1. Spirit Fanfics >
  2. I'm NOT a mother! >
  3. Inabalável

História I'm NOT a mother! - Capítulo 16


Escrita por: marrie0209

Notas do Autor


Voltei, depois daqueles capítulos bem medíocres, estamos aqui com um capítulo novo. Pra quem não sabe, eu sou pobre e tenho problemas de pobre, ou seja eu escrevo tudo pelo celular e esse capítulo demorou por problemas com meu carregador. Além disso essa semana eu só passei raiva, e minha mãe vai marcar uma consulta com o psicólogo (me desejem sorte)



📍Por favor leiam as notas finais, porque se eu explicar aqui vcs vão levar spoiler.📍

Capítulo 16 - Inabalável


Fanfic / Fanfiction I'm NOT a mother! - Capítulo 16 - Inabalável

E eu sabia que sempre ficaria
Você pode me fortalecer, você pode me derrubar
Você pode tentar, mas eu sou inquebrável
Você pode fazer o seu melhor, mas vou resistir ao teste
Você descobrirá que sou inabalável
Quando o fogo queimou
Quando o vento sopra
Quando a água secar, você ainda encontrará pedra
Meu coração de pedra
Six, Natalie Paris – Heart of Stone




Despertei com o choro de alguém, e estranhei. Mas logo me lembrei que, Renjun está no quarto ao lado. Encarei o relógio de parede, e já passava das oito, e meu despertador não tocou — talvez por eu ter deixado o telefone descarregar. — A essa hora eu já perdi o café da manhã, e todo mundo provavelmente já está resolvendo os próprios problemas. Então eu tomei banho e me arrumei rapidamente. Chequei o telefone que já estava carregando, pra ter certeza que Yixing não me mandou nenhuma nova mensagem.

Combinamos de nos encontrar em casa, e eu sinceramente estou no ápice da minha ansiedade. Tecnicamente eu não deveria sair com Sarang do centro, mas como ela já tem quase um mês a senhorita Jang permitiu. Já faz quase um mês que Yixing voltou pra China, o cunhado dele que cuida das coisas por lá ficou doente, e por isso eu estou aqui. Viajar pra China, com um bebê recém nascido não é uma boa ideia. E mesmo que nunca conseguisse imaginar encontrar pessoas como as que encontrei, ainda sim seria melhor do que passar esse tempo sozinho naquela casa gigante, sinceramente não vejo sentido em ter uma casa daquele tamanho. Já me sinto sozinho com Yixing por perto, quem dirá sozinho já que meus pais moram em Gimpo, e eles não gostam da bagunça de Seul.

Mas pelo menos por alguma horas, eu finalmente vou poder matar a saudade. E isso é suficiente pra mim.

Não nego que esse nunca foi meu sonho, e que eu tinha muitas expectativas pra vida de casado. Mas é meu, é o que eu tenho e eu amo ter. Saber que alguém me ama, e que também se esforça por mim é suficiente. Desde o primeiro dia, desde quando aceitei essa nova realidade, eu escolhi esse caminho, solitário ou não é o meu caminho. Ainda me lembro como se fosse ontem, a primeira vez que nos encontramos.

Eu estagiava em um colégio internacional, estava no último período da faculdade. E era auxiliar na sala das peônias, onde estudavam as crianças de seis anos. Era um dia comum, e felizmente o sol havia aparecido depois de semanas, e a poeira fina estava bem abaixo da porcentagem de risco, então decidimos passar a tarde no playground. Como auxiliar a maior parte do tempo eu passava brincando com as crianças, ou separando pequenas brigas, além de ser o responsável por levar elas pra o banheiro, refeitório, pátio e quando elas se machucavam, para a enfermaria. Era uma terça feira, e eu já estava acostumado com a rotina calma. Na nossa turma a maioria dos alunos eram chineses ou japoneses, mas o número de coreanos por turma era sempre o mesmo cinco. Isso porque o corpo docente do colégio, era obrigado a fazer as crianças manterem contato com coreanos da mesma idade, pra facilitar o aprendizado. Como a nossa turma não tinha uma grande porcentagem de ocidentais, as crianças eram mais calmas e os casos de "bullying" eram raros, o que facilitava pra mim já que, qualquer briga, sobra pro auxiliar.

