História Ilvermorny: Uma História - Interativa - Capítulo 1


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Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Harry Potter
Personagens Credence Barebone, Newt Scamander
Tags Animais Fantásticos, Harry Potter, Ilvermorny, Interativa
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Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, tudo bem com vocês?
Ilvermorny é minha primeira fic do universo criado por J.K. Rowling e reservo a ela os direitos autorais, contudo quase toda a maioria dos personagens são de minha autoria, assim como o enredo e então afirmo plágio é crime, além de ser algo muito feio.

Capítulo 1 - Prólogo I


“Às vezes é dito das casas Ilvermorny que eles representam toda a bruxa ou mago: a mente é representada pela Serpente Chifruda; o corpo pelo Wampus; o coração pelo Pukwudgie e a alma pelo Pássaro Trovão. Outros dizem que a Serpente Chifruda favorece os estudiosos, o Wampus, os guerreiros, o Pukwudgie,os curandeiros e o Pássaro Trovão os aventureiros.” – J.K. Rowling

A Escola De Magia e Bruxaria Ilvermorny nos Estados Unidos foi fundada no século XVII por Isolt Sayre. Está situada no Monte Greylock (Massachusetts) onde permanece escondida dos olhos “não-mágicos” graças a uma série de encantamentos poderosos que, às vezes, manifestam-se como um denso nevoeiro.

◘◘◘

Dustin estava sentado no parapeito da janela de seu quarto com as luzes apagadas observando o céu nublado e o resplendor dos relâmpagos que iluminava toda a cidade. Naquele dia a chuva não perdoou ninguém e insistia em não parar de cair. Era como se até o céu sentisse a sua dor e de alguma forma chorava por ele.

A sete meses, seu irmão, Alexander fora expulso de Ilvermorny. Ninguém revelou o motivo, apenas disseram que se tratava de algo muito grave. Alexander por sua vez também se mantinha em silêncio, e a única coisa que ele dizia era “fiquem fora disso” e depois voltava para o seu isolamento.

O tempo passou e seu irmão estava cada vez mais diferente, sua personalidade, seu jeito de agir e até mesmo sua aparência havida mudado. No dia treze de dezembro de 1950, Alexander Edward Downing II desapareceu sem deixar rastros.

Graças ao poder monetário da família buscas incansáveis foram feitas na esperança de encontrar o garoto, ou pelo menos seu corpo já que a hispótese de sua morte foi levantada. Algo que seus pais se recusavam a acreditar.

A família Downing sempre foi muito influente no mundo dos bruxos, principalmente por sua linhagem puro sangue, não que isso tivesse relevância para eles, mas certamente tinha para outras pessoas que os viam como um símbolo de poder e glória.

Alexander era o primogênito sendo dois anos mais velho que Dustin e quatro mais velho que Alice.

Dustin erdido em seus pensamentos que sequer notou a presença de sua mãe no quarto. Ela, assim como toda a família estava sofrendo com o sumiço de seu filho. E como se não bastasse isso, muito estavam o chamando de “vergonha para Ilvermorny” já que após sua expulsão as más línguas começaram a inventar diversas situações para qual se deu o fato. Isso acabou afetando a família, principalmente Dustin que odiava toda essa situação.

— Filho – a mulher tocou em seu ombro fazendo o mesmo perceber que já não estava mais sozinho.

— Desculpe-me, estava distraído que nem se quer notei que tinha entrado mãe – disse ele ficando de pé.

— Tudo bem filho, eu e seu pai vamos comprar algumas coisas. Você sabe... Vai querer voltar para Ilv...

— Sim – foi direto em sua resposta, já sabia o que seria perguntando e não se conteve – preciso me formar. De nada vai adiantar ficar aqui sofrendo, preciso ficar forte para procurar por ele – disse convicto.

Sua mãe sorriu em resposta, não disse nada, mas a verdade é que estava com medo, medo de perder mais um filho e torcia para que ele se recusasse a voltar para escola, mas não o forçaria caso o mesmo quisesse assim.

— Tudo bem então sugiro que comece a arrumar suas coisas, o inicio das aulas se aproxima – depositando um beijo na testa do filho ele se retirou do quarto do mesmo.

Ele olhou para o porta retrato em sua escrivaninha com ele, Alexander e Alice em uma fotografia. Todos sorriam.

— Onde você está Alexander? – e naquele momento um pode-se ouvir um estrondo vindo do céu, um trovão.

◘◘◘

 Alice já tinha seus quinze anos de idade e sem duvidas alguma foi quem mais demonstrou o quanto estava sofrendo com o sumiço do irmão. Ela era a mais apegada a ele, tinha ele como um segundo pai. Alexander era mais que seu irmão, era seu melhor amigo e agora ninguém sabia o que havia acontecido.

Pediam para ela ser positiva e não pensar no pior, mas ela era bem sagaz para acreditar nisso. Cogitar sua morte já não era mais algo tão absurdo como alguns meses atrás.

Ela estava em seu quarto arrumando suas malas para, assim como o irmão, ir para Ilvermorny. Seus pais tinham dado a opção de que, se ambos concordassem poderiam ir para Londres e concluir o ensino em Hogwarts, mas eles não aceitaram. Queriam ficar ali, pois gostavam. Era o que eles diziam, mas na verdade ficariam ali para caso o irmão retornasse ele soubesse onde lhes encontrar.

Como já dito ela não era burra e acreditava que a expulsão de seu irmão e seu sumiço tinham uma ligação. Nunca contara isso para ninguém, mas acreditava sem sua teoria veemente.

