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História I'm just a florist (Renjun X Haechan) - Capítulo 2


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Notas do Autor


E aí pessoas,tudo bem com vocês? Espero que sim hein. Mais um capítulo cheio de confusões para vocês saborearem.
Beijos e uma ótima leitura. 🐻💕

Capítulo 2 - Flavors


Fanfic / Fanfiction I'm just a florist (Renjun X Haechan) - Capítulo 2 - Flavors

But I, I, I love it
I, I, I love it
Love the way she plays with my head
She lets me down
Then gets me high
Oh I don't know why
She's just my type

Ao pegar aquele bendito cheque rasguei e estava à um fio de enfiá-lo na boca do primeiro que viesse em minha direção mas todo esse pensamento perturbado se quebrou com um engraçado comentário de Jaemin,como sempre.

-Impossível que a presidente das lojas Taeyang não tenha dinheiro para um encanador,oras. -disse Nana resmungando,que de início fez com que eu me assustasse mas depois apenas o encarei e sorri.

- Ainda bem que eu não consigo usar o banheiro dos outros. Menino de sorte,hein. -rio baixinho ao vê-lo de bico se sentando em cima do balcão,folgado! - Não foi a faculdade hoje,por quê? Gostaria de vir me ajudar a vender flores para meninos mal educados? -zombei dele enquanto arrumava algumas flores nas vitrines.

-Não é óbvio?,estou doentinho hoje. -fingiu uma tosse.

-Oh sim,perdoe-me pela indelicadeza. 

-S/n-ah,quando vai me levar para comer?-perguntou enquanto encostava sua cabeça na parede,ele era de fato uma criança em  corpo de homem.

- Bom,falta pouco tempo para o meu horário de almoço mas não daria tempo de irmos até algum lugar legal para comer. - Eu sabia onde o pequeno Nana queria comer,o bichinho não era fraco não,gostava de comer no Flavors,um restaurante muito sofisticado daqui.

-Vamos jantar em Jungsik. Eles fecham às 22:30. 

-Nana,vou te levar ao Flavors. -assim que eu o disse um sorriso grande e fofinho surgiu no seu rosto- Então,se quiser ir para casa se arrumar,nos vemos depois,quer dizer,daqui duas horas.

- Woah,está brincando comigo? Ah S/n Você é a melhor,juro! -ele me abraça forte,quase me deixando sem ar. Repito: É impressionante como Jaemin se vende pela comida.-Não,eu te espero aqui mesmo e vamos juntos.

-Tudo bem,agora me solte. -pedi com dificuldade já que o maior estava quase me sufocando.

-S/n,quando eu fui ao banheiro...-disse ele enquanto me soltava do seu abraço- ouvi muitas risadas daqui,estava atendendo um palhaço por acaso? 

- Ah,só meninos chatos. -fechei meu punho só de lembrar daquela tenebrosa cena da piscadela mas contei até dez e me concentrei em terminar meu trabalho rapidinho para ir comer,afinal eu estava morrendo de fome.

[P.O.V RENJUN]

Quando a cerimônia se encerra sinto meu corpo aliviado e menos carregado. Mas sentia uma dor por simplesmente não ter dito oque eu realmente queria ao meu pai. Quando se é artista,nem num momento tão delicado você possuí descanso. Não haviam câmeras para filmar o velório,(oque seria um completo absurdo e falta de respeito) mas haviam gravadores tirando totalmente minha privacidade com a minha família. Eu tive de ler um trecho de minha música,e não era isso que queria dar para meu pai,queria lhe dizer muito mais. Às vezes odiava os males do meu trabalho e pensava em desistir de tudo. Será que vale á pena?

-Renjun,você tem uma coletiva em uma hora,temos de nos apressar.-disse meu manager.

- Cancele todos os meus compromissos por hoje. Não estou bem.

- Mas estamos na espera disso há tempos...

