História I'm Not An Error - Capítulo 22


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Categorias TWICE
Personagens BamBam, Chaeyoung, Dahyun, Jackson, Jeongyeon, Jihyo, Jinyoung, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu, Youngjae, Yugyeom
Tags 2yeon, Chaeyoung, Chaeyu, Dahmo, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Michaeng, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Satzu, Tzuyu
Visualizações 191
Palavras 2.976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa 😏

Capítulo 22 - Declaration


— Querido, ainda é cedo para falarmos de noivado. - a Sra. Chou gargalhou baixo, vendo a expressão de espanto dos dois jovens.


Noivado? pensaram ambos.


(...)


— Nunca é cedo para pensar no futuro. - disse com um largo sorriso. — Mas diga você rapaz, você aceitaria fazer parte da nossa família um dia? - Tzuyu virou o rosto ansiosa pela resposta 


— Eu gosto muito da sua filha, isso é um fato. - ele encarou brevemente a garota, com um leve sorriso. — Então eu posso dizer para o senhor, que não é algo impossível de acontecer. - Tzuyu expressou surpresa, nunca esperou aquela resposta.


— Eu gostei de você rapaz. - apontou a taça de vinho, ainda sorrindo.


— Senhoras e senhores, começaremos o leilão em alguns minutos, estejam preparados e obrigado pela presença. - o anunciante chamou a atenção de todos no salão.


— Esta é a parte chata da noite para vocês jovens, podem se retirar da mesa caso queiram. - Tzuyu se retirou da mesa junto a algumas pessoas e Daehyun a seguiu assim que percebeu o movimento.


A taiwanesa caminhou habilidosamente entre a multidão, como se soubesse definitivamente para onde queria ir. Ela tomou seu lugar no bar e entregou uma identidade falsa que nem foi checada direito, pediu uma dose de whisky, tomando tudo em um gole, sentindo o líquido queimar em sua garganta e expressando com seu rosto. Daehyun sentou na cadeira a frente e observou a morena pedir mais um shot e virar rapidamente.


— Você está bem? - ele colocou a mão na perna da garota, chamando sua atenção. Esta que respondeu com um murmúrio, enquanto virava mais um copo.


— Ei, vai com calma. Você não quer parecer esse tipo de garota na frente do seu pai. - ele tomou o copo das mãos da morena, que bufou e virou para o bar.


— Dane-se meu pai, ele não liga para mim. - ela passou as mãos no rosto, suspirando enquanto esperava o retorno do barman.


— Não é o que parece, Tzuyu ele te adora! - a garota gargalhou deixando o mais velho confuso.


— Ele adora o dinheiro, e eu sou uma das melhores formas dele conseguir mais. - ela pediu mais uma bebida, desta vez uma batida grande e forte. — Se eu me caso, ele arruma um genro competente para cuidar da empresa, já que meu irmão é um imbecil.


— Se você acha tudo isso, por que ficou daquele jeito? - referiu-se ao comportamento da garota em casa.


— Você é mesmo um fofo. - ela gargalhou mais uma vez, tomando um gole da bebida. — Eu não estava nervosa por causa do meu pai, foi só um disfarce.


— Então o que é? - perguntou com as sobrancelhas franzidas, vendo a garota distraída com a bebida. — Já chega, me dê isso. - ele pegou o copo e tomou todo o líquido devolvendo ao barman e pedindo para que parasse com as bebidas.


— Aish! Você quer realmente saber? - ele assentiu. — Eu estava nervosa por sua causa. - esbravejou irritada, cobrindo o rosto com as mãos.


— Mas o que eu fiz? - perguntou pasmo. — Se é pela história com o Jackson...


— Eu gosto de você! - ela o interrompeu.


— O que? - perguntou duvidoso.


— Eu não sei o que aconteceu, eu só não consigo tirar você da cabeça, não consigo relaxar quando não tenho notícias, eu... - falou rápido, deixando o rapaz sem palavras. — Dae, eu, posso te pedir uma coisa? - perguntou, após um momento de silêncio.


— Claro, qualquer coisa. - disse ansioso, visto que estava sentindo um clima pesado.


— Me beija. - ele pareceu surpreso. — Eu, sinto sua falta.


— Você está bêbada. - ela suspirou decepcionada.


— Por que eu não imaginei que isso fosse acontecer? - disse para si mesma. — Você está apaixonado pela Mina, eu já deveria saber.


Tzuyu se levantou e começou a se afastar do bar. O coreano socou o balcão de madeira com força e correu até a garota, puxando-a pelo pulso e a segurando pela cintura, visto que ela perdera o equilíbrio ao virar.

Daehyun olhou no fundo dos olhos dela, e a beijou, com toda sua alma e coração.