Ela assistia o sofrimento da família, seu pai buscando não demonstrar fraqueza, seu irmão se isolando e sua mãe tentando confortar a todos mesmo com a tristeza estampada em seu rosto. Mas era ela quem mais demonstrava os sentimentos e Alice, mesmo não querendo ser assim não tinha vergonha disso. Era seu irmão, ela tinha esse direito. As pessoas costumavam lhe dizer “fique bem, só o tempo fará essa dor cessar” e ela se perguntava se o tempo era tão cruel a ponto de fazer esquecermos a dor que um dia sentimos por alguém, o verdadeiro amor seria mais fraco que o tempo?

Ela estava em seus devaneios quando uma coruja, que por sinal ela conhecia muito bem pousou em sua janela com uma carta .

— Lottie – sorriu ela – a quanto tempo – ela foi até o animal e acariciou suas plumas para logo em seguida ela voar novamente.

Pegou a carta e abriu.

 

Olá minha amiga!

Primeiramente peço desculpas por não ter me comunicado antes, mas papai achou melhor assim, pois deveríamos respeitar sua família nem um momento tão delicado como esse. Só ontem pude finalmente terminar de escrever essa carta e mandar Lottie levar a mesma até seu destino.

Papai está muito ocupado, segundo ele o Macusa está um caos devido aos acontecimentos que não devem ser mencionados de anos atrás. Um homem foi preso tentando destruir alguns documentos do processo do Grindelwald. Papai disse que isso é bobagem, afinal quem tentaria destruir documento de alguém que já está condenado? Sinto que estão nos escondendo algo, tentei falar para ele, mas minha mãe disse que ainda sou muito jovem para entender certas coisas. Aqui todos me tratam como criança.

Ai que descuido meu, estou falando tanto de mim que esqueci de perguntar. Como você está? Sei que é uma pergunta com uma resposta obvia, mas eu realmente me preocupei com você minha amiga. Peço que não dê ouvidos as fofocas. Ouvi de más línguas coisas absurdas quando vovô morreu que não se passavam de fuxicos.

Como está o Dustin? Meus pais disseram que viram ele saindo daquela loja que vendem artigos para quadribol e fiquei me perguntando que ele fazia lá já que ele não joga. Cheguei a conclusão de que estava apenas curioso com o lançamento de uma nova vassoura. Sinceramente eu não sei o que tem de tão incrível em uma vassoura para custar tão caro. Mamãe deu uma de presente para James que não para de se gabar.

Nesses últimos dias algo vem me preocupando. Você soube que o professor de “Defesa Contra As Artes Das Trevas” foi trocado? Não entendi muito bem, mas meu pai recebeu uma carta que acabei lendo alguns trechos e em um deles dizia claramente “O professor Stephen Woodlyn deixou o cargo, a escola fez parecer que fora uma demissão por sua conta, mas a verdade é que é uma mentira. Stephen foi demitido sem motivos aparentes”. O professor, quer dizer o ex professor Woodlyn era muito bom no que fazia, não entendo o que vem acontecendo, pois na mesma carta a pessoa dizia que coisas estranham vinham acontecendo tanto em Ilvermorny como no Macusa. Depois disso papai chegou e eu não pude ler mais nada.

Mal posso esperar para revermos. O dia está chegando e guardarei uma cabine para nós, a de sempre. Mande meus cumprimentos aos seus pais e ao Dustin.

De sua velha amiga Mildred Culbert

◘◘◘

Após ler e reler a carta diversas vezes Alice formulou mais uma de suas teorias. Primeiro a expulsão de seu irmão, logo em seguida seu desaparecimento e agora essas novas informações. Alguma coisa realmente estava. Ela sabia disso, mas se contasse para algum adulto certamente eles diriam “isso é assunto de gente grande”. Mal sabiam eles que uma garota do quinto ano poderia saber mais do que eles mesmos.

Ela pegou seu diário e escreveu tudo o que vinham em sua cabeça sobre o assunto, colocou a carta  entre as paginas e fechou o mesmo. Ela havia ganhado esse diário de Alexander dias antes dele desaparecer, era um diário mágico que só poderia ser lido pela bruxa ou bruxo que o ganhou de presente.

◘◘◘

MACUSA: O Congresso Mágico dos Estados Unidos da América, conhecido por bruxas e bruxos norte-americanos pela sigla Macusa (pronuncia-se ma – cu – za), foi criado em 1693, logo após a introdução do Estatuto Internacional de Sigilo em Magia. Bruxos de todo o mundo haviam chegado a um ponto crítico. Eles acreditavam que poderiam ter vidas mais livres e felizes, se pudessem construir uma comunidade secreta paralela, com redes de apoio e estrutura próprios. O sentimento era especialmente forte na América, devido ao recente Julgamento das Bruxas de Salém.

O Macusa seguiu os moldes do Conselho de Bruxos da Grã-Bretanha, que antecedeu o Ministério da Magia. Representantes das comunidades mágicas de toda a América do Norte foram eleitos para o Macusa para criar leis que, ao mesmo tempo, policiassem e protegessem a bruxandade norte-americana.

Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (Macusa) By J.K. Rowling – Pottermore 


Notas Finais


E ai, se interessaram? Se sim corram per o Docs explicando tudo sobre a fic e quem sabe vocês se interessam ainda mais. As reservas serão feitas no comentário destacado.
Link: https://goo.gl/L3oos3
(Aceitarei fichas até o dia 30 de Setembro)


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