História Ilvermorny: Uma História - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Harry Potter
Personagens Credence Barebone, Newt Scamander
Tags Animais Fantásticos, Harry Potter, Ilvermorny, Interativa
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Palavras 2.934
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal, me desculpe a demora.
O capítulo não esta betado, mas esta levemente revisado. Não vou ter tempo de fazer isso agora, pois tenho alguns compromissos que pedem por minha atenção, mas assim que possível juro que irei arrumar cada erro. Então desde já me perdoem, mas não podia demorar mais.
Após esse prólogo terá apenas mais um e finalmente darei inicio a história, embora a procura pela mesma não esteja lá essas coisas. Qualquer coisa aumento o prazo.
Já viso que tem dicas importantes do enredo nesse capítulo ahsuahsuahsuhas

Capítulo 2 - Prólogo II


Fanfic / Fanfiction Ilvermorny: Uma História - Interativa - Capítulo 2 - Prólogo II

Creio que você soube dos últimos acontecimentos meu caro Alvo. Fui demitido de Ilvermorny, depois de vinte anos o diretor afirmou não precisar mais de meus serviços e simplesmente mandou-me arrumar minhas coisas e partir. Não entendi muito bem no começo, muito menos os outros professores, mas após pensar muito tirei algumas conclusões.

Sinceramente creio que estou correndo perigo, ninguém acredota em mim. Dizem que estou velho demais para questionar algo, mas não é verdade. Eu sei demais, eu sei mais que os outros, assim como o jovem Alexander sabia o que me faz acreditar que eu serei a próxima vitima deles.

Sei que escrevo essa carta de forma informal, mas meio tempo está curto. Constantemente venho mudando minha residência para eles não me encontrarem e sem mais delongas preciso lhe contar algo.

Ilvermorny está em perigo. Os alunos estão em perigo e temo que o pior possa acontecer. Eles me tiraram do cargo para eu não ensinar os alunos como se defender das trevas. Fontes de confiança afirmam que o MACUSA já sabe, mas não acredita. São orgulhosos demais párea assumir que alguém está acima deles.

Te falarei tudo o que sei com essa tinta invisível, consegui aprimorar ela para que se revele apenas a quem eu quiser e eu escolho você Dumbledore. Se algo me acontecer entregue esta carta ao chefe da família Downing em sinal de minha falha para proteger o garoto deles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espero que tenha entendido a gravidade da situação, mandarei está carta o quanto antes e, por favor. Não mande Newt para cá, ele fora dos Estados Unidos está mais seguro. Se eu falhar as instruções estão dadas.

◘◘◘

Numengard – Local Desconhecido

Dumbledore não queria estar ali. Era possível ouvir o eco de cada passo que ele dava nos corredores gélidos e úmidos daquela prisão. Sem duvidas era um lugar desumano, feito para monstros. Ele odiava admitir isso, ele estava indo atrás de um desses monstros.

Ela ponderou muito antes de tomar essa decisão. Newt tentou fazer com que ele desistisse disso, mas a verdade é que Dumbledore sabia que não podia mais ignorar o fato de que possivelmente a vida de um jovem estava em risco por causa de Grinderwald e sabia também que apenas ele poderia ter as respostas para suas perguntas.

Ele caminhava lentamente seguindo o guarda que o levava até a cela procurada, o que não tardou a chegar.

— É aqui senhor Dumbledore – disse o guarda introduzindo uma chave na fechadura  da grande porta de metal. Mas a mesma não abriu com os três giros dados. O guarda logo em seguida pegou sua varinha e introduziu em uma outra fechadura e murmurou algumas palavras que Dumbledore nem se quer deu o trabalho de escutar. E então ele ouviu o barulho do trinco se soltando e finalmente a porta abrindo.

O cela lembrava um pequeno quarto trouxa contendo apenas uma privada, uma cama de pedra com um colchonete e só. Analisou cada canto da cela milimetricamente para não perder nada e finalmente seus olhos pousaram nele, Grinderwald estava no chão, encostado na parede com as mãos presas por algemas.

— A que devo a honra de sua visita Alvo – disse a ultima palavra com certo escárnio na voz. Ao ouvir aquela voz Alvo sentiu a espinha gelar. Ele sabia que não estava preparado para ver seu amado naquela situação. Não era certo ele ainda se importar com o homem que causou um grande caos na comunidade bruxa e em sua vida. Gellert não merecia nada vindo de si, mas Alvo não conseguia ignorar o tempo que viveu ao seu lado. Aquela época ainda estava viva para ele, embora agora fosse em tons mais escuros de melancolia.

— Você sabe o motivo de eu estar aqui – Alvo juntou todas suas forças para soar firme e conseguiu – Um ex-aluno de Ilvermorny desapareceu.

