História My bad boy - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Romance, Yaoi
Visualizações 56
Palavras 2.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite,
Desculpem algum erro de ortografia esdrúxulo! (To bêbada de sonooo)
Boa leitura... :3
Fiquem a vontade para comentar qualquer coisa!
Obrigada por estarem lendo! ..:)

Capítulo 3 - Bêbado.


Fanfic / Fanfiction My bad boy - Capítulo 3 - Bêbado.

(RAMON)


- QUEM É VOCÊ!?

- Olha, calma... - Um menino baixo, branquinho e de cabelos castanhos diz tentando se aproximar.

- Calma? CALMA!? Onde eu estou!? - Pergunto, olhando ao redor, essa definitivamente não era a casa de Marcos. Mas que porra! Onde eu vim parar?

 Não estou lembrando de quase nada... só de pequenas partes da merda de noite que tive, mas definitivamente não lembro de ter ido para casa de um menininho fofinho!

Tento levantar, sinto minha cabeça girar. Meu Deus... o que eu fiz noite passada? 

- Você desmaiou na minha porta! Então eu te trouxe para dentro. Essa é minha casa. - Ele explica calmamente. 

Eu estava tão mal assim!? De todas as vezes que bebi, nunca havia desmaiado...

Se ele realmente fez isso... tenho que agradecer... se não, do contrário acabaria sendo roubado até a última peça de roupa. 

Olho para ele desconfiado, e o mesmo, assim como eu estava nervoso. 

- Obrigado. - Falo baixo. -  De qualquer forma... - Digo por fim. Ele não parecia mentir, e se fosse fazer algo comigo, já teria feito.

- De nada.- Diz dando um pequeno sorriso. - Então... Você está bem? Pois... Não parece. - Pergunta, agora já estava mais perto de mim.

 Pude sentir um cheiro doce vindo dele, era delicioso... ou seria apenas eu, fedia tanto, que qualquer cheiro melhor, se torna um aroma maravilhoso. 

Ele continuava a me encarar, tinha olhos grandes e castanhos. E era consideravelmente bonito... mas isso não importa. 

-Estou bem... - Digo -  Você não tem medo? Eu poderia ser alguém ruim....  sabe, e fazer algo com você. - Previno. Quantos anos será que esse menino tem? 

- ah... verdade, mas eu corri esse risco. - Disse olhando os pés  - Você não é ruim, né? E além disso... sei me defender! - Diz confiante. Nossa... cadê os pais desse menino? 

- Huhum... Não sou tão ruim. Mas... cadê seus pais? - Pergunto. Esse desnaturado não pode  estar assim sozinho. Não que eu me preucupe... mas ele me ajudou então devo a ele de certa forma.

- Pais!? - Ele se sobressalta - Eu moro sozinho! - Diz aparentemente ofendido. Ops... Falei merda de novo, mas não é minha culpa que ele tenha essa carinha de criança.

- Ah... Achei que você tinha 14 ou 15 anos - Digo refletindo. Observo ele colocar as mãos na cintura e dizer meio irritado:

- Tenho 17. - Admite, me surpreendendo. - E você? Tem 25? 23? Ou 21?  - Pergunta fazendo várias suposições, todas erradas. 

- Eu... Tenho..-

- Ou você poderia ter... 18 - Me interrompe - E está tendo essas experiências ridículas de se afogar na bebida, e depois se ferrar - Observo ele surpreso. Afinal... ele acertou quase tudo. - Mas... quem é você finalmente?  - Pergunta com uma voz estranhamente doce.

- Meu nome é Ramon, muito prazer te conhecer ....? 

- Jake, é meu nome. - Estende a mão. Aperto a dele calmamente,  era macia e quentinha.  - Prazer te conhecer dessa forma tão esquisita também... Ramon. - Diz sorrindo.

- Você usa creme nas mãos? E... poderia me dizer as horas? - Pergunto, afinal quanto tempo tinha ficado aqui? Enquanto vasculho meus bolsos procurando minha carteira, e celular. E ainda bem, estava tudo intacto.

- O que? Creme...? As vezes, porque essa pergunta do nada? - Ele faz uma cara estranha. - E são... quase 3 horas. - Diz olhando no celular, que tinha pego em cima da mesa.

- 3 horas da tarde!? - Pergunto surpreso. Realmente tinha ficado muito tempo... Marcos ia me matar.  Ou me surdar de tanto reclamar...

- Não, da manhã. - Fala normalmente. Percebo olheiras profundas debaixo dos seus grandes olhos castanhos.

-Da manhã? Meu deus... ainda tenho tempo... Então Jake, obrigado pela estadia aqui na sua casa, valeu pelo que você fez por mim. - Digo apalpando os bolsos - Poderia me levar a porta? - Questiono levantando.

- Ah... sim. Poderia te levar, já sabe onde fica sua casa agora? - Pergunta sarcasticamente.

- Sempre soube... só que...- Começo a revirar os bolsos irritado. Tirando minha carteira e meu celular com cinco ligações de Marcos. - O merda...

