História I'll never be the same - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Glee
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Faberry, Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 297
Palavras 1.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá como vocês estão?
Boa leitura e desconsiderem os erros =D
Caso vocês queiram falar comigo é só me chamar no twitter @camz_cabello23

Escutem essa musica para ler o capitulo...
https://www.youtube.com/watch?v=hIZEr1D6zVM&list=PLWyjVtnfBmGjh42u8dHs49U4O2GIgMv6A&index=39

Galera antes de vocês irem ler eu queria falar uma coisa... Esse é o FIM DE SEMANA da camz em casa e não vai ser uma coisa facil ou bonita de se ler.. Eu tentei ser o mais "leve" possivel, mas a situacao em si já é pesada demais... Então... Bom.. Nós nos encontramos n final do capitulo... Vamos conversar?

Não me matem ok... Era precisa... E acreditem em mim eu tbm sofri escrevendo isso...

Capítulo 17 - 16-sixteen


POV Camila

SEXTA-FEIRA

Assim que cheguei em casa Tim avisou que iria sair e eu agradeci a Deus por isso então assim que entramos em casa fui direto para meu quarto sentando no chão e comecei a contar as horas.

Isso vai passar, segunda eu volto.

Isso vai passar, segunda eu volto.

Isso vai passar, segunda eu volto.

Isso vai acabar e segunda eu vou voltar para o colégio e nada vai acontecer.

 

SÁBADO

Eu sabia que ele ter me deixado livre ontem teria consequências hoje. Meu dia começou logo cedo com ele me agredindo mandando-me limpar a casa e deixar tudo em ordem e apesar da dor excessiva forcei meu corpo dolorido e machucado a continuar de pé e limpar toda a casa. Na hora do almoço fui atirada no chão três vezes e em uma delas acabei batendo a cabeça e com isso comecei a ficar zonza. Tudo o que eu fazia tinha falhas, tudo o que eu arrumava estava errado e fora do lugar e em consequência dos meus erros eu apanhava para aprender.

Minha mente era minha única amiga nesse momento.

Segunda vai chegar e eu volto.

 

DOMINGO

Segunda eu volto. Segunda eu volto. Segunda eu volto. Segunda eu volto.

Segunda eu volto. Segunda eu volto. Segunda eu volto. Segunda eu volto repetia constantemente esse mantra como se fosse possível ele me passar forças para continuar.

Nesse momento eu me encontrava sentada no chão da cozinha esperando ele terminar sua refeição. Meu estomago estava doendo muito, mas não sei se era por conta da fome ou por causa dos chutes que eu havia recebido durante o dia.

Isso vai acabar... Segunda eu volto... Segunda eu volto...

- O que você tanto pensa sua inútil? – perguntou levantando-se e caminhando até mim.

Eu sentia o medo crescendo dentro de mim e queria a todo custo correr, me esconder e implorar para ele me deixar em paz, mas eu não podia, não tinha forças, não era certo, eu no fundo merecia tudo o que ele estava fazendo.

- Eu perguntei o que você tanto pensa – disse acertando um tapa no meu rosto e senti minha cabeça virar – Você vai me responder ou vou precisar te obrigar? – perguntou segurando meu rosto.

- Eu estava pensando que amanhã volto pro colégio – respondi e fechei meus olhos esperando o próximo tapa que logo chegou.

Eu sempre esperava, mas a cada tapa, chute, murro a dor parecia multiplicar e eu me perdia um pouco mais.

- Você está feliz por voltar naquele colégio de riquinho? – perguntou e permaneci quieta – Você acha que tem amigos? Acha que tem pessoas que se importam com você ali? – perguntou para mim – Eu preciso te contar uma coisa, ninguém,  ninguém liga para você – disse apertando meu rosto e senti as lágrimas se formando em meus olhos.

- N... N.. Não... – falei baixinho sem conseguir fechar minha boca a tempo e senti-o levantando e rapidamente senti sua mão em meus cabelos puxando-me para cima.

Aquela dor era horrível...

- REPETE O QUE VOCÊ DISSE – disse exaltado e fechei meus olhos – Eu mandei você repeti – mandou acertando outro tapa em meu rosto e se não fosse o aperto de sua mão em meu braço eu teria ido de encontro ao chão – Eu mandei você repetir.

- Eu disse n-não... – falei com a voz tremula – Eu te-nhooo amigos – disse e rapidamente a imagem da Lauren, Dinah, Ally e Normani apareceu em minha mente e por um momento eu não me senti tão só... Eu tinha elas certo? Elas eram minhas amigas? Eu não estava sozinha... A Lolo disse que ficaria comigo sempre...

- VOCÊ ESTÁ DISCUTINDO COMIGO? – perguntou jogando-me no chão e senti seu chute em minhas costelas e o ar rapidamente faltou enquanto meu olhos começavam a se fechar.

