História I'll Never Be Your - Jikook - Imagine Jackson - ABO - Capítulo 16


Escrita por: e Izzy_C

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Híbrido, Jackson, Jikook, Tia_manu, Tia_manu Jikook
Visualizações 362
Palavras 2.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olááááááááááá


Vamos acabar esse especial de Jizzy

Espero que tenham gostado! Obrigada por todo apoio e carinho!

Amamos vocês demais!

Beijos negros dessa Princesa das Trevas, do mordomo Jeffrey e da Tia Manu!

Capítulo 16 - Jizzy is real


Fanfic / Fanfiction I'll Never Be Your - Jikook - Imagine Jackson - ABO - Capítulo 16 - Jizzy is real

JACKSON ON

- QUE? COMO? QUANDO? ONDE? Fora Temer! POR QUÊ? - O ômega alaranjado gritou olhando chocado para mim.

- Quem é Temer? - Perguntei confuso tentando ignorar todos os olhares assustados e curiosos em nós.

- Depois te explico... – Jimin estava inquieto, tinha certeza de que a minha novidade o deixaria desse jeito – Agora... Para de enrolar e me conta logo! –

- Eu deveria ter te levado para um lugar mais privado... – Disse comendo Sukiyaki – Se bem que essa comida do Jin vale a pena o escândalo no meio do restaurante dele... –

- Jackson! – Minnie me “repreendeu” – Acho bom você me contar o que aconteceu, caso contrário... – Mostrou as garrinhas de ômega, me fazendo rir. – Conta logo, como assim você e a Izzy estão namorando?

- Ok, ômega fachuto... – O chamei com a mão, fazendo nossos rostos se aproximarem. – Presta muita atenção. –

Lembranças ON

- A Izzy aceita ser o seu final feliz, Jackie!

Essas palavras, essas 9 simples palavras nessa ordem fizeram eu perder completamente a razão. Eu estava sonhando, estava nas nuvens.

- Você está falando sério? - Disse pausadamente enquanto me levantava devagar. Meu coração estava quase quebrando minha caixa toráxica.

- A Izzy está falando sério, Jackie! – Se levantou e segurou em minhas mãos – A Izzy vai ser o seu final feliz.

Sem perceber, meu lobo havia me dominado. Eu agarrei Izzy pela cintura e a encostei em uma parede, com meus lábios indo de encontro com os dela, iniciando um selinho simples que depois foi ganhando a forma de um beijo.

Pedi passagem com a língua e ela cedeu timidamente, deixando minha boca abrir a dela e nossas línguas se encontraram. Elas começaram a brincar em um movimento gostoso e envolvente, enquanto nossas bocas iam em direções opostas sem se separarem. O gosto doce de seus lábios era viciante, nunca tinha sentindo nada parecido; devagar, a híbrida ia correspondendo aos meus toques.

Suas mãos adentraram meu cabelo e o puxaram fraco enquanto eu apertava sua cintura e pressionava meu corpo contra o dela. O beijo foi ficando intenso e quente, deixando meu lobo extremamente agitado. O rabo dela enrolou na minha cintura, enquanto minhas mãos desceram para suas coxas e as apertaram com força.

- Jackie... – Iz arfou entre os beijos, me fazendo sorrir satisfeito. Circundei meu quadril com suas pernas e a pressionei novamente contra a parede. Ela puxava meu cabelo com mais força enquanto eu passava minhas mãos pelas suas coxas por cima da saia vermelha. Nos separamos por falta de ar, deixando nossas testas juntas. Ambos estávamos ofegantes e com um sorriso enorme no rosto – Você tem gosto de baunilha, Jackie... –

- Você tem um gosto maravilhoso... Me lembra vagamente daquele doce que a sua omma fazia... –

- Brigadeiro! – Assenti com a cabeça.

- Porém é mil vezes melhor... – Ela corou e eu ia beija-la novamente, se não tivéssemos ouvido um barulho vindo da escada. A soltei e me virei para lá, esperando ver alguém ali. Fui andando lentamente até os degraus de concreto, no entanto, não vi ninguém. – Não tem ninguém aqui. – Olhei para a híbrida e a vi observando a festa de longe. – Está pronta para voltar? -

- Não... – Ela se abraçou e olhou para mim – A Izzy acha que temos muito o que conversar. – É... Beijar alguém nem sempre é sinônimo de que está tudo resolvido. Não sei como nossa relação vai ficar e nem sei se ela pode me aceitar.

