História Ilusões (GaLe) - Capítulo 6


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Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Kagura Mikazuchi, Levy McGarden, Rogue Cheney
Tags Gale, Galevy, Gejeelxlevy
Visualizações 68
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap... Espero que gostem 😍

Capítulo 6 - Capítulo 6


  –Gajeel! Que bom que veio. Disse Rogue entusiasmado.

Eu não estava acreditando, Gajeel era o irmão de Rogue, como eu não percebi isso antes.

Diferente de mim ele parecia não ter me visto e andou até o encontro do irmão com um sorriso, mas que desmoronou quando estava bem perto.

–Como você está? perguntou Rogue sorridente o dando um aperto de mão mas ele continuava me olhando fixamente e com os olhos arregalados.

Depois de um tempo Rogue se deu conta que ele estava com os olhos fixos em mim e apressou a dizer:

–Que trapalhada, Gajeel essa é a Levy, minha amiga e Levy esse é o Gajeel meu único irmão e mais velho. Disse ele apontando para cada um – e esses são seus filhos e meus afilhados, essa é a Emma e esse é o Gabriel.

–Oi Levy, prazer em conhecer você. Gajeel disse como se nunca tivesse me visto na vida dele e de certa forma aquilo doeu, por que eu ainda nutria sentimentos por ele

–Oi Gaj…eel, prazer. Disse apertando a sua mão estendida.

Eu queria ir embora logo, queria chegar em casa e chorar horrores por tê-lo visto e me tocado que eu ainda gostava muito dele, mais do que eu deveria. Na verdade eu não queria que ele me tratasse como uma completa desconhecida, eu queria que ao menos ele reagisse, que ele admitisse que já me conhecia, mas aquilo era somente uma doce ilusão que eu sabia perfeitamente que nunca aconteceria, não quando se tratasse de Gajeel

–Vamos? Perguntei já querendo sair dali

–Vamos. Concordou Rogue e me levou até a entrada onde estava o meu carro.

Ao chegar lá nos despedimos e ele falou que a entrevista era na segunda-feira de manhã e que eu seria a secretaria pessoal do seu irmão, o Gajeel. Eu estava irritada com tudo aquilo, só queria poder sumir, mas agora como se tudo que tivesse haver com ele me atraísse eu vou ser justamente a secretária pessoa dele. Com milhares de pessoas no mundo, logo ele. 

Nos despedimos e arrumei as crianças e fomos para casa. Ao chegar lá, as banhei e as arrumei para dormir, eu ainda tinha muito que pensar.

Fui tomar banho e quando me preparei para dormir, mas ao olhar o celular uma última vez vi chamadas do Jellal e uma mensagem que dizia.

«Oi maninha, eu tentei ligar, mas você não atendeu nenhuma Chamada, bom como eu estou aqui em Califórnia a Erza a insistiu tanto para vir aí é eu achei uma ótima ideia, domingo vamos almoçar aí o que acha?»

Bom eu tratei logo de responder aquela mensagem e fui dormir.

O dia de sábado foi normal, nada agitado, nada de visitas, somente eu e as crianças, na verdade eu estava louca para o dia de amanhã, o Jellal e a Erza viriam aqui para conhecer as crianças e aquilo era maravilhoso. Quase não dormi de tanta ansiedade.

Ao acordar me preparei e preparei as crianças, tratei de preparar uma torta de morango que a Erza amava, preparei um mousse de maracujá para sobremesa e lasanha.

Quando terminei ainda era um pouco cedo então voltei a me arrumar pois estava cheia de farinha de trigo tanto na roupa como nas mãos. Quando terminei fui alimentar as crianças novamente e ao terminar a campainha tocou, sinal de que eles já haviam chegado.

Atendi a porta e me deparei com uma Erza sorrindo e quase saltitando e o Jellal que até agora não entendia o estado histérico da esposa, eu ri da situação e os cumprimentei

–Oi gente. Falei e a Erza pulou no meu pescoço me dando um abraço apertado e caloroso

–Levy! Finalmente eu consegui arrastar o Jellal aqui, mal que eu soube que ele voltaria eu combinei com ele de vir aqui. Falou ela eufórica

–Meu Deus Levy! Não sei o que você disse pra minha esposa, mas por favor nunca mais faça isso, mal tenho dormido esses dias.

–Você não tem o que reclamar, eu que deveria sabe, até parece que esqueceu que eu existo, nem tem me visitado.

