História I'll Not Kill You - Jimin (BTS) - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Anjo, Bangtan Boys (BTS), Bangtan Sonyeondan, Bissexualidade, Demônio, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Hetero, Horror, Hot, Jimin, Misticismo, Park Jimin, Romance, Sobrenatural, Suspense, Terror, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Visualizações 145
Palavras 3.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ain, a capa tá uma bosta mesmo. Mas amanhã é aniversário do meu pitico, e eu queria muito postar!!

Peço desculpas mais uma vez pelo atraso, mas ainda acho que estou mal com isso tudo! Espero não ter perdido vocês, comentem alguma coisa aqui kk...

Espero que gostem, a Omma fez com carinho ^-^

Capítulo 8 - A casa 144


Fanfic / Fanfiction I'll Not Kill You - Jimin (BTS) - Capítulo 8 - A casa 144

Aqueles lábios vermelhos, com aparência tão lisa, mais pareciam cerejas fresquinhas, prontas para me deliciar e dar sabor à minha boca. Eu me perdi nas minhas ilusões e alusões sobre o quão macio poderia ser seu toque.


Agora os braços tão fortes estavam explicados. E o calor entre nossos corpos, talvez fosse. Bom, talvez fosse apenas a lã quente de nossos sweaters entrando em contato.


Quando nossas mãos se encontraram, e se encaixaram perfeitamente, a sensação desta manhã voltou a invadir-me, mas desta vez eu ainda o olhava, meus olhos estavam abertos mas eu não enxergava nada, apenas as visões conturbadas me importunavam. Era tudo um completo borrão, eu tentei piscar inúmeras vezes, mas aquelas cores saturadas e níveas ainda tomavam conta dos meus olhos. E foi ao desprender o encaixe perfeito de nossas mãos que tudo voltou ao normal, seus olhos pareciam tão espantados quanto os meus. E graças ao susto, nos afastamos bruscamente.


— Como sabia os passos? — perguntei assim que ele deu-me passagem para ficar ereta por cima de meus pés novamente. Eu não sabia se ele havia visto o mesmo que eu, então, resolvi calar-me.


—  Eu deveria te contar? — sorriu forçando uma expressão pensativa.


— Mas é claro! — eu respondi com entusiamo, o empurrando levemente pelo ombro.


— Fica pra uma outra hora! — piscou para mim. Indo em direção à nossa carteira, buscar algo em sua mochila. — Ah... Oi, Sun Hee. — sorriu, alargando aquelas bochechas gordinhas e tornando seus olhos em pequenos risquinhos. 


— O-oi, Jimin. — ela sorriu apenas com seus finos lábios. Parecia constrangida e incomodada, mas como em um flerte, manteve o olhar na risca do dele, escondendo uma mecha de cabelo atrás da orelha.


Os dois pareciam tão tímidos e fofos em contato um com o outro. Bom, este eu já havia percebido ser o jeito de Jimin, mas, Sun Hee não parecia nada acanhada até minutos atrás.


E assim, Jimin saiu com o que havia vindo pegar na sala, indo lá para baixo, já que o professor tinha faltado. 


Assombrei-me ao ouvir o estrondante barulho do sinal que anunciava o fim do intervalo. Dei um pulinho reprimido, indo de uma vez para o meu lugar, antes que fosse atropelada pela manada de elefantes que corria naquele momento em direção às suas salas. Seus passos pesados pareciam até mais estrépitos que o próprio sino.

                        

                        Jimin

                                  


                                         Instantes antes... 

                                                              09:15 



Assim que saí da sala, encontrei Taehyung escorado à parede externa de nossa sala. Eu o conhecia muito bem, aquele olhar vago já me era bem afamado. Era meu melhor amigo, eu o conhecia como a palma da minha mão.


O caminho longo até o refeitório foi inteiro de perguntas e insistência de minha parte. Eu queria arrancar algo dele, mas, outra coisa que já me era trivial, aquele seu jeito calado e vergonhoso o impedia de contar-me uma palavra sequer sobre o assunto.


