História I'm Happy? - Capítulo 3


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Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Drama, Hentai, Suspense, Terror
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Palavras 1.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


DESCULPEM A DEMORA, POIS TIVE UNS PROBLEMINHAS NO MEU PC :(
MAS HOJE EU VOU PUBLICAR O NOVO CAPÍTULO :)
EEEEEEEEEEE LA VAAAAAMOOOOOOOSSSSS NOOOOOOOSSSSSS

Capítulo 3 - Capítulo 3: Cold Eyes


Fanfic / Fanfiction I'm Happy? - Capítulo 3 - Capítulo 3: Cold Eyes

Capítulo 3: Cold Eyes

 

............

 

- Só isso moço? – Perguntou risonha a recepcionista.

- Sim. – Bufei irritado.

 

É vergonhoso você ir a farmácia e comprar absorvente para uma menina que nem sabe o que é menstruação e absorvente e como poderia explicar? Infelizmente eu não saberia explicar a ela por um motivo, eu sou homem e não uma mulher, ou seja, eu não sei dizer sobre o corpo da mulher, e sabe o que fiz? Tive que pedir para a recepcionista (da farmácia) explicar para ela sobre o corpo da mulher, o que fez a recepcionista da muita risada da minha cara, e eu tive que ouvir as risadas dela e comprar dois absorventes.

Sora Connor, a garota que a observava a dormir todas as noites em seu quarto enquanto dormir, devo isso a ela por ter salvo a minha vida.

 

Lembranças.......

 

Um mês antes

 

A floresta estava silenciosa nessa noite, só se ouviu o barulho dos insetos e o galho das árvores que balançavam por conta do vento, olho ao redor da floresta e............. não parecia ter nada nesse lugar morto, de repente ouço uma música? Vou direto até onde a música tocava.

A música era antiga e tocava atrás de um rádio, me escondo atrás de uma árvore e vejo que era um acampamento, havia um homem sentado em um tronco de árvore bebendo alguma coisa da garrafa térmica, ele estava sozinho.

 

Caminhei na direção dele, iria ataca-lo pelas costas quando o desgraçado lançou a faca na minha direção, a faca atingiu o meu ombro quase pegou no meu pescoço, retirei a faca e a joguei no cara que acabou desviando, ele retirou o facão que estava na perna e correu na minha direção, retirei a faca do bolso da jaqueta para contra atacar a tempo dele não acertar a minha cabeça, porém o filho da puta me derrubou com uma rasteira fazendo cair no chão e largar a faca.

 

- Achou que eu deixaria me matar? Está enga........ – Cortei a fala dele ao atirar em sua cabeça.

- Nunca abaixe a sua guarda. – Me levantei do chão guardando a arma.

 

Entrei na barraca e encontrei uma espingarda de caça, “parece que o caçador virou a caça” – pensei sarcasticamente, sai da barraca e quando estava prestes a ir embora, senti uma dor grande nas costas, olhei para trás e vi uma mulher de cabelos curtos com o facão na mão e chorava de raiva.

 

- Como......... como pode seu........ DESGRAÇADO! – Ela voou na minha direção.

 

Ambos caímos no chão fazendo a espingarda voar longe, ela tentava me acertar com o facão, mas eu a segurava para não me atacar, levei um soco na cara (por sorte estava com a máscara), eu consigo trocar as posições tentando tirar o facão dela, consegui tirar o facão dela, mas ela chutou a minha barriga me empurrando e montando em cima de mim, ela tenta me estrangular e logo retirei a arma e atirei na sua barriga a afastando, porém a vadia pega o facão e crava no meu abdômen e fugindo para longe de mim. Tentei correr atrás dela, porém eu estava sangrando muito por causa das costas e do abdômen, o ombro não sangrava muito, a mansão estava longe, caminhei na floresta em busca de um lugar para estancar o sangramento, retirei o facão do meu abdômen e caminhei na floresta.

 

- Aquela vadia...... vai pagar....... por isso. – Dizia ofegante.

 

Avistei uma casa e a olhando um pouco melhor pela luz do luar, não tive outra escolha e fui na direção da casa chegando lá quase me arrastando, é claro que a porta estaria trancada e então optei pela janela onde mostrava a sala de estar, quebrei o vidro da janela e entrei na casa, mas acabei caindo no chão por causa da fraqueza assim fazendo um barulho alto, não estava conseguindo levantar devido o corte do abdômen e das costas, escuto som de passos vindo da escada, mesmo estando com a máscara eu podia ver tudo através da máscara, lá aparece uma garota de cabelos castanhos escuros de pele pálida, vestia um blusão de pijama e ela segurava um bastão de baseball. A garota me encarava curiosa do que com medo de mim.

 

- Me aju...... ajuda....... – Minha respiração estava ofegante.

 

Antes de desmaiar eu pude ouvir um barulho de algo caindo no chão e a presença da garota se aproximando de mim e depois disso eu apaguei.

 

~~#~~#~~#~~#~~#~~#~~#~~#~~#~~

 

Quando acordei eu estava deitado no sofá coberto por um cobertor, tentei me levantar do sofá, mas senti uma dor ardente no abdômen me obrigando a voltar a deitar, tirei a coberta e pude ver que estava sem camisa e a minha jaqueta e enfaixado no meu abdômen, o ombro e as costas (pude sentir a faixa nas costas), tentei me levantar outra vez, mas senti duas mãos pequenas tocando nos meus dois ombros me ajudando a sentar no sofá (detalhe: estou sem a máscara), a garota havia......... me ajudado? Porquê?

 

- Está noite você fica. – Ela solta os meus ombros. – Meu nome é Sora......... Connor. – Ela sussurra ao falar “Connor”.

