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História I'm Not Okay - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


oi gente! desculpa o sumiço!!! como vocês estão nessa quarentena? espero q vcs estejam bem.
vou me esforçar para atualizar minhas fanfics, pelo menos aquelas que tem histórias mais curtinhas aushajdhah tenho mais dois capítulos de INO prontos então vou poder atualizar mais rápido 🥰
boa leitura!

Capítulo 6 - Donghyuck cai na toca do coelho


Uma semana passou desde aquela noite, e o clima entre Jaemin e Donghyuck tornou-se mais estranho; ao invés de se provocarem como de costume, havia silêncio, olhares hesitantes e um número limitados de palavras. Donghyuck estava extremamente confuso por uma série de motivos. Além do garoto que ele achava ser quem mais odiava no mundo ter se mostrado gentil demais para ser odiado, ainda havia seu conflito com o pai que se recusava em respeitar quem ele era e todo o drama que acompanhava os preparativos da peça teatral.

Naquela tarde, antes de ir para do clube de teatro, Donghyuck parou no caminho para comprar um salgadinho na máquina de lanches. Esta travou com seu dinheiro dentro e sem mover um centímetro sequer. Incrédulo, o garoto encarou a máquina, com fome, sem lanche e sem dinheiro.

— Precisa de ajuda?

Surpreso, Hyuck virou-se para trás e viu Jaemin atrás de si. O loiro aproximou-se, analisando a máquina. Deu uns tapas na sua lateral e resmungou alguma coisa, tentando tirar o lanche a todo custo. Chutou-a, irritado.

— Que merda! — exclamou. — Esse troço só serve pra engolir o dinheiro da gente… Ah, não vai ficar assim, não…

Jaemin deixou a mochila no chão e se agachou, passando o braço pela abertura da máquina e se contorcendo para tentar alcançar o salgadinho.

— Ei, ei! Calma, é só um salgadinho! Ei! — exclamou Donghyuck, agachando-se ao seu lado e tentado fazê-lo parar. — Você é doido? Para, vai acabar ficando preso nessa merda!

Mas ele não ouvia. Jaemin conseguiu colocar quase o braço inteiro na máquina, mas não era o suficiente para alcançar o salgadinho. Depois de alguns minutos tentando, ele desistiu, mas, ao puxar o braço, ele ficou preso.

Os dois garotos se encararam, os olhos arregalados.

— Eu avisei.

— Eu tava tentando te ajudar, seu ingrato. Você pode me dar uma bronca depois que me tirar daqui? — retrucou o Na, encarando-o. — Por favor?

E então Hyuck riu. Riu alto. E mesmo levemente desesperado e com medo de ficar entalado pra sempre naquela máquina, Jaemin acabou rindo também. O Lee voltou-se ao garoto, fitando-o e tentando pensar numa maneira de ajudá-lo. Agachou, agarrou-lhe o braço e puxou-o.

— Ai, ai, ai! Tá doendo!

— Quem enfiou o braço aqui foi você!

— Não precisa piorar a situação!

— Quieto! Tá me desconcentrando!

Donghyuck tentou puxar o braço do loiro, torceu, e até enfiou o próprio braço pela fresta para desprendê-lo. Meia hora depois, ambos caíram para trás, livres.

— Obrigado. — arfou Jaemin. Haviam marcas vermelhas por todo o seu braço.

— Você tá bem? — indagou o outro.

— Suave.

— Tá doendo?

— Tá, né… Mas tá tranquilo.

Donghyuck encarou os arranhões no braço dele.

— Nós temos que ir. — continuou Jaemin, se levantando e puxando-o para cima.

Próximos ao anfiteatro, após um longo e estranho silêncio, Jaemin lhe chamou. Duas vezes. Mas Hyuck o ignorou. Não queria conversar, muito menos com ele. Não tinha coragem de olhar em seus olhos, lembrava-se de tudo toda vez que o via e não queria pensar naquilo outra vez, era constrangedor e confuso e lhe deixava com náuseas – era como ele chamava aquela estranha sensação de borboletas voando em seu estômago.