Eu já estava cansado de tanto obstinar, e aquela manhã Taehyung estava calado. O que para um boca sem freio como ele, era algo absurdamente estranho e preocupante. A longa extensão da escola colaborava para que sua companhia se tornasse custosa e exaustiva.


Ao assomarmo-nos no refeitório, mesmo que em meio a milhares de alunos que tornavam aquilo ali um verdadeiro trânsito de pessoas, avistamos os retardados que compunham o nosso dia.


— Jin, teu cú ainda não fez bico com tanta comida? — como um dos mais novos, o meu dever era irritar os hyungs, e com o ótimo trabalho que eu fazia, merecia até ser aclamado.


Eu vi Jin hyung revirar os olhos. Ele não me tolerava, e aquilo era fato! Bastava ele lembrar que eu existo pro seu dia tornar-se escuro e chuvoso.


— Boca foi feita pra comer, comida foi feita pra comer! — respondeu enquanto ainda mastigava, sua fala saiu abafada pela comida e ele quase cuspia alguns resquícios de kimchi em mim.


— Yoongi, você por acaso está vendo alguma cama aqui? — questionei cinicamente, percebendo tê-lo irritado.


— Me deixa, caralho! — esbravejou com um tom rude e grosso, como um monstro furioso, e para acrescentar à sua demonstração de desconforto, estalou a língua no céu da boca, soando como um "tsc" de ar fechado. — Eu não te atrapalho quando você acha que tá dando uma de dançarino profissional. Então não me enche o saco enquanto eu faço a única coisa que gosto, desgraça! — ouvi suas lamúrias por um ouvido e as despejei pelo outro.


Ele, ao captar a visão de mim indo encher o saco de Namjoon hyung, em conclusão, vedou seus olhos com a touca comprida demais para sua cabeça e voltou a cochilar.


Yoongi hyung passava as madrugadas de segunda, terça e quarta trabalhando em um restaurante de rámen. E às quintas, sextas e sábados, fazia entregas de delivery. O único dia que o restava era o domingo, este mesmo que ele explorava o tempo para ou compor, ou participar de batalhas de rap em Hongdae. Que na visão da maior parte de meus colegas é o melhor bairro de Seoul para se desfrutar da juventude, não discordo.


Com tudo, Yoongi hyung não participava muito dos nossos "happy hours", nossas saídinhas em grupo, as festinhas pras quais era convidado... Seu tempo livre se resumia a dormir, e tentar estudar.


Voltando de onde parei. Que no caso seria, à frente de Namjoon hyung, que tagarelava a bons momentos no telefone.


Após ter derramado uma boa quantidade de refrigerante sabor laranja num profundo rachado em sua tela, o celular de Namjoon hyung acabou com alguns problemas, dentre eles, o fato de ele não conseguir conversar pelo telefone sem ser pelo viva voz, e ter que pressionar o power botton duas vezes para dar fim a uma ligação, o que nem sempre tinha um bom resultado, ou ao menos era concluído com êxito.


Eu cheguei bem rente ao seu pescoço, dando para trocar nossas energias de tão próximos. Com a minha boca posicionada cerce ao telefone, eu inflei o peito e disse em alto e bom som: 


— Ei, Nam. — o chamei placidamente. — A professora mandou te avisar que se ela te vir assistindo pornô na sala de novo, vai te dar uma suspensão! — escondi meu sorriso pretencioso numa mordida austera que dei em meu próprio lábio. Analisando minhas unhas.


— É o quê? Kim Namjoon, você disse que não assistia mais essas coisas! — afirmou a senhora Kim, com desconfiança, deixando sair um tom enraivecido e alterado, chegava a estremecer sua garganta.


— Mas eu parei! — o hyung respondeu de forma um pouco grosseira e inconformada. — É o Jimin que tá querendo tirar com a minha cara... — virou-se para me encarar com seu pior semblante de repulsa.