— Não me diga que está achando que tenho algo a ver com isso? – riu – Olhe para minha situação Dumbledore, não estou em condições nem mesmo de comer minha própria refeição.

Alvo crispou os lábios em sinal de desgosto. Ele odiava quando Gellert fazia uso de sua ironia em momentos sérios como esse.

— Ele não era qualquer um, em outras situações eu até poderia acreditar em você, mas não dessa vez. Não quando se trata do primogênito dos Downing.

E então ele viu que Grindelwald passou a prestar mais atenção no que ele dizia.

— O jovem Alexander sumiu? Sempre soube que Ilvermorny não o ajudaria em nada. Se seus pais tivessem me ouvido ele teria estudado em Durmstrang e hoje não estaria desaparecido.

— Nos sabemos muito bem o motivo dos pais dele não seguirem seus conselhos.

Gellert riu.

— Você nunca se perguntou o por que de eu querer aquele garoto ao meu lado? Você nunca se perguntou o motivo de eu querer estar perto dos Downing?

— Eu não sou burro, é claro que sim. Mas me pergunto por qual motivo você se baseou em uma lenda arriscando tudo, logo você.

— Toda lenda tem um fundo de verdade Alvo e com essa não seria diferente. Um dia surgira um bruxo tão poderoso quanto eu, ou até mais e será ele a te provar meus ideais. Posso não ter conseguido o que sempre desejei, mas vocês jamais saberão o verdadeiro motivo de eu querer Alexander ao meu lado.

— Eu irei descobrir.

— Claro que vai – o prisioneiro riu com o sarcasmo bem presente em sua voz – Adeus Dumbledore.

O homem o encarou por mais alguns segundos e finalmente virou-se e começou a andar. Muitas coisas se passavam por sua cabeça, mas nesse momento ele só tinha a certeza de que ainda não estava preparado para rever Gellert.

Ele precisava de ar puro, precisava respirar e não demorou a aumentar a velocidade de seus passos até se ver fora da prisão.

Encarou a Numengard pela ultima vez respirando fundo. Ele precisava de respostas, mas por agora ele precisava colocar seus pensamentos em ordem.

E então aparatou deixando mais uma vez um vazio no local.

◘◘◘

França, Paris

Credence e Mary Anne andavam calmamente por uma rua qualquer de Paris. Desde os acontecimentos passados o jovem havia decidido morar ali, um lugar que lhe trazia paz e segurança. Pelo menos esse era o seu ponto de vista. Mary se tornou uma grande amiga sua que dividia um apartamento com o mesmo e os vizinhos já especulavam sobre eles serem um casal o que não era verdade. Mary se sentia atraída por Credence da mesma forma que se sentia atraída por dementadores. Sem cogitação.

— Fiquei sabendo que o circo vai voltar – disse a mulher de braços dados com Credence – Será bom rever nossos amigos – sorriu a mesma olhando para o amigo.

— Sim, será uma ótima oportunidade – Credence não era de muitas palavras, Mary já estava acostumada com isso já que era sempre ela a prolongar as conversas, pois se dependesse do amigo os dois só trocariam um “bom dia”, “boa tarde” e olhe lá.

— Extra! Extra! L'ancien élève d'Ilvermorny disparaît après d'expulsion.

(Extra! Extra! O ex-aluno de Ilvermorny desaparece após a expulsão.)

O homem olhou diretamente na direção de onde a voz vinha e viu um garoto, com seus quinze, dezesseis anos vendendo jornais. Mary Anne também percebendo isso tratou de abrir sua pequena bolsa e entregar uma nota para o garoto em troca de um jornal. Ela se aproximou novamente do amigo abrindo o jornal, procurou a noticia e quando achou começou a ler.

— O primogênito da família Downing, Alexander II desapareceu misteriosamente de sua residência não deixando rastro algum. Não é novidade para ninguém que o ex aluno havia sido expulso de Ilvermorny de modo suspeito onde os motivos não foram revelados... – ela olhou para o homem que a encarava – Ele era um Downin – hesitou ela antes de continuar – Justamente ele a desaparecer?

— Não vamos nos envolver nisso. Já tive problemas demais quando estava lá e não quero mais deles para a minha lista.

— Mas Credence! – tentou protestar a mulher, mas sem sucesso.

— Vamos logo, ainda precisamos comprar os tomates – Credence começou a andar sem olhar para trás.

— Seja um cavalheiro pelo menos e me espere – ela correu até ele.

Mary, apesar de amiga de credence desconhecia seu passado sombrio e quando tentava saber de algo o homem tratava de mudar o rumo da conversa ou simplesmente começava agir de maneira grosseira o que fez ela acreditar que o sobrenome “Downing” devia fazer parte do passado do amigo e como uma típica curiosa Mary iria descobrir.

