História I'm Lovin' It - Capítulo 20


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Sehun
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Drama, Exo, Kai, Kaihun, K-pop, Lemon, Lgbt, Proposta, Revelaçoes, Romance, Sehun, Sekai, Yaoi
Visualizações 113
Palavras 2.971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, amores! ❤️
Me perdoem por ter demorado para postar, meu final de semana foi bem estressante e o começo da semana foi bem tenso também. Não estava em condições de postar a história, espero que me entendam. Ah, e o próximo capítulo já está em andamento :3
Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 20 - Warm Heart


Depois de alguns minutos ainda chorando e abraçando fortemente o corpo do castanho como se sua vida dependesse disso o loirinho resolveu soltar-se do outro e lhe olhou um tanto que hesitante.

— Se sente melhor? - o mais alto perguntou colocando sua mão por cima da do Byun. -

— Sim. - falou baixinho. - E-eu não queria que nos víssemos de novo nessas condições. Argh. E de novo, eu sou salvo por você. - olhou da forma mais sincera e grata para Chanyeol. -

— Te salvaria quantas vezes fosse necessário. - falou confiante. - Agora, deixa eu te ajudar, hm? - se levantou e fez menção de ajudar o loiro a se erguer também. -

— Não, eu não quero te incomodar ainda mais. - se negou. -

— Baek, você acha mesmo que depois do que aconteceu aqui eu vou te deixar largado? Vamos, não seja teimoso.

Depois de um pouco de enrolação, Baekhyun levantou e assim que Chanyeol teve a chance de ver o estado de seu corpo se assustou. Antes pensava que Baekhyun estava sendo perseguido e seria sequestrado, porém, ao ver como este estava mudou seu ponto de vista.

O peitoral do mesmo tinha marcas arroxeadas de chupões, e algumas mordidas, sua camisa estava com o tecido esticado ao máximo e rasgada. O zíper de sua calça aberto, e atrás de sua cabeça, alguns fios desbotados tinham uma cor levemente avermelhada graças ao sangue que havia ali pelas repetidas pancadas na cabeça que sofreu.

— Meu Deus, Baekhyun. O que aconteceu com você? - perguntou preocupado e querendo puxar o baixinho para um abraço novamente. -

— Apenas consequências, da vida que eu levava antigamente. Eu sabia que isso poderia acabar acontecendo uma hora ou outra, quem mandou eu ter sido um garoto de programa. - o loiro confessou de cabeça baixa. - Eu me dou pelas minhas escolhas.

— Não se odeie. È normal tomarmos decisões erradas, e, depois a vida pode até nos recompensar, quem sabe?

— Eu não mereço recompensa alguma, Chan. Eu mereço sofrer por tudo que eu causei.

— Não se martirize dessa maneira. Só quero que você saiba que eu vou te ajudar no que for preciso, hm? Me arrependo também de certas coisas que eu te disse na última vez que nos vimos. E perdão também. - Chanyeol se desculpou se sentindo um pouco envergonhado, porém, aliviado. -

— Você não precisa mais levar em conta a promessa que fez a minha mãe. - ficou sério. - Não sou uma criança, e além do mais, ela faleceu á três semanas atrás, Chanyeol.

Aquela notícia realmente deixou o Park um tanto abalado, tinha gostado da Sra Byun e isso acontecer e ele sem saber de nada, sentiu que poderia ter conversado antes com o loiro, porém, agora já era tarde. Quando sua linha de pensamento foi cortada olhou para o baixinho, que chorava em silêncio, se ouvindo apenas algumas fungadas.

— Eu sinto muito, Baek. Eu não sabia, desculpe. - sentiu-se envergonhado. - Shh, não chore. Ela pelo menos agora descansou, e está em um lugar melhor. - Se aproximou do baixinho e segurou em uma de suas mãos novamente. - Vamos entrar, eu cuidarei de você sim. Eu não vou te deixar dessa maneira.

Os dois entraram na mansão pela porta dos fundos, e Chanyeol pediu aos seus funcionários para preparar algo gostoso para o loirinho comer e um banho inclusive.

— Pedi para pegarem qualquer roupa minha para você usar, fique tranquilo. E também…

— Chan, de verdade. Eu não quero te incomodar ainda mais. Acho que eu já atrapalhei sua vida demais. - Riu sem humor. -

— Pelo contrário, eu só faço isso porque me importo com você. E não é nenhum incômodo. - sorriu. -

Um dos empregados da residência descia as escadas avisando que o banho já estava pronto, Chanyeol pediu para o menor seguir o homem mais velho e assim o outro fez.