— Pode até ser... — ela acalmou-se, embora sua voz ainda soasse ofegante. — Mas ainda assim, você deveria ter o Jimin e o restante dos seus amigos como exemplo! — emitiu autoritária. — Porque eles pelo menos não ficam vendo coisas erradas na internet! — suas cordas vocais vibraram por seu tom rijo, tão forçado para sua verdadeira entonação.


Na verdade, nós vemos sim. Apenas não somos tão burros de deixar todos saberem. E nenhum desejo carnal causado pelos hormônios da adolescência se compara à fissura que Namjoon hyung tem por coisas explícitas, como mulheres nuas gemendo alucinadamente.


— Aff, mãe. Você sempre acha que qualquer um é melhor que eu! — Namjoon hyung praguejou aparentemente chateado, por seu tom birrento.


— Não começa de drama, filho. Bom... Eu só liguei pra te dizer que eu não vou estar em casa hoje quando você chegar. Então, ou você fica em casa sozinho, ou peça pra dormir na casa de algum amigo. — eu e Namjoon hyung percebemos que ela estava quase por cortar a ligação. — Ah, e... Que som é esse que parece uma hiena engasgando aí atrás? Tu tá vendo pornô enquanto fala comigo, Namjoon? — questionou em seus últimos segundos de paciência.


Coisa que esqueci de mencionar era o quanto eu estava rindo ao presenciar a cena de Namjoon hyung se fodendo na minha mão.


Posso até parecer uma peste de oito anos, mas tenho meus motivos para estar o fazendo passar por isso.


— Não, né, mãe?! — ouvi um suspiro de alívio vindo dela ao outro lado da linha. — Acha que eu ia ver pornô sem meu creminho? É o Jimin rindo aqui atrás. — ele apontou para mim, mesmo ciente de que ela não o veria fazer aquilo. Ele sempre foi bem expressivo em ligações. — E quanto a dormir fora... Eu acho que vou dormir na casa do Jin hyung.


— Ok, filho. Mas passe em casa antes pra pegar suas coisas, e se comporte lá. Se eu souber que você deu trabalho pro senhor e pra senhora Kim, amanhã a chinela vai cantar! — o repreendeu em um tom bem sério. Fazendo todos nós rirmos da forma como ela falou, deixando Namjoon hyung constrangido e ruborizado.


— Tá, mãe... Tchau. — seus dedos pareciam coçar pela pressa de deixar aquela conversa no passado, e seu tom soava cansado e incrivelmente estressado.


— Tchau. E só pra deixar claro, quando eu voltar, vou jogar esse seu tal creme fora! — ficamos todos em silêncio, esperando ele terminar de gastar toda sua paciência tentando encerrar a ligação. — Ah... Não acredito que aquela peste desligou na minha cara! — a senhora Kim reclamou, bufando em seguida. Todos nós seguramos as risadas ao ouvir ela pestanejar.


— Porra, Jimin, eu já falei pra parar com essas brincadeirinhas! Elas já me meteram em muitos problemas... — Namjoon hyung soltou uma lufada que parecia tão pesada quanto sua mente naquele momento.


— Olha o palavrão, hein. — Yoongi hyung o repreendeu em uma brincadeira feita num momento errado, com um tom de zombaria um tanto quanto provocativo.


— Cala a boca, seu merda! — Namjoon hyung o defrontou com o pior de seus semblantes. — Tu é o mais boca suja de nós! — o hyung retrucou em um som que chegava a fazer encolher-me.


— Meu Deus, hyung, tá de TPMacho? — o provoquei com um sorriso, que lá no fundo eu sabia que não deveria estar no meu rosto, assim como a frase que soltei não deveria estar no ar.


— Ele só tá mal! — a voz serena e abnegada de Hoseok hyung anunciou-se em nosso meio, acalmando-me por não ter recebido uma resposta de Namjoon hyung  em seu lugar. — Os pais dele brigaram de novo... — o castanho desbotado explicou sério, de braços cruzados, encostado à parede, ele estava tão quieto que nós nem havíamos notado que estava ali.