- Algum problema? - Pergunta sentando na beirada da sua mesa.

- Mais ou menos, só perdi a chave de casa. - Digo colocando a mão sobre o rosto, pensando em todos os problemas que tenho, se acumulando. - Enfim... vamos, melhor você ir dormir está tarde, onde fica a porta?

- Porque está preucupado com meu horário de dormir? Eu estou acostumado a esse horário. - Reclama. Finjo que acredito, pois sua cara sonolenta dizia totalmente o contrário.

- Huhum... - Digo andando até ele.

- Onde você vai dormir então? - Questiona aparentemente preucupado.

- Não importa. Eu me viro, qualquer lugar... - Respondo, olhando o chão como se fosse a coisa mais interessante que já tinha visto.

- Nossa, então tá...- Diz sem graça, será que ele não liga se eu ficar?  - Vou te levar a porta... - Diz e começa a andar. 

Começo a segui-lo quando meu estômago revira, e minha visão embaralha de novo.




(JAKE)


Ando em direção a porta, ele é muito desconfiado, deve achar que eu vou rouba-lo durante a noite, ou sei lá o que... prefere dormir na rua do que ficar aqui... Isso me irrita.

- Aqui, a porta. - Digo me virando. Percebo que ele não estava atrás de mim. - Oi? - Volto até o quarto o procurando.

Encontro ele, com as mãos no joelho, mais suado do que antes, e branco como uma folha de papel...

- Meu Deus! Você está bem? - Pergunto tentanto levanta-lo.

- Estou. - 

- Mas não parece,  - Digo preucupado. - Esta branco e suado, deixa eu te ajudar.

- Não precisa! To bem. -  - Diz se afastando.

- Qual o problema? É tão machão para admitir que não está bem ou precisa de ajuda?  - Respondo irritado. Eu só posso estar louco... mas talvez isso faça ele cair na real.

- Quê!? - Pergunta surpreso.

- Você ouviu, então você está bem? - Pergunto segurando seu braço, e dessa vez ele não se afastou.

- Vo-voçe tem... um balde? - Pergunta já de outra cor, fechando os olhos. Rapidamente entendo o recado, e o levo correndo  para o banheiro. 

(TEMPO DEPOIS) 

Dava para ouvir ele colocando as tripas para fora, tinha ido até a porta do banheiro que ficava no quarto ver se ele estava ao menos vivo, e a resposta era sempre o mesmo barulho de tosse, ou dele se engasgando. 

Levanto e vou até o armário, pego uma toalha caso ele precise, e olho o celular que até agora não tinha nenhuma mensagem ou ligação de Nial. O que me preocupava um pouco, até lembrar que ele poderia estar na casa de qualquer uma que ia "pegar" hoje a noite.

- Eai... - De repente, a voz fraca e rouca dele vem de trás de mim. 

- Que susto...! Nossa você está mal. - Digo com receio dele reclamar ou falar "Estou bem" , mas, ele só fica quieto, e afirma com a cabeça.

 Ele não estava mesmo nada bem, não o conheco e tal... mas ele tem cara de que quando algo não o agrada, não fica quieto. 

- Será que posso me lavar? - Diz se olhando com nojo.

- Ah, sim claro! - Respondo animado com a possibilidade dele ficar por mais tempo. Eu estava me sentindo muito... solitário últimamente, não tenho muitos amigos só Nial, que não sei por que ainda fica comigo, ele é popular, bonito e eu sou um nada. Ele tem vindo frequentemente aqui, até passa a noite as vezes. Não sei porque... Depois de muito tempo, pois eu havia o proibido de dormir aqui. Por uma noite ele ter voltado totalmente bêbado e tentado ficar comigo. - Tome sua toalha. - Ele segura, observando meus movimentos. 

Vou até o armário pego uma cueca nova, que nunca tinha usado, a calça mais folgada, e uma blusa enorme que na verdade era de Nial.

- Tome. - Entrego tudo a ele, e o mesmo entra no banheiro fechando a porta atrás de sí. Puxa... ele estava todo quieto e estranho, ele deve ter bebido todo tipo de coisas horríveis.

Caminho até a cozinha, pego um copo de água,  e frutas, ele deve estar desidratado e precisando de nutrientes. Aproveito e pego uma colher de Nutella para mim, preencho toda e coloco na boca saboreando. Volto para o quarto e o barulho do chuveiro já havia cessado, ele deve estar se enxugando ou se arrumando. 

Coloco tudo que havia pego sobre a mesa repleta de livros, e vou até a cama me sentando e esperando. 

.

.

.

Ele abre a porta, já vestido com tudo que havia lhe dado.

- Essa cueca..?

- Era nova. Ou seja, estava limpa... - Digo por precaução.

- Ah sim... ela está meio apertada. - Fala normalmente. Me surpreendendo,  Meu Deus...

- Serio!? Nossa senhora... - Digo vermelho. Escuto uma risada debochada.  - Aqui bebe, te trouxe isso, líquidos são muito importantes. - Falo tirando os pensamentos da minha mente, tipo, qual seria o tamanho do pênis dele!?