— Eu não tenho quaisquer sentimentos pela Myoui, não mais. - ele se pronuncia ao quebrar o contato. 


— E por mim? - Daehyun abaixou a cabeça procurando paravras o que levou tempo, e deixou a garota desconfortável.


— Eu vou voltar para o bar. - ela o empurrou, mas ele a segurou pela cintura novamente.


— Eu não sei ao certo, mas eu gosto muito de você Tzuyu, eu sempre vou te proteger com todo o meu coração, nunca duvide disso. - Tzuyu ficou em silêncio, observando o rosto dele de perto. 


— Vamos sair daqui, você não vai se embebedar enquanto eu estiver de olho. - ele entrelaçou seus dedos aos dela e a guiou para fora do salão.


Os dois seguiram para um jardim a direita do salão, um lugar aberto onde poderiam respirar ar livre e se acalmar um pouco. Daehyun se sentou em um dos bancos e Tzuyu sentou ao seu lado, deitando a cabeça nos ombros do rapaz e respirando fundo.


— Eu gosto muito de você, mais do que achei que fosse gostar um dia. - ela falou baixo, acariciando a mão ainda entrelaçada a sua.


— Eu desejo poder dizer o mesmo um dia, mas no momento, eu estou confuso, sabe, eu nunca gostei verdadeiramente de alguém, eu não sei como é. - ela assentiu e ambos ficaram em silêncio.


— Melhor eu pegar alguma coisa para te deixar sóbria. - disse para si mesmo. — Eu já volto. - tentou levantar.


— Não precisa, fique aqui, por favor. - pediu. — Eu vou melhorar logo. - ele assentiu e voltou ao lugar.


Daehyun ficou longos minutos encarando o céu sobre sua cabeça, pensando em mil e uma coisas enquanto escutava o barulho incessante do leilão, parecia que aquilo nunca iria terminar e ela não estava nem um pouco a fim de esperar.


— É melhor te levar para casa, não parece que esse evento vá terminar tão cedo. - ela concorda, erguendo o corpo e suspirando. — Você me espera? Eu volto logo.


Tzuyu assentiu e o coreano se retirou após deixar um breve selar em sua testa. Ele suspirou nervoso e se aproximou da mesa da família taiwanesa falando entre os pais da garota.


— Perdão incomodá-los, mas a Tzuyu não está se sentindo muito bem e eu pensei em levá-la para casa. - falou baixo, para não chamar a atenção dos outros familiares.


— Ela está bem? Precisa de um médico? - sua mãe perguntou preocupada.


— Não se preocupe Sra. Chou, ela está bem, é apenas uma dor de cabeça, mas não acho que vai fazer bem ficar por aqui. Sabe, com todo esse barulho. - se explicou nervoso.


— Aqui. - Chou Yi-Cheng tirou do bolso uma chave e entregou para o rapaz. — Tome cuidado.


— Senhor, eu ainda não tenho idade para dirigir carro. - ele tentou devolver a chave mas foi impedido. 


— Você sabe dirigir um carro? - ele assentiu. — Eu confio em você rapaz. Só, tente ir devagar e desvie da avenida, não tem policiamento a essa hora. - Daehyun sorriu, passando confiança para o mais velho.


— Infelizmente, eu terei que ir direto para Taiwan daqui, então não poderei me despedir. Diga a minha filha que eu a amo, e que eu amei revê-la. Também foi um prazer conhecer você. - ele estendeu a mão para o garoto.


— O prazer foi meu senhor. - ele retribuiu o gesto. — Eu cuidarei dela. - ele se pronunciou e se despediu de ambos, assim como do resto da família.


 Daehyun voltou para o jardim, fazendo questão de pegar uma garrafa d'água no caminho e deixar a chave com o manobrista. Tzuyu estava distraída e não pareceu notar sua aproximação.


— Vem, vamos para casa. - ele estende a mão, chamando a atenção da garota.


— E minha família? - perguntou, pegando a garrafa d'água que lhe estava sendo entregue.


— Eles virão mais tarde. - ela assentiu. — Eu disse que você estava com dor de cabeça, caso perguntem.


Os dois se dirigiram a parte traseira do local e esperaram pacientemente o manobrista se aproximar com o carro. Daehyun agradeceu e lutou para passar com o carro pelos fotógrafos quando chegaram a rua principal do local. Quanto mais ele tentava passar, mas o cercavam.


— O que nós vamos fazer? - ele perguntou socando o volante.


— Espero que saiba atuar. - olhou desconfiado. — Aish, vamos fazer isso logo, estes flashes estão me dando dor de cabeça.


— O que você quer fazer? - ela apertou os olhos, massageando as têmporas.


