História I'm Not Perfect: My Heart is Bleeding! - Capítulo 7


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Categorias Pokémon
Personagens Ash Ketchum, Black, Blaine, Blue, Calem, Crystal, Delia Ketchum, Giovanni, Hilbert, Hilda, Jenny, Lance, Lt. Surge, Maxie, May, Rosa, Serena, White
Visualizações 20
Palavras 2.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí meus lagartinhos e lagartinhas, como cês tão hein? Se ta tudo bão com vocês então ta tudo bão comigo tb huehuehue. Bem hoje trago o penúltimo capitúlo dessa história maravilhosa... Sim, hoje posto o penúltimo capitúlo, confesso que estou bem ansioso para ver a reação de vocês com o desfecho desse capitúlo e como vocês estarão para o último capitúlo. Não foi fácil decidir o final dessa história, após um ano desde que comecei a escrever essa história eu havia escrito os sete capitúlos em apenas uma semana, quando comecei a escrever o oitavo eu não tinha finalizado o desfecho final do que acontece com Ash e Hilda, porém como falei, após um ano consegui acabar o oitavo capitúlo e fazer um desfecho digno para essa história tão bonita e triste. Não falarei nada sobre o último capitúlo apenas esperem, não adianta me forçarem a fazer o contrário. Bem agora sem mais delongas fiquem com o penúltimo capitúlo.

Capítulo 7 - I'm Not Perfect : My Little Sunshine


Enfermeiras e enfermeiros andavam pelos corredores indo pra direções distintas, um pequeno grupo se encaminha para o quarto one Ash está e o outro pequeno grupo se encaminha até uma sala de cirurgia onde Hilda se encontrava em trabalho de parto e aguardava a chegada da médica Lorelei. Dois enfermeiros chegam no quarto e vêem o Ketchum tentando se levantar da cama e andam até ele impedindo-o de de se levantar antes que se machucasse. - Acalme-se senhor Ketchum, mantenha-se calmo, o senhor precisa se deitar. 

-A H-Hil-da, eu p-pre-ciso ver a minha n-noi-va! Ash tentava mexer a perna e o braço direito sem sucesso quando vê os enfermeiros o contendo. 

- Acalme-se senhor Ketchum, o senhor ainda está atordoado! Um médico entrava no quarto e anda até a cama do moreno e sorri para ele tocando-o no ombro. 

Ash vira seu rosto e encara o médico com uma espressão assustada. - Q-q-uan-to tem-po eu es-ti-ve de-sa-cor-da-do? Ash sente  um dos enfermeiros o ajeitando na cama e um deles media a sua pressão. 

- O senhor dormiu por nove meses senhor Ketchum! A propósito, sou o doutor Blaine fui o responsável por remover o projétil que estava alojado no lado direito do seu lóbulo temporal.  Blaine sorria para Ash o confortando e procurando tranquilizá-lo. 

-A sua noiva esta sendo atentida nesse exato momento, seu filho vai nascer logo, portanto, não se preocupe, sua noiva está em boas mãos! Blaine confortava Ash enquanto dava um leve aperto no ombro dele. 

Ash se acalma e se ajeita na cama relaxando seu corpo na cama. - Em que...mês...es-ta-mos? 

- Estamos no mês de Junho de dois mil e dezesete senhor Ketchum, hoje  sexta-feira dia primeiro, são quatorze horas é quarenta e cinco minutos se for lhe ajudar! Blaine consultava seu relógio de pulso verificando as horas para Ash. 

- O-o-obri-gado d-d-dou-tor! Ash fica com um semblante triste e pensativo algo que não passa despercebida por a Blaine. 

- Algum problema senhor Ketchum? Blaine se aproxima da cama e toca no ombro de Ash. 

Ash levanta a cabeça e encara o médico. - N-não... pro-ble-ma n-ne-nhum, é que...eu ía...me c-ca-sar...em F-fe-ve-rei-ro! 

"Eu ainda estava bastante desnorteado com tudo que estava acontecendo, saber que minha amada Hilda se encontrava em trabalho de parto e eu não poder estar do lado dela me doía, porém, eu confiava na capacidade dos profissionais."

