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História I'm in the hands of the great Lúcifer - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Os personagens encontrados na nesta história são  apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades tratando-se está obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais dessa história  são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã SEM objetivo de difamar ou violar as imagens dos artistas!.

Capítulo 5 - Uma vez maldoso!


Fanfic / Fanfiction I'm in the hands of the great Lúcifer - Capítulo 5 - Uma vez maldoso!


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        I'm in the hands of the great Lúcifer 

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                          ♧ Seje mal hoje ♧

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- Todos falaram de você no jantar - Morfus envadio meu quarto, fechando a porta com um baque.

Eram seis e vinte, como no dia anterior.

Abri os olhos, assustado, e quase caí da cama ao vê-lo escorando contra a parede. Vestia um terno turquesa, com listra amarelas. Sua pele branca ainda, e não havia luz em lugar algum para destacá-la. Os filmes sempre disseram que vampiros não precisam de sol para brilhar, como no caso da Mortícia Adams.

Outros já diziam o contrário, como o triste Edward Cullen e seu corpo que só brilhava no sol.

- Edward Cullen? - Perguntou, com uma careta. - Aquele cara é um otário! Caiu aqui há dois anos, depois que a própria Bella o matou. Acredita?

- UoU! -  Exclamei concordado, mas confuso ao mesmo tempo. - Como sabia que eu estava pensando sobre ele?

- É o meu talento - Deu de ombros, com um sorriso convencido em seus lábios. - Consigo ler as almas da pessoa, e isso inclui seus pensametos.

Por quê não me disse que estava lendo tudo o que eu pensava, ontem? - Afinal , já havia passado um dia.

- Para quê? - Questionou, soprando as unhas em descaso. - Sua cabeça estava uma bagunça ontem. Entretanto... - Ele abaixou a voz e cerrou os olhos, me olhando fixamente. - Não está tão bagunçada, hoje.

Sim, não estava. Havia passado a noite inteira em claro , pensando... até minha cabeça começar a doer e eu adormecer de qualquer jeito pela cama. Eu estava no inferno, e não demoraria para minha partida ocorrer; Ruda só precisava arrumar minha redenção e minha transferência, então eu estaria livre para sempre daquele lugar asqueroso e horripilante.

Eu estava morto e não havia nada que eu pudesse fazer sobre isso. Talvez... talvez já estivesse até conformado com toda a situação.

Mas havia algo tinha me perturbado até em meus sonhos: olhos vermelhos, sangrentos e brilhante. Os olhos do Jungkook, o próprio satanás. - Que havia me segurado por trás, apertando meu corpo contra ao seu, soprando sua respiração contra meu pescoço e falado. - Roucamente - Em meu ouvido - , estava assombrando meus sonhos de uma maneira que nunca pensei que aconteceria.

Não conto as vezes que acordei assustado, suando e... quente.

Quente como o inferno.

" É só um sonho", pensei diversas vezes, mas aquele toque de suas mãos grandes continuavam me dando diversos arrepios em minha pele suada.

Havia algo muito errado ocorrendo comigo.

- Acho que estou mais calmo, agora -  Comentei, esfregando os olhos.

- Bom - Ele solta um sorriso peculiarmente bonito. - Vamos, temos que te arrumar para o café-da-manhã.

- Ah - Bufei. - Eu não vou.

Seu sorriso se desfez. - Por que não?

- Não quero nem olhar para cara daquele idiota do Lúcifer de novo.

Ele rio novamente, sentado na ponta de minha cama. - Jungkook?

- Tanto faz - Desviei o olhar para a parede, respirando fundo. - Só irei sair desse quarto quando Ruda, ou Rubel, aparecerem para entregar minha redenção.

- Você está indo contra as regras de Jungkook... - Morfus observou, passando a ponta afiada de sua unha pela cama. - Eu nao sei... eu não realmente não sei se lhe repreendo e te forço a ir, ou lhe dou um abraço e te deixo fazer o que quiser.

Sentei rapidamente, o olhando confuso. - Por quê?

Ele se aproximou, como se fosse me contar um segredo e murmurou: - Por que, pela primeira vez, alguém está disposto a contrariar o próprio Satanás.

