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História I'm loving you - Imagine Bakugou - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Vou narrar um trecho com o Kazinho, quq

Capítulo 4 - Katsuki Bakugou


 

 

Katsuki Bakugou sempre nutriu um ódio mortal por todos, e isso não tinha uma explicação real.

Nem ele sabia o motivo, mas todos o irritavam demais.

Especialmente (S/n) (S/s).

Mas, diferente dos outros, Bakugou tinha sim um motivo para odia-la. Cá entre nós, um motivo bem infantil. 

Ela não tinha medo dele.

Todas as vezes em que gritou ou brigou com ela, ela não teve reação alguma. Continuou tão fria e indiferente. 

Quando ele ameaçou bater nela, ela simplesmente ficou com a mesma expressão. Neutra. Nenhuma reação. Absolutamente nenhuma.

E, ah, como isso o irritava. 

Não tinha ninguém que não ficasse com medo dele, e então aparece aquela garota e estraga com tudo?!

Ele a odiava. 

Sempre, todo o dia, ela sempre tinha a mesma cara vazia! A mesma cara!

Todo o Santo dia!

Como isso o irritava.

Quando a xingava, não recebia nada, nenhum xingamento em troca, nenhum olhar de medo. Absolutamente nada. 

E ela era apenas uma garota!

A cada dia, a vontade de esganar a garota só aumentava, e então apareceu a oportunidade perfeita para isso.

Quando Aizawa perguntou se alguém estava disposto a lutar com (S/n), foi Como se seu corpo se movesse sozinho. Sua voz se elevou antes que ele percebesse.

Lutar com alguém nunca foi tão bom quando lutar com aquela garota. 

Apesar de ter apanhado por um bom tempo, Bakugou conseguiu engana-la e virar o jogo.

Porém, assim que a imobilizou, mesmo preparado para explodir a cara dela, não conseguiu mexer a mão. 

Não com a expressão facial dela.

Não era mais neutra. Era realmente bela.

Os lábios entreabertos, as bochechas levemente rosadas, os olhos normalmente frios e opacos, estavam arregalados e brilhantes, as sobrancelhas erguidas e os traços delicados abatidos. 

Ela estava realmente linda. 

E ele não conseguiu mexer-se diante do que aqueles olhos claros/escuros tão belos lhe diziam.

Era algo... estranho.

Parecia que ela estava finalmente andando novamente, mas Bakugou sabia que logo ela começaria a correr.

E isso era ruim.

Se (S/n) começasse a correr, ele não conseguiria não correr a encontro dela, e logo logo eles colidiriam. 

Era horrível. 

Foi por isso que se sentiu tão aliviado quando Sensei Aizawa declarou que a Vitória havia sido dele. Ele queria parar de olhar aquelas duas órbes que o prenderam tanto.

Quanto o dedo do meio, foi o único meio de defesa que ele conseguiu naquele momento.

Depois que foram liberados, Bakugou trocou de roupa, e resolveu que iria direto para seu dormitório. 

No ano passado toda a turma havia se mudado para o dormitório da U.A, e naquele ano, apenas uma aluna não estava morando ali: a maldita (S/n).

Por um lado era bom.

Ele não precisaria olhar para a cara dela.

Ver o rosto dela com alguma expressão foi realmente perturbar. 

Suspirando, ele se arrastou até o banco.

Se jogou no mesmo, tocando as costelas que ardiam com razão. Todas aquelas rajadas de vento fizeram um mal para ele.

Bufando, ele tombou a cabeça para trás. 

Aquela merda doía. 

- Você tem que ir para a enfermaria. - aquela vozinha irritante disse.

Assustado, Bakugou abriu os olhos para olhar a bendita da (S/n). Ela tinha o rosto neutro novamente, mas isso já não era tão ruim.

- Não, não preciso. - ele retrucou, querendo desesperadamente sair da presença daquela garota demoníaca. 

- Você precisa sim. Meus ventos eram fortes o bastante para causar hematomas graves. - ela comentou, chegando perto dele, que sentiu como se o mundo de repente ficasse mais abafado. - Se você ficasse dor, eu ficaria mal. - ela reclamou.

