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História Ilícito Amor - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Obrigado pela foda...




Point Of View
LIANDRA TORRES

Ao sair da escola, sinto minha respiração falhar e pernas fraquejarem. Sem compreender muito bem o que havia ocorrido, no período em que estava na presença do professor Thomaz, começo a minha caminhada de volta para casa.

Estar tão perto de um homem viril quanto meu novato professor, me deixa pouco atordoada, principalmente por ele manter seus olhos nos meus, a cada palavra dita por mim.

Um estranho formigamento se faz presente em meu corpo, confesso que sinto uma ansiedade avassaladora e que nesse momento toma conta de mim. Sinto que ao trocarmos de olhares, resultou na criação a nossa própria bolha e mesmo sem saber como nutrir esse sentimento curioso, me deixei levar.

Não sei o que esse envolvimento pode gerar futuramente, mas confesso que estou com muita vontade de descobrir. Passei a minha vida inteira procurando emoção e acho que finalmente encontrei e não vou deixar essa oportunidade ir embora.

Chego em casa e como sempre, mamãe não estava. Suspiro desanimada, caminhando com passos lentos até meu quarto. Tiro meu uniforme e opto por algo mais confortável já que terei que cozinhar.

Cozinhar para mim nunca foi algo difícil, tive que aprender a me virar desde nova, já que minha mãe precisava trabalhar para nos sustentar. Então coisas como cozinhar, limpar e até mesmo os deferes escolares, eu era obrigada a fazer sozinha.

Minha vida poderia ser totalmente diferente, se minha mãe não fosse uma louca na adolescência. A história de como vim ao mundo, é engraçada, pois, não é nada diferente das histórias normais.

Jovem, minha mãe conheceu um rapaz na escola e imediatamente se apaixonou por ele, mas da mesma maneira em que os garotos se portam hoje, eles se comportavam no passado, e bom minha mãe caiu como um patinho e ficou grávida de mim.

E o final todos já sabem, minha mãe criou a filha sozinha e com muito esforço, conseguiu sustentar sua família sem ajuda de nenhum homem. Sinto orgulho dela, porém prefiro manter isso para mim mesma, não sou muito boa com sentimentos.

Após comer e arrumar toda bagunça que fiz, decido tirar um cochilo. Sempre gostei de dormir à tarde, mesmo demorando a pegar no sono a noite, sinto que o descanso vespertino é muito mais relaxante.
 

[…]
 


Point Of View
THOMAZ LIMA

Saio da escola orgulhoso de mim mesmo, acho que para o primeiro dia, me saí bem. Fiz amizade com alguns professores e os alunos são tranquilos. A escola é bastante organizada e tem um espaço muito bom, sinto que esse ano tudo sairá da melhor forma possível.

Descobri que ser professor é mais difícil que pensei. Passei horas na sala dos professores, armando um plano de aula bom o suficiente, para as próximas duas semanas.

Pretendo ser um professor legal e divertido, porém que saiba cobrar quando necessário. Serei uma imagem oposta dos meus mestres.

Ao chegar em casa, vejo minha mãe na cozinha fazendo nosso almoço. Como senti falta de vê-la todos os dias e provar todas suas delícias culinárias. Quando a senhora baixinha, põe os olhos em mim, deixa uma linda curvatura tomar seus lábios.
 

— Chegou cedo! — comenta mexendo algo na panela com uma colher

— Sou apenas professor do Ensino Médio, mãe. Chegarei todos os dias às 13:00 — explico

— Melhor, sobra mais Thomaz para nós — diz Melissa, minha irmã mais nova — Estou com fome, mãe! — reclama com a mão na barriga

— Tenha calma, Mel. O almoço está quase pronto. Ajude-me colocando a mesa, uh? — sorri mais uma vez

— Tudo eu nessa casa… — joga a mochila no chão e segue para a cozinha

— Vamos, eu te ajudo! — coloco minhas coisas no sofá da sala.