◘◘◘

Biblioteca de Ilvermorny: O Assassino e o “Velho”. (1749)

Desde que abandonou a “Ordem de Bryn” Hakim se tornou um lobo solitário. Sozinho, apenas ele e sua foice. E essa situação era ótima para ele. Ele não queria ninguém ao seu lado enchendo o saco. Da ultima vez que isso aconteceu... Bem melhor não dizermos os detalhes.

Um detalhe muito importante sobre o assassino era que ele não gostava de ficar parado em um lugar por muito tempo, apesar de conseguir se adaptar facilmente ao mesmo ele não nasceu para ficar preso em moldes.

Quando ele dizimou os “Assassinos de Bryn” ele sentiu essa liberdade com euforia. Era como ter um orgasmo. Poderia ser algo cômico se não fosse trágico. Matou seus amigos, sua família, os aprendizes. Certamente esse dia estaria marcado nele para sempre. Remorso? Ele não sentia, ele fez o certo. Ele evitou que inocentes morressem e o mais importante, que a vergonha recaísse sobre eles novamente.

Ele nunca soube a repercussão que aquilo teve, não até frequentar uma taberna qualquer a beira de uma estrada.

Estava sentado em uma mesa afastada, com um manto negro envolto em seu corpo e um capuz da mesma cor bebendo sua caneca de vinho.

— Você não ouviu sobre o que aconteceu no vilarejo de Endor? – disse um viajante ao homem que estava do seu lado. Devia estar na sua terceira caneca de cerveja por seu estado.

— Só ouvi boatos.

— Um ex-membro da Ordem de Bryn matou todos os outros assassinos. Dizem que eles estavam planejando uma investida para conquistar uma outra vila.

— Então ele foi um herói?

— Assassinos não são heróis, eu adoraria colocar minhas mãos nele.

Hakim riu, ele sabia que o mesmo estava dizendo aquilo apenas para se “mostrar” para o outro.

— “Heróis? – pensou ele – tolos”.

◘◘◘

Essa foi a primeira vez que escutou falarem sobre si.

Ele era um assassino, um mercenário, o que na verdade era apenas uma desculpa. Ele sente orgasmos ao ver a vida se esvaindo dos olhos da pessoa e usa o dinheiro como um mero pretexto.

Aqui deixo claro que ele não é um vilão, não é um homem “mau”. Ele só não tem medo de esconder sua escuridão como muitas pessoas fazem, aliás isso é covardia, ter medo de mostrar sua verdadeira essência.

Ele viajou muito, conheceu todos os tipos de pessoa, e também criaturas que até os mais valentes voltariam para as saias de suas mães. Ele ganhou muita experiência e usou isso para se tornar mais forte. Ele sabia que era forte, mas não era tolo em achar que poderia vencer tudo e todos e por isso ele estava constantemente procurando evoluir.

— “Não basta você se tornar um adulto Elwyn, você tem que evoluir e muitos de nós falhamos nisso” – dizia seu pai nos seus ensinamentos.

Na época ele achou que evoluir era matar mais que os outros, mas depois ele descobriu que evoluir não é matar, não é ganhar poder, evoluir era mudar, se transformar, evoluir na verdade nada mais é que você pegar o velho e transformar ele em algo novo, como uma metamorfose de uma lagarta para a borboleta.

Mas não seja como uma borboleta, que apesar da beleza, elas vivem pelas flores, mas no fim, quando encontram um predador descobrem que o mundo também vive pelos espinhos.

Hakim passou a ser conhecido como “O Ceifador” ou “O Ceifador das Sombras”, e até hoje vive como uma lenda. Alguns acreditam no assassino que surge das sombras para aniquilar seus inimigos, outros acham que são apenas lendas de viajantes.

Certa vez o assassino encontrara um velho que parecia estar em todo lugar. Ele ameaçou o velho, ameaçou sua família, seu cachorro e nada. Ele continuava a lhe seguir

Irritado o assassino sempre desaparecia nas sombra e quando reaparecia o velho estava ali, no seu encalço. Certa vez irritado o Elwin perguntou o porque do velho nunca sair do seu pé e ele responde:

— Oras, é de minha natureza ajudar aqueles que precisam.

O assassino riu caçoando do mais velho.

— Como um velho poderia me ajudar?

— A pergunta é. Porque você precisa de ajuda?

Mesmo fingindo não se importar o assassino ficou com aquilo em sua cabeça. Como esse velho tolo poderia achar que ele precisaria de ajuda/ Oras, era ele que já estava precisando de muletas.

◘◘◘

A tempos que o velho Benjamim já não conseguia mais distinguir a realidade da fantasia. Ele apenas ficava ali, olhando para aquela macieira dizendo esperar um homem que viria tirar sua vida.