- Quer voltar para o seu apartamento? - Suas orelhas abaixaram e subiram, acreditei que aquele gesto era um sim. Segurei em sua mão e saímos do “esconderijo”. Caminhamos até o nosso prédio e entramos no apartamento dela em silêncio. Iz trancou a porta e se sentou no sofá ao meu lado. Ela respirou fundo enquanto olhava para o chão, seus olhos voltaram-se para os meus com aflição.

- Jackie... Você está disposto? - A olhei confuso. Disposto? - Está disposto a enfrentar meu appa e meus irmãos? Disposto a brigar com eles por mim? - Assenti com a cabeça. – Tem certeza? Vai ser muito difícil conseguir que eles aceitem e a Izzy não quer criar expectativas para depois se decepcionar... – Fez um bico fofo. – Meus irmãos, talvez, aceitem com mais facilidade... O problema vai ser meu appa, porém nós vamos... –

- Izzy! – Ela parou de falar – Por que esse medo? Por que está tão preocupada? - É normal que as pessoas fiquem nervosas quando vão apresentar o namorado ou a namorada para os pais, todavia, ela não tinha só nervosismo no olhar. Eu via medo, e esse medo não parecia ser de agora. Esse sentimento parecia ter nascido muito tempo atrás. – Os seus sentimentos tem alguma coisa haver com o fato de você ter vivido trancada na casa do senhor Jeon? - Não sabia o por que, mas minha intuição dizia que esse acontecimento estava ligado as emoções dela.

- Na verdade... Sim. – A gatinha abaixou a cabeça e as orelhas – O que a Izzy vai te contar, no máximo, só o Jimin pode saber. –

- Por que ele pode?-

- Porque a Izzy sabe que você conta tudo pro Jiminie e que ele é confiável. – Ela levantou a cabeça e fechou os olhos. – Quando a Izzy era pequena, meu appa contratou uma ômega como empregada, se lembra dela? -

- Sim, a senhora Mi-Cha. –

- Isso... Em uma segunda-feira, ela trouxe o seu filho alfa de 7 anos para brincar comigo e meus irmãos. Naquela época, eu tinha 8 anos, o Mark, 10 e o Jungkook, 6. O menino era uma gracinha, simpático e sorridente, se dava bem com todos. Naquele dia, meu appa tinha levado meu avô para fazer um exame, minha omma tinha saído com o Mark e a Mi-Cha estava limpando a cozinha; a Izzy, o Kookie e aquele menino estavam no meu quarto brincando com os carrinhos do Mark. Meu irmão levantou para tomar água e depois que ele saiu, o menino começou a tacar os carinhos em mim. – Espera... Como é que é? - A Izzy deitou no chão para se proteger e ele me deu chutes na barriga. Disse que híbridos eram aberrações e que mereciam morrer. – Lágrimas escorriam por seu belo rosto – Ouvimos os passos do Jungkook e ele se afastou, antes do Kookie entrar o alfa disse que se eu contasse para alguém, ele ia me bater mais. Meu irmão voltou e os dois brincaram como bons amigos, enquanto a Izzy só ficava olhando. – Iz fez uma pausa para respirar – Durante um mês, dia após dia, aquele menino foi na minha casa e me bateu. Ele me chutava, socava e tacava coisas em mim, sempre que meus irmãos estavam longe e a Izzy não podia falar nada, senão apanharia mais. – Os soluços escapavam de seus lábios enquanto seu choro soava fraquinho. A raiva dentro de mim crescia a cada palavra, me fazendo ter vontade de rosnar a todo momento. Alfa de merda, quem é capaz de fazer isso com um ser tão indefeso quanto ela? - Um dia... O Kookie me deixou com ele, pois ia brincar com o vídeo-game sozinho. O menino apareceu com uma faca no meu quarto. – Meus olhos se arregalaram – Ele disse que ia me fazer normal cortando minhas orelhinhas e meu rabinho. A Izzy correu por todo quarto, chorando enquanto ele me perseguia. O alfa acabou me segurando pelo braço e colocou a faca no meu rabinho... – Rosnei baixo em imaginar a cena. – Acredito que foi naquele momento que Deus me mostrou que existia, pois por alguma razão, Mark abriu a porta e viu o que ele estava fazendo. Os olhinhos dele ficaram vermelhos enquanto rosnava para o menino. Mark-pooh o pegou pela garganta, fazendo ele me soltar, e o puxou para fora do meu quarto. Meu irmãozinho o puxou pelas escadas e começou a bater nele no meio da sala. Todos os adultos e o Kookie apareceram para separa-los, a Izzy só ficou olhando da escada, chorando baixo. Depois que eles se separaram, Mark contou tudo que viu, fazendo todos olharam horrizados para o pequeno alfa que tentou desmentir, porém minha omma veio até mim e me pegou no colo, ela perguntou se era verdade e a Izzy não aguentou esconder. Contei tudo que tinha passado naquele mês, comprovando que meu irmãozinho estava certo. – A abracei com força, tentando passar o máximo de conforto que eu conseguia.