- Valeu... - Agradece e bebe toda a água em menos de um gole, partindo depois para as frutas. Acabando em menos de um segundo.

- Eí, gosta de Nutella? - Questiono quando ele acaba de devorar tudo, e se senta em meu lado na cama. 

- Não muito, é enjoativo. - Reponde, acabando com minhas expectativas. 

- af... - Bocejo de repente, agradecendo que amanhã não tem aula. - Então, está com sono? -Olho para ele que me encarava cansado. 

- Mais ou menos, eu posso dormir no sofá. - Fala levantando e se espreguiçando. Ele ficou bem mais relaxado depois do banho... ainda bem.

- Não tem necessidade, um amigo meu vai dormir lá hoje, isso se ele vier... - Digo me referindo a Nial,  prefiro que Ramon durma comigo, ele  não deve ser ousado nem tarado... como o outro. - Se você não tiver nenhum problema pode dormir aqui comigo. - Sorrio fraco.

- Certo. - Cogita um pouco, mas logo aceita. - A cama é de solteiro mas deve dar, se eu me encolher no canto.

Arrumei a cama, desliguei a luz, dei uma última olhada no celular, e nada de Nial. Desligo a tela coloco em qualquer lugar, e vou em direção a cama, onde ele estava sentado na beirada.

- Pronto... pode deitar aí. - Digo e ele recosta na cama, já de olhos fechados. Engatinho até lá e vou para o canto da parede, e fico escolhido. 

- Valeu. - Agradece baixo.

- De nada... - Respondo da mesma maneira.

- E aí, seu amigo que vem para cá, está na boate também? - Pergunta meio grogue de sono.

- Sim...

- E o que ele fez para você preferir deitar com um estranho, a um amigo? 

- Ah... você não é mais tão estranho. - Sorrio -  Ele tentou me beijar e sei lá mais o que que ele ia fazer... - Respondo sem graça. Observo ele abrir os olhos, virar o rosto e me encarar.

- Nossa. Que idiota...  - Diz serio.

- Ele só... devia estar bêbado demais, ele nem é gay. - Falo pensando nessa situação, ficando constrangido. 

 - Quem sabe... - Diz refletindo.  - E você é? 

- Gay? Eu... Não sei, nunca tive experiências suficientes para saber direito o que sou... - Falo com um sorriso amarelo.

- Ata... entendi, voce nunca fez sexo não?  

- Ahn... Não. Ainda não... praticamente não beijei também. - Digo olhando algum ponto fixo no seu rosto.

- Que pena... você é bonito, um virgem bonito... - Diz de olhos fechados, com a voz embolada.  Deve estar dormindo, porque o que ele disse... foi esquisito. 

- Sou um virgem bonito... - Repito antes de fechar os olhos devagar.

.

.

- Que isso... - Dormia tranquilamente, quando começo a ouvir fortes batidas no portão, que me assustam. - Droga Nial... - Sussurro coçando os olhos. Me levanto com cuidado para não acordar Ramon que já estava no milésimo sono, pego as chaves e caminho até a porta.

Abro lentamente para ver quem estava lá,  afinal já eram umas quatro horas...  e dava para ouvir um grande barulho que vinha da rua da boate. Que será isso? Festa ainda...? 

Me deparo com Nial sentado no chão com uma lata de cerveja.

- Fala sério... - Reclamo, pego a lata dele, jogo fora todo o resto da bebida, e devolvo para sua mão que continuava aberta.

- Não sabia que você bebia... - Fala totalmente bêbado. Droga... 

- Eu não bebi, joguei fora. Vamos, entra. - Puxo ele, que quase cai de cara no chão.

O coloco no sofá, e vou a cozinha pegar água. Deixei todas as luzes apagadas, estava meio escuro, mas como estava acostumado não tive muitos problemas,  e se eu visse muita luz ia acabar despertando, ou acordando Ramon.

- Eí... Porque não posso dormir na cama? - Pergunta da sala.

- Shh... Fala baixo! Porque o sofá é mais confortável. - Dou qualquer desculpa, tentando faze-lo ficar quieto. 

Abro o armário,  fico na ponta dos pés, tentando pegar um copo. Quando uma mão aperta minha bunda.

- Você tem uma bela bunda.

- Qué!? - Pergunto assustado. 

- Foi o que.. e-eu disse.. - Nial fala tentando se aproximar. Se embolando nas próprias palavras.

-  Saí! Nial você está bêbado! - Empurro ele com os braços. - Se afasta, eu vou te expulsar daqui!

- Só uma vez... - Pede me abraçando abaixando a mão, sempre que tinha oportunidade para minha bunda.

- Não... Para. - Reclamo batendo nas suas costas, mas não adianta. - Nial! 

Grito quando ele pega meu rosto e levanta, me beijando, empurro seu peito sem sucesso.

Ele pede passagem com a língua, eu não permito, tentando me segurar o máximo que dava. O gosto de álcool penetra minha boca.

Agora ele está passando dos limites...


...










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