A turma da sala Peônia, era minha primeira da vida, já que antes eu só consegui estagiar na secretaria. Então eu realmente me apeguei muito as crianças, o que reafirmou meu sonho de ser pai. Todas crianças eram muito fofas, e sempre retribuíram meu carinho, não querendo me gabar, mas elas gostavam mais de mim, do que da professora.

Continuando, naquela terça tudo estava indo bem, as crianças estavam felizes realizando um trabalho de colagem com folhas, enquanto eu orientava as mesmas. Mas em um certo momento, a professora passou mau, e eu tive que substituir ela. E eu já estava levemente em pânico com isso, afinal uma coisa é ser assistente, e outra é saber o responsável de verdade por vinte crianças. Quando a professora realmente deixou a escola, depois de passar pela enfermaria e me passar algumas dicas/instruções, faltava três horas pro fim das aulas, e eu ainda tinha que fazer todas as crianças tomarem banho e escovar os dentes, já que não podemos entregar elas totalmente suadas e sujas, a não ser que tenhamos vontade de passar horas, sendo xingados por socialites.

Mas mesmo com esse leve sentimento de pânico, decide continuar e dar meu melhor como sempre, afinal era por isso que eu estava ali pra ganhar experiência. A aula continuou, e eu fui me acalmando com o passar do tempo, as crianças eram realmente ótimas, e como pra conseguir o emprego eu tinha que pelo menos ser fluente em inglês, e saber o básico de chinês e japonês, a comunicação não era um problema.

— Tio Jun, o que é "hibisco"? — a pequena Kahei perguntou, a garotinha era chinesa e foi a última a entrar na turma, o pai dela cuidava de uma empresa e ela havia se mudado há poucos meses, mas ela era ótima em coreano provavelmente a melhor da turma.

— É uma flor. O tio vai te mostrar. — busquei por uma imagem — Essa é a flor nacional da Coreia, é bonita né?

— Muito linda! Minha mãe, disse que minha flor do nascimento¹ é o crs-crisântemo! É assim que fala? — perguntou a menor.

— É sim, você parece mais fluente do que eu. Será que eu sou o estrangeiro? — perguntei fazendo a menor rir — Esse é o crisântemo, é bem bonito e tem várias cores. — mostrei a foto pra Wong.

— Eu gostei, um dia eu vou ter um montão dessas lá em casa. Qual é a do senhor? — perguntou curiosa.

— Não sei, mas eu vou pesquisar espera um pouquinho. — disse entrando novamente no site de busca — Fúcsia, simboliza uma mente ardente. Ela é diferente você gostou? — abaixei o aparelho até a menor.

— Ela é bem bonita, e é diferente. Que nem o senhor.

— Como assim?

— O senhor é muito bonito, mas não é chato que nem os outros ômegas que são amigos da minha mãe. Você é um ômega legal. — explicou, me fazendo querer rir.

— Não diga isso, é muito feio falar mau das pessoas. Mas obrigado por me achar bonito, você também é linda.

— Tio Jun, você tem namorado?

— Que? E você sabe o que é um namorado? — questionei surpreso.

— Sei, minha mãe sempre fala que meu tio deveria arrumar um namorado. Namorado é que nem minha mãe e meu pai, só que não mora junto. Você tem um? — explicou a menor, me deixando sem palavras.

— Não, mas isso não deveria importar pra senhorita. E sua atividade? Já terminou? — desviei tocando na ponta do nariz da pequena, e ela deu uma gargalhada.

A qual continuou normalmente, e depois de todos já estarem de banho tomado e terem feito um lanche, estávamos de volta a sala de aula. Faltava quinze minutos pro fim das aulas, e todos estavam brincando enquanto esperavam os pais chegarem. Normalmente eu não estaria aqui, os auxiliares são dispensados meia hora antes, pra guardar os materiais e poder ir pra casa, mas naquela terça eu estava ali. E foi legal me despedir de cada uma das crianças, era uma novidade e me deixava com o coração quentinho. Mas enquanto a sala se esvaziava, uma pessoa ficava cada vez mais pra baixo. Kahei estava pintando em sua mesa, e com o passar do tempo ela foi se despejando pela mesa, e já estava praticamente debruçada na mesma encarando a porta.