Quando chegou no banheiro enorme, se lembrou do curto momento de felicidade e de amor que teve com Chanyeol ali, no quarto ao lado daquele cômodo. E principalmente da sinceridade envolvida nos sentimentos que ia contra todo o plano de Kyungsoo.

A banheira ali estava cheia, porém o loiro queria mesmo uma boa e demorada ducha para tentar se sentir mais limpo e mais digno, e menos asqueroso graças aos toques daquele ser humano horrível que praticamente lhe atacou.

Mas, tirou suas roupas e entrou na banheira demorando bastante na mesma e se limpando ao máximo. Alguns minutos depois, olhou para o lado onde estavam algumas peças de roupa e rapidamente o mesmo as vestiu.

Quando se olhou no espelho sorriu. Lembrou novamente do dia em que acordou na cama do castanho e vestiu uma camisa sua que lhe serviu perfeitamente como um vestido. Seus fios desbotados estavam molhados e quem o visse provavelmente o acharia fofo. E por incrível que pareça se sentia tímido o suficiente para fazer algo sozinho e por livre vontade naquela casa. Por isso, voltou para a sala onde encontrou Chanyeol sentado no sofá parecendo bastante concentrado na mesinha de centro a sua frente.

— Cof, cof. - pigarreou para chamar a atenção do mais alto. - Obrigado pelo banho e pelas roupas. - sorriu da melhor forma que conseguiu. -

— De nada, agora, vamos, você deve estar com fome.

Baekhyun não pôde negar que estava amando a forma gentil e cuidadosa que o Park estava lhe tratando. Fazia tempos que alguém havia lhe tratado daquela maneira, tão fofo.

Chanyeol perguntou do Byun mais novo enquanto a comida do loiro terminava de ser pronta e isso distraiu o baixinho por um bom tempo. Amava conversar sobre sua família e o castanho achou uma graça quando o outro começou a se gabar falando do talento para natação do seu irmãozinho.

O mais alto era filho único e se não fosse Sehun talvez seria um pouco solitário e a solidão era ruim demais, devastadora. E foi o medo dela que prendeu o castanho a mais tempo de relacionamento com Kyungsoo porque ambos já tinham se desinteressado um pelo o outro á tempos.

Depois que ambos comeram, Baekhyun levantou rapidamente parecendo estar atrasado.

— Obrigado por tudo, Chan. Mas eu preciso ir agora, não quero mais atrapalhar sua noite e amanhã bem cedinho eu passo aqui e trago suas roupas, ok? Obrigado por ser tão legal. - sorriu com as bochechas coradas. -

Chanyeol levantou da cadeira em que estava em um pulo quando o outro terminou de falar.

— Não, Baekhyun. Eu não vou deixar você sair, já está tarde. É ainda mais perigoso lá fora uma hora dessas e eu não quero que te aconteça mais nada ruim. Por favor, fique. E sem teimosias, eu prometo que amanhã quando você quiser eu te levo pra casa, bem cedinho se você preferir. - deu todas suas condições, e não deixaria mesmo o outro sair. Sua expressão estava coberta de preocupação e seu cenho franzido denunciava isso.

— Você já fez muito por mim, eu realmente não quero te….

— Você não está me incomodando, eu já falei.     É arriscado sair uma hora dessas, e eu não queria ficar preocupado com você ainda mais. - Respirou fundo. - Seu teimoso, por favor. Deixa eu cuidar de você, Baekhyun. Isso não me machuca e pelo contrário, me sinto ótimo fazendo isso, e ficando com você. - levou sua mão até o rosto do outro passando seu polegar pela bochecha fofinha do loiro. -

Finalmente Baekhyun se deu por vencido e suspirou enquanto o castanho comemorava internamente pelo mesmo ter concordado em ficar. Exigiu apenas a condição que nem deveria ser nomeada como uma, porque aquilo era algo simples demais. Apenas fez uma ligação para Jongin pedindo para que o moreno fosse ficar com seu irmão mais novo para Baekyoon não dormir sozinho e finalmente depois que fez essas coisas se sentiu mais aliviado e menos preocupado com o caçula.

Foram para o sofá e sentaram-se, e um silêncio pairou o local por um bom tempo até que o mais baixo resolveu quebrar o clima estranho que estava se formando ali, os dois olhando um para o outro apenas e sem dizer uma palavra era de fato, deveras estranho.

— Chanyeol, eu acho que precisamos conversar. - Baekhyun disse sério. - Conversar seriamente como dois adultos e sem brigas. E principalmente sem nos ofendermos.

