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História Illogical - Ereri. - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, desculpem a demora.

Eu agradeço a todos aqueles que lêem e favoritam a estória, até aqueles que somente colocam a fanfic na biblioteca. Vocês são demais sério.

Também peço desculpas pela demora, eu tive alguns problemas e junto dos problemas veio o bloqueio criativo. Ainda estou com bloqueio, mas estou conseguindo escrever – apesar de não estar muito satisfeita com a minha escrita.

Novamente, obrigada e desculpe.

O capítulo não está do meu agrado, mas achei melhor postar logo. Pelo que eu tenho planejado, essa fanfic acabará pelo episódio dezoito/dezenove, não tenho certeza, mas é por ai. Não planejo trazer nenhum bônus, mas quem sabe?

Enfim, boa leitura.

Capítulo 12 - Passeio em família.



Capítulo 11: passeio em "família"

  

31, Abril, 2019.

Quito, Equador.

Narrador POV


Na manhã seguinte, Levi se acordou com um peso descomunal sobre sua cintura, bocejou e encarou o local, encontrando uma perna pequena coberta por um pijama de coelhinhos. Era Takashi, então.

Sorriu minimamente antes de esfregar os olhos, olhou para o relógio que tinha no criado mudo e suspirou. O dia seria longo, pois tinha algumas coisas a fazer.  

Levantou-se lentamente, mal passava das sete horas da manhã, os filhos deveriam dormir um pouco mais.

Fez as higienes matinais e preparou uma xícara de café preto, pegou três pastas de documentos do escritório e sentou-se na mesa da cozinha, pegou a primeira pasta e organizou as possíveis parcerias, aquelas nas quais a empresa sairia com lucro e anotou algumas mudanças que poderiam ser feitas ao fechar contrato. Também colocou anotações naquelas que Levi mataria Erwin caso ele aceitasse parceria, ficou mais de uma hora resolvendo alguns problemas de falta de mercadoria e estoque. Depois de meia hora discutindo pelo celular com Erwin, sobre as novas contratações e o estoque, desligou o aparelho e sorriu para os filhos. Takashi segurava uma pelúcia da Rapunzel estilo cartoon e Takeshi esfregava os olhos. Cada um com um biquinho nos lábios, tinham acordado com o barulho da chaleira, quando Levi foi fazer chá e esqueceu da mesma no fogão.

– Bom dia, pequenos! 

– Dia, pai… – falaram em uníssono, Takashi foi até o banheiro lavar o rosto e Takeshi seguiu o irmão para fazer o mesmo. Levi sorriu e preparou café da manhã para eles, mesmo que mais se parecesse com um lanchinho. 


– Evi, que que é amor? – perguntou o mais velho, sentado no sofá quando o maior foi levá-los a bandeja. Sorriu ao ser chamado daquele modo, mas se pegou pensativo sobre o que respondê-lo. Amor era algo complexo, e Takashi era um bebê aos seus olhos.

– Amor é quando você só quer o bem de alguém, quando você sente falta e fica feliz quando ta junto. Amor é querer ficar perto da pessoa e ficar preocupado com ela. – tentou simplificar, percebeu que Takeshi também prestava atenção ao que ele falava.

– É a mesma coisa. – Takeshi deu de ombros e foi brincar com alguns legos que tinham em cima do tapete enquanto comia cereal com leite. Levi ficou confuso, nunca tinha falado sobre amor com eles, mesmo assim, foram eles que disseram que o amavam primeiro. 

– Veidade. – Takashi disse e foi brincar com o mais novo, Levi suspirou antes de se retirar, não tinha terminado de falar com Erwin afinal. 

Depois de mais uma longa hora discutindo com Erwin, Levi ficou entretido brincando com as crianças no jardim e nem reparou quando alguns flashes foram direcionados a si. Quando entraram de volta na casa, já era quase onze horas, o Ackerman mais velho esquentou as sobras do jantar e serviu para as crianças, que estavam sentadas no sofá assistindo Super Onze.