-Meu pai está morto. O que é tão importa te quanto dar apoio para meus familiares neste momento? -eu disse encarando o homem nos seus olhos,enxergando claramente o seu desconforto. Depois de um tempo em silêncio dei as costas para a equipe e segui o caminho até onde estava minha mãe e a abracei desejando que aquilo nunca acabasse. 

  Passei o resto do dia matando as saudades e relembrando como era ficar em casa sossegado sem pensar nos problemas lá fora. Ninguém estava aos berros nem deprimido pelo oque aconteceu;estávamos todos tristes sim,mas não demonstramos nossos sentimentos,era algo que a família toda possuía. E até que era melhor assim,meu pai poderia descansar em paz sem peso algum na sua lápide.  

-Olhe não irei cozinhar hoje,está bem? -dizia minha mãe enquanto se sentava ao nosso lado. Mamãe nunca quis que eu colocasse empregados na casa,isso ajudaria muito a mesma,já que meus irmãos são tão bagunceiros;mas ela diz que gosta de passar o tempo fazendo as tarefas de quais sempre foi encarregada,ela era teimosa demais!

-Mas estamos com fome. -dizia minha irmã mais velha,fazendo um sinal em sua barriga,como se estivesse com muuuita fome.

-Podemos sair para jantar. -meu irmão completou.

-Mas o irmão de vocês não pode sair de casa,esqueceram? 

-É mesmo,às vezes esqueço que sou parente de um artista. -Meu irmão sorriu fraco,como se fosse um pedido de desculpas.

- Não,tudo bem. Vamos sair para jantar sim. Fazem anos que não comemos juntos fora de casa.

- Então onde vamos?

- Dizem que a culinária do Flavors é admirada pelo exterior. 

- Okay,iremos lá. -assenti com oque disseram e fui direto para o banho.

[...] Já havíamos feito nossas reservas pelo telefone então assim que chegamos foi tudo muito rápido. Nos sentamos afastados um pouco das pessoas não queria que um fã tirasse aquele tempinho precioso para mim. Amava muito todos eles por me acompanharem e me nutrirem com o carinho e prestígio mas; era minha família... Os atendentes/garçons nos atenderam muito bem e com bastante eficiência nos sugerindo pratos e etc. Assim que encerramos nossos pedidos ficamos de bobeira conversando sobre coisas aleatórias.

[P.O.V S/N]

-Tem certeza que essa roupa é apropriada para um jantar simples? -perguntei desaforada e bem desconfortável com aquela roupa que Jaemin havia separado.

-Iremos tirar milhares de fotos,não quero que vejam que eu ando com uma caipira.-ele zombou enquanto bagunçava meus cabelos.

-Ingrato demais. 

-Oh,se continuarmos nesse ritmo iremos perder o jantar! Vamos,vamos. -ele pega minha bolsa e apaga a luz;me arrastando todo o cômodo até a saída.

-Deixe-me pegar um casaco,está frio. -o lembrei. 

-Irei indo até o estacionamento,te espero lá.-ele disse antes de correr como o flash até o elevador e sumir.

-Esse meu amigo... -eu ria sozinha enquanto entrava novamente no meu apartamento. Peguei uma blusa e fui fechar a janela,com medo de que com aquele tempo pudesse chover e eu não gostaria que meu quarto molhasse,afinal Jaemin dormiria no chão e seria ruim se ele pegasse um resfriado. Ao olhar da janela via um grupo de garotos na lixeira do condomínio,eles estavam fazendo a maior algazarra e pichando os tão bonitos muros cheio de texturas do lugar onde eu morava. Eu não iria deixar aquilo acontecer,não de baixo do meu nariz. O elevador estava demorando (na verdade eu quem estava com pressa mesmo) então decidi descer as escadas; era difícil correr de salto,caí e tropecei incontáveis vezes,me envergonhando a cada passo. Jaemin me viu e buzinou,na espera de eu mudar meu trajeto,não olhei para trás simplesmente continuei me apressando para que eles não escapassem. Ao chegar na lixeira vi oque eu não queria;o diabo em pessoa. 