— Ah... Me desculpa, Nam hyung, eu não sabia!  O que aconteceu desta vez? — afrouxei minha voz, tentando transparecer o pesar que se instalava em meu peito o máximo possível, e também fui cauteloso em minha aproximação repentina.

— Aconteceu que eles vivem brigando e acaba sobrando pra mim. — Namjoon hyung bufou, deixando escapar não só seu ar, mas também uma quantidade de injustiças contra si cometidas. — E é tão triste ver minha mãe do jeito que ela tá! Agora ela tem passado os dias na casa da minha avó, e meu pai nunca aparece em casa. — ele desabafou, segurando as lágrimas numa fungada profunda e assuada, mas apesar de lutar para parecer bem, a vermelhidão em seu rosto, causada pelo nervosismo, o entregava.


— Tenho certeza de que isso tudo vai se resolver! — eu tentei reconfortá-lo, mas no fundo, eu mesmo me sentia incomodado por não encontrar solução para aquele caso tão complicado e que acima de tudo, não convinha a mim. E após segundos de remanso, eu enfim fui aclarado pela chamada "Luz no fim do túnel".



                          [...]



Ainda faltavam cerca de quarenta minutos para o desfecho de nosso tempo livre, já que a nossa aula seguinte ao intervalo era vaga, e eu resolvi aproveitar para custar esse tempo com uma caminhada matinal, algo que a um bom tempo se encontrava distante de minha rotina.

Assim que deixei o colégio, apalpei meu bolso, à busca de meu celular, acompanhado de meu fone. Logo que os avistei com meu tato, os agarrei, afobado, indo ao Spotify de incipiente. Logo, iniciando minha caminhada com uma playlist completamente aleatória, e, de certa forma, motivante.


Eu resolvi dar a volta em algumas ruas, cheguei até a parar em uma pracinha e observar com um papel invisível em meio àquelas cenas, os cães levando suas bolas coloridas e borrachosas de volta às mãos de seus donos. As crianças fazendo birra para conseguir arrancar dinheiro de seus pais, apenas para comprar um algodão doce. Os casais apaixonados, trocando carícias, e também, um lugar cujo qual eu ainda tinha algumas recordações conturbadas da minha infância e de amigos que eu ao menos lembrava os traços.


Após perceber que meu foco havia mudado de forma tão ligeira, levantei-me num pulo de exultação, indo em direção a um caminho que eu conhecia bem. Minha tão amada casa. Talvez eu chegasse um pouco tarde na escola, mas eu precisava passar lá para buscar algo de extrema importância para a minha pessoa.


Após uma curta e cansativa corrida, eu por fim avistei o grande e robusto portão negro que consistia em aço maciço, e ao lado a cabine onde os porteiros mais dormiam que faziam seu trabalho.


Bati no vidro, e ao verem que era eu, os funcionários logo disponibilizaram a minha entrada. Ao passar pelas casas que já faziam parte de minha vizinhança, eu pude notar uma das três casas mais misteriosas e amistosas de nosso bloco, a casa 144.


Os nossos vizinhos que a possuíam são uma graça e por suas boas feições, ninguém desconfia deles em si, mas, a razão de toda discrição e desconfiança é a casa. Há tantos acontecimentos fichados até mesmo na polícia, acontecimentos que escolheram justamente aquela casa para inoportunar, tantos segredos... O pior deles, com toda certeza, era um dos assassinatos "sem motivos", sem um assassino, e sem provas. 


Sempre, apesar de nossas vizinhas graciosas, e nosso vizinho simpático que mal passava por lá, ou até mesmo dos funcionários bem encarados, não podia conter os arrepios que tanto gostavam de passear por minha espinha ao meus olhos terem contato com aquela vista tão elegante e pomposa, e ao mesmo tempo, tão sombria e obscura.