 

[…]


15:00h

Esta creio que seja a parte mais difícil. Estou em frente da casa de Ana Luiza, minha ex namorada e mãe da minha filha. E antes de julgamentos, quero dizer que éramos jovens e não tínhamos noção de nada. O mundo caiu sobre nós, quando descobrimos que Manu estava para nascer.

Assim que fui convocado para a guerra, pedi para que ela voltasse ao Brasil com meus pais e nossa filha com apenas um ano e assim ela fez. Faz cinco anos que não vejo minha filha, eu costumava mandar cartas e fotos minhas, mas esse hábito foi se perdendo com o tempo. E agora tão perto dela, sinto meu coração descompassar.

Sem mais demora, dou mais um passo e aperto a capainha, sentindo mais uma vez meu coração pular de ansiedade.

Rapidamente uma garotinha de cabelos escuros aparece ao abrir a porta. Suas grandiosas orbes se arregalam ainda mais, ao me ver. Ela me reconheceu e isso é maravilhoso!

— Mamãe, mamãe! Ele chegou! — corre para dentro da casa, me deixando plantado na porta.

Sorrio vendo sua agitação e fico ainda mais feliz por saber que é por minha causa. Esperei tanto tempo por isso, que não posso acreditar que isso finalmente está acontecendo.

Logo Ana surge em meu campo de visão e caralho! Ela está linda como sempre foi, mas julgo que a idade lhe fez bem. Confesso que fiquei excitado ao ver suas coxas levemente torneadas, deixadas à mostra pelo short jeans.

— Entra, estamos te esperando desde cedo. — ela me olha nos olhos como fazia

— Licença… — adentro a casa olhando ao redor — Uau, bela casa e a propósito, você está linda!

— Obrigada — fica levemente tímida — Vamos para o quarto da Manu.

Sigo Ana pela casa, não deixando de reparar sua cintura fina e a seu quadril balançarem de um lado para o outro. Ela está gostosa de mais com esse short branco e blusa azul.

Entramos em um cômodo rosa, e julgo ser o quarto da minha filha. Isso é confirmado assim que vejo a pequena brincando com várias bonecas.

— Papai, vai ficar aqui me vendo brincar? — pergunta animada

— Claro que vou! — sorrio para ela

Enquanto Manu brincava, Ana e eu colocávamos o papo em dia. Ela contou que não arrumou ninguém desde que terminamos e que nossa filha sempre cobrava a presença do pai.

Sinto uma dor tão grande ao saber, que minha pequena sofreu por minha causa. Vou recompensá-la por todos esses anos perdidos. Serei o melhor pai do mundo para ela.

Nós dois conversamos muito por horas. Foi tanto tempo que Manu acabou dormindo em meio às bonecas e nem percebemos. Ótimos pais…

— Bom, como a Manu dormiu, vejo que já está na hora de ir… — digo levantando

— Espera! Thomaz… — ela me chama ainda dentro do quarto

— Pois não — vejo-a em minha frente

— Bem, você poderia ficar… — me olha nos olhos — Digo, sinto sua falta. Falta do seu calor, do seu toque… — se aproxima — Fica essa noite, por favor…

Dou um sorriso lateral, pois sabia que Ana me faria essa proposta. Ela nunca me deixou ir, sem antes de entregar inteiramente para mim.

— Por que não me pediu antes? — digo sacana

Seguro firme em sua cintura, prensando seu corpo contra a parede, roçando próximo ao seu íntimo, minha ereção já visível. Ana toma meus lábios, necessitada e da mesma forma que fazia antigamente, me beija com seus lábios finos.

Não demorou muito para estivéssemos sem roupas, nos amassando fortemente pelo corredor, ao lado do quarto de Manu.

— Onde fica o quarto? — pergunto saindo de seu ósculo

— Próxima porta à esquerda — diz ofegante ao sentir minhas mãos em seus seios medianos

Sem esforço pego a loira em meu colo, sentindo suas pernas trançarem em meu quadril, aproveitando para esfregar nossos corpos mais um pouco.

Point Of View
ANA LUISA OLIVEIRA

 

Thomaz adentra o quarto e me joga na cama com brutalidade, logo em seguida, se posicionando entre minhas pernas, ficando de frente com minha intimidade já úmida. Me contorcia só em sentir sua respiração perto do lugar mais sensível do corpo.