-Ora quem veio nos fazer companhia! Florista,mal fazem 24 horas desde que nos conhecemos e já deu um jeito de me achar. -dizia Donghyuk com aquele seu jeito ridículo de desentendido.

-Escuta aqui,pirralho e companhia limitada: Vocês não tem nada pra fazer? Parem de pichar os muros daqui,trabalhadores se esforçaram muito para realizarem as texturas tão bonitas daqui. -eu disse e enquanto juntava as latas de spray do chão e guardava numa bolsa preta que estava no chão,mas um deles me repreendeu. Era um com cabelos castanhos escuros,tinha uma aparência fofa,mas devia ser um projeto de diabinho só pelo sorriso.

-Que deselegante da sua parte,estressadinha. -ele pegou a bolsa da minha mão e me encarou com um olhar de reprovação.

- Olhe,eu estou me segurando para não meter a mão na sua cara então saia daqui o quanto antes. Se não irei comunicar as autoridades.

- As autoridades estão do nosso lado,isso você pode ter certeza. -comentou o garoto que eu me lembrava de hoje mais cedo,o aparentemente atleta.

- Sim,sim. -completou Donghyuk- Bem lembrando,Jeno. 

- Eu não ligo. Só quero que parem de fazer coisas estúpidas pelo menos na minha frente,ok? -tentei usar uma psicologia triste,quem sabe teriam compaixão.

- Não se preocupe,está tudo bem. Como dizem: É só uma fase. -Donghyuk ultrapassou os limites do senso humano e teve a AUDÁCIA de tocar nas minhas bochechas como se estivesse me acalmando com suas doces palavras.

- Tira a mão de mim. -como reflexo dei um tapa na cara do mesmo,fazendo com que os outros rissem da situação. Me senti bem mais leve,eu recomendo.

-Hey,meninos. -uma voz familiar invadiu o local.- Como está o trio de ouro,hein? -Jaemin chegou todo simpático me puxando pelo braço.

-Ela está com você,Jae? -perguntou dessa vez o menino,cujo eu ainda não sabia (e nem queria saber) seu nome.

-Sim,Jisung.

Agora eu sabia.

- Como consegue andar com essa garota tão estressada? -reclamava Donghyuk tocando seu rosto,que agora estava vermelho pelo tapa que eu o desferi.

-Escuta aqui...-era tão emocionante a forma como eu me estressava rápido com aquele menino.

-S/n,vamos. -Nana me olhou de relance, segurando o riso.- Até breve,meninos. Se comportem,yah? -Ele disse e se despediu dos demônios assustadores,me levando até o carro. Onde abriu a porta e me colocou no banco como se eu fosse um saco de farinha. 

- Você anda com adolescentes,Nana? -perguntei rindo e ao mesmo tempo confusa.

- Eles são bacaninhas para jogar pôker. -ele riu enquanto entrava no carro,ambos colocando o cinto.

- Então quer dizer que eu não sou a única? -coloquei a mão no peito,fingindo estar decepcionada.

-Estava caçando confusão com Haechan,huh? Aliás porque estava tão brava  com ele? -perguntou enquanto dava partida e seguia rumo ao Flavors.

-Ele quem foi a floricultura antes do almoço. Fica me tratando como se fosse uma das suas colegas de  classe,isso me deixa muito irada. 

- Você também era encrenqueira e mal educada há uns anos atrás. Ainda é.

- Sinto que iremos iniciar uma discussão e não pretendo desperdiçar meu dinheiro te matando antes do jantar.

- Como você quiser. -ele sorriu enquanto eu me pegava lembrando da vergonha que eu passei,arranjando encrenca com garotos. É S/n,você não tem jeito mesmo,mulher...