— Sua mãe demora assim? Ou aconteceu alguma coisa? — perguntei me sentando ao lado da pequena.

— Não, geralmente ela é uma das primeiras. Ela não ligou na secretaria? — disse tristonha, me surpreendendo com sue vocabulário, que criança de sues anos fala "geralmente"?

— Acho que não, se tivesse ligado a secretária teria te levado. Se ela não ligou, só deve estar atrasada. Não fique triste, quer brincar comigo? — confortei a morena.

— Do que?

— Hmm... — levei minha mão até o queixo — Que tal, brincarmos de....

— Kahei! Desculpa eu me atrasei. — fui interrompido por um homem alto que ofegava e se pronunciou em chinês.

— Tio Xing? Cadê minha mãe? — disse se levantando rapidamente, dessa vez em coreano o que facilitou pra mim, afinal eu só tinha que saber o básico pra conseguir esse emprego.

— Ah, perdão pelo jeito que eu cheguei. — disse passando as mãos pelo terno — Meu nome é Zhang Yixing, sou o tio da Kahei. — estendeu a mão.

— Ah, prazer, eu sou Kim Junmyeon, sou auxiliar da professora da Kahei, infelizmente ela passou mau e teve que sair mais cedo. — apertei a mão do maior.

— Tio, cadê minha mãe? — chamou novamente a Wong.

— Sua mamãe teve um problema, e como eu cheguei hoje ela pediu pra mim te levar pra casa. Não gostou de ficar com o tio? — o maior abaixou ficando da mesma altura da pequena.

— Gostei, mas o senhor está atrasado. O tio Junmyeon tem que ir pra casa, não pode ficar fazendo ele esperar. — repreendeu a menor me fazendo corar, quantos anos essa criança realmente tem?

— Kahei, eu não vou embora quando vocês vão embora. Os professores só vão embora beeem depois! Não se preocupe comigo. — pisquei pra menor.

— Mesmo assim, não pode deixar o tio Xing achar que pode fazer tudo quando quer. Minha mãe sempre fala que temos que ser responsáveis, não podemos deixar as pessoas esperando. — nessas horas, eu em sinto um ótimo professor, porque ela fala melhor do que eu. Eu ia rebater a menor, já que mesmo estando certa o tio dela ainda é mais velho, mas o mesmo começou antes.

— Ela está certa, me desculpe eu vou melhorar. E onde você aprendeu a falar assim? Que eu saiba você é chinesa não coreana. — brincou levantando a menor.

— O tio Jun é ótimo tirando minhas dúvidas, e conversa bastante com a gente. — sorriu abraçando o maior, e me fazendo corar. — E também a Haseul sempre me ajuda.

— E quem é Haseul? — questionou o maior.

— Minha namorada. — respondeu e nós dois arregalamos os olhos.

— A Haseul da sala das margaridas? — perguntei.

— Aham, ela não é bonita?

— Foi por isso que você me perguntou se eu namorava? — perguntei novamente.

— Não, foi porque o senhor é muito bonito. Minha mãe disse que ômegas bonitos namoram cedo, por isso eu pedi a Haseul em namoro. — explicou sorrindo maior.

Só consegui encarar a menor de boca aberta, como assim namorando? Talvez, mas só talvez, eu tenha me sentido um grande encalhado.

— Você não deve falar essas coisas, pro seu professor. E em casa nós vamos conversar sobre esse "namoro". — repreendeu o alpha. — Desculpa o transtorno, espero te ver de novo.