–Você não tem o que reclamar maninha, você foi para Seattle, praticamente sumiu do mapa e nem deu sinal de vida.

–Podem por favor parar com isso e entrar logo? Disse Erza impaciente

–Claro! Falei os dando passagem.

–Essa casa não mudou nada. Comentou Jellal

Eles adentraram a casa conversando sobre qualquer coisa e ao chegar na sala deram de cara com as crianças brincando no tapete felpudo e olharam para mim espantados

–Meu Deus Levy!! Disse Erza correndo para pegar as crianças

–Quem são eles? Finalmente Jellal se pronunciou

–Bem essa é a Emma e Esse o Gabriel, meus filhos

–O que!! Disseram em uníssono

–É uma longa história, eu chamei vocês aqui para que os conhecessem

–Papai e mamãe já sabem?!.

–Como eu disse Jellal é uma longa história e nos temos tempo.

Eles ficaram brincando com as crianças até quando chegou a hora de descanso das crianças e nós fomos almoçar.

A Erza ficou maravilhada quando viu a torta de morango que eu havia preparado.

Eu contei pra eles tudo desde o princípio, mas claro que, mesmo Jellal Insistindo, eu tratei de manter o nome do pai das crianças em sigilo

–Eu não acredito que papai praticante te deserdou.

–É, eu já espera algo do género para ser sincera. Lamentei –Mas é claro que quando isso aconteceu fiquei sem chão, até me preparei para uma situação como essa mas nunca se está realmente preparada coisas do género.

–Eu sinto muito Levy, acho isso injusto da parte dele, hoje mesmo eu vou falar com ele e-

–Jallal, tudo bem, não precisa fazer isso, ele achou melhor assim. Eu disse

–Achou melhor assim o caralho Levy! Gritou espantando eu e Erza, Jellal não era alguém de palavrões, sempre muito calmo, até mesmo quando não deveria estar –Ele não tem que achar nada!! o facto de você ter se apaixonado por um babaca imbecil não dá à ele o direito de tirar todo o dinheiro que você tem direito, não dá à ele o direito de deserdar você, não dá à ele o direito de expulsar você da casa onde você cresceu e muito menos de renegar você e as crianças, vocês também são família dele.

–Eu compreendo a sua irritação… mas papai já não me quer por perto, eu não me sentiria à-vontade mesmo que você falasse com ele. Eu quero que ele veja por si só o estrago que ele fez, não que ele me aceite novamente só porque você e a mamãe estão inconformados com a decisão dele.

Jellal quis argumentar, mas era basicamente isso, eu não queria que a minha volta fosse a base de votações, quem mais votos têm vence, eu quero que ele veja que ao fazer aquilo me magoou imenso, não pelo dinheiro mas sim pelo valor sentimental que ele arrancou de mim, eu não podia nem pisar a casa em que cresci, isso era um absurdo, mas ele quis assim. Agora será somente eu, as crianças, o Jellal e a Erza. Quanto a Lucy e ao Natsu, eles haviam voltado para Magnólia 

O nosso almoço quase virou um jantar, mas o Jellal e a Erza tiveram que ir embora, mas claro que depois de muito babarem nas crianças.

Como já estava tarde, somente aqueci o que restou do almoço e fui dormir, amanhã seria o dia da entrevista e eu estava nervosa. Pensar que o tal irmão do Rogue era Gajeel me dava arrepios, eu me senti uma boba ao vê-lo, continua elegante, corpo musculoso, os cabelos compridos presos num rabo de cavalo e o seu perfume, continuava o mesmo desde que me lembro. Agora estava embarcada em viagens sobre como nós éramos, quando supostamente ainda existia um “nós” estava viajando sobre tudo aquilo feito uma idiota.

Eu queria poder dizer que Gajeel não significava mais nada para mim, que ele não tem nenhum controle sobre mim ou mesmo dizer que ele não me causava borboletas no estômago, não me fazia sonhar acordada com um sorriso bobo nos rosto. Como estava agora.

Eu não sei como, mas sempre que eu tento me afastar dele há uma rajada de vento me arrastando pra bem perto do que alguma vez estive. Mas mesmo assim eu havia desenvolvido um ódio, não por eu realmente odiá-lo, mas sim porque eu achei melhor odiá-lo pois seria o mais saudável para mim. Mas aquela porção de ódio estava ali inerte, não crescia, não diminuía, não se manifestava nem nada, simplesmente estava ali… inerte


Notas Finais


Xuxus... Finalmente eu sei,


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