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História I'm a Bitch! (SaiDa) - Capítulo 2


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Notas do Autor


muito obrigado por estarem favoritando a história 💞💞✋, boa leitura à todos.^-^

Capítulo 2 - Garota possessiva.


Fanfic / Fanfiction I'm a Bitch! (SaiDa) - Capítulo 2 - Garota possessiva.

Sana após ter tomado um banho quente, vestiu uma calça moletom e um casaco preto, ela foi até o espelho que tinha ali no quarto e amarrou seu cabelo. A mesma decidiu sair daquele quarto com pouca iluminação, estava com bastante fome, não havia comido nada desde os acontecimentos anteriores, ela ainda estava triste por seu pai, sentia raiva da tal Kim Dahyun pela mesma ter mandado matarem seu amado pai. 

Passou uma das mãos pela duas bochechas rosadas enxugando as lágrimas, deu um suspiro e abriu a porta indo em direção a grande escada, desceu cada degrau enquanto observava atentamente aquela enorme mansão. Era lindo, Sana ouviu uma voz rouca a chamar baixinho. Era a senhora que tinha falado com ela minutos atrás.

– Venha por aqui querida, nós preparamos algo para você comer. – disse sorrindo e guiando-a até a mesa de jantar.

– obrigada, eu realmente estou com fome. – disse sorrindo colocando a mão no estômago sentindo o mesmo roncar.

Logo que chegaram, a japonesa franziu o cenho ao ver a grande mesa cheia de comida, parecia um banquete, tudo aquilo era pra ela? A idosa afastou uma cadeira da mesa e Sana se sentou olhando ao redor, ouviu passos e olhou para trás vendo alguns empregados indo lhe servir.

– É.. p-precisa de tudo isso? – perguntou envergonhada, nunca havia sido servida por tantos empregados, em sua casa ela sempre botava sua própria comida sem precisar de ajuda alguma.

– a Senhorita Dahyun disse que era para nós servirmos o seu jantar querida. – a mulher sorriu e fez um sinal com a mão.

Uma menina alta e de cabelos castanhos claros, colocou a comida de Sana colocando o prato na frente da mesma. 

– podem ir, principalmente você Tzuyu. – a mais velha ordenou e a garota se curvou logo recebendo um sorriso gentil de Sana.

A menina por um momento corou e a japonesa notou aquilo dando um riso baixinho, os empregados saíram ficando só a mulher de cabelos brancos.

Enquanto Minatozaki comia, era um silêncio, só podia se ouvir o som da colher batendo no prato quando a mesma pegava um pouco da comida e colocava em sua boca.

Ela decidiu quebrar o silêncio.

– Então... Como a senhora se chama? – parou de comer à olhando.

– me chamo Min-hee, não precisa me dizer seu nome. Você é Sana, certo? – falava passando a mão pelo avental que usava.

– sim. – assentiu e abaixou a cabeça continuando a comer.

Alguns segundos depois, Sana já havia terminado de comer, estava de barriga cheia e quando iria se levantar para ir pro quarto, ela e Min-hee ouviram o barulho da porta batendo fortemente, a velha empregada deduziu ser Dahyun.

E realmente era, a roxeada foi até às duas, sua roupa estava um pouco ensanguentada, havia uma arma em sua cintura. Sana se assustou um pouco, já a idosa que estava entre as duas não se assustou, estava acostumada a ver Dahyun nesse estado, além disso sua pequena garotinha era chefe de uma gangue.

– Já jantou Sana? – a Kim perguntou seriamente.

– S-sim... – respondeu gaguejando.

– ah.. bom, Dahyun... Deixe que eu lavo suas roupas. Levarei seu jantar em seu quarto. – Min-hee deu um pequeno sorriso.

– obrigado Noona. – assim que terminou de falar, direcionou seu olhar a Sana que observava o lustre que tinha no teto.

Sana sentiu ser puxada pelo braço, quando olhou era Dahyun, elas já estavam subindo às escadas, o fedor do sangue que tinha nas roupas da Kim estava ficando forte.

Elas chegaram no quarto, Sana foi até a cama se sentando na beirada observando Dahyun retirar as roupas e jogar a arma encima da cama.

– Não ouse pegar a minha arma. – apontou para a arma que estava ali na cama e Sana virou a cabeça cruzando os braços.

