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História I'm bad guy - Capítulo 12


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Notas do Autor


Desculpe... Ead é um saco, e agora que eu estou de recesso vou ver se posto.

Capítulo 12 - Eleven


– Então, você foi adotado quando tinha seis anos e a cobra tinha oito...

– Basicamente... E pode não chamar a Lila assim?

– Claro... E como a piranha mirim agiu?

Marc da uma risada curta.

– Ela... Me deixou trancado na dispensa da cozinha... Durante uma noite inteira...

– Vem cá... Seus pais nunca falaram ou estranharam nada não?

– Eles não ficavam muito em casa, então não percebiam muita coisa...

– E as empregadas?

– Maioria percebia, mas não podiam falar para nossos pais.

– Motivo?

– A última que tentou foi despedida.

– Devo perguntar o por quê?

– O resumo é jóias da minha mãe parando na bolsa dessa empregada.

– Caralho, quantos anos tinha a cobra mirim?

Marc mais uma vez riu devido ao apelido usado pela azulada.

– Se eu não me engano onze anos...

– Okay, eu preciso de mais milk-shake pra continuar ouvindo essa história. Vou lá pedir, quer mais?

– Não valeu.

Marinette se levantou e Marc a observou. Em sua cabeça passava como que ele estava sentado, tomando milk-shake, contando sobre sua difícil infância, para a mesma garota que o ameaçou com um copo de vidro dentro de um avião... E que naquele exato momento virava um soco na cara de um garoto e caminhava super puta em sua direção.

– Vamos.

Sem nem perguntar o moreno se levantou e seguiu Marinette, essa que pisava duro e exalava uma áurea de perigo extremo.

– Posso perguntar o que aconteceu? – A voz do moreno saiu um pouco hesitante.

– O desgraçado apertou minha bunda! – A voz irada da azulada deixava bem claro toda sua raiva.

Sem saber como reagir, Marc acelerou os passos pra acompanhar a azulada.

– O que quer fazer agora?

– Agora? Você quer saber o que eu quero fazer acompanhada de você ou o que eu quero fazer sem você?

– A primeira opção... Sinto que nessa opção não tem assassinatos.

– Oh, nos conhecemos em menos de 24 horas e você já sabe o que eu to pensando! Mas agora, que tal irmos ao cinema? – A voz de Marinette saiu doce na pergunta.

 

{...}

 

Marinette caminhava pelo saguão do prédio devagar, enquanto balançava a cabeça a batida de BackStage do Neffex.

Antes de entrar no elevador, uma das mulheres que ficam no balcão a chama com as mãos.

– Senhorita Dupain Cheng, enquanto a senhorita estava fora um garoto chegou a sua procura.

– Sabe o nome dele? – A feição de Marinette era de pura confusão. Afinal de contas, ela não estava em Paris nem há três dias direito, quem será que já estava a sua procura?

– Eu perguntei, mas ele não quis falar.

– E onde ele tá agora?

– Ele não quis esperar no hall e subiu.

– Obrigada.

Marinette se vira indo para os elevadores.

Quem será?
E eu vou saber? Vamos logo.

Depois de duas paradas, uma delas no andar do embuste, as portas do elevador se abriram no último andar.

Ao olhar pro corredor, Marinette não pode acreditar em quem estava ali.

– Mas que merda você ta fazendo aqui Luka?

A voz de Marinette chamou atenção do moreno que estava sentado na frente da porta do apartamento da mesma.

– Oi Marin...

Pela voz doce, sorriso meio forçado e olhos que diziam “Fiz merda me ajuda”, Marinette sabia que algo de muito sério tinha acontecido, ou simplesmente era fogo no cu do moreno.

– Fala logo o que você ta fazendo aqui, e não em Washington na CRJD. – Marinette sai do elevador parando na frente do moreno. – E sai da frente! – A azulada da um chute na perna de Luka, fazendo o mesmo cair pro lado, liberando a passagem pro seu apartamento.

O moreno rapidamente se levanta indo atrás de Marinette, que já se encontrava dentro do apê.

– Tira os sapatos antes de entrar!

Luka obedece à ordem de Marinette, sentando no chão e retirando suas botas.

Sentada, ou melhor, largada no sofá, Marinette encara Luka.

– Desembucha.

Rapidamente Luka se senta na frente da azulada, no chão mesmo, de pernas de índio.

– Bem... Sua mãe me mandou aqui...

– Por que ela faria isso?

– Posso contar tudo e depois respondo as perguntas e mil teorias que sua cabeça ta bolando?

– Ok...

– Sua mãe me mandou aqui por três razões... A primeira, pra vir morar com você pra nos acostumarmos com a presença um do outro. – A voz um tanto receosa de Luka saía baixa, baixa o suficiente pra respiração um tanto acelerada de Marinette se sobressair. – A segunda era pra te avisar...

– Avisar sobre?

– Que o nosso casamento irá ocorrer no final do ano, no dia 25 de outubro... E a terceira foi mais uma ordem...

– Organize seu casamento. – Marinette fala antes de Luka.

– Isso... Ela falou que um mês antes vai estar aqui pra ver como estão as coisas, e se tudo está correndo bem.

Luka estava encolhido, o que ele agradeceu, já que o enfeite que estava na mesinha ao lado do sofá foi parar no canto da parede nas suas costas.

– AQUELA DESGRAÇADA!

O grito de Marinette foi repleto de raiva e rancor.

– Por que ela adiantou o casamento? O que ela ta pensando? Ela acha que eu vou obedecer?

Marinette já tinha se levantado e estava andando pela sala toda, estava com muita raiva pra ficar sentada.

– Quem ela pensa que é? ARGH!

Quando Luka iria abrir a boca, um toque normal de celular ecoou pela sala.


– SUA DESGRAÇADA!
– Isso é jeito de atender sua mãe?
– Você não é minha mãe!
– Não me chame assim querida, seu pai não gostaria de saber disso não é mesmo? ...
–Você não encoste um dedo no meu pai! Sua...
Não termine essa frase! Ainda sou sua mãe e você me deve respeito, agora... Pelo seu estado Luka já lhe contou...
– Sim, ele já me contou... Agora eu quero saber, por que você acha que eu vou obedecer? E claro, o porquê de você quebrar o trato?!
Oh pequena criança... É bem simples. EU mando e VOCÊ obedece... A não ser que nunca mais queira ver ou sequer saber sobre a seu pai... E bem, o acordo teve uma pequena alteração. Agora eu vou desligar. Tenho uma reunião daqui a cinco minutos. Até 25 de setembro querida.


Notas Finais


:)


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