- O que aconteceu depois? - Perguntei com ela ainda em meus braços.

- Mi-Cha pediu mil perdões e prometeu que nunca mais o levaria para casa, e nunca mais levou. Ela jurou para meu pais que levaria o filho para casa onde ela mora e o ensinaria a não maltratar mais ninguém. – Iz fungou baixo com o rosto no meu pescoço. – Minha omma me levou para meu quarto, sendo seguida dos meus irmãozinhos, e me deu um banho. Como a Izzy toma banho sozinha, ela nunca tinha visto as marcas que tinha no meu corpinho, até aquele dia. Enquanto me dava banho, ela chorava por ver que a Izzy estava muito roxa. Omma passou remédio nos meus roxos e fez leite com mel para mim; enquanto bebia no colo dela,  Mark-pooh e Kookie pediam perdão por terem me deixado sozinha com aquele alfa tantas vezes. Jungkook estava muito mal, ele se sente culpado até hoje por ter me deixado para jogar videogame. – A híbrida se separou e olhou nos meus olhos novamente. – Como sabe... Meu avô mora na casa do meu appa. – Assenti – Ele sempre foi exigente demais com meu appa e naquele dia, ele acabou com o filho. Minha omma entendeu que não tinha como prever que aquele menino me faria mal, contudo, meu avô não via desse jeito. Vovô brigou com o appa a noite inteira, e no dia seguinte, foi estabelecido que a Izzy deveria ficar trancada no quarto, sem poder ir a escola nem brincar com outras crianças. Minha omma tentou impedir, entretanto, não conseguiu. –

- Eu conheço o resto da história. – Sorri limpando uma lágrima – Eu virei melhor amigo do Mark quando tínhamos 11... Ele me contou que você tinha professores particulares e que não saia do quarto. Quando você entrou na faculdade, Tuan me disse que sua omma tinha convencido seu appa de que você precisava ter uma vida fora daquele quarto... – Iz assentiu com a cabeça.

- Entende agora por que vai ser tão difícil? - Apesar de ser duro de admitir, vai ser mais complexo do que eu pensei que seria. – Meu appa não quer que ninguém me machuque mais, então vai ser difícil conseguir a confiança dele, mesmo sendo alguém que vivia lá em casa. – Ela sorriu fraco – Mark também vai ser duro, já que ele viu alguém me machucando... Acredito que com Kookie vai ser mais fácil, apesar dele se sentir muito culpado... –

- Dá para entender o porque deles serem tão protetores com você. Não tiro a razão deles. – Passei a mão pelo seu rosto. – Pelo menos, você nunca mais viu aquele menino. –

- Na verdade... – Seu choro inicia novamente – A Izzy o vê quase todo dia... – A olhei espantado – Você conhece ele, todos os nossos amigos conhecem... Ele é famoso na faculdade. – Aquele idiota estuda com a gente? Mais que merda!

- Izzy... – Disse baixo tentando controlar meu lobo raivoso. Admito que era impossível, já que eu também estava possuído de ódio. – Quem é o alfa que te bateu? - A gatinha respirou fundo e me olhou com lágrimas nos olhinhos.

- É o Xiumin! – Espera... Espera... Espera... Espera... Aquele alfa de merda bateu na minha gatinha? Aquele desgraçado que tenta de todas as formas ficar com a Izzy já machucou ela quando crianças?

- Filho de uma puta! – Urrei alto. Me levantei, virando a mesinha de centro – Desgraçado! – Me virei para porta e fui até ela a passos pesados - Eu vou mata-lo! – Minha visão estava em um vermelho vivo e minhas presas e garras tinham começado a sair. Meu lobo estava aparecendo e eu tenho certeza de que Xiumin não sobreviveria a besta negra que surgiria!

- Jackie... – Senti braços me abraçarem pela cintura e um rabinho se enrolar na minha perna. – Não... Por favor... – A voz saiu em um sussurro, entre soluços sofridos. A cabeça dela estava na minha nuca e ela ainda chorava. – Por favor... Não faça isso. Não é certo!- Me virei para encara-la, dentro do abraço.