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Na sala de cirurgia Hilda gritava de dor devido a força que seu filho fazia para sair, após muito insistir as enfermeiras e convencer a médica Lorelei que deixassem que seu parto fosse um parto natural e que as enfermeiras apenas auxiliassem no parto, já que a Touko queria que seu filho saísse sozinho com o próprio esforço, tal pedido surpreendeu toda a equipe que estava mais acostumada a ver partos cesarianos e normais. 

Hilda gritava cada vez mais alto respirava rápido sentindo seu filho querendo sair. -AAAAAAAAAH..... V-va-mos meu filho...eu...sei...que você...con-seque! 

A Touko suava bastante e uma enfermeira segurava uma de suas mãos lhe dando apoio enquanto outra enfermeira limpava o suor de seu rosto, Lorelei passava uma toalha branca na genitália da castanha para limpar o sangue que escorria e acompanhava a dilatação do canal vaginas da moça.

-Aguente firme senhorita Touko, já consigo ver um pouco da cabeça aparecendo. Lorelei se mantinha calma e admirava a determinação de Hilda em suportar aquela dor. 

Hilda solta outro grito e aperta a mão da enfermeira enquanto chorava bastante, ela fazia muito esforço para suportar  a dor que sentia enquanto respirava cada vez mais rápido. - Deus...me dê forças,...eu im-plo-ro! 

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Nas ruas da cidade de Viridian uma caminhonete bem velha percorria a estrada indo até a fronteira entre Kanto e Jotho, um homem de cabelos ruivo conduzia o veículo e se mantinha tenso e bastante sério. Durante todo o trajeto ele se manateve calado e atento a tudo, ele estaciona a caminhonete próximo a um pier e desce logo em seguida e anda até a parte cargueira no carro removendo a lona e abri do a parte de trás puxando uma mulher que se encontrava amarrada. - Vamos, anda logo sua vagabunda! 

A mulher cai de costas no chão de terra e se levanta com dificuldade andando ainda amarrada até o pier  com o ruivo andando atrás de si, es chegam perto de um belo iate e o homem aponta uma pistola para o rosto da moça forçando-a a entrar. 

- Porque você ainda precisa de mim Lysandre? A mulher tentava entrar no iate porém não conseguia por estar amarrada e não ter como se segurar. 

- Cala a boca vagabunda, vou precisar me aliviar durante a viagem, você vai me satisfazer até quando eu quiser! Lysandre empurra a secretária de seu ex sócio fazendo-a cair de costas dentro do iate. 

Lysandre entra no iate desamarra a corda que o prendia e segue até o leme ligando o veículo aquático levantando a âncora e indo embora da região de Kanto. 

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No hospital  a Sra. Touko, Hilbert, Caitillin, Rosa e Nate chegavam na recepção do hospital e logo pediram informações sobre Hilda e Ash, assim que foram atendidos eles se encaminharam para o quarto onde Ash estava e assim que abrem a porta eles vêem o Ketchum sendo ajudado por um enfermeiro que o auxiliava a se sentar na cama. 

-Que felicidadede em ver você acordado Ash! A Sra. Touko se aproxima do genro e o abraça docemente. 
 

- Oi S-s-sra. Tou-ko que s-sau-da-des! Ash retibui o abraço levantando seu braço esquerdo. 
 

Os dois se separam e o moreno sorri de canto de boca devido a paralisia. - Con-fe-sso que eu...ain-da es-tou pa-ra-li-sado de tan-ta e-mo-ção em ver to-dos vo-cês d-de-pois de m-me-ses! 
 

Todos riam das palavras de Ash e em ver que ele mesmo com sequelas do acidente ele ainda é o mesmo rapaz brincalhão e piadista de sempre, Hilbert se aproxima e cumprimenta 9 cunhado. 

- Que susto você nos deu Ash, faz isso de novo não! 

- Você diz isso, mas, chorou igual uma criança quando socorreu ele! Nate zoava Hilbert arrancando risada de todos. 

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As horas se passam e Hilda ainda se encontrava em trabalho de parto, a suava muito e as dores só aumentavam, seu esforço para aguentar as dores do parto a fez quase desmaiar duas vezes  durante as auquelas quatro horas do parto.
 

- Vamos senhorita Touko, já consigo ver a cabeça dele saindo, só  mais um pouco! Lorelei incentivava Hilda a cada momento durante o parto. 

