História I'm you savior - Im Jaebum - Capítulo 4


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Got7 Jaebum
Visualizações 12
Palavras 774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - 4


POV Eun Park


Depois que o motorista estacionou em frente a minha casa, eu abri a porta e desci do carro logo entrando em casa e vendo meus pais na sala.


– Está atrasada, sabia? – Minha mãe disse com rispidez me fazendo suspirar. – Suba logo e se arrume, daqui a duas horas iremos para o jantar que falei.


Eu balancei a minha cabeça afirmando levemente e subi as escadas rapidamente logo trancando a porta atrás de mim. Olhei para a cama e vi um vestido preto e um salto ao lado da cama, e suspirei quando entrei dentro do banheiro.


Tirei as minhas roupas lentamente as jogando em algum canto do banheiro, e entrei debaixo da água quente sentindo meu corpo relaxar por completo.


" Sabe um problema em relação a nós? Os dois são teimosos, então não vou desistir... "


– Por que ele quer tanto saber? – Eu falei de olhos fechados enquanto a água caia sobre a minha cabeça.


[...]


Eu esperava meus pais ao lado da porta já arrumada, eles gostavam que eu estivesse ali parada 10 minutos antes deles descerem.


" Mas eu não, eu odiava isso." Pensei


Quando os dois desceram já arrumados com suas roupas extravagantes e caras, eles nem se quer me olharam antes de abrirem a porta e entrarem no carro.


A trajeto foi curto e muito silencioso como sempre, eu até gostava, dava para fechar os olhos e imaginar que eu estava no meu quarto dormindo.


Meu pai disse um "saia" quando o mesmo pisou na calçada depois da minha mãe, e eu não demorei para sair do carro também ajeitando a saia do meu vestido.


– A família tem um filho de 20 anos, então espero que você seja educada com ele. – Minha mãe disse antes de se virar e tocar a campainha da casa.


Eu suspirei pensando agora o porquê dela não ter me dado muitos detalhes desses jantar como os outros, ela sabe que eu odeio quando a tal família tem um tal filho.


- Oh, entrem! - Uma mulher loira sorrindente abriu a porta.


[...]


Eu comia a minha comida em silêncio e estava muito, mas muito incomodada. O filho da família que eu já havia esquecido o nome me mandava olhares com desejo sem ao menos disfarçar com ambas as famílias na mesa.


- Filho, por que não mostra a casa para ela? - A mãe dele falou me fazendo arregalar os olhos.


Eu olhei para os meus pais e os mesmos afirmaram com a cabeça disfarçadamente fazendo eu ferver de raiva por dentro, eu não queria ficar sozinha com esse garoto.


- Vamos? - Eu olhei para o lado e ele estava com a mão estendida.


Eu engoli em seco pegando a sua mão e logo andando com ele, eu tinha que aceitar isso de qualquer maneira se não em casa seria pior.


Passamos por vários quartos e eu só falava "hm" quando ele gesticulava para algum cômodo falando algo, eu realmente estava desinteressada por isso.


O último cômodo era a varanda da casa, e eu fiquei maravilhada com a vista do jardim da família. Eu me encostei na pequena grade que tinha ali e fiquei olhando em volta enquanto sentia a brisa gelada da noite bater no meu rosto.


Mas eu não devia ter baixada a guarda, não devia.


O garoto se aproximou de mim e senti suas mãos pelo meu corpo, e eu tremia de medo. Eu não podia simplesmente negar, em casa meu pai...


- O-olha... - Eu disse me encolhendo.


- Cale a boca.


Ele pegou forte no meu cabelo puxando forte me fazendo soltar um grito baixo de dor, e alguns segundos depois me beijou forçadamente me dando ânsia de vômito.


Eu tentava empurra-lo mas ele era  mais forte que eu, e eu estava quase deixando algumas lágrimas escaparem quando ele me prensou na parede beijando meu pescoço e passando as mãos livremente pelo meu corpo.


- Filho? - Ouvi a voz da mãe dele chamando lá de baixo fazendo uma onde pequena de alívio passar pelo meu corpo quando ele se afastou de mim.


- Se solte mais na próxima, vadia. - Ele disse segurando meu queixo e me deixando sozinha ali.


[...]


Quando chegamos em casa eu praticamente corri para o meu quarto e o tranquei, e logo deslizei até o chão começando a sentir as lágrimas quentes caírem pelas minhas bochechas.


Eu coloquei meu rosto entre as duas mãos começando a chorar mais. O fato de aquilo não ser nada comparado ao que meu pai me faz me faz rir de nervoso e de tristeza.


Como alguém pode viver com medo da própria família?




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