Impaciente, Jaemin lhe puxou para perto da escada, prendendo-o entre o canto da parede e seu corpo ao esticar ambos os braços ao redor de seus ombros. Encarou-o.

— Preciso falar com você. — disse.

Donghyuck lhe encarou de volta. Já estavam atrasados por causa do incidente com a máquina e ele decidiu conversar agora?

— Não pode esperar até o fim do dia?

— Não, você vai fugir de mim que nem vem fazendo  nas últimas duas semanas.

— Você já parou pra pensar que talvez eu não queira falar com você? Lembra que somos inimigos?

O loiro revirou os olhos e riu.

— Você que enfiou na sua cabeça essa história de inimigos, que diz que me odeia e me xinga desde que eu cheguei sendo que tudo o que eu fiz foi querer sentar no seu lugar. — disse, o tom de voz acusatório e debochado, exatamente do jeito que o Lee detestava. — E mesmo depois daquele dia… Eu pensei que, sei lá, você tinha mudado de idéia… — ele engoliu em seco, hesitante. — Você continua me odiando?

O olhar de Jaemin estremeceu, deixando de ser tão crítico e tornando-se frágil, esperançoso. Ele parecia magoado. Do ponto de vista do menor, o ódio sempre fora mútuo entre ambos; eles sempre se provocaram, desde o começo. E agora, com Jaemin à sua frente, encarando-lhe de forma tão intensa, não sabia o que pensar, Donghyuck não conseguia entender o que ele queria dizer. Só queria fugir e se enrolar nas cortinas vermelhas do palco.

— Eu não sei, eu…

Jaemin aproximou-se, tanto que era possível sentir seu hálito na pele.

— Hyuck… — murmurou. Sua voz estava cada vez mais trêmula, apreensiva. Subitamente, o celular do Lee vibrou e tocou. Na tela, o contato de Yeri apareceu.

— Deixa quieto.                                           

Jaemin suspirou, cansado, se afastou e deu-lhe as costas, entrando no anfiteatro.


Os ensaios para a peça começaram. De modo um pouco desajeitado, aos trancos e barrancos, mas, nada que os membros do clube de teatro não pudessem lidar. Nos primeiros dias fizeram atividades e exercícios para que o elenco começasse a se acostumar. Muitos eram bem tímidos e tinham dificuldade para se soltar. Yeri, sendo a presidente, ajudava a todos. Donghyuck também ajudava, dentro do possível. Organizar os alunos não era uma tarefa fácil – ainda bem que tinha a ajuda da professora Lee, caso contrário, provavelmente teria perdido a paciência na primeira semana.

Entretanto, apesar de tudo parecer tranquilo, era apenas uma fachada.

O clima estranho entre Donghyuck e Jaemin ficou pior. Sequer olhavam um para o outro. O Lee ignorava-o a todo custo, fugindo, sem saber se estava fugindo do loiro ou de si mesmo. Chaeyoung notou o comportamento esquisito do amigo e tentou conversar sobre, mas, de forma nada surpreendente, ele se esquivou e mudou de assunto todas as vezes.

Dois meses se passaram daquele jeito desconfortável, por mais que Donghyuck se esforçasse para deixar tudo de lado e fingir que estava tudo bem. Existem certas coisas que simplesmente não se pode ignorar.

O dia estava nublado, um friozinho gostoso e perfeito para ficar em casa, mas ao invés disso, naquela tarde de domingo, o trio se reuniu na pista de skate na qual Jisung costumava praticar suas manobras – na maior parte do tempo, ele se atrapalhava e caía, o que lhes rendia boas risadas. Sentados na arquibancada, Jiwoo e Donghyuck observaram o Han andar para lá e pra cá com o skate, enquanto Renjun tentava manobrar numa rampa. Haviam outros meninos e meninas por lá também.

— Como anda a sua cabecinha? — Jiwoo indagou, mordiscando uma das barrinhas de cereal que trouxera na mochila.

— Quem? A minha?

— A própria.

— Ah, tá tudo bem.

