História Illusion Choices - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Mpreg, Original, Yaoi
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Palavras 3.039
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa madrugada, amores!
Obrigada a todos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 24 - Time that Changes


-Não precisa gritar comigo. — Ancar bufou, irritado. Aquela discussão estava ficando desgastante e estressando cada vez mais os ânimos de ambas as partes.

-Não tem ninguém gritando aqui. — Yuu rebateu, entrando em contradição consigo mesmo já que estava falando alto o bastante para que os vizinhos também provavelmente ouvissem a briga deles dois, que já acontecia a vários minutos.

-Chama de falar alto do quê? — Retrucou Yuu, colocando a mão na testa. — Eu nem sei o porquê continua com esta discussão idiota.

-Porque isto não é idiota. Estou falando das nossas vidas. — Retrucou, falando de novo com a voz exaltada. Estava cada vez mais se estressando porque Ancar parecia não ligar para algo tão importante que ele estava falando e querendo para a vida deles. Como um passo que ele queria dar e só ele queria, como Ancar deixava bem claro.

-Eu já cansei de falar sobre isto com você e minha resposta continua sendo não. — Ancar bufou, e cruzou os braços. Estavam na cozinha de Yuu, discutindo a vários minutos.

-Estamos falando da nossa vida aqui, do meu amor por você.

-Será que me ama mesmo ou só acabar se casando de novo?

-Eu amo você e por isto quero algo fixo para nós dois. — Respondeu, defendendo o seu ponto de vista. — Porque eu amo você.

Ancar franziu o cenho, raivoso por suas insinuações.

-Ama mesmo?

Yuu estava se irritando cada vez mais.

O comportamento de Ancar estava o irritando, pois Yuu estava vendo aqui como uma forma de não amor, de que ele não amava mais. E isto o deixava ainda mais inseguro sobre a relação deles. A verdade era que depois de tantos anos de namoro com Ancar, Yuu não sabia mais o que queria. Estava namorando Ancar a cerca de oito, quase nove anos, e dois ainda moravam em casas separadas e embora, Yuu quisesse, isto não era mudado porque nenhum deles conseguia entrar em acordo.

Ancar não queria abrir mão do belo apartamento perto do seu escritório, ainda mais agora que estava tentando ser juiz e Yuu não queria se deixar ser sustentado por ele e como não conseguiam se resolver nesta questão, passou a achar que a melhor forma de resolver era casando, mas Ancar se recusava veemente a aceitar seu pedido de casamento. Esta situação estava se arrastando a meses, a ponto de começar a gerar brigas entre eles, como as que estavam tendo agora.

-Por que está agindo assim? É por dinheiro? — Insinuou visto que Ancar ainda tinha muito mais dinheiro do que ele.

Yuu ainda trabalhava no mesmo emprego de antes e embora, ganhasse um pouco mais por ter voltado a pintar e a vender algumas de suas pinturas, não tinha tanto dinheiro como Ancar. Isto nunca incomodou antes, só que agora, parecia que incomodava. Pois, Yuu não conseguia entender por quê mesmo depois de tantos anos juntos, ele não queria evoluir no relacionamento deles.

Ancar se ofendeu na mesma hora.

-Como me ousa insinuar uma coisa destas? — Descruzou os braços, abrindo os braços, completamente indignado. — Acha mesmo que sou assim?

-Porque você sempre me diz não e nunca me diz a razão.

-Você sabe a razão. — Acusou. E de fato, ele sabia. Ancar já lhe contara como tivera problemas com seus familiares, e como sua mãe foi abandonada pelo pai e como a mesma viveu um casamento infeliz quando se casou de novo. E como por causa disto, Ancar havia criado uma aversão completa ao casamento e como não queria se casar de forma alguma. Nem mesmo com Yuu, mesmo que o amasse e Yuu sempre soube disto, mas agia como se estivesse se esquecido disto. — Já conversei com você sobre este assunto antes.

-Já e você sabe muito bem como me sinto sobre isto.

-E sabe como me sinto sobre casamento. — Rebateu, magoado e frustrado, tanto como o próprio Yuu estava. — Já te contei tudo isto.

-Eu sei, mas isto não tem nada a ver com seus pais e sim você.

-Você tem que me respeitar, Yuu. — Exigiu cansado de discutir.

-Eu respeito. — Alegou, mesmo que soubesse que nos últimos tempos, isto não era bem verdade. Não estava sendo desde que colocara na cabeça, de forma um tanto repentina que queria se casar e colocara este assunto entre eles.

-De jeito nenhum, não agindo assim.

-Eu só ajo assim porque te amo.

-Para de falar isto. — Pediu. Ancar pós a mão sobre a testa, esfregando a mesma um bocado. Ele parou e olhou para seus olhos. — Ficar repetindo o que sente por mim não vai resolver nada e muito menos me fazer acreditar que você ainda me ama.