Hilda fazia bastante esforço para não perder a consciência, seus gritos ecoavam ports toda a sala de cirurgia, após muito se esforçar a bela moça de madeixas castanhas sente a dor diminuir e percebe as mãos de seu filho lhe tocando nas coxas e seu choro e oar pela sala. 

A Touko deixa as lágrimas brotarem pelos seus olhos e escorrerem pela sua face tamanha era a sua felicidade, ela sentia a médica amparando o seu bebê que acabara de sair enquanto Lorelei cortava o cordão umbilical. Hilda sorria e chorava com uma felicidade que não cabia em seu ser enquanto estendia suas mãos. 

- Meu filho...cadê o meu filho? Hilda mantinha seus braços estendidos e clamava pelo filho. 

Lorelei colocava o pequeno bebê em uma toalha e o entrega para Hilda e assistia aquela cena com imensa alegria. Hilda aninhava o filho em seus braços e toca no rostinho dele com delicadeza. - Meu pequeno raio de sol... Como eu desejei ter você em meus braços! 

Uma enfermeira pega o bebê e o leva para um pequeno banho antes de ser levado para o berçário, enquanto isso Hilda fora medicada e levada para um quarto para se recuperar após o parto. Na aquela mesma noite Ash recebera a notícia que seu filho havia nascido e que sua noiva estava bem, tal notícia deixou o rapaz bastante feliz. 

Hilda ficara no hospital por um mês se recuperando e passara os dias de repouso e amamentando o filho, ela estava sendo ajudada pela mãe e pelo irmão durante esse tempo, a castanha fora informada da subta melhora de Ash e que ele agora não se encontrava mais em coma. Assim que ela se recuperou ela antes de ir para a casa junto com o filho ela resolve passar no quarto de Ash para vê-lo. 

Aquela seria a primeira vez que ela o veria depois de ele ter acordado, ela abre a porta do quarto e encontra o moreno dormindo enquanto uma enfermeira checava a pressão dele, Hilda se aproxima da cama e a enfermeira nota a presença da Touko e levanta seu rosto. - Ele está bem, só está dormindo por conta dos remédios! 

A bela moça de madeixas castanhas se senta em uma poltrona e fazia o filho dormir, a enfermeira remove o aparelho de medir pressão e sai do quarto deixando Hilda sozinha com Ash, a bela moça começa a cantar para seu filho sem perceber que Ash a observava. 
 

Ash admirava sua noiva cantar e assim que ela fez uma pequena pausa ele se pronunciou. - Eu...sem-pre gos-tei de o-o-ou-vir vo-cê can-tar mi-nha do-çu-ra! 

Hilda levanta seu rosto e sorri ao ver Ash com os olhos abertos a olhando com um meio sorriso. - Voce não tava dormindo? 

- Eu...f-fin-gi, eu q-q-que-ria f-fi-car à s-s-sós com vo-cê meu a-mor! Ash se mexe na cama que se encontrava um pouco levantada para que o Ketchum ficasse levemente sentado. 

A Touko se levanta da poltrona e se aproxima do Ketchum segurando o bebê em seus braços e o mostra para o moreno o ver, assim que Ash sente o filho em seu braço esquerdo ele deixa finas lágrimas escorrerem de seus olhos e molharem as maçãs de seu rosto. - Ele tem...os s-seus o-lhos m-meu a-mor! 

O pequeno olhava para seu pai e mexia os pequenos bracinhos, a Touko pega o braço paralisado do Ketchum e o ajeita para que ele segurasse melhor o bebê  e poder sentir o filho em seus braços. O pequenino sorria para o casal e aperta o polegar de seu pai esbanjando felicidade em seu pequeno e rechonchudo rostinho. 
 

Na porta do quarto a familia de Hilda acabara de entrar 3 presenciava toda a cena e se enchiam de alegria ao verem a felicidade do casal que apesar das barreiras que eles tiveram na vida ,nada os abalou e sairam dessa situação toda, a chuva se formava no céu anunciando uma forte tempestade que se aproximava.