A garota arqueou uma sobrancelha.

— Não olha assim pra mim. — Donghyuck virou o rosto, olhando para o parquinho ao lado da pista onde crianças brincavam no escorregador. Uma criança caiu na areia, ploft, mas logo se levantou como se nada tivesse acontecido.

— Assim como? Não fiz nada… eu só perguntei.

— Você fica me olhando como se estivesse me analisando.

— Você que tá dizendo…

Ficaram em silêncio por algum tempo. Outra criança caiu no parquinho, ela chorou. Seu amiguinho apareceu e lhe abraçou até que parasse de chorar e eles voltaram a brincar alegremente. Donghyuck engoliu em seco e tornou a observar o movimento na pista de skate.

— Eu só acho que você deveria baixar a sua guarda um pouco, parar de ser teimoso. Esse seu orgulho todo só vai te prejudicar. — continuou Jiwoo. — As coisas poderiam ser muito mais simples se você parasse de inventar maluquices e acreditar nelas, ‘cê sabe né?

O Lee não disse nada, apenas suspirou.

— A resposta tá bem debaixo do seu nariz e só você que não quer ver.

Eles se entreolharam, sérios.

— Não sei do que você tá falando. — disse ele.

— Ai, Hyuck… Você sabe, sim.

— Jiwoo-

— Você só se atrapalha por birra. Isso mesmo, você é uma criança birrenta, Donghyuck e sofre dez vezes mais pelas coisas por isso.

— Meu Deus eu vim aqui pra me distrair, não pra levar esculacho. — ele disse, se levantando. — Eu vou embora.

— Vai mesmo, burro. — a garota cruzou os braços e fez beiço, fingindo não se importar.

Donghyuck foi embora, sem paciência. Detestava quando sua amiga inventava de lhe dar sermão, assim, do nada, como se fosse sua mãe – e nem ela conseguia ser tão pé no saco. O garoto andou a esmo; não queria voltar para casa tão cedo, afinal, disse à sua irmã que iria voltar tarde pois planejava passar o dia todo com os amigos.

Decidiu ir para a biblioteca municipal. Era um lugar bom, tranquilo e quentinho. Sentou-se na última mesa na sala de computadores e começou a assistir um filme qualquer, comendo as barrinhas de cereal que ganhara de Jiwoo. Quando o relógio marcou cinco horas, ele arrumou suas coisas, desligou o computador e voltou para casa, as palavras de sua amiga ecoando em sua mente de forma insistente.


— O quê?! — exclamaram em uníssono.

Jisung apareceu na sala de aula todo sorridente. Naquela manhã, ele havia avisado aos amigos que não os encontraria no caminho para a escola pois Minho iria lhe acompanhar. Ao chegar, tinha o cabelo desgrenhado e as bochechas rosadas, combinadas com um sorriso brilhante nível comercial de pasta de dente, mas não disse nada durante a aula toda. No intervalo, sentou-se ao lado dos seus amigos e contou que, na verdade, ele e Minho estavam "ficando sério" há pouco mais de um mês.

— Porque não contou isso antes? — indagou Donghyuck. — Eu pensei que vocês só estivessem trocando ideia.

— Não sei… eu não queria criar muitas expectativas, então fiquei quieto. — explicou o Han.

— Você nem parece você falando desse jeito. — Jiwoo comentou, rindo.

— É que… — o garoto suspirou, subitamente mudando seu semblante. — Eu gosto muito dele, mas não quero ficar viajando na maionese, porque ele pode muito bem não querer nada comigo, e daí quando ele vier me dizer que não quer mais eu quebro a cara e eu não quero isso.

— Mas quem disse que isso vai acontecer, gracinha? — alguém disse.

As três cabeças se viraram ao mesmo tempo, deparando-se com a figura elegante e despojada de Minho. Ele sorriu e Jisung empalideceu.

— M-Minho-

— Posso falar com você? — pediu o rapaz. Jisung fitou os amigos, que lhe lançaram olhares confiantes e encorajadores.