– Não vai come? – perguntou Takeshi encarando Levi, este que sorriu e negou com a cabeça, mostrando a xícara de chá que tinha em mãos, Takeshi fez uma cara de indignado e voltou a olhar o anime concentrado, só desviou a atenção da tela quando ouviram o barulho da campainha. Levi sentiu o coração acelerar e se julgou mentalmente. Levantou-se e foi até a entrada, abriu a porta e deu de cara com ele. Eren estava sorrindo para si com uma das mãos atrás da cabeça, os olhos quase fechados e alguns fios do cabelo bagunçado em seu rosto, mesmo que estivesse em seu penteado comunal, um coque. Ackerman sorriu e deu espaço para ele passar, o homem o fez e andou até a sala, sentando-se do lado das crianças depois de os cumprimentar.

– E então? Qual a agenda de hoje? – perguntou sorrindo, intercalando o olhar entre os meninos e Levi, este que voltou a se sentar na poltrona, depois de levar a xícara e os pratos para a pia da cozinha.

– Temos muito o que fazer hoje. – comentou e se sentou ao lado de Takeshi, acariciando seu cabelo. – Primeiro, vamos ao cabeleireiro. 

— Cabeleiro? – repetiu Takashi fazendo Levi rir.

– Sim, vamos lá para cortar o cabelo. – explicou e pegou na franja de Takeshi. – A franja de vocês ta atrapalhando. 

– Não quero. – murmurou Takeshi tão baixo que Levi só escutou, porque estava ao seu lado. 

– Por quê? – perguntou Eren sorrindo. Takeshi ficou com um bico nos lábios e ameaçou chorar. Estava com medo de ser xingado.

– Tem medo de cortar o cabelo? – questionou Levi, o mais novo rapidamente negou com a cabeça, fazendo os dois ficarem ainda mais confusos.

– O Ecchin quer ter o cabelão do Tio Elen! – repondeu Takashi, Ecchin era apelido de Takeshi, enquanto Ecchan era de Takashi. Levi só os chamava pelo primeiro nome de vez em quando, ou quando estava falando sério. Takashi havia mudado bastante, o garoto, que antes era o mais tímido dos dois, estava bem mais extrovertido. Takeshi, apesar de mais tímido, era bastante animado também.

– É mesmo? – perguntou o Jeager, sorrindo enquanto acariciava a cabeça de Takeshi. O mesmo afirmou timidamente, olhou para Levi e fez o famoso olhar de "tadinho".

– Possu? – questionou com um bico nos lábios. Apesar de não ter a intenção de negar, mesmo que ele não fizesse o olhar de tadinho, Levi quis dizer que não, apenas para ver a reação do pequeno malandro. Ainda sim, segurou a vontade e sorriu.

– Claro que pode, Ecchin. – respondeu apertando as bochechas fofas do garoto, este que sorriu e comemorou silenciosamente. – Okay, o que acham de irmos agora? – perguntou e olhou aos três que sorriram e fizeram "joinha" com a mão direita. Uma mania que os meninos pegaram de Eren. 

Levi levantou-se com Takashi no colo, Eren fez o mesmo com Takeshi e ambos subiram as escadas, indo direto ao quarto dos mais novos. Enquanto Levi banhava-os, Jeager escolhia as roupas e preparava uma mochila com roupas quentes. 

Depois de um tempo, Levi vestiu os garotos e, junto de Eren, eles ficaram brincando enquanto o Ackerman se vestia. Após isso foram até o carro e ficaram alguns momentos decidindo quem iria na frente. Por fim, Eren sentou-se ao lado de Levi, este que dirigia e as crianças foram atrás nas cadeiras de criança.

– Onde vamos primeiro? – questionou Eren animado, mais uma vez, Levi se perguntou se ele não era apenas mais uma criança. 

– Vamos ao supermercado. – respondeu o Ackerman, procurando o local no GPS, depois de marcar o local, ligou o carro e colocou uma música infantil a tocar no rádio do automóvel. Os garotos cantavam "Bom dia! O sol já nasceu lá na fazendinha!" enquanto os dois adultos sorriam, Eren olhava os mais novos pelo retrovisor, Levi prestava atenção no trânsito, mesmo que preferisse estar olhando para os filhos. 

Quando chegaram ao local, Levi saiu do carro e segurou na mão de Takeshi, Takashi segurou na mão de Eren e então entraram no estabelecimento. O primeiro corredor ao qual passaram, foi o de frutas, os mais novos realmente adoravam frutas, ainda que amassem guloseimas.