Ergui as sobrancelhas, abraçando meus joelhos. - Sério?, ninguém tentou?

- Muito sério - Morfus balançou a cabeça, me olhando animado. - E isso pode, até, ficar interessante.

- Interessante? - Me aproximei mais ainda, seu pulso queimar em ansiedade. - Como?

- Tecnicamente, você não é um súdito dele, por que na real , você não praticou crime algum, certo?. - Concordei, recebendo umsorriso em troca.

Parecia malévolo.

- Então você nao está sob efeito de nenhuma de suas regras...

- Meu Deus... - Murmurei com um sorriso encantado nos lábios. - É verdade.

- Ah - Ele bufou, parecia ter se dado conta de algo. - Mas você é santinho demais...

- O quê? - Arregalei os olhos.

Eu estava sendo testado por um demônio, e, ao mesmo tempo, sendo tomado por uma súbita vontade de prová-lo que estava errado. Quando vivo, acabei me privando de muitas coisas, pela região, família e aceitação própria.

Cerrei os olhos, divagando.

Mas eu estava morto. Bem longe de meu pais e meu Deus.

E eu queria mesmo provar a Morfus que ele estava totalmente errado. Então, falei algo que nunca pensei em falar.

- Eu não sou um santinho...

Um sorriso fantasmagórico se formou em seus lábios.

- Sério? - Levantou calmamente.


Suspirei, concordando. - Sério.


- Então... acho que podemos fazer umas coisinhas por aqui... - Comentou vagamente, sugestivo.  - ..., mas isso vai depender de você.

Mordi a parte interna da boca, divídido. Não queria fazer coisas erradas, mas queria. No final, concordei e me levantei também.

- O que eu faço? - Ele se escorou contra a parede e cruzou os braços.

Pensei e sorri fraquinho, olhando-o com minha bochecha quentes. - Vou quebrar minha primeira regra.

- Qual regra?

- Não irei ao café-da-manhã para adorar aquele satanás. Ficarei em meu quarto.

Um sorriso sombrio surgiu de seu rosto, ao que concordou lentamente. Depois se transformou em um morcego, abriu a porta, e desapareceu pelos corredores.

                  
                                      {...}

O relógio marcava sete e vinte, e eu não poderia estar me sentindo mais contente. Não havia sido uma coisa ruim, ruim, mas significou a quebra de um ciclo para mim; a primeira vez que desobedeci alguém.

A primeira vez que preferi ser orgulhoso.

Mas aquilo que eu pensei que seria bom, acabou se tornando um tédio sem fim, pois estava sozinho e com fome. Entretanto, não iria pisar naquele salão, nem se fosse arrastado.

- Jimin? - Ouvi uma voz contra meu pescoço e me virei, assustado.

Estava sentado em minha cama, olhando o tempo rodando no relógio, mas me levantei com o susto.

Olhei para todos os lados e suspirei, pensando que havia sido apenas alguma inclinação doida de minha mente.

- Jimin... - Mas então a voz grave e sombria voltou a soprar em meus ouvidos e eu gritei, me virando para tentar achar quem estava me assombrando.

Não havia ninguém.

- Olá? - Gaguejei, olhando ao redor. - Quem é?

Não obtive resposta.

- Eu devia estar ficando louco... - divaguei, esfregando as têmporas.

Assim que pensei em sentar em minha cama, uma sombra cortou-a no meio e me jogou contra a parede. Gritei, vendo a destruição súbita diante dos meus olhos. Entretanto... o que mais me arrepiou não foi o fato de ver minha cama sendo destruída..., mas sim quando, lentamente, uma silhueta magra, esquelética, foi se formando em minha frente.

Uma criatura de ossos pretos e gosmentos, com crânio de bode e presas gigantes se formava pouco a pouco, me arrancando um grito de puro pavor. Assim que deu o primeiro passo, o piso rachou até meu pé e depois começou a ranger. Quando deu o segundo, mas rachaduras apareceram, até que um buraco gigante se formou e eu precisei me arrastar para não cair.

- Jimin! - Gritou, jogando uma gosma preta de sua boca por todos os lados.

- Meu... Deus! -  Gritei horrorizado, me afastando o máximo que eu podia.

Mas estava encurralado.