O garoto se levantou e seguiu Minho até algum lugar que os outros dois não conseguiam ver.

— O que você acha que ele vai dizer? — perguntou Donghyuck.

— Espero que ele peça o Jisung em namoro porque não aguento mais esse chove e não molha. — Jiwoo rebateu. Entreolharam-se e concordaram voltando a comer a seus lanches.

No fim do dia, ouviram a notícia de que Lee Minho, o presidente do clube de dança e garoto mais bonito do último ano estava namorando Han Jisung, o garoto skatista cheio de piercings — e muito provavelmente maconheiro – do segundo ano.

Duas semanas depois, Jiwoo e Donghyuck desejaram nunca ter desejado que Jisung começasse a namorar Lee Minho.

Aqueles dois pombinhos não se desgrudaram um segundo sequer, sussurrando coisas no ouvido um do outro, rindo baixinho, andando de mãos dadas e sorrindo bobo como se vivessem num conto de fadas cheio de arco-íris e gnomos felizes.

Certo dia, sentados de frente para o casal, a dupla de amigos suspirava, entediados e secretamente enciumados daquele relacionamento digno de comédia romântica da Netflix. O tempo passava lentamente até que, de repente, Minho desviou sua atenção do namorado até outra pessoa. Ele sorriu e acenou.

— Hyejoo! — disse.

Uma garota apareceu. Donghyuck percebeu que era a garota alta e quieta da sua sala aquela com olhos cinzentos que intimidavam todo mundo, eles nunca trocaram uma palavra antes, mas ele ia com a cara dela. Ao seu lado, havia uma menina pequena e delicada, como uma boneca, de cabelos loiros. Ele não a reconheceu, devia ser de uma sala diferente.

— E aí, Olivia. — disse Jisung. A garota riu. Seu sorriso era adorável e acabou totalmente com a aura intimidadora que seus olhos lhe davam.

— Não precisa me chamar assim.

— Ah, mas eu acho tão legal.

— Jiwoo, Donghyuck, essa é a minha irmãzinha, Hyejoo, e a namorada dela, Chaewon. — Minho explicou, as garotas lhes cumprimentaram, e então viraram-se para falar com o mais velho sobre alguma coisa que o Lee não ligava nem um pouquinho.

Mais tarde, naquele mesmo dia, caminhando tranquilamente para o anfiteatro para mais um dia de ensaios, Donghyuck viu uma cena curiosa; Jaemin conversava com Jeno, o garoto que interpretaria o Coelho Branco na peça. Eles riam, próximos um ao outro. Ele fitou a figura esguia do Na, suas costas largas e os ombros que se moviam conforme ele ria. Parecia tão relaxado perto de Jeno. Totalmente o oposto do clima estranho que pairava entre eles há meses, e então, Donghyuck sentiu seu coração se apertar tanto, mas tanto, que ele ficou pequenininho dentro do peito. O ar lhe faltou aos pulmões e o garoto tossiu, engasgando-se. Não conseguiu impedir a tosse, muito menos se esconder; começou a tossir como um doido, chamando a atenção da dupla que conversava logo à frente. Curvou-se sobre a parede, sem fôlego e sem conseguir parar de tossir.

— Hyuck? — Jaemin apressou-se até ele, apoiando suas costas e ajudando-o a se recompor. Seu olhar preocupado era desconcertante e fez Donghyuck tossir mais. — O quê foi? Você tá bem?

Jeno observava, alguns passos atrás, sem saber o que fazer.

— Eu… eu…. eu tô… tô bem… — arfou o Lee, gesticulando enquanto tentava respirar. Logo, conseguiu recuperar o ar e respirou fundo. — Tá tudo bem.

Só agora, mais calmo, ele percebeu como Jaemin estava  próximo. Percebeu a mão que repousava sobre suas costas, lhe apoiando, e os olhos que brilhavam com o seu reflexo. Dessa vez, não sentiu falta de ar, e sim, suas pernas estremeceram e ele tropeçou. Arrumou a mochila nos ombros e puxou o capuz do moletom, desviando o olhar e fugindo do toque do loiro.