Minutos depois, Dahyun já estava vestida com um blusão e uma calça, Min-hee passou no quarto para deixar o jantar dela e pegar suas roupas sujas. Nesse exato momento, Dahyun limpava sua arma com um paninho, a japonesa já estava entediada, queria poder se comunicar com Jihyo e avisar a mesma que agora estava morando com uma completa estranha em uma mansão gigantesca e que seu pai havia falecido.

– Porque está com essa cara? Quer o seu celular? – a roxeada disse sorrindo mantendo o olhar na arma que já estava brilhando de tão limpa.

– e-eu... Quero! – Sana mordeu o lábio, não aguentava ficar sem seu celular.

– tudo bem, pode ter o seu celular. – levantou-se e foi até a estante de bebidas pegando o aparelho indo até Sana logo depois. 

A morena ergueu sua mão sorrindo alegre, mas Dahyun à olhou profundamente.

– mas... Nada de dizer a suas amiguinhas que está aqui, certo? Nem tente ligar para a polícia, porque se não... Pow! – apontou seu revólver na cabeça da loira que estremeceu com medo.

Ela já tinha seu celular em mãos, desbloqueou a tela vendo 30 mensagens de Jihyo e algumas chamadas perdidas. 

SMS ON;

JIHYO: Minatozaki?? Aonde você está?? Não responde às minhas mensagens! Até estive aí em sua casa. Responde logo sua safada!

SANA: Eu estou bem Hyo. É meio complicado a situação em que eu estou agora...

JIHYO: o que aconteceu? É algo grave? 

SANA: se lembra que te falei que meu pai era chefe de uma gangue? 

JIHYO: era? Sim, eu lembro.

SANA: hoje invadiram nossa casa e acabaram matando ele... 

JIHYO: COMASSIM??? aonde você tá meu Deus?? 

SANA: basicamente, estou na casa de uma chefe de uma gangue assassina, a gangue rival da do meu pai. 

JIHYO: Isso é tão confuso? Me explica direito por favor. 

SANA: você pode vir amanhã aonde eu estou, aí eu te explico tudo direitinho. Irei ver com a Dahyun...

JIHYO: quem é Dahyun? 

Jihyo se sentia confusa com tudo aquilo que a amiga lhe contou, estava muito preocupada com Sana, ela não tinha mandado sinal de vida desde que saíram da faculdade e agora apareceu do nada contando sobre gangues e outras coisas.

SANA: boa noite!

JIHYO: que? Espera aí sua piranha, me conta tudo!

SANA: eu já disse que amanhã lhe contarei. Tenho que ir dormir, boa noite.

JIHYO: tá bem, amanhã quero explicações!

...

SMS OFF;

Colocando seu celular encima da cômoda, virou-se para ver Dahyun que a observava com um olhar psicopata. Sana deu um pulo quase caindo da cama e suspirou fundo.

– Com quem estava conversando? – Dahyun se sentou não parando de à olhar, aquilo assustava a morena.

– C-Com minha amiga da faculdade. – deu um sorrisinho.

A Kim arqueou a sobrancelha continuando a olhar pra ela que desviava o olhar.

– olha... Posso.. chamá-la pra cá? – perguntou apenas recebendo um olhar sério da maior.

– é.. pode, pode sim. Só espero que não digam nada a polícia, não quero encrencas. – apenas respondeu virando-se para o outro lado da cama e se cobrindo com o cobertor macio.

a outra nada falou, se deitou fitando o teto, alguns segundos depois já estava dormindo profundamente, tinha sido um dia cansativo para ela. Dahyun ao ouvir a garota suspirando se virou e a olhou levantando sua mão direita tocou nos cabelos castanhos dela, Sana estava encantando Dahyun de um jeito diferente. 

07h52.

Já de manhã, Sana acordou vendo Dahyun terminando de arrumar os cabelos grandes e roxos. 

– já acordou? – ela olhou Sana pelo espelho que se levantou da cama espreguiçando-se.

– Bom dia. – disse gentilmente, mas não recebeu um outro "Bom dia" como resposta.

– sua amiga virá certo? Não quero bagunças. 

– Hyo não é bagunceira, ela é super carinhosa, parece uma pessoa idosa. – a morena disse rindo se lembrando dos sermões que Jihyo dá nela quando ela faz alguma burrada.