Olhei ao redor  e comecei a pensar: não poderia morrer, pois já estava morto. Essa era a única coisa que me importava, mas quando olhei para suas garras pontudas e afiadas, tremi por inteiro e comecei a me arrastar para a porta. Uma das rachaduras havia sido tão profunda, que havia quebrado a porta ao meio, então só tive que empurrá-la para me ver diante do corredor.

O corredor que agora parecia infinito.

- Jimin! - A criatura voltou a gritar, mas não esperei por seus passos.

Levantei e, mesmo com o corpo inteiro latejando, corri como se minha vida dependesse daquilo - E dependia, mesmo que já estivesse morto.

Assim que atravessei o primeiro corredor, ousei olhar para trás e gritei ao ver que a fera corria rapidamente atrás de mim, destruindo tudo por onde passava. Os corredores pareciam se desfazer a cada passo pesado que ela dava. Quando virei para esquerda, me deparei com um longo corredor que nunca havia visto antes, cheio de quadros  e portas, e enquanto corria, gritava por socorro.

Por alguém.

Mas ninguém aparecia.

Então o pensamento de todos estavam no salão do café-da-manhã me veio como um soco certeiro na barriga, e eu precisava chegar até lá.

Encontraria Morfus e ele me salvaria daquela besta que me perseguia. - E estava cada vez mais perto.

Parei diante de um corredor que abria tanto para esquerda, quanto para direita, e não pensei muito, apenas tomei a direita e corri até  virar em mais um, e em outro, mais outro, até sair de um grande salão que era a entrada principal de todos os corredores que havia passado comigo, pela primeira vez, quando me levou para meu quarto.

- Socorro - Gritei em plenos pulmões, mas novamente, nenhuma resposta. - Meu Deus!.

- Jimin! - A fera, finalmente, me alcançou, bufando animalesca.


Gritei mais uma vez, chorando, e não fui rápido o suficiente quando comecei a correr. A fera deu dois pulos gigantes e fincou suas garras em meu peito, me tirando do chão. Tentei gritar mais uma vez, porém parecia que minha voz estava presa em minha garganta. Quando olhei para meu peito, percebi horrorizado, que a ponta de suas garras havia atravessado minha pele, me empalando.

Sem esperar por nada, a besta começou a correr por entre os corredores, desceu por dois ramos de escadas e parou diante da grande porta do salão. O salão que eu procurava. Por que ela havia me trazido até ali?

E por que eu ainda estava de olhos abertos... respirando?

Abrio a porta com uma pancada, andou lentamente até a mesa e me jogou com uma força surreal contra ela, como se eu fosse algum prato para o banquete.

E os olhos de todos rapidamente se fixaram sobre mim. Pareciam delicados com a visão de um humano em sua mesa de café-da-manhã, enquanto eu estava apavorado. Quando olhei Morfus, ele estava com metade de um morango na boca. E outra pendurado em seus dedos, visivelmente desconcertado.

Mas o que mais me deixou em pânico foi a visão de Jungkook levantando de sua cadeira, com deus olho brilhantes e um sorrio largo nos lábios, mostrando suas presas afiadas à distância.

Vestia um terno azul que parecia veludo. Seus cabelos roxos estavam penteado para o lado, como um executivo de sucesso.

- Bravo! - Ele saudou, batendo sua bengala levemente pelo chão. - Bom trabalho, meu animalzinho favorito.

Com a visão turva demais, observei com horror quando a besta ficou sobre as quatro patas e recebeu um louvor o carinho de Jungkook. - Bom trabalho.

- Não podemos comer o humano?  - Um dos dragões perguntou ansioso.

Ele observou de longe e deu de ombros.

- Você pode tentar.

Como se tudo aquilo fosse para me atacar, ele avançou sem delongas e eu gritei, mas nunca cheguei a sentir uma de suas presas gravando em minha pele. Quando abri os olhos, vi a bengala de ouro do Jungkook atravessada no crânio do monstro. Quando ele removeu, o dragão caiu, sem vida, a poucos centímetros de distância de mim.

- Alguém quer mais tentar? - Perguntou em alto bom tom, rouco.

Sua voz fez meu corpo tremer, e eu sabia que, mesmo não ousando olhá-lo, ele estava com seus olhos vermelhos fixos a mim.