E desta vez, não foi diferente. Meus pelos já haviam se aguçado, meus passos já eram mais ligeiros, e minha respiração já se tornava tão pesada quanto uma marcha de soldados a postos.


E ao encarar uma das únicas partes da casa que a nós era visível, o andar de cima, eu pude notar algo que poderia ser considerado comum, mas que pelo simples fato de se tratar da casa 144, parecia algo nada digno de firmeza ou boa fé. Uma sombra grande, avassaladoramente arrepiante, e que se mexia com certa estranheza, como se anciasse algo.


Não dei tamanha importância que deveria, afinal, nem tudo naquela casa poderia ser uma obra maléfica ou a causa de milhares de desastres, poderia ser apenas um dos empregados, ou coisa do tipo.


Dirigi-me à minha casa, que por uma melancólica brincadeira do destino, era demasiadamente achegada daquela com o número 144.

                       

                        [...] 

                                


                                        Voltando às 09:25 

            


— Tenho certeza de que isso tudo vai se resolver! — eu tentei reconfortá-lo, mas no fundo, eu mesmo me sentia incomodado por não encontrar solução para aquele caso tão complicado e que acima de tudo, não convinha a mim. E após segundos de remanso, eu enfim fui aclarado pela chamada "Luz no fim do túnel". — Nós podemos tentar reconciliar seus pais indiretamente. — sorri ardiloso em direção aos outros que me encaravam aturdidos.


— Tá. Mas, como faríamos isso, oh garanhão? — Jin hyung encarou-me desconvencido de que minha ideia poderia dar certo, ou foi o que tentou transparecer.


— Preparando um jantar romântico, como se fôssemos o Senhor Kim. — arqueei a sobrancelha por um mísero segundo, o mirando com um olhar de outras intenções, e, é claro, um sorriso de canto.


— Finalmente! — Namjoon agradeceu aos céus de maneira inusitada, erguendo seus braços ao teto, com uma voz fanha e exagerada. — Você é o Nerd Gato da escola, eu sabia que ia ter uma ótima ideia! — sorriu contente, direcionando-se a mim. — Então eu posso pedir pra ela deixar vocês dormirem lá em casa, não é melhor? — e em um piscar de olhos o humor de Namjoon hyung tinha mudado da repugnante água com gás, pro mais caro dos Whisky's.


— Eu topo! — todos concordaram, levantando suas mãos.


— Pera... Tu me chamou de gato? — o arrostei com meu sorriso sarcástico tão comum. — Hummm, tá cortando pros dois lados agora, é, hyung? — provoquei-o com um biquinho que somou-se à minha expressão automaticamente, e os olhos acirrados, ao mesmo que adicionei um sorriso entre eles, o cutucando com o cotovelo.


— Eu já ia chegar nessa parte. — Namjoon hyung tomou fôlego com todas as suas forças, nos deixando curiosos e afobados. — Mas só vou tocar no assunto quando chegarmos em casa! — íamos discordar e pestanejar, mas o susto após o sinal nos tirou de foco e fez-nos calar nossas bocas naquele exato instante. Assim que o barulho diminuiu e o tumulto tornou-se melhor de enfrentar, Nam hyung prosseguiu. — Resolvemos o assunto melhor, mais tarde, no grupo. — ele terminou, indo em direção ao jardim exterior, seguido pelos outros.



                           Ivy



As aulas enfim terminaram, e eu já estava exausta. Saí apressada, afinal, já estava cansada de passar tanto tempo presa a uma cadeira. Minha bunda doía, eu já até estava tendo paranóias como "Ela está quadrada de tanto tempo que eu fiquei prostrada naquela cadeira!"


Quando eu já podia avistar a luz clara do fim de tarde logo à minha frente, pela entrada, que agora era minha saída, senti um toque flóreo e abrupto. Do meu último ao primeiro pelo, todos se eriçaram, juntamente aos meus olhos que quase saltavam.



         Continua... 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e que comentem

Só queria ressaltar que qualquer detalhe é importante pra criar teorias nessa fic :)


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