-Você sabe que eu ainda amo.

-Não é verdade. — Moveu a cabeça para os lados, como se negasse.

Yuu se ofendeu, mesmo que no fundo, soubesse que podia ser verdade.

-Por que me acusa disto?

-Por que de repente você veio com estas ideias? — Retrucou de volta, retórico. — E para mim, você só quer se casar porque está inseguro quanto ao que sente por mim. Seja honesto consigo mesmo.

-Tá bem! — Admitiu mais exaltado. — Eu estou inseguro, mas não pelo o que sinto por você e sim, pelo o que você sente por mim.

-Amo, mas se não aprender a respeitar o meu lado...  — Ancar não terminou a frase, mas seu olhar firme demonstrava o resto da mesma.

-Não vai me amar mais?

-Vai me obrigar a pensar no que é melhor para mim. — Corrigiu-o, completando.

-E o que é melhor para você?

-Não sei. — Respondeu, mais calmo, mas também magoado. — Será que vou saber?

Yuu ficou calado. Não sabia direito o que iria responder.

No fundo, ele sabia que Ancar tinha razão no que dizia, em parte ao menos e o magoava que tudo estivesse chegando naquele ponto. Não pensou que as coisas seriam assim. Pensou mesmo que podia manter tudo equilibrado entre seu relacionamento, seu trabalho e as coisas que queria. Isto deu certo durante anos, mas claramente não estava dando mais e talvez, nunca mais fosse dar.

-Sério, Yuu. Eu não quero mais falar sobre isto, ok? Eu te amo e quero ficar com você, mas eu quero manter tudo como está. Já tinha conversado com você sobre isto antes e não vou mudar só porque anos passaram.

-Eu sei.

-Então, por favor, não insista mais. — Pediu, lhe olhando nos olhos. Se encararam, sem dizer mais nada. Talvez falassem mais alguma coisa, mas o celular de Ancar bipou, quebrando o clima da briga, mas não da tensão. Yuu observou seu namorado pegar o celular no bolso, ler rapidamente a mensagem que recebera e enfiar o aparelho de volta no bolso. — Eu tenho que trabalhar, nos vemos depois.

Ancar foi até a mesa de centro, pegou seu casaco e sua pasta. Estava indo trabalhar no momento em que aquela discussão recomeçou. Já tinha sido iniciada na noite anterior e continuou logo pela manhã, trazendo ressentimento por ambas as partes por uma final de semana todo juntos ter acabado do jeito tenso e frustrante que estava agora.

-Tá bom.

Ancar o encarou por alguns segundos, como se fosse falar mais alguma coisa, mas sem querer falar mais por hora. Ele se virou, pegou suas coisas em cima da mesa e seguiu para a sala. Yuu fitou o namorado deixar a cozinha e se pensava porquê realmente estava pressionando o namorado sobre algo que claramente ele não queria e que ele mesmo sempre soube como seria. Sentiu vontade de se desculpar na mesma hora, e acabou o seguindo até a sala, com intenção de conversar um pouco mais antes que ele fosse embora.

-Ancar... — Chamou-o. Ele estava com a mão sobre a maçaneta. Seu olhar voltou-se a si assim que ouviu seu nome ser chamado.

-Me deixe saber se você está se arrependendo de estar comigo. — Ancar abriu a porta, dando de cara com Bruce.

-Ah, oi, Bruce. — Cumprimentou ele rapidamente, tentando disfarçar.

-Olá. — Bruce cumprimentou gentilmente. Mesmo com todos estes anos, ele não mudara praticamente nada nem na aparência e nem na personalidade, talvez só um pouco. Havia se tornado um pouco mais sorte, mas sem deixar de ser muito sensível. — Desculpe vim sem avisar.

-Tudo bem. Eu tenho que ir. Foi bom te ver, tchau. — Ancar passou rapidamente por ele, não evitando de demonstrar sua pressa em ir embora e se afastar um pouco e não era por atraso.

Yuu no entanto, tentou disfarçar e foi logo até a porta, para conversar com o mesmo.

-Oi, Bruce. — Tentou sorrir para disfarçar e ser gentil, mas ele mesmo não conseguia mais esconder suas emoções e como se sentia mal por tudo estar indo por água baixo com Ancar. No entanto, claro que isto não tinha nada a ver com Bruce.

-Oi, tudo bem? — Perguntou, o olhando de forma um tanto desconfiada, como se já soubesse que tinha algo errado.

-Sim, sim. — Deixou Bruce entrar, fechando logo a porta atrás dele.

-Aconteceu alguma coisa? — Perguntou ele mais direto.