– Ok então.. – realmente a Kim não queria saber sobre a amiguinha de Sana, aquilo estava lhe irritando. – estarei em meu escritório, qualquer coisa é só chamar.

Dahyun disse a localização de onde elas estavam a Minatozaki que assentiu vendo-a sair pela porta, correu até o seu celular e o pegou avisando a Park que ela poderia vir e mandou a localização, recebendo um emoji de "👍" como resposta.

Indo ao banheiro, ligou a torneira da pia jogando um pouco de água em seu rosto, escovou seus dentes com a sua escova. Os capangas de Dahyun haviam trazido tudo de Sana, até sua escova de dentes.

Ela saiu do quarto e Hoseok, um dos capangas foi até ela.

– Tem uma garota querendo lhe ver, diz ser sua amiga. – ele disse e Sana sorriu feliz.

Os dois foram até a porta e ela recebeu Hyo que a abraçou fortemente, as duas ficaram na sala, Jihyo ficou impressionada com o tamanho que era aquela mansão.

– Agora vai me contar porque está morando nessa mansão tão luxuosa? – cruzou os braços dando um riso.

– na verdade ontem, eu tinha saído da faculdade e ido para casa. Você mesma viu não foi? – Jihyo assentiu prestando atenção em cada detalhe que Sana lhe contava. – quando cheguei, lá estava meu pai, invadiram a nossa casa perguntando sobre uma bolsa de dinheiro que ele havia pego dessa tal Dahyun. Ele não quis devolver, então, uma garota loira atirou no meu pai... E..

Nesse ponto, a japonesa se lembrava de seu pai lhe puxando enquanto caía no chão frio do quarto, enquanto sua cabeça sangrava.

A Park se aproximou dela e abraçou passando as mãos nas costas da menina que apertou os olhos sentindo arderem.

– e-essa d-dahyun.. ela mandou matarem meu pai Hyo! Eu não pude fazer nada. Nada pra impedir! – secava as lágrimas, mas nada adiantava pois ela chorava mais ainda.

– denuncia pra polícia Sana! Isso não pode ficar assim! – a amiga disse brava com aquilo, a tal Dahyun estava fazendo sua pequena sofrer, ela não gostava daquilo.

– n-não posso... – sussurrou baixinho.

– Porque?! Essa tal de Dahyun é tão perigosa e brava assim?! – começou a falar alto.

– Jihyo!! – repreendeu a mesma, Sana torcia para que ninguém tivesse ouvido os gritos de sua amiga doida.

– Sou. – uma voz rouca respondeu a pergunta de Jihyo que olhou para trás vendo uma mulher se aproximando das duas. 

Sana se arrepiou, ela realmente dava medo só de olhar naqueles profundos olhos.

– hmm.. você é a Dahyun? – a morena sorriu sem ter medo algum.

– Sim, sou. Você é a amiga da Sana? – olhou para as duas sorrindo cínica.

– aham. Ela me disse que você está a mantendo aqui! Porque? – já com uma expressão de raiva, Hyo se aproximou ficando frente a frente com a Kim.

– Porque?... – fez um bico pensando em o que falar. – Porque eu quero! Ela não tem escolha, não tem mais família. Então.. tenho ela em minhas mãos. Não é, Sana? – foi até ela que se mantinha calada, passou as mãos pelo queixo dela dando um riso.

– Você é maluca mesmo hein. Deixe-a ir! Ela tem a mim, sou a melhor amiga dela. 

– como? Você pode vir visitá-la quando quiser, ela poderá ir para a faculdade como sempre fez mas, não irei deixar ela. – respondeu ainda sorrindo, mostrando seus dentes.

– Mas... – a Park já estava cheia daquilo, iria dar uma resposta, mas foi interrompida pela Minatozaki.

– Hyo! Você pode ficar para o almoço... – a pequena falou olhando-a, o olhar dizia que não era para ela enfrentar a Kim, se não ela poderia fazer algo com a mesma. Algo muito ruim.

– certo pequena. – se sentou de seu lado acariciando suas bochechas.

Dahyun sentia um ciúmes, ver Jihyo tocando nas bochechas de Sana fazia seu ciúmes aumentar mais ainda.

Ela saiu dali para não ter que ver mais aquela cena de carinho entre as duas.

    °°°

O tempo se passou, Jihyo e Sana conversavam sobre várias coisas, a Park falou sobre o garoto que ela estava realmente interessada, seu nome era Daniel. Hyo falava tão apaixonadamente do rapaz que Sana só sabia rir com as expressões que ela fazia.

