História I'm not leaving your side - SAMWENA - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Confort, Fluffy, Kiss, Nightmares, Rowena, Rowena Macleod, Sam, Sam Winchester, Samwena, Samwitch, Sharing Bed, Spn, Supernatural
Visualizações 32
Palavras 1.789
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii. Vim apenas trazer um pouco de fofura e conforto.

Obrigada a Row_Macleod pela ajuda. Eu ando enferrujada kkk

Dedico essa a ti.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Rowena dormia agradavelmente em seu quarto no Bunker depois de terem fechado a Ruptura e retornando para descansar quando foi acordada por gritos que a fizeram ligeiramente acordar e ficar preocupada quado notou que os gritos vinham do quarto ao lado, do quarto do Sam e seu coração de imediato começou a bater mais rápido.


Rapidamente Rowena vestiu seu robe sobre sua camisola e correu até o quarto de Sam não tardando a entrar. Ele estava tendo um pesadelo, e se rebatia na cama, ela se questinou se mais alguém havia acordado, mas julgando que ela era a única ali e que seus quartos eram afastados dos outros ninguém mais havia.


- Sam, ei, acorda. - A bruxa sentou-se a cama tentando o despertar de seu pesadelo. - Está tudo bem, é só um pesadelo. - Ela segurava firmemente nos ombros do caçador para tentar o acalmar e então ele finalmente despertou, apavorado e confuso, procurando por ar como se estivesse se afogando.


- Rowena? - Ele pergunta confuso e envergonhado equanto se senta a cama a encarando, logo analisando todo o quarto para garantir que tudo não passou de um sonho ruim e levando sua mão para a marca em seu ombro, aquela a qual foi causada pelo tiro que ele deu em Deus e logo o rosto da bruxa se franziu em preocupação.


- Os pesadelos são por causa da marca? A quanto tempo está tendo eles? - Rowena adere um olhar de advertência enquanto o analisa, temendo ter sido dura de mais. Mas logo ela percebeu que o silêncio de Sam era o sim para sua pergunta. - Por que não me disse isso ontem, quando eu analisei a ferrida? - Sua voz era agora mais doce, compreensiva.


- Eu não pensei que era importante. - Sam vira o rosto evitando a encarar, no fundo ele sabia que deveria ter dito, isso poderia de alguma forma ter contribuído para qualquer análise que ela desse sobre a marca, mas ao mesmo tempo ele não queria preocupar a Dean, Cas, e nem ela, mesmo sabendo que ela melhor do que ninguém entendia seus pesadelos.


- Quer falar sobre eles? - A voz da bruxa soou baixa e doce, ela de fato o entendia, e ela sabe como Sam é, achando que tudo depende dele, que o mundo está em suas costas, que ele não pode permitir se sentir mal, ao menos ela estava lá por ele.


- Lucifer. - A voz dele soou baixa e tristonha, mas Rowena estava lá o consolando e o encorajando a falar. Rowena também nunca havia parado de ter os pesadelos com Lucifer, aos poucos ela aprendeu a lidar com eles assim como Sam a ensinou. - Chuck, ele estava tirando todo mundo de mim, todos a quem amo e me importo, eu estava sozinho e havia perdido todos e não havia nada que eu pudesse fazer. - O caçador fala confuso, não evitando chorar, ele sabia que podia ceder com a bruxa que secava suas lágrimas enquanto acariciava o queixo do maior. - E depois eu estava matando essas pessoas que ele havia tirado de mim, mamãe, Jack, Cas, Dean, você. O sangue de vocês estava em minhas mãos, vocês gritavam me pedindo para parar, e eu não conseguia. E-eu. - Sam começou a soluçar e a chorar mais afagado no abraço da ruiva.


- Shhhh, está tudo bem, você nunca faria isso, são apenas pesadelos. - Ela sussurava para o caçador com uma voz mansa e serena, tentado o acalmar de seu choro enquanto abraçava apertado o grande e musculoso corpo do caçador, desejando que ele não estivesse passando por tudo aquilo, ele já havia perdido tanto, sua mãe, Jack, que era como um filho para ele e Rowena sabia bem como era perder um. - Eu estou aqui, você não está sozinho. - Sam segura sua mão como garantia, o simples toque da ruiva tinha o poder de o acalmar e aos poucos ela conseguia tal feito, em pouco tempo as lágrimas do maior iam cessando e ele ficava mais calmo.


- Você pode ficar aqui? - Sam pergunta fraco enquanto Rowena acariciava sua mão. Ela ficaria pelo tempo que ele precisasse.


- Claro querido. - Ela sorri antes de levantar e apagar a luz, logo retornando a cama e dessa vez deitando-se ao seu lado. Sam já fizera isso por ela, agora era sua hora de retribuir. - Vem aqui. - A bruxa se deita ao seu lado e abre seus braços para que ele se aconchegue nela, e assim ele o faz, deitando sua cabeça sobre o peito quente e acolhedor da ruiva, aquela que sempre o entendia. 


- Oque for que essa marca seja, eu vou descobrir uma maneira de tirar ela de você. Eu prometo. - A ruiva apoiava sua cabeça sobre a de Sam enquanto acariciava os longos cabelos castanhos do caçador ainda o acalmando dos pesadelos, ela podia o escutar chorar baixinho, ele estava esgotado, sem fé, mesmo que houvessem conseguido fechar a maldita Ruptura e mandar todos os fantasmas de volta ao inferno.


- Obrigado Ro, por nos ter ajudado, e por estar aqui. - Ele genuinamente se vira para a encarar, seus olhos brilhantes pelo choro, seu nariz um tanto vermelho oque o deixava inevitavelmente fofo. A ruiva sorriu enquanto novamente secava suas lágrimas antes de o dar um ligeiro beijo na testa enquanto ainda acariciava os cabelos do maior, que a abraçava apertado, a procura do refúgio de seus braços e seu calor.