Eu podia sentir.

Todos os outros negaram rapidamente.

- Podemos comer o Bob? - O outro dragão perguntou, apontando para o monstro morto ao lado.

Jungkook rio, e quando olhei em sua direção, ele estava concordando.

- Sintam-se à vontade!

Então, bem à mim, a carnificina começou e acabei dando um grito, me arrastando para longe. Todos os monstros haviam saído de suas cadeiras e agora estavam uns em cima dos outros, tentando conseguir mais do pobre Bob. Surpreendentemente, meu peito nao doía, nem meu corpo latejava como antes. Olhei em direção ao corte em minha pele, mas ele já não estava mais lá. Havia desaparecido... e a  dor também.

- Parece que você gostou de desobedecer uma de minhas ordens...

- Jungkook o olhou ameaçadoramente, calando-o imediatamente.

- Me espere em meu escritório, Morfus, tenho que falar com você.

- Mas...

- Agora! - Ordenou, gritando.

Morfus se transformou em morcego e voou rapidamente em direção a saída, desaparecendo.

- Quanto a você... - Se direcionou a mim, sentando-se em uma das cadeiras.

Me movi para tentar fugir, mas sua mão me segurou pelo pulso e me manteve no lugar. - Já vai fugir?

- Me deixe em paz! - Cuspi em ódio puro. - Você mandou aquele monstro me perseguir.

- Mandei - Ele concordou, inclinando a cabeça em minha direção. - Mas você... - Soprou. - Você foi um garoto bem levado.

- E-eu... - Gaguejei, desviando o olhar.

De repente, ele estava perto demais, seu cheiro já estava me ipinotizando. Seus olhos vermelhos pareciam duas esferas mágicas. Antes que eu movesse o rosto, ele segurou meu queixo - raspando, quase gentilmente, a ponta de suas unhas em minha pele - e me forçou a olha-lo, lambendo os lábios em seguida.

- Gostou de desobedecer seu Mestre? - Sussurou sua pergunta bem próximo de meu rosto. - Hum?

- Não sei do que... está falando? - Respondi, tentando me livrar de seu aperto.

Mas... por que ele me deixa tão fraco?

- Não sabe? - Ele rio baixinho. - Mentindo para o rei das mentiras?.

- Eu...

- Pobre Jimin, - Me interrompeu, deslizando seu polegar, lentamente, por meu lábio inferior. - Só eu sei o que farei com essa boquinha, caso minta novamente.

- O que? - Gaguejei, sentindo suor entre meus dedos.

Jungkook desceu seu polegar, de meus lábios para meu queixo, e parou em meu pescoço, desenhando um pequeno círculo imaginário em minha pele arrepiada.

- Me deixe em paz! - implorei com um sussuro, sentindo meus olhos ardendo.

- Ah, mas isso seria bom demais para você - Ele rio, fazendo um biquinho desdenhoso em seguida.

Com apenas uma mão, ele me levantou pela gola rasgada e suja de sangue de minha camisa e me colocou em pé no chão. Minhas pernas falharam, mas ele me segurou pela cintura e se aproximou um passo. Muito, muito perto. Respirei fundo, pois podia sentir as rajadas de sua respiração lenta contra meu rosto, assim como um leve soprar entre seus lábios, quando ele rio mais uma vez e me apertou contra seus braços.

- Por que derrete todas as vezes que lhe toco? - Perguntou, passando a língua pelos lábios.

- Eu... te... odeio - Sussurei, fazendo uma careta de humilhação que estava sentindo. - Me larga!

- Se eu fizer isso... irá cair - Advertiu, com um sorriso divertido no rosto.

Naquele momento, faria de tudo para para arrancar aquele olhar de entretenimento que ele possuía.

- Eu te odeio - Resmunguei, desviando o olhar.

Mas acima de tudo, eu me odiava..., pois não queria que ele me soltasse.

- Você já disse isso. - Gargalhou gravemente, e sua risada rouca reverberou por todo meu corpo. - Tão previsível

Uma de suas mãos deslizou de minha cintura e foi parar em minha bunda, dando um leve aperto que me fez suspirar e perder o ar ao mesmo tempo.