Chegou a hora do almoço, na mesa estava Dahyun já sentada esperando pelas duas e principalmente por Sana.

Jihyo se sentou em uma das cadeiras, quando Sana iria sentar ao seu lado, Dahyun apenas observou com um pouco de raiva.

– Sana... Porque não se senta ao meu lado? – indagou mantendo seu sorriso cínico.

– ah.. é que.. eu queria sentar ao lado da Jihyo... – disse sorrindo.

A morena olhava o jeito que Sana tremia ao falar com a Kim.

– Mas eu quero que você sente ao meu lado.. anjo. – sorriu forçado cruzando as mãos encima da mesa.

– Porque? – Dahyun já estava ficando irritada, com tantas perguntas que Sana fazia, ela só queria que a garota sentasse perto dela e pronto!

– Porque sim! – bateu a mão fortemente na mesa e Sana engoliu à seco.

– Pode ir Sana, eu não me importo. – a Park deu um riso tentando acalmar a situação.

Ela foi até o outro lado da mesa e se sentou do lado de Dahyun que sorriu satisfeita pegando o copo de vinho e levando até a boca bebericando um pouco.

O almoço foi em total silêncio, ninguém falava nada. As vezes Sana sentia a mão gelada de Dahyun passando por sua perna, olhava para a de cabelos roxos que mordia os lábios suavemente.

– Jihyo... Hmm.. você estuda na mesma faculdade que a Sana né? – Dah pergunta quebrando o silêncio.

– sim, mas acho que irei desistir de ser psicóloga. – disse e Sana arregalou os olhos.

– O que?! Quando iria me contar isso? 

– ontem, só que você não estava respondendo minhas mensagens né. – deu de ombros.

– Se irá desistir dessa profissão, irá ser o quê então? – a maior questionou curiosa.

– Meu pai quer que eu o ajude na sorveteria, mas acho que quero ser veterinária, gosto de animais. – falou confiante, Sana riu pois Jihyo sempre escolhia alguma profissão e depois desistia.

– interessante... – Kim sorriu.

Minutos depois, Sana já se despedia de Jihyo, os capangas estavam ali presentes, a japonesa não gostava de ser vigiada pelos mesmos.

– Me manda mensagem, tá bom pequena? – abraçou ela que retribuiu. 

– Tá bem, Omma Hyo. – brincou e ambas riram.

Shownu, um dos homens deu um riso mas logo se recompôs. 

– Menina, você deu sorte! Esses capangas são lindos demais. – disse sorrindo maliciosa, comendo Shownu com os olhos, o mesmo deu uma piscada para ela que riu.

– Tá bom! Já chega! Mantenha sua heterosexualidade longe de mim. – empurrou ela rindo.

– Tchau lésbica futurista. – acenou rindo.

Finalmente ela foi embora e Sana entrou, viu a garota de ontem a noite que lhe serviu o jantar limpando o chão da Sala.

Sana se aproximou e se abaixou ajudando-a à limpar o chão. Ela não deixaria a garota limpar aquilo tudo sozinha, não mesmo. 

– deixe que eu limpo, S-Senhorita... – tentou pegar o pano molhado da mão dela.

– quero ajudar a limpar, por favor... – olhou para ela que lançou um olhar doce e tímido.

– a S-Senhorita Dahyun ficará brava... – disse ao se lembrar dos vários palavreados que já recebeu de sua chefe, após seus primeiros dias dentro daquela casa.

– eu não ligo. – apenas respondeu começando a esfregar o chão.

Com a ajuda de Sana, Tzuyu terminou de limpar o chão rápido, as duas se divertiram bastante conversando sobre coisas aleatórias, Sana aproveitou e conheceu mais um pouco daquela tímida garota que a encantou bastante.

Na hora de guardar as coisas, a mesma acabou escorregando em uma parte do piso molhado e Tzuyu a segurou pela cintura, ela sentiu seu corpo gelar. Seus rostos quase se aproximando, até que...

– MAS QUE PORRA É ESSA!? – aqueles gritos fizeram as duas se assustarem e se separarem rapidamente.