- Tsc. Eu tô pouco me fudendo pra essa merda. - Bakugou virou o rosto, querendo desesperadamente que ela fosse embora logo.

- Mas eu estou. - (S/n) rosnou, agarrando o pulso de Bakugou.

- O QUE? ME LARGA, SUA DESGRAÇADA! - ele berrou, tentando se soltar do aperto dela, mas, caramba, como ela era forte!! 

- Sinto muito, mas você precisa ser tratado. - ela falou, puxando ele pelo caminho.

Bakugou sentiu suas bochechas formigarem, amaldiçoando (S/n) baixinho.

- Se você não me soltar agora, eu vou explodir a sua cara! - ele gritou, puxando inutilmente a mão. 

A garota era forte!!

- Você não faria isso. - ela respondeu, olhando por sobre o ombro.

Assim que contemplou o rosto do loiro irritado, deu um sorriso mínimo. 

Ele estava rosinha!!

Bakugou olhou horrorizado para o sorriso dela.

Ninguém nunca havia ficado tão estranho e belo antes ao sorrir! Como (S/n) conseguiu?

Era a primeira vez que Bakugou a viu sorrir, e foi um choque tão forte que apenas ficou travado naquela cena, se deixando ser levado pela garota mais estranha do Universo. 

Logo chegaram à enfermaria, e Bakugou explodiu com raiva novamente:

- EU NÃO PRECISO DE MERDA NENHUMA!! - ele gritou, depois de quase explodir a porta para sair.

Para a surpresa do próprio, (S/n) apenas sorriu minimamente ao ver sua ação nada elegante.

Recovery Girl deu um beijinho no garoto, e logo o dispensou, dizendo que ele iria se curar rapidamente.

Ele saiu, já esperando que a garota estranha o deixasse em paz.

Mas ele se surpreendeu com a insistência idiota (e incrivelmente atraente) que a moça demonstrava.

(S/n) continuou caminhando com ele, mesmo sem dizer nada.

- Ei - ele chamou depois de um tempo desconfortável em silêncio. 

- Sim? - ela indagou, continuando a andar e olhar para frente.

Meio incomodando por ela não ter olhado para si, ele continuou mesmo assim.

- Seus pais não vão ficar bravos por você chegar em casa tarde? - perguntou, observando cada detalhe do rosto tão belo da garota.

Ela continuou neutra, mesmo tendo sorrido antes. Isso o deixou irritado.

- Não tenho ninguém me esperando em casa. - (S/n) falou, indiferente. Mas então se virou para Bakugou, os olhos brilhantes com deboche - Ei, como você sabe que não estou em um dormitório?

No mesmo instante, Bakugou sentiu suas bochechas arderem como nunca, e teve certeza que podereria fritar um ovo ali. 

Parou de andar, e ela logo fez o mesmo.

Virando o rosto, respondeu:

- Kirishima comentou. - ele sussurrou, desejando que o chão o engolisse. Não! Que o chão a engolisse.

- E você guardou na memória! - ela exclamou, se aproximando dele com o rosto.

Ele deu um passo para trás, se sentindo repentinamente intimidado.

Irritado, se preparou para gritar com aquela desgraçada que o havia feito se sentir inferior.

Ele era o maioral! Definitivamente não era o pário!

Mas então...

Ele viu aquele maldito sorriso.

Oh, sim, aquele sorriso idiota e incrivelmente lindo.

Foi o que bastou para perder seu chão. 

Os olhos lindos dela estavam bem abertos, brilhantes e radiantes,  as bochechas avermelhadas destacando-se na pele clara/escura, os dentes à mostra e o aroma fresco e doce de seu perfume.

Foi como se do nada, uma chama de luz se acendesse para ele.

E, nossa, como ele amou o jeito que aquela garota o iluminou.

Completamente sem chão. 

 

 

 

Maldita! O que está fazendo comigo?!, ele se perguntou, se perdendo completamente naquelas íris claras/escuras e brilhantes. 

 

 


Notas Finais


:P
Sei lá, ficou bom? Achei que ficou meio corrido, maiz, foi o que consegui.
Agradeço de coração todos os favoritos e comentários que estou recebendo!!! Estou chorando e vomitando arco-íris qwp


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