Afirma convicto.

_ Sabe? - Diz confuso

_ Sim. - fala mexendo na maleta.

_ Atadura? - adivinha o atirador - Não precisa disso, é só um machucadinho...

_ Fique quieto. - ele interrompe Ussop pedindo para que não se movesse.

Nesse mesmo segundo o narigudo sente uma picada em seu pescoço. O pressiona com uma das mãos, se afastando um pouco vê Hiriluk segurar uma seringa vazia. Mas que diabos... Não teve tempo para continuar com o pensamento.

Usopp se debatia com espamos no corpo enquando balbuciava no chão "Por que eu? Por que... eu?"

_ MINHA NOSSA, USOPP! - Grita a rena indo acudi-lo.

                               ***

O loiro serviu a todos o prato principal da noite. A receita especial de Zeff. Enquanto fazia, relembrou de cada passo, cada etapa, cada remexida. Adicionou também o seu conhecimento culinário que obteve navegando por diversas ilhas.

Aguardava ansioso enquanto outros degustavam (isso é claro tirando Robin e Zoro que haviam decidido ficar no navio). Até porque hoje realmente se esforçou bastante naquele prato.

_ Uhm... Tá delicioso Sanji. - Luffy é o primeiro a comentar. - E o gostinho de carne está tão bom! - Luffy se derrete no sabor.

_ Do quê está falando? Esse prato não leva carne. - Diz o loiro arqueando sua sombrancelha em aspiral.

_ Como não tem? Eu tô sentindo. É carne de búfalo. - afirma.

_ Búfalo? E de onde eu ia tirar isso? Está tentando envergonha meu prato na frente da minha mãe seu imbecil?! - ele diz pegando o garoto pela camisa e o sacudindo de um lado para o outro.

_ Au! Isso está suuupeeer! - elogia Franky dando um joinha com o dedo. - É verdade Luffy, não tem gosto de carne. É uma sopa de abóbora com nozes. - Fala o ciborgue.

_ Abóbora? É espinafres com frutos do mar. - Diz Blook. - Realmente saboroso, embora eu seja uma caveira e não tenha língua para saborear, Yohohoho.  - A caveira aproveita para fazer uma de suas piadas

_ Eu tenho e está muito bom. - Concorda Yorki.

Nami não diz nada para não aumentar a fúria do cozinheiro, mas a sua tem gosto de curry de batata com mel e frango.

_ Não é possível, perderam o paladar foi? - Diz o cozinheiro quase em chamas - Não tem nada disso na receita.

A comida não se assemelha nem de perto ao que os nakamas sugeriam. Nem era a primeira vez que preparava aquele prato, já tinha feito ele pelo menos duas vezes no Baratie. Será que havia errado?

O prato em si era essencialmente o ingrediente leguminoso que encontro. A preparação girava em torno do manuseio do mesmo. Era muito difícil fazer-ló do modo correto, de forma que só um cozinheiro excepcional conseguiria o preparar com perfeição.

O legume colocado ali era especialmente combinados com certos temperos que realça seu sabor natural o fazendo ter um gosto três vezes mais forte e incorporado dando a quem prova sensações incríveis ao tocar na língua. O valor somente do legume no mercado era maior que a recompensa de muitos piratas.

_ Não tenho palavras para escrever o quanto é bom. Tem um sabor meio ácido e adocicado, é leve e tem um gosto que eu nunca senti na vida. É incrivel! - Diz Sora olhando o prato em suas mãos encantada.

_ Eu também senti isso. É muito bom! Não tenho nem com o que comparar - diz Hiriluk pensativo.

_ Sério? - Pegunta Chopper que recebe um aceno de cabeça positivo como resposta.

_ Viu só! Minha sopa está perfeita. Que porcaria andaram comendo na floresta para perderem o paladar? - Diz o loiro. Para confirma ele havia provado o próprio prato. E nada de errado.

_ Hurg...gruer...ruer - rosna Usopp.

_ Ahm? - o loiro não entende.

_ É o efeito da injeção... - Explica Chopper. - Mas ele disse "Ainda não consigo sentir sabor. Por favor alguém me ajuda."

Chopper já tinha dado uma outra injeção que cortava os efeitos da primeira. Mas ele só melhoraria dentro de mais ou menos trinta minutos. Comparado a antes o garoto já estava bem melhor.

                               ***

Os sons animados da festa podiam ser ouvidos de longe. Até mesmo do alto, mas especificamente até do ninho da gavia. Zoro encarava a distância a bagunça dos nakamas. Bebericava uma garrafa de sake. Era seu dia de vigia. A menina insistiu em madrugar ali com ele. Claramente não tinha conseguido, ainda nem passava das dez e Kuina dormia em seu saco de dormi o qual deixava ali no quanto para quando precisasse. Iria ter que carrega-lá até os dormitórios improvisados depois.

_ Espadachim-san. - O cumprimentam.

Ele não precisa se virar para saber quem é.

_ Robin. - Diz.

Ela se aproxima.

_ Parece que eles estão bem alegres. - Conversa.

Seus olhos fitavam não somente os nakamas como também os "outros"  ninguém tinha um nome específico para dar a eles. Isso ainda a dava certo alívio, pois sabia que no momento em que "isso", "aquilo", "Visitantes" e "outros" deixassem de ter essa colocação para ter algo pessual as coisas ficariam difíceis.

_ Robin, todos trouxeram alguém. Cadê o seu "alguém"? - Pergunta Zoro.

_ Deixei na floresta. Sabe o que eu penso sobre isso. É uma armadilha - Ela assim como ele era direta, ambos de poucas palavras.

_ Não se preocupe, eles não são tão bobos. Não vamos cair nessa. Caso seja a questão.

_ Ah, você não entendeu. - A fala dela faz com que ele volte sua atenção para a mesma. - Nos já caímos Zoro.

                              ***
Todos já haviam ido embora, só restavam Luffy e Ace na praia. As ondas calmas batiam levemente no Sunny, fazendo com que o navio subisse e descesse como o peito em uma respiração. O céu azul escuro pontilhado de estrelas, apenas uma ou duas nuvens eram visiveis. A lua distante lancava uma luz platinada no lugar.

Ao redor da fogueira alaranjada a qual emanava calor, os irmãos, após uns segundos de riso por se recordarem de algo do passado, ficaram em silêncio. Um silêncio agradável.

_ Ei Luffy, por que não vai dormi? Os outros já foram.

_ Não quero. - Ele diz encarando o irmão a sua frente. Os seus olhos refletiam a fogueira. Luffy está sereno como quase nunca fica. Se sentia feliz e em paz... - Tenho medo de ir dormi, fechar os olhos e quando abrir você não está mais aqui.

Ace dá um meio sorriso, ajeitando seu chapéu na cabeça.

_ Você confia em mim? - Espera ele acentir - Pode ir, eu estarei aqui amanhã também, eu prometo.

As palavras fazem com que um grande sorriso apareca nos lábios do caçula.

_ Yoshi! - Ele se levanta em um impulso. Caminha em direção ao Sunny e na metade do trajeto para, ainda de costas - Ace - diz - até amanhã.


Notas Finais


Não sabem como me senti mal pelo atraso, sorry. Esse cap foi meio difícil de escrever. Quero dizer que até as cenas mais bobas tem um propósito.
Esse foi meio paradinho, mas não desanimem de mim rsrsr. Terça (talves por um milagre antes) nos vemos de novo. 
Agora só falta mais cinco.
Obs: Ainda não revisado.


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