- Tire a mão daí!. - Esbravejei.

Mordendo o lábio, ele apertou-a mais uma vez - Tem certeza?

- Tenho! - E com muito esforço, o empurrei para longe e seu dois passos para trás.

Ele bateu sua bengala com força no chão e o som ecoou por todo o salão, alto o suficiente para parar a carnificina que acontecia bem atrás de nós.

- Para fora. Todos! - Ordenou com a voz grave e potente.

A voz de um líder.

Me virei para seguir o fluxo de monstros que deixava o salão pouco a pouco. - Que reclamavam que não tinham nem comido o fígado de Bob direito. - Quando senti sua mão em meu braço, me puxando para trás e me prendendo contra seu corpo duro. Fechei os olhos e prendi a respiração, me controlando para não deixar nennum barulho suspeito sair de minha boca quando ele enfiou o rosto na curva de meu pescoço e cheirou profundamente.

- Por que você cheira tão bem? - Perguntou contra meu ouvido, lambendo o lóbulo de minha orelha.

Nunca alguém havia me pegado daquele jeito... de uma maneira tão carnal e excitante. Seus braços fortes me envolviam de todas as formas, mas não sufocavam. Seu tronco era duro contra minhas costas, me apoiando da maneira mais íntima que havia sentido. Seu rosto contra a pele sensível de meu pescoço estava fazendo meu corpo inteiro queimar.

Eu só podia estar ficando louco, pois estava no braço do diabo... e estava gostando.

- Eu... não sei - Respondi sincero, sufocando um gemido quando ele voltou a chupar meu lóbulo. - Você precisa parar com isso.

- Por quê? - Rio. - Estamos no inferno, Jimin. Aqui, tudo é permitido.

- E quem permitiu?

Ele se afastou e me virou para ficar de frente para ele, depois bateu sua bengala no chão e sorrio. Seus olhos, mais vermelhos do que nunca.

- Eu.

- Está me dizendo que posso fazer o que eu quiser? - Questionei, respirando desenfreadamente.

A sensação era de que eu havia corrido uma maratona desenfreadamente.

- E por que não? - Sua cabeça pendeu para o lado, ao que ele me analisou fixamente. - Afinal, não está na minha casa?

- Por um mês - Fui rápido em lembrá-lo.

- Por um mês - Concordou. - Por que não aproveita, então?

Parei, por um tempo, então pensei: por mais que eu desejasse negar, Jungkook tinha razão ao dizer que eu possuía um mês livre para fazer o que eu quiser, uma vez que as ações  (Boas ou ruins) só contabilizavam quando eu estava vivo. Agora que estou morto - E já sei que vou para o céu... - , nada me custa fazer algumas coisas que nunca imaginei fazer.

Por um mês.

Por um mês eu poderia ser alguém completamente diferente do que fui.

- Já que tenho esse passe livre para fazer o que quiser... - Comecei olhando para seus olhos vermelhos sangrentos fixamente. Ainda me sentia nervoso, porém eufórico demais para ligar. - Se prepare, Jungkook.

- Lúcifer, para você. - Advertiu, mas seus olhosa cerraram em curiosidade. - Para o que eu teria que me preparar?

Pela primeira vez, um pequeno sorriso se formou em meus lábios, quando cruzei os braços e o respondi com um leve sussuro de aviso.

- Eu virarei seu reino de cabeça para baixo.

Ele rio, mas também cruzou os braços.
- Ah, é? E como irá fazer isso?

Sei de ombros, corajoso o suficiente para agir com certo descanso. - Vou começar pelo dono...

Então, tomando aquilo como o final de nossa conversa, dei-o as costas e comecei a abafar em direção a grande porta do salão. Dessa vez ele não me segurou, e agradeci aos deuses por isso. Assim, ele não veria a expressão amedontrada que se formava em meu rosto aos poucos.

- E coloque uma coleira naquele seu cachorro horroso! - Gritei.

Quando me virei para subir o primeiro ramo das escadas. Não deixei de perceber o lampejo de brilho violento atravessar seus olhos, tão vermelhos quanto sangue, antes da grandes portas do salão se fecharem com um baque assombroso.







CONTINUA...
 







Notas Finais


Desculpe qualquer erro ortográfico!.


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