E foi assim, que eu conheci meu marido. Eu sei, nada comum. Mas sinceramente, eu duvido que algo comum aconteça nesse universo. Nós nos encontramos mais lagunas vezes, já que ele começou a buscar Kahei com mais frequência, e depois de nós começamos a namorar admitiu que era pra me ver, e então eu terminei a faculdade comecei a dar aulas por lá, e dois nãos de namoro depois estamos casados. Kahei voltou pra China no ano passado, agora ela tem dez anos e foi bem difícil se separar de Haseul, porque sim, elas estavam namorando. Wong Kahei, é a filha mais velha da irmã do Yixing, e o pai dela é quem cuidava da empresa na Coreia, mas desde nosso casamento Yixing resolveu mudar a sede pra cá, e assim eles voltaram pra China. Ele disse que prefere morar aqui, mas eu me sinto levemente culpado por essas mudanças. De qualquer maneira, Kahei vai ganhar um irmãozinho em breve, e vai deixar de sentir essa solidão. Mesmo assim, prometemos que ela vai passar as férias aqui todos os anos até a faculdade, quando ela vai vir morar por aqui. Talvez Yuxi não goste da ideia, mas depois de Kahei e Yixing passarem dias a perturbando, a ômega aceitou que sua filha preferia o professor intrometido, a suas festas luxuosas. Talvez minha cunhada não goste muito de mim.

Quando terminei de organizar tudo na minha bolsa, garantindo de não esquecer nada de importante. Eu desci pro hall, pra esperar meu táxi. Como o esperado, todos os meus "vizinhos" estavam brincando com Renjun no jardim, incluindo Taeyong que parece ter superado minimamente, a crise de consciência. É engraçado pensar, como meses atrás eu em sentia tão solitário por ter perdido contato com todos os meus amigos, e agora estou cheio de novos amigos. Mesmo que minha rotina continue uma loucura, daqui pra frente pelo menos da solidão eu não vou poder reclamar.

Não demorou muito por táxi chegar, o aplicativo sempre seleciona alguém próximo, então imagino que o taxista é daqui mesmo. Como todos os taxistas sul coreanos, ele fez questão de puxar assunto, e eu como qualquer pessoa respondi constrangido. A viagem não demorou muito, duas horas depois eu já estava na porta de casa. O aroma de maçã com canela já adentrava meus pulmões, e tenho certeza que o mesmo acontecia com ele, já que em menos de três minutos Yixing apareceu na porta.

— Meu amor! Que saudades eu estava de você. — disse logo né abraçando, tomando cuidado com sarang em meus braços.

— Eu também, como você está? Comeu direito? E Kahei e Yuxi, a gravidez vai bem? — encho o alpha de perguntas fazendo ele rir.

— Estou bem, sim comi. Ela queria vir junto, e Yuxi só está um pouco mais rabugenta. — respondeu de uma vez agarrando a bolsa que estava ao meu lado — Como é lá no centro? Você disse que fez amigos, como ela são?

— Lá é chato, mas meus amigos são muito divertidos então fica bem menso entediante. Eu fiz... — pausei tentando lembrar o número exato — seis novos amigos.

— Vejo progresso, pra alguém que não tinha nenhum amigo que não tivesse menos que 10 e mais que 40.

— Hahaha, muito engraçado. Como se você tivesse amigos. Nós dois somos antissociais. — retruquei.

— Por isso somos o casal perfeito, só precisamos um do outro. — brincou bagunçando meus cabelos.

— Acho que semana que vem, vou encher o saco do Kun.

— Kun é seu novo amigo chinês certo? — perguntou abrindo a porta pra mim.

— Sim, ele tem dois filhos. Chenle que é da idade de Sarang, e Renjun que é um ano e meio mais velho. Acho que vai ser bom pras crianças, Renjun consegue falar mandarin bem. — expliquei finalmente sentido o cheiro de casa, e depois percebendo o quão vazia ela era.

— Ele já sabe falar com um ano? Não demora mais? — perguntou depois de deixar a bolsa no lavabo.

— A enfermeira disse que, depende da criança se ela for estimulada e gostar de se comunicar, ela pode aprender mais cedo. Espero que Sarang goste de falar bastante. — disse sorrindo pra menor que já estava acordada, encarrando a casa com curiosidade.

— Você falou que ele consegue falar mandarin, no que isso vai ser útil pra você? Eu estou tentando melhorar o seu há três anos. — disse se sentando do meu lado no sofá.

— Você não é uma criança fofa de um ano. — retruquei e ele me encarou decepcionado — O que? Tenho certeza que você ia preferir ele se o visse.

