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História I'm You - Imagine EXO (Baekhyun, Suho and Xiumin) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui está o primeiro capítulo
Espero que vocês gostem
Boa leitura, kissus da tia Yue 💙

Capítulo 2 - Agora não tem volta.


Fanfic / Fanfiction I'm You - Imagine EXO (Baekhyun, Suho and Xiumin) - Capítulo 2 - Agora não tem volta.

  — Anda Luhan! - bateu na porta do banheiro o apressando. — Alguém pode vir.

— Você acha que é fácil vestir esse uniforme? - disse da cabine do banheiro — Aii! - resmungou ao bater contra a porta. – Ainda mais em um lugar apertado desses.

— Você sabe que nós não podíamos trocar em casa, eu ainda estou com um arranhão na bochecha e papai iria perceber. - olhou as horas no visor do celular. — Luhan! - chamou outra vez. — O ônibus da escola já vai cheg... - ele abriu a porta antes que ela terminasse. — Cara... Se não soubesse que eu sou eu, acharia que a (S/n) verdadeira é você. - olhou assustada para o irmão; como ele conseguia ficar tão bem com saia e meia calça? Parecia uma dessas modelos das revistas que ele comprava.

— Isso quer dizer que está bom? - questionou confuso.

— Quer dizer que está ótimo. - o empurrou para o lado de fora antes que alguém viesse, ela estava extremamente parecida com um garoto e seria um problema se a vissem saindo do banheiro feminino.

— Eu estou tão nervoso. - comentou rápido, mordendo os lábios sem parar, era um hábito, ela fazia o mesmo.

— Pare de morder os lábios, vai acabar os ferindo. - ela segurou suas mãos. — Vai dar tudo certo. - o tranquilizou, mesmo que quem tivesse sugerido tudo aquilo tenha sido ele, no fim, era o único a querer desistir. — E se não der, farei dar. - sorriu de lado, dando um leve empurrãozinho enquanto caminhava com ele para perto do ônibus.

— Vou sentir sua falta. – seus olhos estavam brilhando.

— Não comece a chorar agora, vai estragar a minha imagem. – riu fraco, o abraçando.

— Eu te amo.- retribuiu o abraço. – Muito!

— Não tá esperando que eu fale algo tão meloso, né? - ele riu negando. – Ótimo! - ele virou-se para atravessar a rua e ir em direção ao veículo. — Não esqueça de ligar. - concordou com a cabeça, sorrindo uma última vez antes de ir. — Eu te amo também. – disse baixinho.

Ela virou-se, andando em linha reta pela calçada. Algumas garotas encaravam-na sugestivamente, e ela devolvia com um olhar sério; não podia entender garotas apesar de ser uma. Como (S/n) ela era tratada como a esquisitona não-delicada, porém, como Luhan ela era atraente por ser um garoto com traços femininos. – suspirou, ajeitando a mochila nas costa e entrado no taxi que a esperava. 

A escola onde (S/n) estudaria – para onde Lu Han estava indo – era praticamente escondida em uma das extremidades de Seul, – por isso havia um ônibus para buscar os estudantes novos. – e ela se questionava seriamente se o celular do irmão funcionaria lá.

Uma voz a despertou de seus devaneios, foi só assim que percebera que o motorista não lhe chamava pela primeira vez. - acenou com a cabeça em um pedido de desculpas silencioso e então saiu rapidamente do carro. - respirou fundo, antes de entrar no meio dos outros alunos, provavelmente novatos também.

Estava com um mini mapa na mão, – era entregue no momento da matrícula. – muito útil por sinal. Se perguntava se garotos realmente tinham cérebro pois a maioria dos novos alunos parecia perdido ali dentro. – de que adianta dar um mapa pra esses pelermas se sequer lembrariam de usar? Pensou.

Depois de andar uma distância considerável, ela finalmente chegara no corredor onde ficava o seu quarto. A primeira porta era a B50, havia dez dormitórios ali e o seu era o B56.

Andou em passos lentos, estava levemente sonolenta, resultado da noite mal dormida. Quando estava prestes a girar a maçaneta uma voz soou nos dois auto-falantes no alto de ambos os cantos das paredes.

— Alunos novos... – houve uma pausa, então alguns murmúrios. — Dirijam-se todos para a quadra esportiva – (S/n) rodou os olhos. — Imediatamente! – completou

Ela até poderia pensar em fazer o que a voz tinha mandado, isso se não tivesse lido algo sobre os trotes que eram feitos com os novatos do terceiro ano. Na verdade, mesmo que não tivesse lido, a voz era, com certeza, de um aluno. – deu de ombros, girando a maçaneta e abrindo a porta.

Já do lado de dentro, espantou-se ao ver um garoto na cama lendo um livro.

— Não achei que fosse encontrar alguém por aqui. – disse baixo, mas o outro pareceu escutar.

— Não pensei que houvesse mais alguém com inteligência suficiente para não cair nisso. – referiu-se ao trote. — Do Kyungsoo. – foi curto, ao dizer o nome, nem mesmo tirou os olhos do livro. Ele parecia introvertido, e também não parecia ser do tipo que era difícil de lidar.

— Lu Han. – disse simples, jogando-se na única cama vazia. As outras duas estavam com alguns pertences em cima.

— Não, não sei quem são os nossos colegas de quarto. – falou subitamente, como se adivinhasse o que ela estava pensando.

— Ótimo. – disse baixo, não se deu ao trabalho de arrumar as suas malas que deixaram lá mais cedo, apenas dormiu.

__________


(S/n) acordara cedo, desde que podia se lembrar fôra assim, acordava muito cedo independente do quão tarde ia dormir, e por mais controverso que fosse ela não gostava disso.

Alongou os braços antes de pular da cama, notando que agora as duas camas, antes vazias, estavam ocupadas. Próximo a sua cama havia um garoto de cabelos bagunçados que dormia completamente espalhado sobre o colchão, e, na cama ao lado, alguém que ela se questionou seriamente sobre ser um vampiro ou não, ele dormia exatamente como alguém em um caixão e era tão pálido quanto um fantasma, e, por fim, havia Kyungsoo, definitivamente ele parecia o mais normal ali. – ela correu para o banheiro.

Após um banho demorado, certificou-se de prender bem as ataduras ao redor do busto antes de pôr o uniforme por cima. – comprara a blusa branca um tanto mais larga para facilitar as coisas. 

Pensou que talvez devesse ter comprada outra calça preta já que aquela estava mais justa do que o esperado. Pelo menos uma calça colada não a denunciaria, seus peitos sim, e eles estavam muito bem guardados. – olhou-se no espelho. Daria tudo certo, pensou, estava fazendo esse esforço pelo seu irmão. 

Pobre (S/n), talvez seu otimismo fosse durar menos do que o esperado.



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