— Tenho certeza que tanto eu como você precisamos ter essa conversa. Nossos sentimentos. - olhou para o loiro no fundo de seus olhos. -

— Se você quiser saber ou não do início de como tudo começou eu vou falar do mesmo jeito e espero que você não sinta alguma dor ou tristeza relacionada ao Kyungsoo. - Começou a olhar no fundo dos olhos do castanhos. - Ele não merece que você sinta isso em relação a ele.

— Eu não sinto, Baek. Arrependimento por ter casado com ele e pena pela pessoa que ele é seria o mais apropriado. - suspirou audivelmente. -

Baekhyun demorou alguns segundos para desatar a falar. Primeiramente engoliu em seco e respirou fundo.

— Está tudo bem? - Chanyeol perguntou preocupado e o mais baixo assentiu. - Não precisa falar de algo que não se sente confortável.

— Eu preciso que você saiba de toda a verdade. E de todos os meus motivos mesmo que agora eu ache que nada justifica o fato que de princípio eu brinquei com seus sentimentos e acabei sendo trapaceado pelos meus próprios. - Fechou os olhos, e seu olhar agora estava baixo, não queria olhar nos olhos do Park nesse começo de explicação. - Eu entrei pra prostituição com 19 anos. E antes eu ficava com alguns garotos que tinham dinheiro, isso quando eu era mais novo, e nenhum deles era maior de idade ainda e nem eu. - assumiu com um tom enojado em sua voz. - Meu pai faleceu nesse mesmo ano, e recebíamos apenas uma pensão que era uma mixaria do governo e da família dele, o dinheiro não era suficiente para pagar a escola do meu irmão, para os gastos de todos, comprar comida, pagar contas e logo depois para comprar os remédios da minha mãe. E eu nunca gostei de compartilhar meus dramas pessoais e familiares com ninguém. - fez uma pausa. - Eu comecei a me prostituir em algumas casas de prostituição mesmo e ganhava um dinheiro razoável, depois fui para as ruas, até que um dono de uma boate me conheceu e meio que eu me filiei a ele, para ser um garoto de programa que trabalhasse ali naquele local. O dinheiro daquele “ramo” nunca foi muita coisa, era apenas um pequeno extra mesmo, e os riscos que eu sempre corri eram grandes. Fico muito agradecido por não ter pegado nenhuma doença, ou nada ruim, porém eu tive que me submeter a coisas horríveis para conseguir dinheiro. Dormi com homens, mulheres, os dois, mais velhos, e no meio da relação sexual me submeti a condições humilhantes para qualquer ser humano. - Repentinamente sua voz começou a ficar chorosa, e Chanyeol colocou sua mão sobre a do mais novo. - E eu chegava em casa tarde da noite, muitas vezes de madrugada e minha mãe me perguntava como foi o meu dia de trabalho, porque eu dizia que era um garçom. - sorriu sem humor algum. - Eu menti tanto pra ela, se ela soubesse o que eu fazia provavelmente morreria de desgosto do filho que teve. E sentiria nojo de mim, mais nojo do que eu mesmo sinto de mim mesmo. - No canto de seus olhos começaram a se formar lágrimas que não demoraram muito a escaparem. - Foi na viagem que você e o Kyungsoo fizeram, a mais recente que ele me conheceu. Você não devia saber disso por mim, mas o Kyungsoo te traía. E ele me encontrou na boate em que eu frequentava e pelo o que eu soube, ele foi procurar por alguém que fosse capaz realmente de te seduzir e de conquistar você. Ele queria se divorciar, porém que o pivô de tal coisa vinhesse de sua parte para que ele pudesse lutar por alguma coisa na justiça e te arrancar uma boa quantia de dinheiro. Em troca, ele me daria um bom dinheiro sempre, toda semana, e ainda mandaria para a minha casa. Eu fiquei cego por isso e aceitei. - Soluçou. - Eu fui tão interesseiro quanto ele, mas eu estava precisando do dinheiro e minha mãe estava pior nessa época, eu só pensei na minha família. Ele me falou coisas sobre você, do que você gostava e a única coisa que eu pude concluir foi que ele estava ficando maluco por querer se separar de alguém como você.

— Eu não sou lá grande coisa, principalmente pra ele.