A dor era bem vinda, a dor me faria desmaiar e eu não sentiria mais nada...

- Des-culpa – pedi assim que senti ele agarrando meus cabelos e me forçou a ficar sentada e enquanto as coisa ao meu redor giravam.

- Você está presa comigo para sempre – disse sorrindo e mesmo minha visão estando manchada pelos pontinhos preto eu consegui ver seu sorriso doentio – Ninguém te quer... Ninguém vai querer ser amiga de uma pessoa suja e imunda que nem você... Acha mesmo que alguém pode amar uma pessoa como você Camilinha? – perguntou para mim preferi mil vezes ele me batesse novamente do que aceitar a verdade, ninguém poderia me amar, ninguém iria querer uma pessoa como eu – Eu sei que no fundo você sabe que ninguém vai te querer... Afinal você é toda errada... Eu sou o único que te aguento... Eu sou obrigado a te aguentar, por isso você está aqui comigo... Eu estou certo não estou?

- Está... – falei sentindo meu coração se despedaçando com a verdade.

No final ele estava certo, ninguém iria me querer, ninguém poderia me amar e final iria restar somente ele.

- Agora você vai ficar aqui no chão sua vagabunda – disse atirando-me no chão e senti o baque da minha cabeça com o piso da cozinha – Esse é seu lugar.

Assim que ele começou a caminhar para longe de mim deixar minha consciência ir se perdendo e por um momento eu não sentia mais as dores se espalhando.

Segunda eu volto. Segunda eu volto. Segunda eu volto. Segunda eu volto.

........................................................

Eu não sei quanto tempo eu passei perdida na minha inconsciência, mas nada que é bom dura e logo eu senti ele me acordando aos berros enquanto reclamava de alguma outra coisa.

Isso precisa acabar, segunda precisa chegar.

Levantei com muito esforço colocando minhas mãos no chão e usei a parede atrás de mim para sustentar meu peso.

- Você é fraca que nem sua mãe – disse olhando com nojo de mim.

- Não fala da minha mãe – respondi mesmo com medo.

- Você está me respondendo sua puta? – perguntou pegando meu braço e tirando-me da parede e foi me arrastando para perto dele.

- Minha mãe não era fraca – respondi novamente.

- Sua mãe era fraca, era uma inútil igual você – disse para mim.

- CALA A BOCA – GRITEI para ele – MINHA MÃE ERA UMA MULHER DE VALOR, NÃO ERA FRACA E NEM UNUTIL... VOCÊ É QUE É UM INUTIL.

- Você é um erro – disse acertando um tapa em meu rosto e senti o gosto de ferrugem se espalhando por minha boca antes do meu corpo cair novamente no chão – Você vai aprender a não me responder a partir de agora sua vagabunda – falou e mesmo com a visão borrada eu sabia o que ia acontecer.

Eu não tinha para onde fugir, não tinha para onde correr e quando senti o cinto pegando em minhas costelas e barriga gritei de dor.

- Para, por favor – pedi sentindo o cinto em contato comigo novamente – Me desculpa... Desculpa – em cada desculpa era uma cintada.

Uma, duas, três, quarto, cinco e depois tudo parou... Ele parou...

- Você vai ter trabalho para esconder isso inútil – disse antes de deixar a sala e fechei os olhos desejando estar em outro lugar.

.................................................

O domingo estava acabando.

Quando abri meus olhos foquei minha atenção na janela e de longe observei o céu escuro.

Está acabando.

Amanhã eu volto.

Minha mente apesar de sempre me levar a lugares assustadores nesses momentos era minha salvação.

Segunda eu volto.

Eu deveria estar muito machucada, pois cada mesmo não me movimentando eu sentia meu corpo doendo e fraco.

Quando escutei ele se aproximando eu sabia que o pior não tinha passado, pois apesar da surra, das humilhações ele ainda não tinha tocado realmente em mim... Eu não podia fugir... Não tinha para onde ir...

- Agora está na hora da sua diversão inútil – falou se aproximando e apenas fechei os olhos esperando que isso acabasse o mais rápido possível.

Ele estava de costa para mim então apenas apertei meus olhos e minhas mãos esperando...

Suas mãos estavam soadas e assim que me tocaram minha pele parecia brasa.

Agonia, ânsia, medo, raiva, tristeza, desespero era os sentimentos que me consumiam nos minutos sem fim. Eu queria vomitar, queria gritar, mas tudo o que fiz foi permanecer em silêncio. Eu não queria sentir, não queria pensar, não queria viver.

Quando ele acabou eu estava dormente demais, fraca demais e por um momento rezei para que Deus tivesse piedade de mim e levasse-me embora.

Amanhã eu estaria de volta.

Com esse pensamento deixe-me levar pela escuridão.

 

 

 

 


Notas Finais


Bom é isso!
Gostaram? Por favor me deem um retorno!
Comentem!
beijos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...