[...] Chegamos no restaurante em poucos minutos,Nana era um motorista muito bom,conseguia diminuir o tempo estimado da viagem. Ao chegarmos me senti como uma artista;empolgada com os holofotes e aquele lugar tão incrível. Nos sentamos perto da janela,para admirarmos a vista incrível do lugar. Pedimos uma quantia considerável de comida;ambos estávamos com o apetite imenso. Jaemin sem fome já comia feito porco,quem dirá com fome. Terminamos de fazer o pedido e ficamos analisando todas as pessoas que entravam no restaurante,zombando de algumas e admirando outras;tiramos várias fotos,em cada cantinho da nossa mesa. Quando a comida chegou justo naquele momento senti um aperto enorme,eu teria de ir ao banheiro.

-Nana,preciso ir ao banheiro. 

- Vá. -ele disse dando de ombros,todo concentrado em saber oque iria comer. 

- Você sabe muito bem que eu não consigo usar o banheiro dos outros...

- Quer ir pra casa? -ele perguntou agora já num tom mais sério.

- Não! Não precisa,já pedimos e estamos aqui mesmo. Mas preciso que me faça um favor.

- O quê? 

- Segura a porta do toalete pra mim...?

- Por quê,S/N? É só trancar a porta. 

- Mas e se ela estiver estragada e se alguém entrar?

- Mas não posso entrar no banheiro feminino,uh.

- Por favor,Nana. Por favorzinho,yah. -seguro o braço mesmo,balançando. Irritando o mesmo para ir comigo.

- Consigo ver o banheiro pelo reflexo do espelho. -Ele aponta para o lugar. -Se alguém entrar eu irei saber.

- Nana,por favor.

- Oh deus,S/n. Quero ver quando eu morrer,irá se mijar nas calças? -ele larga o pedaço de frango que estava prestes a devorar e se levanta.

-Ah,obrigada Meu Nana. O que seria de mim sem você,hein? - Me levanto também e vamos caminhando até o banheiro,fecho a porta de uma das cabines e Jaemin se encosta na mesma,esperando impaciente.

-Vai rápido. -ele diz como se fosse uma ordem; "coitadinho",pensei.

Distraída escuto apenas o barulho da porta se abrindo e ao olhar para o chão onde deveriam estar Jaemin (os seus pés na verdade k) não o vejo.

-NANA! NÃO ME DEIXE AQUI SOZINHAAA! -grito na espera do mesmo voltar. E realmente volta,a porta se abre novamente e vejo os seus tênis brancos percorrendo o local. Mas ele aparentemente tranca a porta,e parece estar com a respiração ofegante. Eu obviamente sem entender nada,terminei oque eu tinha de fazer e dei a descarga (descritiva demais af) ao sair da cabine fui direto lavar as mãos mas ao dirigir meu olhar para Jaemin,não o vejo mas sim,vejo Renjun.

-O quê. você. tá. fazendo. aqui? - disse ele pausadamente tentando recuperar o fôlego.

-O que você está fazendo aqui? E por quê diabos trancou a porta? -eu disse assim que o susto passou me dirigindo até a porta principal,indo destrancá-la mas um barulho me surpreende. Como se várias pessoas estivesssm batendo na porta,querendo entrar. E sem contar uma gritaria e histeria do lado de fora. 

-Me ajuda. -ele pediu como se fosse a coisa mais simples do mundo.

Como eu iria tirar um astro da música de um restaurante lotado de fãs loucas?


Notas Finais


Vixi maria,que que vai rolar depois hein?
Aliás,queria explicar uma coisinha: Cada capítulo eu pretendo mostrar um p.o.v diferente. Hoje demos atenção ao Renjun❤ e no próximo daremos nossa atenção ao encrenqueiro do Haechan 💛
Enfim,espero que vocês tenham gostado e muito obrigada se você chegou até aqui.
Perdoeem caso haja erros,irei betar os capítulos assim que puder.
Um beijo,e até o próximo. 💕🐻

|Se puderem,dêem uma olhada no meu novo imagine
(Jisung)


https://www.spiritfanfiction.com/historia/my-robot-imagine-jisung-19373513


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