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A policia patrulhava todas as saídas de cada canto da região de Kanto, Lance supervisionava as buscas por Lysandre pessoalmente e ao seu lado Jehnny o auxiliava ja que Surge se encontrava hospitalizado devido as feridas em seu corpo. o ruivo contemplava o horizonte da aquele imenso oceano quando percebe a aproximação da oficial. 

- Não consegue domir Capitão? Jehnny se aproxima de Lance com duas canecas em cada mão. 
 

Lance mantinha seus braçospara trás e visualizava as nuvens se fechando. - Só vou descansar quando eu tiver o Lysandre sob as minhas botas , vivo ou morto! 
 

Jehnny entrega uma das canecas contendo café para Lance e se posiciona ao seu lado. - Descanse Capitão, você vai precisar de energia para prender o chefe da Flare Corporation! 
 

- Você é bem insistente oficial! Lance bebe um gole do café e avista relampagos caindo e o som estridente ecoarem por todo aquele oceano. - Se tudo der certo oficial, vou promovê-la a Sargento quando voltarmos! 

Jehnny leva um susto ao ouvir auquelas palavras de seu superior e sorri satisfeita. - Obrigada Capitão! 

- Vamos entrar, hoje a noite vai ser agitada! Lance se vira e anda até a sua cabine e Jehnny entra logo em seguida indo para a sua cabine.

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No mar as águas se agitavam e se tornavam violentas, Lysandre deixou o iate ser levado pela maré e o ruivo se encontrava na cabine, ele segurava a assistente de Maxie pelo pescoço e a violentava sem remorso. 

O ruivo se movia com força e brutalidade enquanto estrangulava a secretária do seu falecido sócio, a jovem moça apenas gemia de dor sentindo Lysandre a estuprando enquanto ela tentava respirar. O iate era levado pelas águas do oceano e as fortes ondas quebravam em cima do veículo naval fazendo-o balançar um pouco. 

Lysandre sabia que poderia morrer e aproveitava o máximo que podia seus últimos momentos de vida. Ele sentia que logo chegaria no seu limite do prazer então ele aumenta a velocidade de seus movimentos sem se importar com a secretária. A jovem sente a mão do ruivo bater em seu rosto fazendo-a gritar de dor, o grito da moça só faz o ruivo se movimentar mais forte e rápido e ele desfere um forte tapa nos seios da mulher que rezava mentalmente para morrer para que tudo aquilo acabasse.

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No hospital Ash se despedia de todos os familiares de sua noiva e sem ninguém esperar a porta se abre e todos menos Hilda se surpreendem com a chegada de duas mulheres, elas se aproximam do Ketchum e ele sorri para elas. - Te-mos...mui-to o que c-con-ver-sar... Se-re-na,  m-ma-mãe! 

"Eu percebia os olhares tortos de todos ao verem a entrada da Serena e da minha mãe, mas, eu preciso falar com elas. Poder esclarecer tudo, eu não quero mais que aja discórdia  e rancor  no coração de ninguém, isso não é bom para ninguém, o ódio é como um veneno... você deseja que tal pessoa sofra... é no fim... o mais ferido é você! Quanto mais você bebe do veneno do ódio mais você se destrói."

Ash toca na mão de Hilda olhando-a docemente e sorri para ela. - C-che-gou a h-ho-ra de c-con-ser-tar tudo...ch-che-ga de ran-cor, o pa-ssa-do é pa-ssa-do... vamos es-que-cer e es-cu-tá-las. 

Hilda sorri para Ash e vira seu rosto para olhar todos da sua família. - Vamos ouvi-las, chegou a hora de resolvermos esse problema e... perdoar os errors do passado!
 

Hilda olha para sua mãe e seu irmão que a olhavam com espressões que misturava duvida e raiva, a castanha apenas sorri e diz. - Todos merecem uma segunda chance! 

 

Serena e Délia se surpreendem com as palavras de Ash e Hilda e deixa lágrimas escorrerem pelas suas faces, a matriarca dos Ketchum estava admirava com o gesto de seu filho e sua nora, enquanto que a cabelos de mel sorria para o casal. 


Notas Finais


Quantas emoções em um só capitúlo! Confesso que esse foi um dos capitúlos mais desafiadores que eu já fiz.
Mas.... Me contem o que vocês acharam?
Só digo uma coisa sobre o último capitúlo... Ele é 9 capitúlo mais belo que já escrevi.


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