Quis continuar negando e fingindo que nada estava errado, mas Bruce era seu amigo e embora, não tivesse tanta intimidade com ele, ainda sabia que podiam conversar com ele sobre coisas também pessoais, já que o mesmo também o fazia consigo.

-Ah... Eu e Ancar estamos passando por alguns problemas ultimamente. — Contou sem entrar em detalhes.

Bruce ficou desconfortável de repente.

-Entendo. — Esfregou as duas mãos juntas, olhando ligeiramente para baixo.

Yuu olhou e notou a marca da aliança no dedo anelar dele, mas sem a aliança e se lembrou de como ele realmente devia entender como é difícil ter problemas na relação. Bruce estava passando por um momento bem difícil agora e andava muito triste pela forma como as coisas estavam para ele, e para a sua vida. Por isto mesmo que achou estranho o aparecimento dele sem avisar.

-Tem algo errado?

Bruce voltou ao normal, engolindo seu desconforto para si mesmo.

-Hideki esqueceu o casaco dele aqui? — Disse em tom de pergunta. Hideki agora era um rapaz de dezessete anos e mesmo que fosse um bom menino, ainda era um pouco rebelde como a maioria dos adolescentes. E estava sendo um pouco difícil para Bruce e para ele mesmo lidar com algumas crises de rebeldia dele.

-Eu não o vi pela casa. — Disse. — Ele fugiu de novo?

Hideki já tinha uma personalidade um pouco complicada e tinha piorado um pouco. Ele estava revoltado porque recentemente Bruce havia descoberto várias traições da parte do marido e estava se divorciando do mesmo, sob uma grande briga sobre dinheiro e para complicar um pouco mais, Hideki estava tendo alguns problemas com os amigos por causa de um namoro, acendendo um pouco do pavio curto do menino que já até fugira de casa certa vez. Por sorte, Hideki acabou vindo se refugiar na casa de Yuu, mas quase matou Bruce de preocupação por sumir sem avisar ninguém. Era uma fase, mas estava sendo muito complicado para Bruce que já estava sofrendo bastante com o divórcio.

-Não, mas eu não achei o casaco dele em casa e voltou sem ele. — Explicou simples.

-Pode procurar pela casa, não tem problema. — Disse normalmente.

-Obrigado.

-De nada.

Bruce foi procurar o casaco pela casa.

Yuu se jogou no sofá. Colocou as duas mãos sobre o rosto e esfregou várias vezes enquanto respirava fundo. Os problemas estavam começando a pensar sobre seus ombros, tornando tudo ainda muito desgastado. Embora, soubesse que não era exatamente problemas. Era só questão de que não sabia mais o que queria da vida. Se sentia perdido em si mesmo. Poderia até ser uma crise de idade, mas ele não sabia mais o que fazer da sua própria vida. Como se não soubesse mais o que queria e nem o que sentia direto. Tudo estava confuso.

Sentou retamente quando viu Bruce voltar com o casaco preto do filho nas mãos.

-Eu encontrei embaixo da cama, junto com isto. — Mostrou o casaco junto com um maço de cigarros fechado. Yuu não fumava e nem Ancar.

-Oh. Eu não tinha visto mesmo.

Não ficou surpreso. Já fazia algum tempo que Hideki conseguia cigarros ou pequenas garrafas de bebidas. Ele nunca, até onde eles sabiam, ele não bebia ou fumava realmente, mas dizia por aí que sim, para tentar se aproximar das pessoas erradas e tudo isto começou a pouco meses atrás. Algo que estava preocupando muito Bruce.

-Ah... Às vezes eu não sei o que fazer com ele. — Bruce suspirou longamente. Veio até o sofá, e sentou ao seu lado, frustrado e muito preocupado. — Ele tem sido um bastante rebelde.

-Eu converso com ele depois. — Prometeu para Bruce. Tinha que começar a se colocar ainda mais na vida do filho. Não queria que ele chegasse a ser um adolescente que bebe e que fuma, embora ele mesmo achasse e tinha certeza que isto era mais para chamar atenção do que por realmente estar usando estas coisas.

-Eu agradeço, mas não sei vai resolver. — Dispensou. Bruce também estava se sentindo frustrado por não estar conseguindo controlar direito o filho e também por seu casamento ter acabado. — Não está sendo fácil nem para mim, imagine para ele. Hideki não lida bem com mudanças. Acho que nem eu lido.

-Ele ainda é jovem. Não entende direito as coisas, mas vai se acostumar em breve. Não precisa se preocupar tanto, ele só está chateado.

-Talvez sim.

-Eu sei que tem medo de que algo aconteça, mas eu realmente tenho certeza que ele vai ficar bem.

-Eu espero muito que sim. Nunca deixo de me preocupar com ele. E de não ser um bom pai.

-Não fale isto. Você sempre foi um ótimo pai. — Disse. — Como já disse, não precisa se preocupar tanto. Ele vai melhorar.