– Pai, pai! – Takashi chamou a atenção de Levi, apontando em seguida para uma prateleira onde se encontrava bananas, abacates e laranjas. 

– Okay, e qual você quer, Ecchin? – perguntou o Ackerman, encarando o menino que estava sentado nos ombros de Eren.

– Maçã e pêra! – sorriu animado, Levi assentiu e foi pesar as frutas.

Depois disso, Levi comprou o básico que estava faltando e foi finalmente ao corredor de besteiras. Como não queria mimá-los, explicou que deveriam escolher apenas aqueles que realmente queriam. Acabou comprando iogurte, algumas bolachas e cereais, além de alguns salgadinhos de batata.

– Levi. – chamou-lhe Eren, enquanto estavam na fila para pagar as contas.

– O que foi? – perguntou e olhou para o mais alto, as sobrancelhas arqueadas.

– Tu não ta sentindo alguém nos observar? – sussurrou como se estivesse contando um segredo e olhou em volta, Levi o acompanhou, estava sentindo algumas coisas parecidas, mas no fim sempre acabava ignorando. Estava preocupado, realmente. 

Quando foi responder, sentiu Takashi puxar sua camisa e levantar os braços, queria ficar em seu colo. Levi sorriu e se abaixou para pegar o garoto, o encaixando em sua cintura. Depois de alguns segundos brincando entre si, Levi esqueceu-se da pergunta de Eren e ficou distraido, até ser chamado por algumas vozes conhecidas.

– Eh? Erwin e Hanji? Que que vocês estão fazendo aqui? – perguntou Levi olhando um para o outro, até perceber os moletons combinando. – Perai, quê? – questionou confuso, Hanji desviou o olhar, constrangida, Erwin sorriu, colocou a mão na nuca, também constrangido, enquanto segurava na mão de Zoe. – Vocês tão namorando?! – quase gritou, os olhos arregalados em total confusão.

– Aconteceu… – respondeu Zoe, finalmente olhando para o Ackerman, acenou para os mais novos e Eren.

– Que é namora? – perguntou Takashi, olhando para Eren.

– É quando duas pessoas se gostam muito. – respondeu sorrindo.

– Aconteceu, Hanji?! E vocês não me contaram?! – estava indignado, era fato. Seus melhores amigos começaram a namorar e manteram segredo de si, era óbvio que teria essa reação.

– Levi, você estava tão feliz com seus filhos que sequer falava com a gente e, antes deles, você nem se importaria com isso. – respondeu Erwin, um pouco irritado pelo tom acusador do Ackerman. Com um peso na consciência, Levi se sentiu um pouco culpado.

– Desculpem… 

– Tudo bem, estamos acostumados pelo seu jeito distante. – Hanji deu de ombros, entrelaçando os dedos com Erwin, Eren, apesar de mal conhecê-los, torceu internamente pelo relacionamento deles. – Bom, vamos indo, ainda temos algumas coisas a fazer. – disse e saiu, levando Erwin junto. Ackerman se sentiu esquecido pelos amigos, mas sabia que parte era sua culpa, afinal junca havia tido tempo para ficar com eles e sequer se importava com isso. Ele nunca havia se sentido solitário antes. Agradecia aos filhos por tê-lo apresentado a essas sensações.


Mais tarde, depois de ter pago as compras e entrado dentro do carro, foram ao cabeleireiro e marcaram horário, como estava cheio, iria demorar bastante, então aproveitaram e ficaram num parquinho que havia ali perto, até dar o horário. Depois de cortar o cabelo de Takashi, apenas aparando um pouco a franja e atrás, Levi cortou o próprio também, e então foram para casa. 


A janta foi uma grande bagunça e depois ficaram até duas da madrugada olhando os filmes da Barbie, nem sequer perceberam o horário, Eren acabou passando a noite ali, dormindo no sofá, enquanto Levi lutava contra o próprio coração no próprio quarto. 


Notas Finais


ta, eu tenho tudo planejado pro que vai acontecer nos próximos capítulos, agora se conseguirei escrever é outra história (ba dum tss, desculpa, trocadilho ruim)

obrigada por ler, se possível, comentem e favoritem, leitores fantasmas, por favor se manifestem kkk

a todos uma ótima quarentena.


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