Sinto seus olhos em mim, acompanhado de um sorriso malicioso. Ele ainda sabia cada detalhe do meu corpo e o que executar para me fazer pedir mais.

Sem esperar muito, suas mãos rasgam a lateral de minha calcinha com firmeza, se livrando da peça com rapidez. Totalmente nua para ele, sinto seu olhar predador percorrer sobre mim, fazendo meu corpo arder em chamas.

Novamente entre minhas pernas, sinto finalmente o contato de sua boca em minha vagina encharcada. Brincando com sua língua ágil, friccionando-a contra meu clitóris, vou à loucura sentindo um digito me preencher.

Thomaz sempre soube brincar muito bem com os meus lábios, e poder reviver isso depois de tantos anos, é muito bom.

Ele abraçou minhas coxas, estapeando-as de vez em quando. Ele movimentava sua língua rapidamente e seu indicador entrava e saia no mesmo ritmo. Meus gemidos não podiam mais ser contidos, realmente espero que Manu não acorde.

Não demorou muito para que eu gozasse em sua boca, sentindo em seguida ele limpando os cantos da boca com os dedos. Essa cena era tão sexy, que poderia ter mais um orgasmo ao vê-la novamente.

Sem esperar mais, Thomaz tira a única peça que lhe faltava, sua cueca branca; assim revelando o seu longilíneo falo, que já possuía veias pulsantes e a cabeça lustrada por seu pré-gozo.

Ele faz um sinal com a cabeça, pedindo para que eu me levantasse e eu sabia exatamente o que aconteceria depois dali. De joelhos assim como ele, posso saborear seu beijo mais uma vez.

Cessando o ósculo, meu ex se deita com as mãos atrás da cabeça, esperando que eu faça o que quiser.

Deixo minha marca em seu pescoço e vou trilhando seu corpo, distribuindo mordidas e chupões por todo tronco. Chego finalmente em seu membro roliço, totalmente petrificado e pulsante.

Sem mais delongas, abocanho seu pau com vontade, ouvindo seu urro de prazer. Faço carinho em sua glande lentamente com minha língua, masturbando o resto com minha mão.

Vou afundando seu comprimento em minha boca, sentindo todo o seu comprimento e com a boca bem lubrificada, dou a ele um boquete como ele gosta. Intercalo os movimentos bocais, com as minhas mãos que nesse momento trabalham com agilidade.

Aproveito para chupar suas bolas, pois sei o quão sensível é aquela região; volto ao seu mastro, lambo seu comprimento deliciando com seu gosto.

Logo sinto a mão direita de Thomaz entranhada em meus cabelos, e em uma ação já esperada, ele me força ir fundo e rápido. Me engasgava com todo seu tamanho e a velocidade que por ele era ditada.

Mais uma mão é posicionada ao lado de minha cabeça, me fazendo parar os movimentos. O mais alto, ergue os quadris do colchão e ligeiramente começa a estocar minha boca.

Observava sua expressão de prazer e pura luxúria; aquilo era tão excitante, me sinto privilegiada em estar dando prazer a ele do jeito bruto e sujo, como sempre gostamos.

Ele fodia minha boca rapidamente e sem cessar, sua pélvis batendo contra meu rosto, fazia um som único. Mais duas estocadas, acompanhadas de um rosnado, Thomaz despeja seu leite em minha boca, me obrigando a engolir tudo.

Sem descansar e com o pênis ainda petrificado, meu corpo é jogado de bruços na cama. Sinto uma ardência em minha nádega esquerda, sinalizando que levei um tapa. Empino-me inconscientemente, e sinto outro tapa estalado em minha bunda.

Após vários tapas, que me arrancaram gemidos altos, sinto meus cabelos serem puxados, fazendo minha cabeça levantar e assim poder encarar o seu rosto.