-Acho que sim.

Bruce estava triste e frustrado com a situação com o filho, mas além disto, ainda estava claramente triste por sua situação com o casamento e isto também era preocupante.

-E como você está? — Quis saber, se desviando drasticamente do assunto.

Sabia o quanto a situação que Bruce vivenciava e a forma como Hideki estava reagindo a isto não ajudava em nada. Só piorava um pouco e Yuu sabia que tinha que dar apoio e fazer tudo que podia para ajudar. Com a situação de Bruce, não podia fazer muito além de conversar, já sobre Hideki, podia fazer mais, agir como pai. Isto ajudava é claro, mas não resolvia toda a situação.

-Levando, eu acho. — Respondeu tristemente. — Nunca pensei que ele seria capaz disto. Parece o destino da minha vida.

-Não diga uma coisa destas. — Pediu. — Sabe que não é verdade.

-Não sei mais se posso pensar assim. — Murmurou triste consigo mesmo.

-Claro que pode. Não tem nada a ver com você. Ele não sabe o que está perdendo.

-Talvez seja bom ouvir isto, mas não deixo de ficar magoado. Achei que seria para sempre. — Disse baixo.

Ele ainda acreditava no amor e no casamento como forma duradouro e estava muito magoado por seus planos, seus sonhos na parte amorosa estarem dando errado era muito frustrante. Yuu começava a entender como era desde que partes do seu relacionamento com Ancar começasse a desandar, por ele queria dar um passo importante e o outro não queria sair da sua zona de conforto.

-Pode ser que coisas assim não existam.

-Talvez não. — Bruce concordou, mesmo que não pensasse. — Mas, por que você e Ancar estão brigando?

-Eu acho que eu e ele não queremos mais a mesma coisa. É complicado. — Não queria falar sobre isto, pois nem ele mesmo conseguia entender por quê não era mais o suficiente se fora antes e porquê estava mesmo sendo um problema entre eles. Talvez sua insegurança estivesse crescendo um pouco demais, ou talvez o amor estivesse se desgastando. Não sabia mais dizer.

-Espero de verdade que se acertem. — Bruce colocou a mão sobre a sua, como uma forma carinhosa de consolo.

Yuu olhou para a mão dele sobre sua. Notou como seu toque era doce e quente. Tinha se esquecido disto. Fazia muito anos, mal se lembrava e não parara para pensar nisto a muito tempo. Mas será que as coisas teriam sido diferentes se ele não tivesse o abandonado anos atrás? Não saberia dizer, mas sim, se arrependia de tudo o que fez e ainda se arrependia por ter o magoado tanto. Tinha até que agradecer por ter tido a sorte de poder ter um recomeço e consertar seus erros e isto era bom. Mas será que ainda era o suficiente.

-Eu espero muito que você também fique bem. — Também colocou a mão sobre a dele.

-Obrigado, Yuu. — Sorriu de leve, feliz e grato por seu consolo. Um momento surgiu entre eles. Bruce tirou a mão da sua e levantou rapidamente. — Eu tenho que ir. Falo para Hideki passar aqui depois da escola.

-Está bem.

-Joga isto fora para mim? — Esticou o maço de cigarros.

-Claro. — Pegou e guardou no bolso.

Estava mentindo, não iria jogar fora, iria confrontar Hideki sobre o assunto assim que pudesse. Ele também fora um adolescente rebelde e até um pouco problemático demais, e não queria que o mesmo acontecesse com seu filho. Tinha que ter uma conversa franca com ele, e iria ter, assim que possível.

Yuu levantou, acompanhando Bruce até a porta. Abriu esta. Bruce veio e lhe deu um abraço e um beijo na bochecha. Era um gesto bastante amigável, que ele tinha de vez em quando. Muita coisa mudou nos últimos anos, e uma delas foi que a relação deles se tornou bem melhor, uma verdadeira amizade cresceu entre eles.

-Tchau. — Disse no seu ouvido, gentil como sempre era.

-Até! — Yuu também deu um beijo singelo e amigável na bochecha dele, se despedindo. Bruce se soltou e passou pela porta. Fechou a porta, se virou e encostou as costas nesta, soltando um longo suspiro.

Ele estava chateado, e estressado com o que estava acontecendo com seu relacionamento om Ancar, e embora, tivesse sido o bastante por um bom tempo, não era mais e agora, se perguntava se poderia continuar caso não pudesse avançar, progredir no seu relacionamento era seu amor desejo, pois do jeito que estava, parecia que tudo estava estagnado e não sabia mais por quanto tempo poderia deixar as coisas assim. Provavelmente, não por muito mais e se fosse assim, não tinha ideia do que iria fazer. 


Notas Finais


Até o Próximo!


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