- Izzy... Aquele projeto de alfa bateu em você sem motivo, ele ia cortar as suas orelhas e o seu rabinho fora, ele tenta forçar você a ter um encontro, sendo que, tenho certeza de que Xiumin te prenderia durante esse encontro, e você não quer deixar eu livrar o mundo daquela peste? – Falei tudo baixo e pausadamente, mas ainda irritado. Depois de ver os olhinhos vermelhos dela, eu voltei a controlar parcialmente meu lobo, impedindo a aparição da fera.

- A Izzy não quer resolver as coisas assim. Ele fez mal para a Izzy, mas não quero devolver na mesma moeda. A Izzy quer esquecer tudo que passou e seguir em frente. Talvez o Xiumin mude e encontre uma pessoa boa e... –

- Ele não vai mudar! – Cortei-a – Aquele tipo de gente não muda! Se eu não para-lo, ele vai continuar atormentando a sua vida! – A híbrida parecia bem abalada, vê-la daquele jeito fez minha adrenalina abaixar e minha mente focar em outra coisa. – Ok, ok... Eu não vou fazer nada. – Suspirei conformado e ela me olhou surpresa. – Por você, eu não vou fazer nada! – Ela sorriu e eu a abracei mais. – Acho que precisamos voltar para o foco principal da nossa conversa.

- A Izzy concorda! – Nos sentamos novamente no sofá. – Bom... Acho que o mais importante do nosso relacionamento vai ser convencer meu appa e meus irmãos. Você está disposto a isso, Jackie? –

- Estou disposto a tudo pelo amor da minha vida! – Sorri confiante e segurei nas mãos dela com força.

- O amor da sua vida é a Izzy? – Perguntou com um falso desentendimento. Ela sabia que era, pois estava rubra.

- Sim, o amor da minha vida é a minha gatinha Izzy! – Sem aviso, Iz pulou no meu colo e me deu um selinho que eu transformei em um beijo cheio de amor e carinho – Eu amo o seu cheiro e agora amo o seu gosto! – Disse depois de nos separarmos. Um estalo aconteceu no meu cérebro, me fazendo lembrar de uma coisa muito importante! – Já volto! – Tirei ela do meu colo e corri para a minha mala. Tinha uma coisa muito importante que eu não podia deixar na minha casa, mesmo sabendo que o fogo não chegaria no meu quarto. – Achei! – Gritei ao pegar a pequena caixinha de camurça. Voltei para a sala e me ajoelhei na frente de Izzy. – Eu comprei isso no mesmo dia em que te conheci. Apesar de ter quase certeza de que nunca iria acontecer, quis acreditar que um milagre aconteceria e eu poderia te dar isso. – Estendi a caixinha, fazendo uma expressão surpresa aparecer no rosto dela.

- I-isso é... – Um sorriso maravilhoso apareceu no rosto da híbrida, fazendo meu coração acelerar.

- É sim! Eu gosto de fazer as coisas do jeito certo! – Abri a caixinha, mostrando a ela as duas alianças pratas de rei e rainha. – Jeon Isadora Tuan, aceita namorar comigo? –

- A Izzy aceita, Jackson Wang. – Peguei a mão macia da minha gatinha e coloquei a aliança. Ela pegou o meu anel e colocou no meu dedo. Depois disso, eu me levantei para beija-la, mas ela saiu correndo e rindo. – Me pega, Jackie. –

- Volta aqui, minha gatinha! – Fui atrás dela até o quarto, a peguei perto da cama e me joguei no colchão, fazendo-a cair em cima de mim. – Te peguei! – Sorri igual um bobo apaixonado e ela sorriu da mesma forma. Demos mais alguns beijos, depois trocamos de roupa e fomos dormir.

Lembranças OFF

- Foi isso! – Disse por fim vendo a expressão de ômega fofo e sensível do Jimin.

- Que lindo! Fico feliz que tenham se acertado! – Ele pegou minha mão e analisou a aliança – Gostei... É a sua cara!

- Eu sei! – Ri travesso – Agora é a sua vez! – Disse meio apreensivo e Minnie me olhou confuso. – Outro motivo de eu ter te chamado para almoçar era para saber do trote de alfa. Acordei hoje de manhã pensando nisso, então eu te mandei aquela mensagem. – A cara dele ganhou uma expressão de medo, fazendo meu lado protetor entrar em alerta. – Primo... O que aconteceu? – Perguntei apreensivo, esperando pelo pior.

- Eu... eu... eu... – Chim parecia muito relutante, mas por fim, deu um suspiro derrotado e disse de cabeça baixo – Eu perdi!

 

- COMO É QUE É? -


Notas Finais




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