— Me segue. - ela se arrumou do banco e puxou o garoto para perto.


Tzuyu acariciou o rosto do rapaz com o polegar e encostou sua testa na dele, logo deixando um selar simples e demorado em seus lábios. O que aumentou a intensidade dos flashes.

Ela sorriu largo, fingindo estar envergonhada e abriu o vidro do carro, se inclinando sobre o garoto e colocando a mão dele sobre sua cintura, para falar com os paparazzi.


— Gente, desculpem a falta de educação, mas nós realmente precisamos ir. - ela sorriu simpática.


— Srta. Chou, nos responda uma coisa - Ela pediu para que prosseguisse — O rapaz em sua companhia, é seu noivo?


— Não, não. - ela forçou uma gargalhada. — Ele é meu namorado, uma graça não? - perguntou, olhando para o garoto.


— Srta. Chou, vocês planejam se casar? - um deles perguntou.


— Ainda não sabemos, mas quem sabe. - eles pareceram satisfeitos, mesmo que ainda duvidosos. — Eu adoraria conversar mais com vocês, mas nós realmente precisamos ir, temos um compromisso. - ela os convenceu com um sorriso, o que fez os indivíduos abrirem espaço.


— Veja que já está melhor. - ela voltou a massagear as têmporas enquanto ele deu partida no carro.


— Eu não bebi tanto assim. - ele assentiu debochando. — Chegaremos logo de qualquer forma.


— Eu não havia reparado, mas como conseguiu o carro do papai, ele não deixa nem o Guan-Lin dirigir isso. - o garoto riu da desatenção da taiwanesa. 


— Ele confia em mim, você devia fazer o mesmo. - ela riu das palavras e virou o rosto encarando a paisagem passando.


Daehyun passou um bom tempo alternando o olhar entre a estrada e garota ao seu lado e em um ato brincalhão ele bateu de leve na perna dela e estendeu a mão com um bico fofo não lábios. Tzuyu gargalhou o que fez o garoto sorrir orgulhoso. Ela então entrelaçou seus dedos aos dele novamente, e ela beijou as costas de sua mão, o que deixou a garota envergonhada.


(...)


Enquanto Daehyun lutava para estacionar o carro, Tzuyu já estava dentro de casa, já havia tirado seus saltos e sumido dentre os corredores. 

O coreano entrou suspirando, pendurou as chaves do carro e sentou no sofá pendendo a cabeça para trás e deixando as pernas soltas, tentando relaxar.


— Oppa! - ouviu a taiwanesa chamar.


— Oi! - respondeu no mesmo tom, já se levantando.


— Pode me ajudar aqui? - ele começou rumou até a origem do barulho e entrou desconfiado no quarto da garota estranhando não tê-la encontrado logo.


— Onde você está? - perguntou olhando ao redor.


A porta do banheiro foi aberta e Tzuyu apareceu de costas olhando sobre o ombro enquanto indicava o zíper da peça.


— Pode me ajudar? - ele se aproximou lentamente e ela estremeceu com a aproximação.


— Vocês mulheres e essas roupas complicadas. - ele riu, descendo o zíper do vestido.


Daehyun paralizou no local ao ver as costas desnudas da garota, que segurava a peça em seu corpo pela frente, ele se sentiu tentado a tocar, sentir a pele macia da taiwanesa, que de longe, era completamente diferente da sua. Ela franziu brevemente as sobrancelhas e virou o rosto, encarando o rapaz.


— Você está bem? - perguntou sorrindo.


— Sim, sim, é claro. - seu rosto ruborizou e ele coçou a nuca nervoso. — É melhor eu sair. - se afastou, dando as costas.


— Oppa, espera. - ele parou e engoliu seco quando a taiwanesa se pôs a sua frente.


Ela arrumou superficialmente o vestido sobre seus braços e se aproximou do garoto, pondo a mão esquerda em seu rosto, acariciando sua bochecha com o polegar.

Daehyun engoliu seco, seu olhar vidrado nela, que deslizou a mão sobre seu peito e aproximou seu rosto, ficando a centímetros do garoto.

Tzuyu entrelaçou seus braços ao redor do pescoço do rapaz e colou seu corpo ao dele, acabando de vez com o espaço entre eles.


O coreano correspondeu desajeitadamente ao beijo no princípio. Mas seus movimentos logo se alinharam aos da garota e o beijo antes terno, começou a esquentar.

Ele segurou a cintura alheia com força, o que fez ela romper o contato por alguns segundos, os dois com as festas unidas, suas respirações se cruzando e seus corações quase explodindo.


— Desculpe. - ele pediu, com os olhos fechados, sentindo o olhar da garota sobre si.


— Por que está se desculpando? - perguntou confusa.