Tzuyu já conhecia aquela voz, era Dahyun que descia das escadas extremamente irritada com o que havia visto. As duas, quase para se beijarem e aquilo fez Dahyun ter bastante raiva. Apontando sua arma que estava na cintura para Tzuyu, Sana entrou na frente.

– SAI DA FRENTE! EU VOU ACABAR COM ESSA GAROTA! – Berrava irritada, com os olhos vermelhos de raiva.

– Não faça isso! O que deu em você!? Porque está assim? – a morena gritava também, mas não tanto. Ela não iria deixar Dahyun fazer nada com aquela pobre menina.

– VOCÊS ESTAVAM QUASE SE BEIJANDO! ACHA ISSO ÓTIMO? UMA EMPREGADA QUALQUER PEGANDO O QUE É MEU!!!! – pegou a frágil menina pelo pescoço, começou a enforcá-la.

Sana empurrou Dahyun e Tzuyu começou a tossir, ela foi até a mesma tentando acalmá-la enquanto Dahyun continuava irritada.

– SAI DE PERTO!! – pegou Sana apertando seu braço. 

– M-Me solta! Está me machucando! – começou a chorar.

– SAIA AGORA TZUYU!!! NÃO ME APAREÇA MAIS AQUI!! Iremos ter uma conversa depois! – disse e a menina que mantinha a cabeça abaixada pegou o balde e o esfregão saindo dali.

Ela saiu chorando, queria poder enfrentar Dahyun e dizer que ela não podia tratar Sana tão mal assim, mas infelizmente não tinha coragem e a mansão era a moradia dela, não tinha ninguém da família, aliás foi abandonada aos 10 anos e fugiu do orfanato.

. . . 

No quarto, Sana foi jogada brutalmente na cama, Dahyun trancou a porta passando as mãos pelo cabelo suspirando brava.

– Teve sorte de eu não ter atirado na cabeça dela! – ainda falando em um tom bravo, observou Sana se encolher chorando.

– P-Porque a tratou assim? – perguntou falando baixinho.

– Porque? Vocês estavam quase se beijando, perto uma da outra! 

– Eu só escorreguei e ela me ajudou a não cair! – gritou com raiva.

– Você tem que entender que é só minha! Desde ontem! – foi pra cima dela, as duas caíram na cama, a Kim ficou por cima.

– Não sou sua! NÃO SOU! ME SOLTA! – se debateu chorando.

– PORRA SANA FICA QUIETA UM MINUTO!!! SERÁ QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE SE CONTROLAR?? – segurava nos dois braços dela.

Sana desistiu de tentar sair e jogou a cabeça para trás secando as lágrimas. Dahyun se acalmou e levantou o rosto dela que estava vermelho de tanto chorar.

– Escuta... Eu não quero gritar com você e nem lhe fazer mau... 

– já está me fazendo mau! – fechou os olhos colocando suas mãos no rosto.

– Desculpe. Eu.. eu não quero que você chore, é que você tem que entender que eu ajo de forma irritada. – Acariciou as mãozinhas dela que abriu os olhos à olhando.

– tudo bem... Só não faça nada com a Tzuyu, por favor. – implorou olhando-a de uma forma manhosa.

– Ok princesa. – assentiu. A japonesa sorriu e Dahyun sorriu também.

Ambas as duas se aproximaram e Dahyun celou seus lábios com os de Sana, iniciando um beijo feroz, a morena retribuiu sentindo Kim dar mordidas em seu lábio, ela sentia várias borboletas em seu estômago, aquele beijo era excitante para ela.

A porta foi aberta e Dahyun se afastou vendo Jeongyeon. Sana observou a maior indo até a loira, elas conversavam algo seriamente. Sana só conseguia pensar no beijo de segundos atrás, deu um sorriso e direcionou o olhar pra Dahyun que pegou sua arma.

– Fica aqui pequena. Eu irei resolver um probleminha. – falou e saiu rapidamente batendo a porta.

Ela apenas ficou sem entender nada, “talvez ela irá trocar tiros com alguém.” – Pensou, suspirando e encostando a cabeça na cabeceira da cama, queria sentir os lábios de Dahyun tocando os seus novamente. O que aconteceria se Jeongyeon não tivesse atrapalhando o momento? Será que rolaria algo a mais? Sana perguntava a si mesma, se lembrou também de minutos atrás das gritarias de Dahyun por causa de Tzuyu.

Se deitou e logo dormiu.






Notas Finais


Vishkk 🥰


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