— Meu marido me trocou por um bebê, que mundo é esse que vivemos? — dramatizou me fazendo rir. — Já disse que amo seu sorriso?

— Umas três mil e duzentas vezes, desde que nos conhecemos. Mas eu ainda gosto de ouvir. — respondi e ele sorriu maior.

— Eu te amo.

— Eu também te amo.

E nos encaramos, rendidos pós os olhos alheios. E como eu estava com saudades de poder ficar assim, em silêncio só mirando meu marido. E vou continuar, já que em menos de trinta segundo Sarang começou a chorar. Como disse Kun: "A vida de um pai, se divide em A.F e D.F, antes e depois do filho. Nada é igual depois de ter um filho."

— O que ela quer? Meu Deus seria que ela se machucou? Tá doente? — Yixing começou a se desesperar, e eu fiquei divido entre: rir da cara dele, pegar a madeira na mochila e socar a cara dele porque não foi nas aulas de pré natal comigo. — Responde Junmyeon! Eu vou ter um ataque do coração homem!

— Não acredito que, esse é seu pai filha. Você vai precisar muito do papai Jun, porque o seu pai Xing é mais criança do que você. — disse negando com a cabeça, e me levantando em direção a mochila que Yixing deixou no lavabo.

Peguei a mamadeira, e fui em direção a cozinha. Yixing depois de uns segundos, levantou correndo e me seguiu.

— Ela não estava morrendo né? — perguntou manso, e eu revirei os olhos.

— Não sei, acho melhor checar o pulso. Você não tem vergonha não Zhang Yixing? Você ia deixar essa menina morrer se eu não estivesse aqui.

— Desculpa, eu não tenho experiência ainda. — e nem vai ter, se continuar mais tempo fora do que dentro de casa, pensei. — Você pensou em um nome?

— Vários e você? — melhor trocarmos de assunto, já que eu ainda pretendo voltar um homem casado e não viúvo.

— Não muitos, eu não sou um grande conhecedor de nomes sul coreanos. Quais você mais gostou?

— Minjeong e Minji. Eram os nomes da mãe, e tia do meu pai.

— Qual pai?

— Seokmin. Você realmente não tem nenhum em mente? — perguntei novamente.

— Só os óbvios: Jimin, Mina, Chaeyoung.

— Depois eu que sou ruim com a cultura chinesa, pelo menos eu sei amis de dez nomes. — disse colocando a mamadeira vazia em cima da bancada, arrumando Sarang pra mesma arrotar.

— Nós dois somos péssimos. Então, qual você a há que combina mais?

— Zhang Minjeong.







Notas Finais


1: na Ásia, alguns países tem isso de flor da família ou flor do dia. No caso, eu usei o da Coreia de flores do dia. Eu descobri isso com o álbum do Taemin "Never Gonna Dance Again part 2" já que a música Pansy, é baseada nisso. Interessados, é só pesquisar "daily flower korea" ou coisa do tipo no Google.

Sobre os personagens novos
Lee Seunghoon (Hoony) ele é do Winner

Kahei (Vivi) e Haseul Loona


Curiosidade

A primeira ideia desse capítulo, era que o Yixing ia cancelar de última hora, mas por conta do Taeyong e Jaehyun preferi fazer um capítulo mais feliz.

A música desse capítulo, é uma das que menos combinam com a história. Isso porque é trilha sonora de um musical, no caso "Six" recomendo que procurem. O musical fala sobre as ex mulheres do rei Henrique VIII, e esse é o solo da terceira mulher, por isso é um pouco pior do que o Yixing realmente é.





Notas

O conceito do capítulo foi: uma fanfic de 30 em 1.

Meu Deus, eu fazendo as conta pra vê se tava tudo certo, Deus que me livre. Esses dias eu tava fazendo umas contas de Boku no Hero, pq agora eles estão no inverno e o cara disse que tem quatro meses que eles estão morando na escola. O que faz com que a primeira, a segunda e metade da terceira temporada, tenham se passado em menos os de um mês. E eu fiquei revoltada, com a falta de habilidade matemática do mangaká, porque eu faço contas melhor.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...