— Eu vou te fuder tão gostoso, Aninha — sussurra rente a meu ouvido — Mas para isso acontecer — roça levemente seu pau, em minha entrada, falando calmo — Você vai ter que pedir para mim…

Eu já revirava meus olhos, só em ouvir aquela voz gostosa em meu ouvido. Desfrutava de uma grande ansiedade, cada vez que ele pincelava o pau em minha vagina.

— Não vai pedir? — morde o lóbulo da minha orelha — Vamos, Ana! Sabe que posso ficar assim por muito tempo, já você — ele ri colado em meu ouvido — Sabemos que não consegue… Irá enlouquecer

Ao ver que eu ainda não havia realizado seu pedido, ele puxa meu cabelo um pouco mais; colando ainda mais nossos íntimos, criando um atrito gostoso.

— Pede pra eu te foder, pede — diz quase ordenando — Pede logo, porra! — estapeia minha cara duas vezes

Gemi sôfrega, pedindo mentalmente que ele acabasse com esse tortura logo, mas ao perceber que Thomaz não iria ceder, concedo seu pedido.

— Me fode, Thomaz — digo baixinho

— Como? Pode repetir? Eu não ouvi — fala convencido

— Me fode, por favor — digo induzindo minha bunda bater com força em seu quadril.

Ele urra orgulhoso em meu ouvido, ele sabe que isso me destrói. Ele sabe que seus toques me causam sensações diferentes, mas seus gemidos, oh! Eles me levam a loucura.

— Será um prazer, gatinha — relembra o primeiro apelido dado a mim — Vamos ver se você ainda aguenta.

Me posicionando de quatro, como ele sempre gostou, ele mete fundo, ainda com as mãos em meus cabelos. Me estoca mais algumas vezes, lento e fundo.

Quando sentiu que meu íntimo se acostumou com seu tamanho, acelerou com os movimentos. Ele ia rápido e forte, fazendo nossos corpos colidirem. Eu gemia loucamente, sinceramente não me importava se os vizinhos iriam ouvir ou se Manu iria acordar, eu sentia falta do nosso corpo junto.

O som de seu quadril se chocando com minha bunda, era algo incrível. Eu podia imaginar o quão sexy deve ser a imaginem desde homem metendo em mim, com toda sua força.

A cada estocada, era um gemido que escapava de minha boca. O cheiro do sexo estava impregnado e aromatizava o quarto com um odor afrodisíaco.

Mais e mais estocadas são investidas contra meu corpo magro, e me faz ir para frente e para trás com o impacto. Sentia tapas sendo distribuídos em minha bunda, ele sabe que para mim, a dor deixa tudo mais prazeroso. Ele se retira de mim e se levanta comigo.

— Ajoelha, vadia — ele sabe como gosto de xingamentos

Assim feito, vejo-o masturbar-se em minha frente. Posso vislumbrar seu peito subindo e descendo devido à respiração descompassada. Suas mãos iam rápido para trás e para frente e em pouco tempo, sinto novamente sua mão entranhada em meus cabelos, inclinando meu rosto para ele. E com mais dois movimentos, ele jorra seu líquido branco e leitoso em meu rosto, gemendo aliviado por ter gozado.

Ele olha para meu rosto, todo lambuzado de porra e sorri sacana

— Essa é a verdadeira face de uma cachorra! — segura meus pulsos e me ajuda a levantar.

Me jogo na cama fraca, há muito tempo eu não era fodida assim… Todos os meus pequenos casos, nunca me deixavam satisfeitas como Thomaz me deixa.

— Posso usar o banheiro? — pergunta

— Pode — pergunto respirando

Em alguns minutos, ouço o chuveiro ser ligado, mas pelo visto foi um banho rápido, pois ele retorna logo ao quarto já vestido.

— A noite foi ótima — digo

— Foi mesmo! — responde sério

— Vai ficar para dormir? — pergunto amistosa

— Não, mas obrigado pela foda! — diz saindo


Notas Finais


Olá corujinhas, tudo bem?
Bom, como deu para ver, Thomaz é um famoso cafajeste...

Espero que tenha gostado do capítulo. Me faça feliz e deixe um comentário!
Até o próximo capítulo, meus amores...

Beijos carinhosos,
Paola.


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