— Eu não sei se consigo fazer isso. - ele ergueu o rosto, encarando o teto. — Eu não quero te decepcionar. - olhou nos olhos dela.


— Oppa, você confia em mim? - ele assentiu. — Ótimo. - ela sorriu.


A taiwanesa se afastou um pouco e deixou o vestido escorregar por seus braços, expondo seu belo corpo coberto por uma lingerie preta.

Ela se aproximou novamente e tomou os lábios do rapaz em um beijo afoito, enquanto suas mãos tiravam um por um, os botões da camisa do mais velho. Ele abraçou sua cintura e ergueu o corpo da garota, uma de suas mãos segurando a perna dela enquanto a outra abraçava seu tronco a tirando do chão.

Tzuyu afundou suas mãos no cabelo do garoto, e entrelaçou suas pernas ao redor de sua cintura.


Daehyun caminhou com ela até a cama, e a deitou cuidadosamente sobre o colchão macio. Seus lábios se separaram, e ele passou a beijar o rosto da garota, trilhando um caminho pela sua bochecha, maxilar, seguindo pelo pescoço até a fenda entre os seios alheios.

As mãos dela correram por seus ombros e desceram pelos seus braços, levando a blusa dele até seus pulsos. Daehyun ergueu o dorso e retirou de uma vez a peça, deixando seu tronco a mostra.

Tzuyu não pode deixar de reparar no corpo do rapaz, suas poucas curvas femininas, sumiam entre os músculos que este havia adquirido com o passar dos meses na academia. Cicatrizes marcavam seu corpo mas nem de longe aquilo incomodava a garota, muito pelo contrário, todas aquelas marcas a lembravam de que estava diante de um rapaz incrivelmente corajoso, e bonito, pelo menos aos seus olhos.


Ela o puxou para o beijo mais necessitado, suas mãos correndo pelo corpo alheio, buscando cada vez mais contato. Daehyun deslizou uma das mãos pela lateral do corpo dela, subindo até encontrar às cegas os seios da garota, onde deu uma atenção especial fazendo-a grunhir sob o contato.

Os sons emitidos pela morena não passaram despercebidos pelo rapaz, que pela primeira vez se sentiu confiante no que estava fazendo.

Ele puxou o sutiã dela sutilmente, e substituiu suas mãos por seus lábios, chupando e mordiscando levemente o seio da mais nova.


— Oppa. - disse em um suspiro, afundando seus dedos no cabelo do rapaz, trazendo-o mais para perto.


O coreano apertou com força a coxa direita da morena, e subiu a mão para suas nádegas, onde repetiu o ato. Tzuyu empurrava impacientemente a calça do garoto para baixo, torcendo para que ele entendesse o que ela queria. Levou tempo, mas ele finalmente entendeu e tirou as calças, juntamente com os sapatos ficando no mesmo estado que ela.

Daehyun nem conseguiu acompanhar o movimento, mas em um segundo estava com a taiwanesa sentada sobre sua cintura, ela movia o quadril repetidamente enquanto desatava a faixa dos seios do rapaz. Ele tentou a impedir, mas ela o confortou com poucas palavras:


— Seu corpo não é perfeito, o de ninguém é. - começou. — Mas você não precisa ignora-lo. Você também tem necessidades oppa.


Ele mesmo se responsabilizou por tirar a faixa, o que fez a garota sorrir minimamente, antes de se curvar sobre seu corpo para tomar seus lábios mais uma vez.

Daehyun não tinha muita experiência no assunto, mas Tzuyu tinha, e ela fez questão de provocar cada ponto sensível do corpo do garoto, assim como ele fez quando teve oportunidade.

Ela gemia e ele a acompanhava, compartilhando do mesmo prazer, como se nunca tivesse julgado a si mesmo sobre o assunto.


Eles nem mesmo prestaram atenção ao horário, estavam ocupados demais para tal. O coreano suspirou uma última vez antes de deitar completamente exausto, e Tzuyu logo se aconchegou ao menor, sentindo sua pele ainda quente.

Ambos estavam relaxados, seus corpos marcados, vítimas da selvageria alheia e seus olhos pesados, simbolizando sua exaustão.


Daehyun demorou a dormir, encarava o teto enquanto acariciava os cabelos da morena deitada em seu peito. Já havia imaginado aquele momento muitas vezes, em ocasiões diferentes e com pessoas diferentes, sempre tentando se ver como um homem perfeito, como se aquilo fosse tudo.

Mas vendo seu estado agora, ele finalmente percebeu que não era preciso um pênis para satisfazer por completo uma pessoa. Ter uma pessoa especial ao seu lado fazia toda a diferença e ele não podia estar mais orgulhoso de seu feito.



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