Sua filha já estava cansada de ouvir a mesma história. O assassino que prometera tirar a vida de seu pai quando o mesmo estivesse preparado. Ela não acreditava em nada, afinal seu pai estava louco e deveria ter criado tais delírios em sua cabeça era o que ela sempre dizia.

Seu neto mais velho já havia se formado em Ilvermorny, mas diferente dos outros homens da família ele preferiu seguir carreira literária e uma vez disse ao seu avô que acreditava nele, tanto é que tinha escrito o conto “O Velho e o Assassino”. Certa vez sua mãe lhe perguntou o que ele tanto esperava para terminar o livro e ele disse “a história não está completa, o assassino ainda não veio até o vovô”.

No fundo Ágatha sabia que a história de seu pai era verdade, ela certa vez vira o assassino pegando algumas maçãs na grande macieira da fazenda, mas preferiu acreditar que tudo fora uma ilusão. Ela não podia aceitar esse destino para seu progenitor. Ele tinha de ser imortal, não?

O velho mais uma vez estava sentado em sua cadeira de balanço olhando para a grande macieira enquanto cantarolava uma musica qualquer. Era sempre assim, fazendo sol ou chovendo, ele sempre ficava ali e só entrava quando a noite caia.

Ele esperava seu algoz o asseava por esse dia. Certa vez ele fez um juramento com um assassino, Kayn era o seu nome. Ele fizera ele prometer que tiraria sua vida quando ele já não fosse mais de serventia alguma para esse mundo.

Muitos diziam que Kayn era um homem, outros diziam ser um monstro, já as bocas mais maldosas diziam que na verdade Kayn era uma mulher.

O senhor Benjamim nunca o descreveu, ninguém sabia quem era ele, muito menos do que ele era capaz. Kayn, o ceifador era apenas uma lenda que muitos fingiam desacreditar pelo simples medo da morte.

— Pai o almoço já está pronto - disse a mulher da cozinha na qual terminava de colocar as tampas nas devidas panelas.

— Só mais alguns minutos minha filha.

Seus netos entraram como foguetes em casa reclamando de fome e ficaram ainda mais eufóricos quando sentiram o cheiro.

Benjamim sorriu, ele olhou para a grande macieira e suspirou alegremente. Levantou-se e começou a caminhar na direção da mesma.

Sua filha por sua vez assistia tudo pela janela. Lágrimas involuntárias começaram e molhar seu rosto, rapidamente ela fechou as portas para seus filhos não saírem. Seu marido apareceu na cozinha perguntando o porquê

Lá fora Benjamin chegou a grande macieira e ao olhar pra cima viu o jovem sentado em um dos gálios, segurando uma maçã em uma mão e sua foice em outra.

— Você está pronto? – questionou o assassino abocanhando a maça em suas mãos.

— Eu estava esperando por você.

— Se despediu de sua família?

O velho olhou na direção de sua casa e sorriu.

— Não precisa. Eles sabem que chegou a hora de partir.

— Ótimo - ele levantou-se e ficou de pé – como prometido será indolor. Tem certeza disso?

— Nunca tive tanta certeza em todas essas décadas de vida. Estou pronto meu jovem, você já deveria saber disso.

O Assassino deixou a maçã cair de sua mão e quando a mesma tocou no chão ele desapareceu e apareceu na frente de Benjamim que derramava lagrimas de seus olhos e sorria em excitação.

Elwin não disse nada, fez um movimento rápido e preciso e logo o velho cairá desacordado no chão.

Sua filha que assistia tudo já chorava descontroladamente junto ao seu marido. Ela sabia que era o desejo de seu pai, ela sabia que ele queria assim e se arrependeu de cada momento que duvidou do mesmo, de sua sanidade. Então ele se foi acreditando que sua filha não acreditava nele, pelo menos era isso o que ela pensava.

◘◘◘

O corpo foi enterrado aos pés da macieira e agora que o velho estava morto ele poderia falar:

— Naquele dia não entendi quando me questionou sobre precisar de ajuda. Caçoei de você e de todo o seu conhecimento. Mas com o passar do tempo eu fui aprendendo que ao longo da vida temos de assumir varias facetas para sobreviver e você queria me ajudar a destruir cada uma, mas sabia que restava uma. A Sua faceta. E então eu descobri que você, era eu.

 

Elwyn então pode entender que o velho na verdade era ele no futuro e que tudo aquilo nunca existiu. Mas ele aprendeu uma coisa, não importar o quão poderoso e letal você seja, se você não conhecer a si mesmo as vitórias serão apenas vitórias, sem um gosto a mais, sem o gosto da glória.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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