— Eu tô bem, eu tô bem. — disse, apressando-se para dentro do anfiteatro e batendo a porta atrás de si.


Era quase sete horas da noite. Todos estavam sentados pelo anfiteatro, alguns no palco, outros nas poltronas, exceto Yeri, a protagonista e presidente.

— O que será que aconteceu? — indagou Chaewon.

— Ela nunca fez isso, não é normal. — Seungmin disse. O vice-presidente andava de um lado para o outro, nervoso, com o celular em mãos tentando se comunicar com a amiga.

Donghyuck, sentado na beirada no palco, observava-os discutir, apreensivos, sobre o que raios tinha acontecido com a presidente, até que, finalmente, ela atendeu às ligações. Alguns minutos depois, Seungmin parecia arrasado.

— A Yeri quebrou a perna.

Fez-se silêncio.

— Perdemos nossa Alice.

E então, ouviu-se um burburinho. Os membros do clube se aproximaram de Seungmin todos extremamente nervosos, enquanto os outros alunos que faziam parte do elenco permaneciam sentados sem saber o que fazer.

— Gente, calma, calma! — Chaeyoung exclamou. — Pelo menos, pelo menos, isso aconteceu antes da peça. E se ela tivesse quebrado a perna uma semana antes?

Todos assentiram.

— Precisamos achar uma Alice. — disse Yeji. — Urgentemente.

— E se abrirmos audições outra vez? — Chaewon indagou.

— Mas nós já não tínhamos encontrado uma reserva? — perguntou a professora.

Seungmin pigarreou.

— Ela desistiu…

— Então quer dizer que nossa protagonista se quebra e a reserva dela foi embora e ninguém me avisa?

— Professora, isso foi semana passada, você nem tava aqui…

— E se o Hyuck fosse a Alice?

Todos se viraram e seus olhos pousaram sobre Jaemin, sentado com o corpo jogado sobre a poltrona, parecendo despreocupado.

— Quê?! — exclamou Donghyuck.

— É verdade! Você seria uma ótima Alice. — Chaeyoung concordou, ignorando o olhar raivoso que o amigo lhe lançou.

— N-não! Eu não! Eu trabalho nos bastidores!

— Hyuck, você sempre quis atuar, agora é a sua chance! — disse a amiga, sorrindo. Ele se encolheu.

Donghyuck realmente queria atuar. Sempre quis. Foi por isso que entrou no clube de teatro, mas ainda era tímido demais para isso e preferia trabalhar nos bastidores do que se expor no palco. Naquele momento, com todos lhe encarando cheios de expectativas, ele se encolheu e encarou o chão. Quis sair correndo e nunca mais voltar.

— Eu acho que ele seria perfeito, e, imagine só, que diferente seria um garoto como Alice! Ele sabe todas as falas, até porque foi ele quem adaptou o roteiro. — continuou Jaemin. Donghyuck queria torcer seu pescoço, ainda mais porque seu coração batia tão forte a cada elogio — por causa da raiva que sentia, com toda a certeza. Que baboseiras eram aquelas que ele estava dizendo?! Encarou-o, tentando intimidá-lo, mas o efeito foi o total oposto.

O Lee não viu aquele olhar debochado característico do loiro, muito menos aquele sorriso de canto que vivia para lhe provocar. Jaemin lhe fitava com expectativa, até mesmo confiante, como se acreditasse piamente no que estava dizendo. Como se acreditasse, de verdade, que Donghyuck era capaz.

— O quê você acha?

Donghyuck fitou-lhe, e então olhou para todos os seus colegas.

— Ah… Tá bom! — disse. Todos riram e comemoraram. Chaeyoung lhe abraçou, e, por cima do ombro dela, notou o sorriso orgulhoso de Jaemin iluminar seu rosto.


Notas Finais


e aí, oq acharam? espero q tenham gostado!!! não se esqueçam de lavar bem as mãos, ficar em casa e de comer direito nessa quarentena okay? vejo vocês no próximo capítulo!


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