— Você é muita coisa, é um homem incrível. Qualquer pessoa que já ficou com você deveria se sentir sortuda. Voltando, eu aceitei e além de tudo isso, teve a proposta de trabalhar na sua empresa, e pela primeira vez na vida eu teria um trabalho digno e que no final do dia eu não precisaria tomar um banho de quase uma hora e conviver com meu corpo cheio de chupões e marcas violentas. O Kyungsoo me mostrou um mundo novo e diferente onde tudo seria mais fácil, mas nenhum de nós contou com o fato de que eu iria acabar me apaixonando por você. Em cada investida por pressão do Kyung, eu via o quanto você era bom, e me encantava pela sua aparência e personalidade. E quando começamos a sair, eu senti que com você eu estaria seguro e nenhuma pessoa havia me passado tal sensação até eu aparecer na sua vida e causar toda essa confusão que resultou em duas pessoas machucadas e tristes, arrependidas e uma revoltada. - Finalmente levantou o olhar para as orbes castanhas e escuras do Park. - Assim como te disse no dia de todo aquele alvoroço, eu nunca menti quando falei que te amava. Em todas ás vezes que falei sobre nós, o que você causava em mim, quando nós fizemos amor, me desculpe se você rotula de outra forma, mas eu senti o amor envolto em nós naquela noite. E só espero que você tenha me perdoado de verdade, com sinceridade porque eu não quero mais viver em mentiras e eu me arrependo amargamente das coisas que fiz, e não mereço o seu perdão na verdade, nem o seu amor, nem nada do tipo. Mas, é que eu… - fungou. - Eu sinto tanto a sua falta. - enxugou as lágrimas e se encolheu um pouco no estofado. -

As suas bochechas estavam rosadas e seus olhos levemente avermelhados e brilhantes. Quando Chanyeol conheceu o loiro, o mesmo estava lindíssimo e com um certo ar de inabalável, com toda a sua sensualidade e confiança, mas agora parecia indefeso, e se comparava a uma criança que chorava e só precisava de um abraço, um colo, um conforto.

— Chanyeol, me desculpa por tudo. Por favor. - Pediu em meio ao choro. - Eu amo você.

O loiro chorou ainda mais alto e o mais alto estava se segurando ao máximo para não chorar ali, um dos dois precisaria ser forte.

— Eu entendo tudo o que você passou, e se prostituir foi a saída mais fácil que você viu. Todos os seus motivos e eu não vou ser hipócrita, provavelmente se eu tivesse em seu lugar faria a mesma coisa, eu sei o quanto família é importante. Não vou negar que você me magoou, me machucou e eu me senti desolado quando descobri a verdade e eu quis arrancar qualquer sentimento relacionado a você. Porém, eu também fui trapaceado. Não estava nos meus planos amar você, eu até pensei que seria apenas um caso, mas não, você se tornou bem mais pra mim. Eu sentia uma necessidade de proteger você e estar contigo, e a sua história é triste, porém, você conseguiu superar isso, pelo o que eu sei, você não voltou a sua antiga vida e isso me deixa aliviado. Eu também amo você, e eu te perdôo. - Se aproximou do outro e segurou a pontinha do queixo do loiro. - Eu estou aqui pra você, com você. E se depender de mim, isso pode ser o começo de uma nova história. Para os nossos sentimentos e para nós dois. - sorriu. -

— Mesmo com meu passado horrível? Você não sente nenhum tipo de asco por mim agora que sabe de tudo? - Baekhyun perguntou um tanto admirado. -

— Não, Baekkie. - Balançou a cabeça negativamente. - Eu já disse que amo você. E acho que podemos esquecer tudo isso, eu não vou negar que gosto muito de você, mas eu só preciso de mais um pouquinho de tempo para organizar todos os meus pensamentos. E agora que já sei de tudo, me sinto mais aliviado.  

— Eu te dou o tempo que quiser. - O menor sorriu abertamente. - Estou disposto a esperar, e acredito que isso pode ser um novo começo sim. - Disse otimista. -

Depois de alguns sorrisos trocados e de Chanyeol começar a contar como tudo estava, poucos minutos em seguida sentiu algo pesar sobre um de seus ombros.

Havia sido a cabeça de Baekhyun que repousava sobre aquele lugar. O loiro estava esgotado fisicamente e mentalmente e como se sentia imensamente seguro com o castanho não demorou muito a adormecer ali.

As mãos do mais alto foram em direção dos fios desbotados e começou a fazer um cafuné ali, e em meio a sorrisos bobos vindo do mesmo. Pegou Baekhyun no colo e o levou para um dos quartos ficando ao seu lado na cama e lhe cobrindo da forma mais confortável que pôde.  

Era ótimo ver ele ali consigo, e de forma sincera agora.

Sentiu seu coraçãozinho aquecer com a presença de Baekhyun.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo! ❤️


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