 

Ela deixa um prato com um sanduiche e uma caneca de chá e alguns comprimidos.

 

- Esses comprimidos......... alivia a dor. – Ela falava lentamente. – Boa noite........ olhos frios. – Olhos frios?

 

Antes dela sair de perto, eu agarrei a sua mão a puxando para perto de mim a fazendo-a cair no meu colo.

 

- Obrigado e tenha uma boa noite, moreninha. – Sussurrei no seu ouvido.

 

Sora se arrepiou e saiu de perto de mim, correu na direção das escadas e pude ouvir o barulho de porta se fechando com força, dei risada pelo jeito tímido dela. Comi o sanduiche e bebi a xícara de chá, voltei a deitar no sofá com cuidado e me cobri novamente com o cobertor e logo acabei dormindo.

 

Lembranças.......

 

Faz mais de um mês que isso aconteceu, levei sete pontos no abdômen, três no ombro e dez nas costas, não me importo de estar com cicatrizes no corpo, pois tenho mais outras cicatrizes que são as piores, algumas cicatrizes foram as que quase morri, claro que em menos de duas semanas encontrei aquela mulher e a executei depois que a torturei.

Desde que fui salvo pela minha “heroína”, eu apareço todas as noites em seu quarto para observa-la a dormir, o mais estranho que parece é que ela tem sono profundo, já vi algumas vezes o gato gordo que aparece só para comer ou dormir perto da dona, as vezes ele ronrona para mim e acabo fazendo carinho nele, mas não sou fã de gato e nem de cachorro.

 

Bom, vou explicar o motivo de ter salvo a Sora, eu estava na floresta fazendo o meu trabalho que era espalhar as oito páginas do cabeça de algodão, tinha terminado e fui para o rio dá uma relaxada e o que encontro? Sora se afogando no rio, corri na sua direção tirando os sapatos e a jaqueta e a máscara e então pule no rio a atirando de lá, coloquei ela deitada no chão, pensei que ela havia desmaiado e então tentei fazer respiração boca a boca e.......... quando encostei a minha boca nos seus lábios macios e carnudos, ela abre os olhos me encarando, e pude notar que ela tinha duas colorações nos olhos, o olho direito era cinza escuro e o olho esquerdo era..............., bem diferente que nunca tinha visto essa cor antes.

Perguntei se estava bem e ela me chamou de “olhos frios”, bufei irritado e perguntei o motivo de entrar no rio e não saber a nadar na parte funda do rio ou estava tentando se matar, mas ela explicou que sentiu uma dor estranha na sua barriga, e então notei que o vestido que ela usava estava manchado de uma cor vermelha. “ Ela menstruou” – pensei com nojo vendo aquela cena, eu falei pra ela o que aconteceu e o que me surpreendeu é saber que ela menstruou pela primeira vez já que não tinha isso antes, e o que me indignou é que Sora não sabe o que é menstruação e nem absorvente, se isso me deixou irritado e indignado? Sim, então a levei para a cidade no carro (roubado) para colocar outra roupa e jogar fora o vestido, ela escolheu uma blusa azul de mangas compridas e uma calça legging preta, levei a farmácia e foi a onde eu disse que pedi a recepcionista a explicar para Sora sobre essas coisas que as mulheres tem, depois ela voltou e Sora ficou no carro me esperando.

 

- Sua namorada é muito linda. – A recepcionista a elogia.

- Ela não........

- É melhor levar um remédio para ela não ter cólicas menstruais. – A recepcionista me entrega o remédio.

- Ta. – Respondi grosso e sai da farmácia.

 

Entrei no carro e joguei a sacola no colo da Sora que encarava a sacola curiosa, comecei a dirigir em direção a casa dela, as vezes eu a olhava de soslaio para ver o que ela fazia.

 

- O que é isso?......... – Ela retira da sacola o absorvente.

- Isso é um absorvente que deve usar até a sua menstruação acabar.

- Tendi.......... – Ela meche outra vez na sacola. – E esse remédio?..........

- É pra você tomar se sentir uma dor forte na barriga que se chama cólica.

- Hum........ não é igual o remédio do......... coração. – Ela encara a cartela do remédio.

- Remédio do coração? – Perguntei confuso.

- Meu coração é frágil......... – Ela põe a mão no peito. – E......... tenho que tomar o remédio do coração para......... não sentir dor. – Explica.

 

Depois do que ela falou ficou um silêncio no carro, não sabia o que responder a Sora, não sabia que ela tinha um problema no coração, que merda veio, espero que essa garota não me de problemas e espero não cruzar no caminho dela, essa garota parece estar cheio de problemas.

Ao chegar na sua casa, eu parei o carro e esperei que ela sair e eu ir embora, pois já estava para anoitecer, mas a garota é lerda demais para perceber que deve sair do carro.

 

- Bom, você já esta entregue na sua casa. – A encarei. – Agora pode sair do carro. – Dizia friamente.

 

Não queria ser assim com ela, mas eu não gosto de demonstrar ser bonzinho com ela só porque ela me salvou e eu devia antes, agora eu não devo mais, pois estamos quites, Sora me encarava por alguns segundos e logo saiu do carro com a sacola e fechou a porta do carro e antes de dar a partir no carro e vazar ela me fez uma perguntar.

 

- Como se chama?...........

- Meu nome verdadeiro eu nunca vou dizer. – A respondi friamente. – Me chame de Masky. – Coloquei a máscara no rosto.

- Adeus............ Masky........... – Ela sai de perto do carro e entra em seguida na sua casa.

 

 

Dei a partida no carro e sair logo daquela parte, parece que essa garota acaba de entrar cruzar o meu caminho e sei que coisas boas não vão acontecer com Sora Connor.

 

 

 Continua...........



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