Quando estavam abraçados, ambos sentiam que esse era o melhor e mais seguro lugar do mundo, e talvez no meio de todo esse caos fosse. Eles sabiam que estavam ligados, tanto pelos traumas e medos em comum tanto quanto pela profecia de que Sam carrega a morte dela em suas mãos. Mas mais do que isso, eles eram bons amigos, sabiam que podiam confiar um no outro, sempre, não importasse oque.


Ambos já passaram por tanto, e novamemte estavam enfrentando mais um apocalipse, eles até podem ter conseguido uma pequena vitória, mas sabiam que isso era apenas o iceberg do que estava por vir, e eles estavam com medo, seria esse apocalipse talvez o fim de tudo? Nenhum sabia responder, esse era um risco que eles sempre estavam correndo. Haviam coisas que se não ditas ou feitas agora, jamais poderão. Tanto Sam quanto Rowena tinham consciência dos sentimentos mútuos, mesmo nunca verbalizados, mas seus atos diziam por si só, mas talvez se nunda os dissesse, poderia ser tarde de mais, poderia nunca ter uma chance de novo.


- Mo bhalach le falt fada donn. de shùilean calltainn cho soilleir ... Air eagal a ’ghràidh, cha b’ urrainn dha mo ghaol aideachadh a-riamh
Agus eadhon mura h-urrainn dhomh aideachadh
Is ann ortsa a tha mi a ’smaoineachadh mu dheidhinn a h-uile oidhche ron leabaidh.
- A bruxa sussurrou ao caçador com uma voz baixa e serena, até mesmo manhosa, enquanto afagava seus cabelos, roçando por vezes na pele da sua bochecha enquanto ele acariciava seu braço numa troca mútua de toques. Eles eram tão necessitados deles, e ambos sabiam o quanto era difícil lidar com traumas e se permitir tocar novamente, mas esse toque não os trazia medo ou ameaças, os trazia segurança, amor, proteção, cuidado, carinho. Eram sentimentos que os deixavam tão sensíveis e ao mesmo tempo tão fortes.


- Oque isso significa? - Sam reconheceu ser gaélico, mas não fazia ideia do que aquelas palavras queriam dizer. Então novamente se virou para encara-la, enquanto segurava a mão com a qual ela o afagava os cabelos e agora a acariava com o polegar. Nesse momento os pesadelos e o apocalipse já não mais importavam.


- Meu garoto dos cabelos longos e castanhos. dos olhos hazel tão brilhantes... Por medo de amar, meu amor nunca pude confessar. E mesmo que não possa admitir. É em você que eu penso toda noite antes de dormir. -A bruxa falou um tanto envergonhada, a voz fraquejando, mas ela tentava não demostrar que estava ansiosa, sua respiração ofegava, seu peito descia e subia enquanto Sam a encarava emocionado, até mesmo surpreso, ele sabia que isso era o mais próximo de uma confissão de amor de Rowena que ele jamais escutaria. E ele estava certo sobre oque pensara mais cedo. Se não disser que a ama de volta, pode ser que nunca mais possa.


- Eu te amo. - Ele sussurrou no mesmo tom que ela, rindo fraco vendo a expressão surpresa da ruiva, ansiosa para ver oque ele diria depois de sua pequena confissão.


O caçador levou sua mão a bochecha da ruiva e ambos aproximaram-se, embalados pela quase escassa iluminação do quarto, mas sendo guiados por seus instintos até finalmente seus lábios se tocarem, e seus corpos e almas ficarem em chamas pelo prazer daquele novo sentimento por tanto tempo idealizado e desejado.


O beijo era lento e calmo, ambos explorando os lábios um do outro, seus braços o entrelaçando em um abraço mais apertado, colando seus corpos que agora tremiam e estavam arrepiados pela proximidade.


O ar em pouco tempo tornou-se escasso até por fim o beijo ter sua trégua. Ambos com as testas encostadas e pequenas risadinhas escapando de suas bocas enquanto encaravam-se envergonhados como dois adolescentes. A verdade é que eles faziam tão bem um ao outro, nada mais parecia importar senão eles e o agora, por um momento haviam esquecido de todos seus problemas, todos seus medos, tudo que importou foi o fato de os dois estarem ali e agora, compartilhando oque sentiam e cuidando um do outro.


Novamente ajeitaram-se a cama abraçados, a ruiva o segudando apertado em seu peito e ele enroscado seus braços ao redor do pequeno e frágil corpo da ruiva. O silêncio pairou sobre eles, mas era um silêncio confortável enquanto ambos pensavam e repensavam suas vidas e os apocalipses e oque se tornariam depois desse. 


- Estarei aqui, está bem? - A ruiva sussurrou enquanto beijava o topo da cabeça do maior novamente quando percebeu que ele aos poucos adormecia novamente antes de ela sussurar um pequeno encantamento em latim para o fazer dormir como uma pedra até o dia seguinte. E assim que ele finalmente caiu no sono profundo e provavelmente livre de qualquer pesadelo pelo resto da noite, ela sorriu, sabendo que se sobrevivessem as batalhas que estariam por vir, talvez eles dois tivessem uma chance, uma chance de uma vida normal, de amar e ser amados, de serem lar, mas até lá, eles já tinham um ao outro e estariam lado a lado em cada batalha, cada guerra, e seja oque for que Sam tivesse em seu ombro, Rowena iria o curar, iria achar um jeito, como eles sempre fazem.


Notas Finais


Obrigada por lerem!


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